Carpina

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Município de Carpina
"A Capital da Mata Norte"

"Cidade Multicultural"
"A Cada Dia Maior"
"

Bandeira de Carpina
Brasão desconhecido
Bandeira Brasão desconhecido
Hino
Fundação 1909
Emancipação 11 de Setembro de 1928
Gentílico carpinense
Prefeito(a) Carlos Vicente de Arruda Silva (PSB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Carpina
Localização de Carpina em Pernambuco
Carpina está localizado em: Brasil
Carpina
Localização de Carpina no Brasil
7° 51' 03" S 35° 15' 17" O7° 51' 03" S 35° 15' 17" O
Unidade federativa  Pernambuco
Mesorregião Mata Pernambucana IBGE/2008[1]
Microrregião Mata Setentrional Pernambucana IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Tracunhaém, Nazaré da Mata e Buenos Aires (N), Lagoa de Itaenga, Lagoa do Carro (S), Paudalho (L) e Limoeiro (O).
Distância até a capital 45 km
Características geográficas
Área 146,124 km² [2]
População 80 194 hab. estatísticas IBGE/2014[3]
Densidade 548,81 hab./km²
Altitude 184 m
Clima Tropical As'
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,680 médio PNUD/2010 [4]
PIB R$ 760 686 mil IBGE/2012[5]
PIB per capita R$ 9 940 10 IBGE/2012[5]
Página oficial

Carpina é um município brasileiro do estado de Pernambuco.

Está localizado na Zona da Mata Norte do estado e distante 45 km da capital, Recife. Segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2014 o município possuía uma população de 80.194 habitantes.

Topônimo[editar | editar código-fonte]

A respeito da origem do topônimo Carpina, Sebastião de Vasconcelos Galvão cita o testemunho do cônego Antonio Domingos de Vasconcellos Aragão (falecido em 1899, que durante muitos anos foi auxiliar e vigário pro-pároco de Paudalho (Pau d’Alho, na grafia da época): “À margem meridional da estrada de rodagem existia, até 1882 mais ou menos, um tanoeiro por nome Luiz José de Mello, homem já não moço, a quem os almocreves e viajantes chamavam o carpina quando demandavam a chã ou planalto em que o mesmo tinha sua tenda e residia.” Ainda segundo Galvão, esse testemunho foi confirmado pelo vigário de Tracunhaém, padre Basílio Gonçalves da Luz, falecido em 1906. José Luiz de Mello era dono de uma bodega onde atendia os comboieiros que demandavam o Recife e vice-versa. O local ficou conhecido como “Chã do Carpina”. Em documentos do IBGE, no entanto, é informado que o tanoeiro se chamava Martinho Francisco de Andrade Lima e que teria vivido na chã até 1822. No Dicionário Houaiss consta que a palavra carpina vem do tupi kara’pina: o que lavra ou apara, carpinteiro.[6]

História[editar | editar código-fonte]

Antecedentes da ocupação territorial[editar | editar código-fonte]

Muito embora o atual território municipal de Carpina esteja situado, principalmente na bacia do Capibaribe, admite-se que teria recebido maior influência daqueles que buscavam as matas setentrionais do atual estado de Pernambuco, na esperança de encontrar o desejado, mas nem sempre rendoso Pau Brasil. Logo que as matas litorâneas foram dizimadas e nos vales dos rios implantou-se a atividade canavieira, aqueles colonos que não dispunham de recursos suficientes para a implantação de engenhos dedicavam-se a atividades complementares e dependentes daquela atividade principal. Desta forma o pastoreio, que se desenvolveu ao lado agricultura, no primeiro século de colonização, viu-se obrigado a buscar outras regiões onde pudesse crescer sem prejudicar a agricultura nascente, acarretando a interiorização da pecuária e sua fixação no agreste e sertão.[7]

Dentre as atividades complementares dependentes da açucareira, além da pecuária já citada, sobressaía-se a atividade madeireira, necessária à confecção de caixas para o embarque do açúcar para a coroa. Ora as matas litorâneas continuam sendo erradicadas, tanto pela procura do “pau das tintas quanto pela expansão canavieira que, vencendo a barreira dos vales fluviais, subia peças encostas,dominando a paisagem”.[8]

