Rouge

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Rouge
Rouge na turnê Rouge 15 Anos em 2018. Da esquerda para direita: Lu, Aline, Li, Fantine e Karin.
Informação geral
Origem São Paulo, SP
País  Brasil
Gênero(s)
Instrumento(s) Vocais
Período em atividade 2002–2006
2017–presente
Gravadora(s)
Afiliação(ões)
Influência(s)
Influenciado(s)
Integrantes Aline Wirley
Fantine Thó
Karin Hils
Li Martins
Lu Andrade
Página oficial Site oficial

Rouge é um girl group brasileiro de música pop com cinco integrantes: Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hils, Li Martins e Lu Andrade. Formado em 2002 por meio do talent show Popstars, transmitido pelos canais de TV SBT e Disney Channel, produzido pela companhia argentina RGB Entertainment.[1][2] As integrantes foram selecionadas dentre 30 mil candidatas e assinaram um contrato com a gravadora Sony Music.[3]

O primeiro álbum de estúdio do grupo, Rouge (2002), vendeu mais de 2 milhões de cópias no Brasil. O sucesso do álbum foi impulsionado pelas canções "Não Dá pra Resistir", "Beijo Molhado" e, principalmente, o hit "Ragatanga", este que ajudou a estabelecer o grupo como um fenômeno nacional, sendo denominado de "as Spice Girls brasileiras". Com o sucesso do álbum de estreia do grupo, ainda no mesmo ano foi lançado um álbum de remixes intitulado Rouge Remixes, visando o público da música eletrônica. O segundo álbum de estúdio, C'est La Vie (2003), vendeu aproximadamente 1 milhão de cópias, e produziu os hits "Brilha la Luna" e "Um Anjo Veio me Falar". Após a saída de Lu Andrade em 2004, as quatro integrantes remanescentes prosseguiram e lançaram os álbuns Blá Blá Blá (2004) e Mil e uma Noites (2005).[1]

O grupo se separou definitivamente em junho de 2006, quando o contrato com a Sony Music expirou e não foi renovado. Ao longo de quatro anos, o grupo vendeu cerca de 6 milhões de discos,[4] tornando-se o grupo feminino mais bem sucedido do Brasil e da América Latina e recebeu, ao todo, três discos de ouro, três de platina, um de platina dupla pela ABPD.[5] Sob a orientação de seu mentor e empresário, o produtor musical Rick Bonadio, elas embarcaram em turnês esgotadas pelo Brasil e diversos países da América Latina, Europa e África. Também foram estrelas de comerciais e programas de televisão, bem como os rostos de diversos produtos licenciados como álbuns de figurinhas, sandálias e bonecas.

Em 17 de outubro de 2012, o grupo anunciou que faria um retorno para a realização de alguns shows, porém sem a integrante Lu Andrade.[6] Apesar de gravarem novas canções em 2013, o retorno não foi realizado devido às burocracias.[7] No dia 12 de setembro de 2017, o grupo anunciou através de sua página oficial no Facebook um show com a formação original[8] para o dia 13 de outubro de 2017 no Rio de Janeiro, chamado "Chá Rouge"[9], em comemoração aos 15 anos de carreira. Um novo show foi marcado para o dia 14 de outubro após os ingressos do primeiro concerto se esgotarem.[10][11] No mesmo mês, decretou-se o retorno definitivo do grupo com a formação original. Em novembro de 2017, o Rouge assinou com a Sony Music Brasil.[12]

Carreira[editar | editar código-fonte]

2002: Popstars[editar | editar código-fonte]

