Athletic Club

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Athletic Club
Athletic Club de Bilbao.png
Nome Athletic Club
Alcunhas Los Leones
Fundação junho de 1898 (116 anos)
Estádio Estádio de San Mamés
Capacidade 40 000
Presidente Espanha Josu Urrutia
Treinador Espanha Ernesto Valverde
Patrocinador Espanha Petronor
Material esportivo Estados Unidos Nike
Competição Espanha Campeonato Espanhol
União Europeia Liga Europa
Website athletic-club.net
Kit left arm red stripes.png Kit body psv0608H.png Kit right arm red stripes.png
Kit shorts.png
Kit socks.png
Uniforme
titular
Kit left arm everton1213h.png Kit body everton1213h.png Kit right arm everton1213h.png
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Uniforme
alternativo
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O Athletic Club, mais conhecido na mídia lusófona como Athletic de Bilbao ou Athletic Bilbao, é um clube de futebol espanhol da cidade de Bilbau, e é um símbolo emblemático da identidade basca, por não permitir que atletas não nascidos ou não desenvolvidos no País Basco, Navarra ou Iparralde possam vestir sua camisa.

Entretanto, nem sempre foi assim, uma vez que o clube foi fundado por britânicos - daí o nome em inglês do time. Durante a ditadura de Francisco Franco, que proibia o uso oficial de outra língua que não a castelhana na Espanha, o clube foi obrigado a mudar de nome para "Club Atlético de Bilbao". Como reação à opressão franquista, o clube desenvolveu-se como representante do nacionalismo basco. O nome original, em inglês, voltou a ser utilizado imediatamente após o fim da proibição, depois da morte de Franco.

A mascote do clube é um leão. O clube também originou o Atlético de Madrid, que surgiu como uma filial da equipe basca na capital espanhola - daí também a similaridade nos nomes, escudos e camisas (com listras verticais alvirrubras).

História[editar | editar código-fonte]

O time campeão da primeira Copa do Rei, em 1903. Na época, o Athletic ainda era alviazul.

A equipe foi fundada por britânicos estabelecidos em Bilbao em virtude da industrialização da cidade - daí o nome em inglês do time - e por jovens da elite bilbaína que haviam voltado dos estudos na Grã-Bretanha. Alguns jogadores dos primeiros elencos do Athletic tinham os sobrenomes MacLenan, Evans, Langford, Davies, Mills, Cockram e Dyer.[1]

A regra para apenas bascos surgiu como resposta às reclamações dos rivais Unión Ciclista de San Sebastián (atual Real Sociedad), Basconia e Racing de Irún (atual Real Irun), que só utilizavam jogadores da região e queixavam-se da presença britânica nas escalações do Athletic.[1]

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Escudo[editar | editar código-fonte]

O distintivo dos Leones procurou fazer referências a significativos ícones de Bilbao e da região basca: nele estão contidos imagens referentes à Árvore de Guernica, que sobreviveu aos bombardeios de alemãs e italianos na cidade em meio à Guerra Civil Espanhola; à Igreja de Santo Antão; e à Ponte de mesmo nome, atravessada pelo rio Nervión, conhecido como estuário Bilbao em seu trecho final.[2]

Cores e uniforme[editar | editar código-fonte]

O primeiro uniforme do time era alviazul: camisa divida ao meio em azul e branco, com calças e meias azuis. Era o uniforme do Blackburn Rovers. Em certo momento, o encarregado de trazer os uniformes do clube inglês não pôde fazê-lo, levando consigo, no lugar, os do Sunderland: camisas com listras verticais alvirrubras, e calças e meias na cor preta, desde então adotados pelo Athletic. Curiosamente, a diferença entre as vestimentas dele com as do Atlético de Madrid (então Athletic Club de Madrid) surgiram aí: a filial manteve os calções e meias azuis do Blackburn.[3]

O clube foi uma das últimas grandes equipes a não possuir o logotipo de um patrocinador em seu uniforme. Em julho de 2008, entretanto, passou a estampar o logo da petrolífera Petronor, o que rendeu muita polêmica mesmo a empresa sendo da região basca. Antes, durante a temporada 2004-05, em sua participacão na Copa da UEFA, os uniformes chegaram a carregar a marca do Governo Basco, com a mensagem "Euskadi", que significa "Pátria Basca". A estampa na época não carregou a mesma polêmica, por ser em prol da região, em um apelo ao turismo no local.[4] Em maio de 2011, estreou seu novo segundo uniforme, nas cores da Ikurriña (a bandeira do País Basco), com o verde predominante.[5]

