Aldeia Campista (Rio de Janeiro)

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Aldeia Campista
—  Bairro do Brasil  —
A Vila Operária dos antigos funcionários da Fábrica Confiança, localizada em Aldeia Campista. Fotos de André Luiz Pereira Nunes
A Vila Operária dos antigos funcionários da Fábrica Confiança, localizada em Aldeia Campista. Fotos de André Luiz Pereira Nunes
Zona Norte
Município Rio de Janeiro
Fonte: Não disponível

Aldeia Campista é um bairro não-oficial da cidade do Rio de Janeiro [1] [2], sendo hoje um sub-bairro de Vila Isabel e Andaraí. [1]

História[editar | editar código-fonte]

Surge com a implantação da Fábrica Confiança, edificação atualmente ocupada pelo Extra Hipermercados, ao final do século XIX, com a consequente construção de casas para os operários. atualmente é parte de um conglomerado de bairros denominado de Grande Tijuca. Pertencia outrora à Freguesia do Engenho Velho.

Os três apitos, que marcaram outrora os horários dos trabalhadores na fábrica, foram imortalizados na música de Noel Rosa. A Vila Operária, contudo, ainda existe e conserva a sua arquitetura original.

Localiza-se nas fronteiras, encravado, nos bairros da Tijuca [1] [2], Maracanã, Andaraí [1] e Vila Isabel [1] [2].

Sua região é formada por ruas residenciais que interligam esses bairros, tais quais Gonzaga Bastos [2], Agostinho Menezes, Maxwell [2], Pereira Nunes [2], Dona Maria, Senador Muniz Freire, Araújo Lima, Amaral, Ribeiro Guimarães, Almirante João Cândido Brasil, Goiânia, entre outras.

Nesse sub-bairro também se localiza a Paróquia Sangue de Cristo, igreja construída pelos padres da Congregação do Preciosíssimo Sangue de Cristo, à rua Adalberto Aranha, nº 48.

Foi imortalizado nas crônicas e contos de Nélson Rodrigues. O autor, que em 1916, nesse local fixou residência, inspirou-se no cotidiano de Aldeia Campista para escrever Engraçadinha, que se passa numa praça já não mais existente, além da maior parte da série A vida como ela é. Os nascimentos feitos por parteiras, os velórios em casa e os vizinhos cuidando uns das vidas dos outros, fazem parte do cotidiano das décadas de 30 a 50.

Imagens do bairro[editar | editar código-fonte]

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Referências

  1. a b c d e Pedro Paulo Bastos (21/05/2015). «Limites imprecisos: final da José Higino é Tijuca ou Vila Isabel?». O passeador tijucano. Arquivado desde o original em 21/09/2016. Consultado em 21 de setembro de 2016. 
  2. a b c d e f g Pedro Paulo Bastos (17/02/2014). «(As Ruas do Rio) Rua Adalberto Aranha, Aldeia Campista». veja Rio. Arquivado desde o original em 10/03/2014. Consultado em 21 de setembro de 2016. 
  • SANTOS, Francisco Agenor de Noronha. As freguesias do Rio Antigo. Ed. O Cruzeiro, 1965.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]