O programa Popstars, produzido pela RGB e apresentado pelo SBT e Disney Channel de 27 de abril a 7 de setembro de 2002, acompanhou desde o início a formação de um grupo feminino de música pop no Brasil. Milhares de garotas se inscreveram para fazer audições e mostrar seus talentos aos jurados com o único objetivo de realizar o sonho de ser uma popstar. Ao longo de 20 episódios, candidatas de 18 a 25 anos foram avaliadas pelos jurados Rick Bonadio,[13] Alexandre Schiavo, Iara Negrete, Ivan Santos e Liminha, passando por sucessivos testes eliminatórios onde eram avaliados quesitos como afinação, ritmo, desenvoltura em frente às câmeras, carisma e talento para a dança.[1][2]

Das milhares de candidatas que se inscreveram, 6 mil foram selecionadas para a primeira fase eliminatória no sambódromo de São Paulo onde fizeram avaliação de canto. Para a segunda fase, foram classificadas apenas 2 mil garotas. Nas fases seguintes, os jurados ficaram cada vez mais exigentes, desta forma, selecionando para as próximas etapas somente as garotas que realmente tinham condições de enfrentar a carreira de popstar. Após 5 fases eliminatórias, apenas 8 garotas foram classificadas para a etapa final que ocorreu na casa das Popstars. Depois da 6ª e última fase eliminatória concluída, o girl group brasileiro foi finalmente formado pelas 5 garotas restantes: Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hils, Li Martins (na época conhecida como Patrícia Lissa) e Luciana Andrade.[2] O nome escolhido para o grupo foi Rouge "porque tem cinco letras e também porque em francês significa vermelho, uma cor associada à sensualidade [...] e é pop!".[14]

2002–03: Primeiro álbum e sucesso internacional[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Rouge

Após o reality show, a banda assinou o contrato com a Sony Music e a RGB Entertainment, produtora internacional, produtora do programa Popstars no Brasil e Argentina, que apostavam alto na banda e distribuíram cerca de 150 mil cópias do primeiro trabalho nas lojas já na primeira remessa.[13] O disco, que tem como título somente o nome da banda, chegou à marca de 750 mil cópias vendidas em apenas dois meses de vendas. Sua primeira música de trabalho foi "Não Dá pra Resistir"[15] seguida por "Ragatanga", faixa com participação especial de Las Ketchup, que são as cantoras originais do tema, que logo virou um megahit, mesmo com sua letra ininteligível. Após cinco meses, o álbum já havia vendido 1 milhão de cópias.[16] O CD tinha 14 faixas, sendo a maioria delas de autoria do produtor Rick Bonadio.[14]

Na sequência, o grupo emplacou uma série de hits nas rádios brasileiras, incluindo "Beijo Molhado", "Hoje Eu Sei" e "Olha Só". O álbum ainda conta com a participação do grupo KLB na faixa "Nunca Deixe de Sonhar".[1][2] Em dezembro de 2002, foi lançada uma versão remixada do álbum Rouge intitulada Rouge Remixes. A coletânea vendeu 30 mil cópias.[1][2]

2003–04: C'est la Vie e saída de Luciana[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: C'est La Vie

C’est la Vie, o segundo álbum de estúdio da banda, vendeu 100 mil cópias apenas na primeira semana, e a música "Brilha la Luna" esteve entre as mais tocadas nas rádios de todo o Brasil. O disco mistura baladas adocicadas com a música pop, além de mesclar com a dança zouk.[17] Segundo as integrantes da banda, o primeiro CD já estava pronto para a banda que ganhasse o concurso, já no segundo álbum, elas participaram do processo de produção e introduziram suas composições ao trabalho. A exemplo fica a canção "Um Anjo Veio Me Falar", composta pelas cinco integrantes.[18] Também foram lançados como single as canções "Vem Cair Na Zueira" e "C'est la Vie", que atingiram o Top 20 no Brasil, Argentina, Portugal e Angola. Também fez parte do processo de produção a mudança de visual das cinco garotas, que passaram a usar roupas bem mais modernas e com temática de "super-heroínas", assim como os cabelos e a maquiagem. O álbum vendeu mais de 900 mil cópias.[19]