Orgulho basco[editar | editar código-fonte]

O Athletic é famoso por seu estatuto, a restringir jogadores. O embrião da regra surgiu em 1911 e era bem mais rígido: por um tempo, foram aceitos apenas atletas da província de Biscaia, posteriormente passando a aceitar jogadores de províncias bascas vizinhas. Um novo abrandamento veio mais tarde, com o clube admitindo estrangeiros, desde que possuíssem origens bascas. Atualmente, o clube aceita estrangeiros sem raízes bascas, só que eles precisam ter sido educados na cultura basca.[1]

A concessão a estrangeiros permitiu que alguns forasteiros de sangue basco defendessem o time: o chileno Higinio Ortúzar (1939-1943), o filipino Ignacio Larrauri (1941-42), o brasileiro Vicente Biurrun (1986-1990), o venezuelano Fernando Amorebieta (desde 2005) e o mexicano Javier Iturriaga (2006-07). Há ainda os casos de Santiago Ezquerro e David López, que nasceram na província de La Rioja, por vezes considerada como basca, embora não por muitos; e também o de jogadores de origens bascas vindos de outras províncias espanholas, como Mario Bermejo (da Cantábria), presente na temporada 1997/98, e Loren (Castela e Leão), que passou pelo clube entre 1989 e 1991.[1]

Mesmo com a região histórica do País Basco abrangendo também território da França, só dois bascos franceses jogram no Athletic: Bixente Lizarazu, que esteve apenas em parte da temporada 1996/97, e Aymeric Laporte, que estreou em 2012.[6] Em 2009, foi integrado o primeiro negro do time principal: Jonás Ramalho, filho de um angolano com uma basca.

Antes de 1911, quando a regra para a exclusividade basca passou a existir, o Athletic chegou a jogar com atletas vindos do Reino Unido. Alguns, inclusive, foram fundadores do time.[1] A restrição não é estendida a técnicos.

Competições[editar | editar código-fonte]

O Athletic é um dos dois únicos clubes (o outro é o Real Madrid, em 1931/1932) que conseguiram ser campeões invictos na Liga Espanhola, alcançando esta marca na temporada 1929/1930, além de deter a maior goleada da história da Liga, obtida neste mesmo campeonato: 12x1 sobre o Barcelona e o maior goleador da história da Liga, Telmo Zarra, com 251 gols em 279 jogos, entre 1939 e 1955, sendo que Zarra também detinha, junto com Hugo Sánchez, do Real, a marca de maior número de gols em um único campeonato: 38 gols. Essa marca durou até a temporada 2010/2011, quando Cristiano Ronaldo marcou 40 gols com a camisa do Real Madrid. O ex-jogador Bata (em 1930/1931), junto com László Kubala, do Barcelona, (1951/1952), são os jogadores que mais marcaram gols em uma mesma partida (7).

O Athletic é um dos três clubes que jamais caíram para a segunda divisão (os outros são Real Madrid e Barcelona) e o terceiro maior pontuador da Liga em todos os tempos, somando-se os pontos conquistados em todas as temporadas. Segundo o ranking histórico mundial de clubes é, em termos de currículo, o 5º maior clube espanhol (atrás de Real Madrid, Barcelona, Valencia e Atlético de Madrid, respectivamente).[carece de fontes?]

Seu centenário, em 1998, foi celebrado em grande estilo, em amistoso contra a Seleção Brasileira, empatado em 1 x 1.[7] A partida, em 31 de maio, foi um dos amistosos preparativos do Brasil para a Copa do Mundo de 1998, iniciada no mês seguinte. No jogo, Rivaldo marcou para os brasileiros, e Carlos García fez para o Athletic.[8]

Dois jogadores do Athletic estiveram no grupo da Seleção Espanhola que conquistou a Copa do Mundo de 2010, a primeira vencida pela Furia: Javi Martínez e Fernando Llorente, que foram reservas.

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Joseba Etxeberria atuou pela Real Sociedad antes de tornar-se símbolo de fidelidade ao Athletic.

