Macaxeira

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Macaxeira (do tupi-guarani maka'xera "espíritos dos caminho e das obras" ou "demônio")[1] ou ainda aipim,[2] mandioca-mansa,[3] e pão-de-pobre[4] são nomes populares brasileiros da planta Manihot esculenta. Essas denominações são atribuídas às raízes da mesmo planta ou espécies mas que apresentam baixa toxicidade[2] enquanto as plantas que contém maior teor de toxicidade são denominadas como mandioca.[5]

Uso[editar | editar código-fonte]

A macaxeira é usada in natura sendo apenas cozida, assada ou frita.[6] seu cultivo é feito por covas a partir de seu caule.

Referências

  1. Yaracylda Farias Coimet (2006). Dicionário das manifestações folclóricas de Pernambuco: com ilustrações, 354 palavras e expressões. Editora Universitária UFPE. p. 109. ISBN 978-85-7315-359-0.
  2. a b Peter Schröder (2003). Economia indígena: situação atual e problemas relacionados a projetos indígenas de comercialização na Amazônia legal. Editora Universitária UFPE. p. 39. ISBN 978-85-7315-195-4.
  3. {VARIOS AUTORES. Arte E Rituais Do Fazer, Do Servir E Do Comer. Senac. p. 122. ISBN 978-85-7458-251-1.
  4. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 077
  5. Sheila Moura Hue; Angelo Augusto Santos; Ronaldo Menegaz (2009). Delícias do descobrimento: a gastronomia brasileira no século XVI. Zahar. p. 60. ISBN 978-85-378-0106-2.
  6. Bruna Trevisani. A Cozinha Amazônica. Editora Melhoramentos. pp. 6–. ISBN 85-06-06224-1.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]