Em 11 de fevereiro de 2004, Luciana Andrade anunciou sua saída do grupo, após não se adaptar ao estilo de música que estavam realizando, e também por não ter se adaptado a fama repentina, além de querer fazer outro tipo de som como o folk e o rock.[20] Apesar de Luciana Andrade ser a voz condutora do grupo,[16] na época chegaram à mídia denúncias de que as meninas ganhariam pouco, em torno de R$500 reais apenas por cada show, enquanto o resto ficaria para os empresários.[21]

As outras integrantes disseram que a saída dela surtiu um efeito positivo, pois fez com que todas reavaliassem tudo que estava acontecendo em suas carreiras.[22][23]

2004–06: Blá Blá Blá, Mil e uma Noites e separação[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Blá Blá Blá e Mil e Uma Noites

Terceiro álbum lançado pelo grupo, Blá Blá Blá é marcado pela ausência de Luciana Andrade.[1][2] O Rouge aposta num pop mais agressivo e maduro. Blá Blá Blá vendeu mais de 130 mil cópias e emplacou os hits "Blá Blá Blá", "Sem Você" e "Vem Dançar", que foram sucesso de público. As próprias integrantes compuseram diversas faixas deste álbum como "Na Palma Da Mão", "Pra Sempre Te Amar" e "Por Onde Quer Que Eu Vá". Há uma faixa multimídia para computador que abre como um CD-ROM contendo jogos com as integrantes da banda. Nesse mesmo ano o grupo recebeu o Prêmio de Melhor Banda pela Academia Brasileira de Letras.[1][2]

No ano seguinte lançam o disco Mil e uma Noites, que trouxe apenas seis faixas inéditas, das quais foram lançadas "Vem, Habib", um sucesso do verão de 2005, e "O Amor é Ilusão". A sonoridade das músicas inéditas era voltada para as melodias do oriente.[24] Em 2006 foi anunciado o fim da banda.[20] O álbum foi certificado como disco de ouro por mais 50 mil cópias vendidas. Com o final do contrato com a Sony Music e a não renovação do mesmo, o grupo acaba por se separar em junho de 2006.[2]

2011–12: campanhas para reencontro[editar | editar código-fonte]

No início de 2011 antigos fãs e seguidores do grupo iniciaram uma campanha intitulada Queremos Rouge DVD 10 Anos, que visava fazer as integrantes retornarem para a gravação de um DVD comemorativo aos dez anos de existência, que viria a completar em 2012, e uma turnê de despedida. Um vídeo foi liberado no Youtube em apoio à campanha, gerando milhares de visualizações e a atenção da imprensa.[1][2] Em 13 de dezembro Fantine ficou ciente da campanha e aproveitou para rebater as especulações de que ainda teria algum atrito com Luciana em sua página oficial no Facebook, dizendo que elas eram amigas e defendendo-a sobre as críticas da ausência do grupo nos últimos trabalhos.[1][2] A cantora ainda disse que apoiava um reencontro, desde que fosse um trabalho mais sério.[1][2]

Ainda no final daquele ano Karin Hils declarou que não imaginava que houvesse tantas pessoas que gostariam do regresso do grupo, porém descartou a ideia de um recomeço, dizendo apenas que uma apresentação de despedida era considerável. "Não vou negar que toda essa comoção dá uma mexida na gente. Não para começar de novo, mas para terminar de maneira bonita essa nossa história".[25] No início de 2012 foi a vez de Luciana se pronunciar sobre a campanha, dizendo que gostaria de voltar com o grupo desde que não fosse para reviver velhas canções ou fazer canções dance pop e coreografadas como antigamente, uma vez que não se sentia mais confortável na situação. A cantora acrescentou que seria ótimo retornar com um trabalho mais maduro, sem prender-se no passado.[26][1][2]

