Macaxeira
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Nota: Para o bairro do Recife, Pernambuco, Brasil, veja Macaxeira (Recife).
Macaxeira (Manihot utilissima), também conhecida como aipim ou mandioca-doce, é uma espécie de mandioca que pode ser utilizada para alimento, tanto na forma cozida quanto na forma frita, sem o necessário preparo para retirada de ácido cianídrico, existente em grande quantidade na espécie Manihot esculenta, a qual é conhecida como mandioca ou mandioca-brava.
Existem variedades de macaxeira, todas comestíveis, que se distinguem pela cor da pele, pela textura da raiz etc.
Assim, são conhecidas:
- Macaxeira-da-bahia;
- Macaxeira-rosa;
- Macaxeira-pão etc.
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[editar] Etimologia
"Mandioca" origina-se do termo tupi mãdi'og[1]. "Aipim" origina-se do termo tupi ai'pi'[2]. "Macaxeira" origina-se do termo tupi maka'xera[3].
[editar] Modos de Preparo
[editar] Macaxeira Cozida
Retira-se a casca da macaxeira, que é posta a cozinhar, temperada apenas com sal, até apresentar consistência pastosa.
Assim cozida, a macaxeira pode ser servida, pura ou acompanhada. Os acompanhamentos variam.
Também pode ser feito purê de macaxeira. E, assim pronto, presta-se para a composição de outros pratos, como o escondidinho, onde se adiciona queijo-coalho e charque cozido desfiada.
- Purê de macaxeira:
Após se cozinhar a macaxeira, amasse-a com um garfo, acrescentando um pouco de manteiga, uma pitada de sal e leite. Misture bem e sirva, acompanhando arroz e bife acebolado.
[editar] Macaxeira Frita
Após o cozimento (retirada antes da consistência pastosa), a macaxeira é cortada em pequenos cubos e levada a frigideira ou chapa quente, onde se adiciona óleo, manteiga ou margarina.
Serve-se como acompanhamento de vários pratos.
Referências
- ↑ FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 077
- ↑ FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.71
- ↑ FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 058