Real Sociedad[editar | editar código-fonte]

Dentro do País Basco, seu maior rival é a Real Sociedad, da cidade de San Sebastián. Este clube é menos radical: admite livremente desde 1989 jogadores de outros países, mas, quanto aos espanhóis, ainda hoje também se limita àqueles de origens bascas[9] - o que não a impediu de ser vista como associada ao governo espanhol, até pelo título Real em seu nome. A rivalidade é amplamente favorecedora ao Athletic, que possui mais títulos de expressão e maior número de vitórias, assim como é um dos três times a jamais ter sido rebaixado à segunda divisão, ao lado de Real Madrid e Barcelona. Além disso, por adotar em geral apenas bascos, é a equipe preferida dos nacionalistas da região.

Joseba Etxeberria, um jogador-símbolo dos Leones, iniciou a carreira nos alviazuis, e sua transferência foi polêmica; de 2008 até aposentar-se, um ano depois, doou todo o salário de volta ao Athletic, como agradecimento.[10] Roberto López Ufarte, Vicente Biurrun, Loren e Ion Andoni Goikoetxea também passaram pelos dois rivais. O clássico já foi palco de uma das primeiras manifestações livres de nacionalismo basco após o franquismo: em 1976, um ano após a morte do ditador Francisco Franco, José Ángel Iríbar, ex-goleiro a atual presidente honorário do Athletic, entrou em campo empunhando uma bandeira do País Basco, proibida havia 40 anos.[11]

Real Madrid[editar | editar código-fonte]

Real x Athletic em 2010.

O Real Madrid também desperta uma certa animosidade, uma vez que carrega a imagem de símbolo do próprio governo espanhol que, na ditadura de Francisco Franco (torcedor do Real), tanto oprimiu a cultura basca. Curiosamente, na temporada 2002/03, o Athletic teve de decidir-se em quais dos dois poderia "favorecer": na última rodada, jogaria no Santiago Bernabéu contra os madrilenhos, que disputavam o título espanhol com a Sociedad, que só seria campeã se o Athletic vencesse. A equipe da capital acabou derrotando os alvirrubros por 3 x 1 e levando a taça. O ex-zagueiro Rafael Alkorta é o mais famoso a ter feito em ambos. O último a realizar a troca entre os times foi Aitor Karanka.

Barcelona[editar | editar código-fonte]

Barcelona x Athletic em 2007.

Nas décadas de 1930 e 1940, o clube disputava acirradamente os títulos espanhóis com o Barcelona. Tanto que eram os dois maiores vencedores de La Liga até a ascensão do Real Madrid, iniciada na década de 1950. Não tardou para que a rivalidade diminuísse bastante, inclusive pelo fato das duas equipes passarem a detestar o Real - o Barcelona, em caso similar ao Athletic, representava outra região de cultura a línguas discriminada por Franco, a Catalunha.

A rixa esteve um pouco renovada nos anos 1980, em que o jogador Andoni Goikoetxea chegou a quebrar as pernas dos barcelonistas Diego Maradona e Bernd Schuster. Em outra partida, decisiva pela Copa do Rei de 1984, vencida pelo Athletic (até hoje, o último troféu do clube), Maradona chegou a provocar uma briga campal entre as duas equipes. Jesús Garay, Andoni Zubizarreta, Julio Salinas e Ion Andoni Goikoetxea (que não é o mesmo que fraturou Schuster e Maradona) são os que fizeram mais sucesso com as duas camisas. O último a ter defendido as duas foi Santiago Ezquerro.

Atlético de Madrid[editar | editar código-fonte]

A histórias dos dois clubes está ligada. Por ter inicialmente sido uma filial do time basco, a equipe madrilenha por vezes viu-se impedida de disputar, em seus primeiros anos, a Copa do Rei (competição mais expressiva até a criação do campeonato espanhol, em 1929), mesmo quando qualificada por torneios classificatórios. Com isso, naturalmente surgiu um descontentamento com a matriz, levando ao rompimento da relação original entre ambos.[3] Além disso, no início da ditadura franquista, foi o Atlético o clube capitolino mais ligado ao governo espanhol, e não o Real.[12]

Os dois já disputaram acirradamente La Liga duas vezes, em 1941 e em 1970, com os colchoneros levando o título em ambas. Já na Copa do Rei, o retrospecto dos bilbaínos é mais favorável: venceram duas das três finais travadas por criador e criatura, em 1921 e 1956, perdendo a de 1985. A rixa foi realimentada em 2012, quando a rivalidade atleticana decidiu entre si pela primeira vez um torneio europeu, a Liga Europa da UEFA.[3] Javier Irureta, Andoni Goikoetxea e Julio Salinas foram alguns dos que passaram por criador e criatura. O último a fazer o mesmo entre elas também foi Santiago Ezquerro.