Em 26 de setembro o ex-produtor do grupo, Rick Bonadio, se uniu aos fãs para disseminar a campanha de retorno.[27] No mesmo dia o jornal Diário de S. Paulo revelou que as garotas estariam em reuniões secretas.[28] Logo após Patricia declarou que elas estavam pensando em marcar uma reunião para discutir sobre o assunto, porém que não havia nada concreto.[29]

2012–14: Tentativa de retorno e impedimento[editar | editar código-fonte]

Em 10 de outubro o produtor Rick Bonadio se encontra com com as integrantes Aline e Patricia para uma reunião, tendo também a presença de Fantine por videoconferência da Holanda.[30] Em 17 de outubro Karin revelou para a Revista Caras que o grupo se reuniu novamente para gravar o reality show do Multishow Fábrica de Estrelas, de Bonadio, e que gravariam novas músicas. A integrante também disse que o grupo não retornaria definitivamente, seria apenas uma turnê de despedida com novas músicas e que, apesar de Fantine Thó quase não ter aceito, apenas Luciana Andrade não retornaria por não se identificar com o estilo de música de antigamente.[31][1][2] Em 8 de abril de 2013 é liberado o episódio de Fábrica de Estrelas onde Rick Bonadio se reune com as integrantes para convidá-las à gravar novas canções. Na ocasião foi exibida também a reunião com Luciana, revelando que a cantora decidiu não voltar por não se identificar mais com música pop, além de não achar justo retornar depois de ter saído antes.[32] Na semana seguinte é lançado o primeiro single promocional "Tudo é Rouge", gravado no programa[33] e, em 22 de abril, o segundo, "Tudo Outra Vez".[34] Porém a consolidação do retorno não ocorreu na época. Em 10 de julho Fantine explicou em sua página pessoal que o grupo passava por problemas burocráticos para retornar, como a liberação das antigas músicas e da marca 'Rouge' para poder utilizar o nome novamente. "Eu falo francamente que tô bem de saco cheio de esperar, são 3 anos de suspense e expectativa (...) Não entendo esse povo ganancioso que se perde na grana e no poder e só atrapalha o desenvolvimento de coisas bonitas", declarou.[35]

Em 30 de março de 2014, um ano após a ideia original de retornar, Aline, Karin, Fantine e Patricia liberaram uma carta ao público explicando as dificuldades de conseguir concretizar o projeto. No pronunciamento, as integrantes explicavam que, apesar de terem passado por algumas etapas burocráticas, ainda havia muitos impedimentos, como não poder ainda utilizar o nome do grupo, e que os patrocínios estavam voltados à Copa do Mundo e que o meio artístico estava defasado para investimentos na ocasião.[36] Além disso o grupo parabenizou a ex-integrante Luciana Andrade pelo trabalho, "Ela continua construindo sua carreira solo com extrema qualidade. Lu, torcemos por sua carreira e sucesso", dizendo também para os fãs não a pressionarem.[37]