Sobre esse plano de fundo, os madeireiros, que desenvolviam sua atividade naqueles locais onde a matéria-prima ocorresse em abundância viam-se forçados a procurar melhores sítios ainda não cobiçados pelos “nobre do açúcar”.[9]

Os colonizadores da capitania de Itamaracá, notadamente aqueles que se fixaram no vale do rio Goiana, foram os primeiros a desbravarem aquelas áreas, onde o rio Tracunhaém cortava a terra coberta de matas, em busca de terras para a agricultura de subsistência. Lado a lado com esses pioneiros, os madeireiros seguiam a mesma trilha, alcançando as cabeceiras daquele rio.[10]

Por outro lado, os pecuaristas se viam na contingência de buscarem rotas, para suas boiadas, capazes de fornecerem condições de sobrevivência, não só para os boiadeiros e tangerinos, como para o próprio gado. Com efeito, essa necessidade levou ao traçado das rotas seguindo os cursos dos rios que desemborcavam no litoral. Dentre esses se situa o Capibaribe, em cuja bacia localiza-se o território municipal, em dois terços de sua área.[11]

Pelo anteriormente exposto podemos concluir que o território, onde se localiza o atual município de Carpina, teve sua ocupação determinada por duas vias de acesso: uma pelo norte, partindo de Goiana e seguindo o rio Tracunhaém e ultrapassando suas nascentes; outra pelo sul, uma das rotas oficiais dos caminhos das boiadas, a que partia do litoral e acompanhava o rio Capibaribe.[12]

Ocupação[editar | editar código-fonte]

A ocupação do território onde se localiza o município de Carpina foi determinada por duas vias de acesso: uma pelo norte, a partir de Goiana, seguindo o rio Tracunhaém ; outra mais ao sul, partindo do litoral e acompanhando o rio Capibaribe, uma das rotas oficiais dos “caminhos das boiadas”. Os primeiros desbravadores a chegar, a partir da segunda metade do século XVII, foram os exploradores do pau-brasil e os criadores de gado; em seguida surgiram os engenhos de cana-de-açúcar. A atividade madeireira sobressaia-se como complementar e dependente da açucareira, pela necessidade de confecção de caixotes para o acondicionamento do açúcar a ser embarcado para a Coroa.

Desenvolvimento inicial[editar | editar código-fonte]

Com a abertura da estrada de ferro para Limoeiro, em 1881, a chã do Carpina passou a ser uma estação intermediária. O movimento ferroviário incrementava o comércio da estação, embora incipiente, porém promissor. Logo a seguir, fazendo entroncamento na Chã do Carpina, abriu-se o ramal para Nazaré. Os dois eventos tiveram marcante contribuição no desenvolvimento inicial: quer pela estação da linha tronco com destino a Limoeiro, quer pela implantação do ramal.[13]

A atividade comercial que se iniciou e se desenvolveu no local provocou a construção de moradias, no início, de taipa, cercadas pelas roças e cultura de subsistência. Conta-se que, por volta de 1888, um dos moradores, João Batista de Carvalho, teve a iniciativa de desapropriar uma área, coberta de mocambos e roçados, para aí abrir a primeira praça de Chã de Carpina. Essa iniciativa foi combatida, na época, especialmente por aqueles que tiveram seus bens desapropriados, o que não é difícil de entender. Hoje o local é a principal praça da cidade.[14]

Crescimento e consolidação[editar | editar código-fonte]

O Topônimo “Carpina” tem a sua origem no nome de um antigo morador, o tanoeiro Martinho Francisco de Andrade Lima, que até 1822 residia à margem da estrada de Chã, conhecido como “o Carpina”, daí o nome “Chã de Carpina”. Antes de sua emancipação política, o seu território abrangia dois distritos: o de Floresta dos Leões, pertencente ao município de Paudalho, e o Chã de Carpina, integrante do de Nazaré da Mata, separados pelos trilhos da antiga G.W.B.R., hoje RFFESA, no centro da zona urbana.[15]

