Academia de Letras da Bahia

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Academia de Letras da Bahia
(ALB)
Simbolo da instituição.
Lema "?[1]"
Fundação 7 de março de 1917 (100 anos)
Tipo Associação literária
Sede Brasil Salvador Bahia Bahia (Av. Joana Angélica, 198 - Nazaré, Salvador - BA, 40050-000)
Membros 40 membros escolhidos por eleição.
Línguas oficiais Português
Presidente Evelina Hoisel

A Academia de Letras da Bahia é a entidade literária máxima do estado brasileiro da Bahia. Situada à avenida Joana Angélica, número 198, no bairro de Nazaré, é uma das instituições sediadas no Palacete Góes Calmon, na cidade de Salvador. E foi fundada em 7 de março de 1917.[2]

História[editar | editar código-fonte]

Pontos importantes:[editar | editar código-fonte]

Já por influência da Academia francesa, fundam-se na Bahia - então parte da Colônia Brasileira - a Academia dos Esquecidos (em 1724) e, posteriormente, a Academia dos Renascidos (1759), duas das primeiras tentativas de dotar o Brasil de uma entidade cultural capaz de congregar os interesses literários ainda incipientes.[3]

Em 1845 o futuro Barão de Macaúbas funda, com outros, o Instituto Literário da Bahia, uma espécie de prelúdio de Academia de Letras, onde são realizados saraus, discutidas ideias e onde se reuniam os mais expressivos nomes da literatura baiana da época.

Em 1911, sob auspícios de Almachio Diniz, que no ano anterior fracassara na tentativa de ingressar na Academia Brasileira de Letras, é fundada a Academia Baiana de Letras, da qual foi ele o seu "presidente honorário".[4] A entidade não prospera, e o próprio Almachio, mais tarde, torna-se membro-fundador da nova e definitiva entidade.

Procurando imprimir um marco na sua administração, concretiza o então governador Antônio Moniz, sob ideia de seu secretário de estado Arlindo Fragoso, a criação do silogeu baiano, cuja instalação tem lugar em 10 de março de 1917, três dias após sua fundação.[5] Foram seus sócio-fundadores Rui Barbosa, Severino Vieira, Dr. Egas Moniz Barreto de Aragão, Prof. Antônio Alexandre Borges dos Reis, Filinto Bastos entre outros.

Membros ilustres[editar | editar código-fonte]

Dentre os membros desta Casa, foram ou são Imortais da ALB -

Academia de Letras da Bahia:[editar | editar código-fonte]

  1. Estácio de Lima,
  2. Jaime de Sá Menezes,
  3. Antônio Muniz Sodré de Aragão,
  4. Egas Moniz.
  5. José Tomás Nabuco de Araújo Filho,
  6. Orlando Gomes,
  7. Ivan Americano da Costa,
  8. Brás do Amaral,
  9. Jorge Calmon,
  10. Valdemar de Oliveira,
  11. Antônio Alexandre Borges dos Reis,
  12. Yeda Pessoa de Castro,
  13. Artur de Sales,
  14. Roberto Figueira Santos,
  15. Edgard Santos,
  16. Antônio Luís Machado Neto,
  17. Waldemar Lopes,
  18. Samuel Celestino
  19. Edith Mendes da Gama e Abreu,
  20. José Calasans[6] etc.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Nota: Não consta lema na página oficial.
  2. Revista de História da Biblioteca Nacional, ano 1, nº 8, fev/março 2006
  3. Pedro Calmon, História da Civilização Brasileira, Companhia Editora Nacional, 1937.
  4. Silvio Batalha et allii (1990). Cartilha Histórica da Bahia 5ª ed. Salvador: s/ed. pp. 200–202. CDD 981.4 
  5. Calmon, Jorge. «História da Academia». Consultado em 23 de abril de 2010 
  6. Lista de presidentes, sobre o site oficial da Academia de Letras da Bahia.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]