2017–presente: Retorno e 15 anos[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 2017 o aniversário de 15 do Rouge foi intensamente comemorado pelos fãs e por todas as ex integrantes. No mês seguinte, o perfil oficial da festa Chá da Alice publicou um banner cor de rosa com os dizeres: "Se juntas já causam, imagina juntas".[1][2] A imagem causou alvoroço entre os fãs, que começaram a especular a possibilidade de o grupo ser o tema de uma das festas. Em 12 de setembro, o perfil divulgou um imagem rosa e com glitter, fazendo alusão à capa do primeiro CD e prometendo um pronunciamento oficial no dia seguinte. O show não só marca os 15 anos de grupo, como também a volta de Lu Andrade. No dia 13 de setembro foi anunciado o retorno do grupo com a formação original. Em 14 de setembro, os ingressos foram colocados à venda e se esgotaram em um minuto. Mas, como houve problemas com algumas compras, ainda foi possível adquirir alguns ingressos. Depois de três horas, a organização do evento anunciou que os cinco mil ingressos para o Chá Rouge haviam esgotados e um show extra foi marcado para o dia seguinte.[1][2] O show repercutiu e teve uma exposição tão intensa que o grupo decidiu anunciar uma nova turnê pelas principais capitais do Brasil em 2018. E no dia 15 de outubro, um dia após a segunda sessão do Chá Rouge no Rio de Janeiro, Karin Hills anuncia em seu Instagram o teaser do #RougeDoc, documentário contendo os bastidores do show. No dia 26 de outubro foram iniciadas as vendas para o show de São Paulo, dia 25 de novembro, e assim como no Rio, os 7.000 ingressos colocados a venda se esgotaram em pouco mais de 3 horas. O site responsável pela compra dos ingressos não suportou tamanha procura e ficou fora do ar durante alguns minutos. Segundo a empresa responsável, cerca de 240.000 pessoas acessaram o site ao mesmo tempo. A fila virtual chegou a quase 20.000 pessoas. O que causou um grande transtorno com o publico.[1][2] Um novo show extra foi marcado para o dia 2 de Dezembro, e foi esgotado ainda no mesmo dia. [38][39][40]

Em outubro de 2017, foi confirmado que o Rouge havia retornado de maneira definitiva, com o single “Bailando”, com previsão de lançamento para janeiro de 2018.[41] Em 29 de novembro, o grupo assinou novamente com a Sony Music Brasil e em 1 de dezembro de 2017 toda sua discografia foi disponibilizada para venda e streaming nas plataformas digitais.[42][43] Após a liberação nas plataformas digitais os quatro álbuns alcançaram o Top 10 do iTunes brasileiro e sete músicas o Top 100 de singles, além de sete músicas entrarem no Top 200 do Spotify Brasil.[44][45] No dia 19 de abril de 2018, o grupo entrou em estúdio para gravar novas canções.

Com o retorno do Rouge no ano passado (2017), surgiu o desejo de lançar músicas novas e a girlband entrou em estúdio oficialmente em abril. Em algumas aparições públicas, Fantine Tho disse que “Bailando” – a canção oferecida a elas por Umberto Tavares e Jefferson Junior (hitmakers por trás de Anitta e Ludmilla) – ainda não era exatamente o que grupo queria (ou tem capacidade de) transmitir ao público. Por isso, elas estão empenhadas em conceber faixas com mensagens importantes, sem deixar de lado a festa e o romantismo que são marcas da girlband. De início, elas queriam criar somente um EP, mas durante o processo criativo se deram conta de que tinham material suficiente para um álbum. Karin Hills e Li Martins já falaram publicamente que estão preparando um disco novo para este ano. Se o álbum não sair, porque 2018 é um ano difícil, com Copa do Mundo e eleições presidenciais, pelo menos um ou dois singles podem ser esperados para 2018.

O trabalho começou em março, com a seleção do repertório. Fantine disse em um bate-papo que elas estavam com canções de cinco compositores diferentes para avaliar. Ela mesma havia trazido 15 músicas de um colaborador da Holanda, país onde vive há anos. Recentemente, Karin contou que o repertório envolve canções autorais, colaborações de terceiros e versões de músicas em outros idiomas. O grupo vem trabalhando no estúdio da Headmedia, em São Paulo, com os produtores Marcelinho Ferraz e Dan Valbusa, que já trabalharam com Anitta, Projota, Di Ferrero, Manu Gavassi e Mc Guimê. Foi ele quem colocou as cantoras em contato com Jão, que participou de uma sessão de composição com elas. “Estamos na metade do processo. Isso requer muito trabalho. A gente entrou em um estúdio novo, com um produtor novo, que desconhecia nosso trabalho, nossas vozes… E a gente com a ansiedade de achar o som do novo Rouge. Foi um trabalho bastante feliz e desafiador”, conta Karin, “são cinco cabeças diferentes – seis com o produtor e sete com o empresário, porque tem que contar com o Pablo Falcão – tentando alinhar as ideias para fazer o melhor. Mas o importante é que a gente conseguiu preparar algumas músicas e fazer algo que estou muito orgulhosa”.