Esse distrito do Chã do Carpina consta dos quadros de apuração do recenseamento geral de 01 setembro de 1920, como integrante do município de Nazaré. A denominação de Floresta dos Leões foi dada ao distrito pela lei municipal (Paudalho) de nº12, datada de 15 de Dezembro de 1901, numa homenagem a João Souto Maior, líder da Revolta Pernambucana de 1817, apelidado de Leão de Tejucupapo, e a seus seguidores, os leões, que se haviam refugiado na chã do Carpina, depois de um combate com as tropas governistas.[16]

A localidade foi elevada à categoria de vila pela lei estadual de nº 991, de 1 de julho de 1909. Lá, em pleno centro da cidade, existe um monumento com a caricatura de um leão. A lei nº 1.931, de setembro de 1928, criou o município, com a denominação de Floresta dos Leões, que permaneceu até 1938, quando foi substituída pela de Carpina, em face do decreto-lei estadual de nº 235, de 9 de Dezembro de 1938. Sua instalação ocorreu em 1 de janeiro de 1929.[17]

Administrativamente, o município é formado pelos distritos de: Carpina (sede) e dos povoados de Caramuru e Caraúba Torta.[18] O município comemora sua emancipação política anualmente no dia 11 de setembro (FIDEP,1982).

A emancipação política[editar | editar código-fonte]

O funcionário público e jornalista Francisco José Chateaubriand Bandeira de Melo pediu permissão para mudar o nome de "Chã do Carpina" para "Floresta dos Leões" ao então Presidente da República, Dr. Afonso Penna, que excursionava o Nordeste do Brasil. Aceito o pedido, o Presidente doou um conto de réis para ajudar na compra do leão de bronze que se vê no monumento erguido na Praça de São José, inaugurado em setembro de 1909. Em 1923, o Deputado Armando Gayoso apresentou à Câmara o projeto de Lei, nº 1.372, sugerindo a emancipação do município. O projeto não foi aprovado pelo Governador Sérgio Loreto, para não desagradar políticos de Paudalho e Nazaré. Foram muitos embates, muitas reuniões no Engenho Limeira Grande, até chegar-se à condição de município. Os emancipadores, Dr. Odair Santana homens valorosos, que protagonizaram independência de Carpina, entraram para a história pela maneira incansável com que lutaram para alcançar a liberdade tão desejada. A luta incessante desses homens só conseguiu atingir os seus objetivos no ano de 1928. Em justa homenagem, seus nomes ficaram perpetuados em praças, ruas e avenidas da cidade.[19]

A Vila da Floresta dos Leões foi levada à categoria de cidade pela Lei Estadual nº 1.931, de 11 de setembro de 1928, e instalada em 1 de janeiro de 1929. Desmembrada dos municípios de Paudalho e Nazaré da Mata, passou a chamar-se Floresta dos Leões. Em 1938, a localidade voltou ao nome de origem - Carpina, durante o Estado Novo, Governo de Getúlio Vargas, por sugestão do jornalista Mário Melo. A mudança de nome não agradou aos leo-florestanos.[20]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localiza-se a uma latitude 07º51'03" sul e a uma longitude 35º15'17" oeste, estando a uma altitude de 184 metros e distante 45 km do Recife.

Possui uma área de 146,00 km². Segundo dados coletados pelo IBGE do ano 2014, Carpina tem 80.194 habitantes. Sua taxa de urbanização é de 95.60% e tem como densidade demográfica 516.51 habitantes por km²

Limites[editar | editar código-fonte]

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

O município de Carpina encontra-se inserido nos domínios das Bacias Hidrográficas dos Rios Goiana e Capibaribe. Seus principais tributários são os rios Tracunhaém, Capibaribe e Itapinassu al ém dos riachos: Bonito, das Bestas e Flores. Os principais corpos de acumulação são os açudes: Carpina (270.000.000m3) e Curtume. Os principais cursos d’ água no município têm regime de escoamento perenizado e o padrão de drenagem é o dendrítico.