Dados do Clube[editar | editar código-fonte]

  • Sócios: 34 373
  • Temporadas na 1ª Divisão: 73.
  • Temporadas na 2ª Divisão: 0.
  • Maior goleada conseguida na Liga no San Mames: Athletic de Bilbao 12 - 1 FC Barcelona (30-31).
  • Maior goleada conseguida na Liga fora de San Mames: Osasuna 1 - 8 Athletic de Bilbao (58-59).
  • Maior goleada sofrida na Liga: FC Barcelona 7 - 0 Athletic de Bilbao (00-01).
  • Maior goleada conseguida na Copa del Rey: Athletic de Bilbao 12 - 1 Celta de Vigo
  • Maior goleada conseguida em competições europeias: Standard de Liege 1 - 7 Athletic de Bilbao (04-05).
  • Melhor posição na Liga 1º.
  • Pior posição na Liga: 17º.

Estádio[editar | editar código-fonte]

San Mamés, estádio do Athletic Club de Bilbao.

O Athletic de Bilbao joga num dos estádios mais antigos da Espanha, o San Mamés. Com capacidade para 40 000 espectadores, foi inaugurado em 21 de Agosto de 1913. É o único estádio da Espanha que teve jogos em todas as edições da Liga Espanhola.

Títulos no futebol[editar | editar código-fonte]

NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Liga.png Campeonato Espanhol 8 1929–30, 1930–31, 1933–34, 1935–36, 1942–43, 1955–56, 1982–83 e 1983–84
RFEF - Copa del Rey.svg Copa del Rey 23 1903, 1904, 1910, 1911, 1914, 1915, 1916, 1921, 1923, 1930, 1931, 1932, 1933, 1943, 1944, 1945, 1950, 1955, 1956, 1958, 1969, 1973, 1984
RFEF - Supercopa de España.svg Supercopa da Espanha 1 1984
RFEF - Supercopa de España.svg Copa Eva Duarte 1 1950
REGIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Flag of the Basque Country.svg Copa Basca 18 1914, 1915, 1916, 1920, 1921, 1923, 1924, 1925, 1926, 1928, 1929, 1931, 1932, 1933, 1934, 1935, 1939 e 1940

Cscr-featured.png - Campeão Invicto

Elenco Atual de 2014-15[editar | editar código-fonte]

  • Atualizado em 27 de Agosto de 2014:
Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Jogador Lesionado: Jogador lesionado/contundido
  • +: Jogador em fase final de recuperação
  • +: Jogador que volta de lesão/contusão
  • Suspenso.: Jogador suspenso
  • Cscr-featured.png : Estrelas do Elenco


Goleiros
Jogador
01 Espanha Gorka Iraizoz
13 Espanha Iago Herrerín
25 Espanha Kepa Arrizabalaga
Defensores
Jogador Pos.
03 Espanha Cscr-featured.png Jon Aurtenetxe Z
04 França Aymeric Laporte Z
06 Espanha Mikel San José Z
16 Espanha Xabier Etxeita Z
29 Espanha Unai Bustinza Z
15 Espanha Andoni Iraola LD
22 Espanha Xabier Castillo LD
24 Espanha Mikel Balenziaga LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
05 Espanha Erik Morán V
08 Espanha Cscr-featured.png Ander Iturraspe V
17 Espanha Mikel Rico V
18 Espanha Cscr-featured.png Carlos Gurpegui Capitão V
7 Espanha Beñat Etxebarria M
10 Espanha Óscar de Marcos M
26 Espanha Ager Aketxe M
30 Espanha Unai López M
Atacantes
Jogador
02 Espanha Cscr-featured.png Gaizka Toquero
09 Espanha Kike Sola
11 Espanha Ibai Gómez
12 Espanha Borja Viguera
14 Espanha Markel Susaeta
19 Espanha Cscr-featured.png Iker Muniain
20 Espanha Aritz Aduriz
21 Espanha Guillermo Fernández
Comissão técnica
Nome Pos.
Espanha Ernesto Valverde T

UEFA Lista B[editar | editar código-fonte]