O Rouge encerra a turnê comemorativa “15 Anos” em agosto, em Recife[46]. Daí em diante, os fãs podem aguardar por novidades. A ideia é que elas continuem fazendo shows, mas já com uma turnê nova a partir de Setembro, começando em Fortaleza, com pelo menos algumas músicas novas. Como isso será feito ainda está para ser definido, mas lembre-se que o show da “Rouge 15 Anos” foi montado em somente quatro dias. “A gente está gravando várias músicas, todas bem diferentes umas das outras. Depois a gente vai fazer uma audição com o pessoal da Sony para escolher qual vai ser o primeiro segundo, qual vai ser o segundo… Enfim, definir qual será a maior estratégia para o lançamento”, explica Li Martins. Fantine pede calma dos fãs, porque o processo criativo é demorado mesmo. “A gente desaprendeu a esperar. Lógico que tem a parte boa da ansiedade, mas esse é o nosso momento de degustar e encontrar. Acho que ainda tem muita coisa para a gente descobrir. Tem muita coisa que a gente ainda não disse [nas letras]. Muita coisa já foi dita neste trabalho, mas tem muita coisa mais para dizer. Vocês já esperaram doze anos, então não vão se arrepender”, diz.[47]

Nova Era - Dona Da Minha Vida[editar | editar código-fonte]

Ás 00:00 horas do dia 31 de Agosto de 2018 é liberado o mais novo single do grupo, intitulado "Dona Da Minha Vida"[48]. O Single que mostra a maturidade tanto musical quanto pessoal do grupo foi bem recebido pelos fãs e pela crítica especializada.

A canção tem vocais poderosos, assim como um todo. No conteúdo da canção as meninas vem falando de assuntos como feminismo e preconceitos de raça e gênero. A faixa em questão tem entre os compositores elas mesmas e ainda um toque do cantor brasileiro Jão, além de outros compositores.

Logo após a liberação nas plataformas digitais a canção figurou o primeiro lugar das canções mais vendidas no Brasil[49], permanecendo por alguns dias, assim como entrou no Top 200 Brasil da plataforma Spotify tendo o pico de #103.

No mesmo dia 31 de Agosto foi disponibilizado o vídeo clipe da canção, que nos primeiros minutos alcançou o topo dos vídeos em alta do YouTube. Em 18 dias de lançamento o clipe já acumula mais de 6 milhões de visualizações na plataforma e mais de 200 Mil likes.

Antes do lançamento do clipe, o grupo disponibilizou um vídeo intitulado “Até quando?”, onde apontavam dados chocantes para representar temática do single “Dona da Minha Vida".

o clipe, dirigido por Os Primos (os mesmos de ‘Bailando’), traz cenas de outras mulheres além da girlband, cada uma empoderando-se em seu processo de fortalecimento da autoestima, em situações distintas”.

Tal caráter empoderado fica evidente em teaser publicado no dia 28 de Agosto. O vídeo mostra dados chocantes de crimes envolvendo preconceito. 23,2 M de mulheres foram vítimas de assédio; 92% dos brasileiros vivenciam a gordofobia. Forte, não é mesmo? “Até quando?”, questiona o vídeo.[50]

Após a liberação do clipe, diversos vídeos de reação foram disponibilizados na plataforma de vídeos e as críticas dos amantes de música e fãs do grupo foram as melhores.