Clima[editar | editar código-fonte]

  • Tipo de clima: Tropical
  • Precipitação pluviométrica: 1.111,8 mm
  • Temperatura média anual: 24,6°C
  • Meses chuvosos: maio a agosto

Cronologia[editar | editar código-fonte]

  • A Lei Estadual 991 de 1 de julho de 1909 caracteriza as povoações que terão a categoria de cidade e a de vila, ficando nessa última categoria a vila de Floresta dos Leões.[21]
  • A Lei Estadual 1572 de 16 de maio de 1923 constitui o município de Carpina no território conhecido como Floresta dos Leões, entre os municípios de Nazaré e Paudalho. Sua sede continuará sendo denominada Floresta dos Leões.[21]
  • Em 11 de setembro de 1928, a Lei Estadual 1931 constitui, mais uma vez, o município, com o nome de Floresta dos Leões, formado pelos distritos de Carpina e Lagoa do Carro, cujo funcionamento iniciaria em 1 de janeiro de 1930.[21]
  • Decreto-lei estadual nº 235, de 9 de Dezembro de 1938, muda a denominação do município de Floresta dos Leões para Carpina.[21]

Turismo[editar | editar código-fonte]

Feriados municipais[editar | editar código-fonte]

  • [06 de JANEIRO]] - Dia de Reis
A Festa de Reis é a primeira grande festa do ano em Carpina, na primeira semana. Logo depois das festas de final de ano acontecem apresentações de pastoril, bumba-meu-boi, feira de produtos e comidas típicas.
  • 19 de Março - São José (Padroeiro da Cidade). Para essa comemoração religiosa, que geralmente tem a duração de 09 a 13 dias, todos os dias tem-se adoração, reza-se o terço de forma reflexiva. Tem-se, também, procissões e celebrações eucarísticas, geralmente com a presença de padres das cidades circunvizinhas, do Bispo da Diocese da Cidade de Nazaré da Mata, além dos padres do Escola Salesiana Padre Rinaldi e do Pároco da Matriz de São José, onde é realizado todas as atividades religiosas em Homenagem ao Padroeiro da cidade do Carpina, São José.
Neste dia realiza-se um desfile cívico, em comemoração à emancipação da cidade, com participação de igrejas, militares e dezenas de escolas da região, mesmo de estados vizinhos, como da Paraíba.

Prefeitos[editar | editar código-fonte]

Primeiro prefeito da história[editar | editar código-fonte]

O primeiro Prefeito de Carpina foi o Coronel Ernesto Pompílio do Rego, do Engenho Serraria, tomou posse no dia 15 de novembro de 1928. Com o apoio do Subprefeito o Sr. José de Petribú.

Prefeitos Nomeados[editar | editar código-fonte]

Coronel Ernesto Pompílio,

Carneiro da Cunha;

Baltazar Ferreira Pinto,

Benjamim Dias Coutinho,

Eurico Gonçalves Guerra,

Joaquim Gonçalves Guerra,

Major Carlos Afonso Melo,

João Teobaldo de Azevedo,

Major Manoel Alves de Queiroz,

Hermínio Aroucha e Manoel Tavares da Cunha.

Prefeitos eleitos por voto popular[editar | editar código-fonte]

João Saturnino Cavalcanti (1 de novembro de 1947 a 14 de novembro de 1951;15 de novembro de 1959 a 15 de novembro de 1963);

José Francisco de Morais (15 de novembro de 1951 a 15 de novembro de 1955);

Major Carlos Afonso (15 de novembro de 1955 a 15 de novembro de 1959);

José Fernado Lobe (15 de novembro de 1959 a 15 de novembro de 1963);

José Pereira Cardoso (15 de novembro de 1963 a 31 de janeiro de 1969);

Maelbe Batista Ramos (31 de janeiro de 1969 a 31 de janeiro de 1973;1 de janeiro de 1993 a 31 de dezembro de 1996);