Goleiros
Jogador
30 Espanha Kepa Arrizabalaga
Defensores
Jogador Pos.
29 Espanha Markel Etxeberria Z
32 Espanha Enric Saborit Z
Meio-campistas
Jogador Pos.
34 Espanha Aiton Seguín Cid M
35 Espanha Ager Aketxe M
36 Espanha Iñigo Eguaras M
37 Espanha Iker Guarrotxena M
43 Espanha Martín Beguoa M
Atacantes
Jogador
31 Espanha Guillermo Fernández
42 Espanha Gorka Santamaría

Treinadores[editar | editar código-fonte]

 
Nome Anos
Flag of the Basque Country.svg Juan Antonio Ipiña 1960-1962
Flag of the Basque Country.svg Ángel Zubieta 1962-1963
Flag of the Basque Country.svg Juan Ochoantezana 1963-1964
Espanha Antonio Barrios 1964-1965
Flag of the Basque Country.svg Agustín Gaínza 1965-1968
Flag of the Basque Country.svg Rafael Iriondo 1968-1969
Espanha Ronnie Allen 1969-1971
Espanha Salvador Artigas 1971-1972
Jugoslávia Milorad Pavic 1972-1974
Flag of the Basque Country.svg Rafael Iriondo 1974-1975
Flag of the Basque Country.svg Koldo Aguirre 1975-1979
Áustria Helmut Senekowitsch 1979-1981
Flag of the Basque Country.svg Iñaki Sáez 1981
Flag of the Basque Country.svg Javier Clemente 1981-1986
Flag of the Basque Country.svg José Ángel Iribar 1986-1987
Inglaterra Howard Kendall 1987-1989
Flag of the Basque Country.svg Txetxu Rojo 1989-1990
 
Nome Anos
Flag of the Basque Country.svg Javier Clemente 1990-1991
Flag of the Basque Country.svg Iñaki Sáez
Flag of the Basque Country.svg Jesús Aranguren
1991-1992
Alemanha Jupp Heynckes 1993-1994
Flag of the Basque Country.svg Javier Irureta
Flag of the Basque Country.svg J.M Amorrortu
1994-1995
Jugoslávia Dragoslav Stepanovic 1995-1996
França Luis Fernández 1996-2000
Flag of the Basque Country.svg Txetxu Rojo 2000-2001
Alemanha Jupp Heynckes 2001-2003
Flag of the Basque Country.svg Ernesto Valverde 2003-2005
Flag of the Basque Country.svg José Luis Mendilibar
Flag of the Basque Country.svg Javier Clemente
2005-2006
Flag of the Basque Country.svg Félix Sarriugarte
Espanha José Manuel Esnal
2006-2007
Espanha Joaquín Caparrós 2007-2011
Argentina Marcelo Bielsa 2011-2013
Espanha Ernesto Valverde 2013-

Jogadores Históricos[editar | editar código-fonte]

   

Referências

  1. a b c d e HOFMAN, Gustavo (dezembro de 2008). Os forasteiros de San Mamés. Trivela n. 34. Trivela Comunicações, pp. 56-57
  2. STEIN, Leandro (26/04/2012). Guernica, 75 anos depois. Trivela. Página visitada em 08/05/2012.
  3. a b c STEIN, Leandro (08/05/2012). As histórias cruzadas de Athletic e Atlético. Trivela. Página visitada em 08/05/2012.
  4. ESPINA, Ricardo (setembro de 2008). Tradição quebrada. Trivela n. 31. Trivela Comunicações, p. 10
  5. El 'verde Athletic' salta al campo, Elcorreo
  6. Bilbao makes easy work of Hapoel IKS. Trivela (29/11/2012). Página visitada em 29/09/2013.
  7. ARRUDA, Marcelo Leme de (26/02/2009). Brazil National "A" Team - Unofficial Matches. RSSSF. Página visitada em 03/09/2010.
  8. MATTA, Fernando; WOODS, Dennis David (26/02/2009). Seleção Brasileira (Brazilian National Team) 1998-1999. RSSSF. Página visitada em 03/09/2010.
  9. LEAL, Ubiratan (novembro de 2006). Decadência basca. Trivela n. 9. Pool Editora, p. 53
  10. ESPINA, Ricardo (janeiro de 2009). Top 10 Casos de fidelidade a um clube. Trivela n. 35. Trivela Comunicações, p. 9
  11. FUJITA, Fábio (janeiro de 2009). A luta continua. Trivela n. 35. Trivela Comunicações, pp. 56-57
  12. SETTI, Daniel (abril de 2009). Especial Barça. FUT Lance! n. 05. Areté Editorial, pp. 30-49

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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