Publicidade[editar | editar código-fonte]

Antes mesmo do grupo Rouge se tornar um sucesso, já havia um planejamento por parte de seus produtores para lançamento de diversos produtos utilizando o nome das integrantes do grupo, e a própria marca Rouge.[51] Inicialmente, o grupo estrelou comerciais da rede de lojas femininas Marisa, fazendo campanhas para o Dia das Mães e Natal, e inclusive com adesivos autografados das integrantes sendo distribuídos pelas lojas Marisa de todo país.[52] Também foram produzidas bonecas pela Baby Brink, para as cinco integrantes do grupo, que foram distribuídas a partir do dia 9 de setembro de 2003.[53] O grupo também fechou com contrato com a Arcor, empresa que produziu chicletes, confeitos e ovos de páscoa, todos com a imagem das meninas. Foram produzidas mais de sete tipos de produtos para divulgação do grupo Rouge.[54]

Em 2003, a Editora Abril lançou o livro ilustrado Rouge, com 180 figurinhas para as fãs do grupo colecionarem [55] e no ano seguinte, a Kromo Editora lançou um livro ilustrado composto com 72 fotos das meninas do Rouge para os fãs colecionarem e colarem no livro ilustrado. A qualidade dos cromos foi bem conotada pelos colecionadores de álbuns de figurinhas.[56] O grupo também lançou a "Sandália Rouge" pela Grendene, logo depois de se tornarem um sucesso de mídia, no ano seguinte, elas lançaram uma nova sandália, que vinha com um pingente.[1][2] O último lançamento com a Grendene, foi o "Tamanco Rouge", um grande sucesso de vendas.[57] Também houve uma marca de produtos escolares lançada no auge do grupo, no entanto, devido ao fato de ser uma raridade, é difícil saber qual empresa foi responsável por esse lançamento.[1][2]

No ano de 2011, a Tilibra lançou uma linha de cadernos inspirados no grupo, com uma cor diferente para cada caderno.[58]

Em 2018 as meninas são parte da campanha "Color Trend" da Avon[59]. Na edição da campanha em questão as meninas são capa e recheio da revista da marca, além de gravarem um comercial com uma nova versão da canção "Popstar" (do primeiro disco do grupo).

Legado[editar | editar código-fonte]

Durante sua carreira, Rouge se tornou uma dos girl groups recordistas do Brasil, com mais de 6 milhões de álbuns vendidos, [60] sendo o girl group mais vendido no Brasil e na América Latina. [61] Um dos álbuns do grupo também aparece na lista dos álbuns mais vendidos da história da indústria fonográfica brasileira, sendo ele o álbum de estreia do grupo Rouge, certificado de dupla platina. [62] Descritas como as "Spice Girls Brasileiras", [63] alguns veículos creditaram o grupo por fazer parte do pop brasileiro; [64] Alguns críticos chamaram de "ratas de laboratório" [65] e "cinderelas do pop". [66]

Eduardo Coelho de Fatos Desconhecidos, site reverenciado, fala do reality show Popstars por revelar o grupo. Escrevendo que "mesmo com os prós e contras do formato, algo inegável em relação a reality shows em solo nacional, é que eles ao menos criaram, moldaram , produziu um verdadeiro fenômeno chamado: Rouge, no ano de 2002 ". [67] o escritor também elogiou a canção de maior sucesso do grupo "Ragatanga", alegando que é impossível esquecer, e que sua coreografia é épica. [68] Cristiano Freitas, do site A Escotilha, definiu a contribuição do grupo para o pop brasileiro como "um dos principais fenômenos do gênero já revelado no Brasil". O Diário do Nordeste creditou o grupo por dar "cara à música pop puramente brasileira, trazendo para o Brasil o conceito de "girl band", popularizado especialmente pelas Spice Girls. [69] O jornalista Diego Bargas do site Folha, citou o Rouge e Spice Girls, afirmando que ambos têm similaridades. o sucesso meteórico ainda jovem; no auge sofreu com a saída de um integrante. Ambos os grupos tiveram pouco tempo de atividade, mas mantiveram muitos fãs. [70]