Manoel Augusto do Rego (31 de janeiro de 1973 a 31 de janeiro de 1977);

Carlos Adilson Pinto Lapa (31 de janeiro de 1977 a 31 de janeiro de 1983);

Sergiofredo Santa Cruz Silva (31 de janeiro de 1983 a 31 de janeiro de 1989);

Joaquim Pinto Lapa (31 de janeiro de 1989 a 31 de janeiro de 1993; 1 de janeiro de1997 a 31 de janeiro de 2004);

Manoel Severino da Silva "Botafogo" (2005 a 2008; 2009 a 2012)

"Carlos Vicente de Arruda " carlinho do Moinho" (2013 a 2016)

Colégios de Nome[editar | editar código-fonte]

Particulares[editar | editar código-fonte]

Escola Internacional

Escola Salesiana Padre Rinaldi

Colégio Hemerlinda Correia

Colégio e Curso Neme

Colégio Decisão

Colégio Dom Vital

Educandário Tavares de Souza

Colégio Educarte

Esportes[editar | editar código-fonte]

Equipes de Futebol[editar | editar código-fonte]

Carpinense Esporte Clube

Atlético Pernambucano

Carpina Sport Club

Centros Esportivos[editar | editar código-fonte]

Society Gol de Letra

Gol de Placa (Associação Esportiva Celpe)

Estádio Municipal

AABB Carpina

Campo do Santa Cruz de Carpina

Quadra do ETE

Centro Esportivo Padre Rinaldi

Quadras do Parque de Eventos do Carpina

Parque de Eventos[editar | editar código-fonte]

O Parque de Eventos da cidade de Carpina, um polo cultural da cidade, possui quadra de basquete e futebol

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Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Visitado em 5 dez. 2010.
  3. Estimativa Populacional 2014 Estimativa Populacional 2014 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (agosto de 2014). Visitado em 29 de agosto de 2014.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Visitado em 09 de setembro de 2013.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2012 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 11 dez. 2014.
  6. FONSECA, Homero. Pernambucânia: o que há nos nomes das nossas cidades. Recife: CEPE, 2009.
  7. Agência CONDEPE/FIDEM, Calendário Oficial de Datas Históricas dos Municípios de Pernambuco. 2006. v. 3
  8. Agência CONDEPE/FIDEM, Calendário Oficial de Datas Históricas dos Municípios de Pernambuco. 2006. v. 3
  9. Agência CONDEPE/FIDEM, Calendário Oficial de Datas Históricas dos Municípios de Pernambuco. 2006. v. 3
  10. Agência CONDEPE/FIDEM, Calendário Oficial de Datas Históricas dos Municípios de Pernambuco. 2006. v. 3
  11. Agência CONDEPE/FIDEM, Calendário Oficial de Datas Históricas dos Municípios de Pernambuco. 2006. v. 3
  12. Agência CONDEPE/FIDEM, Calendário Oficial de Datas Históricas dos Municípios de Pernambuco. 2006. v. 3
  13. AMUPE. Anuário dos Municípios Pernambucanos – 2011. Recife, 2011.
  14. AMUPE. Anuário dos Municípios Pernambucanos – 2011. Recife, 2011.
  15. FIDEPE. Carpina. Recife, 1982. Monografias Municipais, 20.
  16. FIDEPE. Carpina. Recife, 1982. Monografias Municipais, 20.
  17. FIDEPE. Carpina. Recife, 1982. Monografias Municipais, 20.
  18. Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco - Carpina
  19. GALVÃO, Sebastião de V. Dicionário Corográfico, Histórico e Estatístico de Pernambuco. Recife: CEPE, 2006. v. 1
  20. GALVÃO, Sebastião de V. Dicionário Corográfico, Histórico e Estatístico de Pernambuco. Recife: CEPE, 2006. v. 1
  21. a b c d CEHM - FIAM. Calendário Oficial de Datas Históricas dos Municípios do Interior de Pernambuco. Recife: Centro de Estudos de História Municipal, 1994.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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