Vários artistas citaram Rouge como influência em algum aspecto de suas carreiras; entre eles estão Anitta, [71] [72] Pabllo Vittar, [73] Gloria Groove, [74] os girls groups Girls e Ravena, os atores Maisa Silva, Tiago Abravanel. [75] e Fernanda Souza. [76]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Ano Título Cargo Notas
2002 Popstars Participantes Temporada 1
2002 Muito Mais Popstars Elas mesmas
2002 Rouge: A História Apresentadoras
2003 Romeu e Julieta Amigas de Julieta Especial de fim de ano
2005 Floribella Elas mesmas Episódio: "14 de julho"
2013 Fábrica de Estrelas Elas mesmas[77] Episódio: "A Volta do Rouge"
Episódio: "Tudo É Rouge"
Episódio: "Faria Tudo Outra Vez"
2018 TVZ Apresentadoras especiais Episódio: "7 de fevereiro"[78]

Filmes[editar | editar código-fonte]

Ano Título Personagem
2003 Xuxa Abracadabra Elas mesmas - Part. Esp.
2005 Eliana em O Segredo dos Golfinhos Elas mesmas

Integrantes[editar | editar código-fonte]

Nome artístico Nome de nascimento Data de nascimento Local de nascimento
Aline Wirley Aline Wirley da Silva 18 de dezembro de 1981 (36 anos) São Paulo, São Paulo
Fantine Thó Fantine Rodrigues Thó 15 de fevereiro de 1979 (39 anos) Barra do Garças, Mato Grosso
Karin Hils Karin Pereira de Souza 7 de fevereiro de 1979 (39 anos) Paracambi, Rio de Janeiro
Li Martins Patricia Lissa Kashiwaba Martins 29 de março de 1984 (34 anos) Sertanópolis, Paraná
Lu Andrade Luciana Andrade 18 de setembro de 1978 (40 anos) Varginha, Minas Gerais

Linha do tempo[editar | editar código-fonte]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Turnês[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Turnês de Rouge

Referências

  1. a b c d e f g h i j k l m n o p q «[CAMPANHA] Rouge 10 anos». All Pop Stuff. 25 de Agosto de 2007. Consultado em 19 de Junho de 2010. 
  2. a b c d e f g h i j k l m n o p q r «Grupo Rouge pode voltar». O Fuxico. 25 de Agosto de 2007. Consultado em 19 de Junho de 2010. 
  3. Pop adolescente ganha mais um representante Jornal do Commercio
  4. «Por Onde Anda: Rouge». MSN Brasil. 2 de agosto de 2010 
  5. «Rouge». ABPD. Consultado em 30 de junho de 2010. 
  6. «'Rouge não vai voltar, mas irá celebrar o sucesso desta história linda', diz a cantora Karin Hils». Revista Caras. 1 de outubro de 2012 
  7. «Rouge enfrenta Problemas Burocráticos para lançar Álbum Comemorativo». POPLine. 5 de maio de 2013 
  8. «Rouge anuncia show no Rio com formação original». G1. 12 de setembro de 2017 
  9. «Chá Rouge @ Rio de Janeiro | Outubro 2017 | Chá da Alice». chadaalice.com. Consultado em 5 de setembro de 2018. 
  10. «Rouge está de volta para show no Rio de Janeiro: saiba como conseguir ingressos». Terra 
  11. Marques, Marina. «Rouge faz dois shows em São Paulo com ingressos esgotados». Guia da Semana (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2018. 
  12. «Rouge assina com gravadora e vai relançar sucessos nas plataformas digitais». Extra Online 
  13. a b Estadao.com.br (20 de agosto de 2002). «Rouge, uma banda sob encomenda». Consultado em 18 de junho de 2010. 
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  21. «Luciana deixa o grupo Rouge». Revista Quem. Consultado em 18 de dezembro de 2010. 
  22. Terra (8 de julho de 2004). «As pródigas meninas do pop». Consultado em 19 de junho de 2010. 
  23. Bye bye Rouge
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]