Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

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Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo
POLI
P Bienio.jpg
Prédio do Biênio da EPUSP
Universidade Universidade de São Paulo
Fundação 1893
Tipo de Instituição Unidade de ensino, pesquisa e extensão
Professores 460[1]
Graduação 4661[2]
Pós-graduação 3482[3]
Localização São Paulo, SP Brasil
Campus Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira
USP Leste[4]
Site www.poli.usp.br

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP, EP, POLI - USP ou simplesmente POLI, como normalmente é chamada) é a unidade da Universidade de São Paulo que ministra cursos de engenharia na cidade de São Paulo. Fundada em 1893 - antes mesmo da criação da USP - como a primeira escola de engenharia do Estado de São Paulo, sob a denominação de Escola Politécnica de São Paulo, foi incorporada à USP em 1934, tendo sido também uma das fundadoras desta universidade. Seus alunos e ex-alunos são conhecidos como "politécnicos".

Em virtude de vários formandos desta instituição, ao longo da sua história, ocuparem cargos com exposição pública e/ou de liderança empresarial e industrial, atribuiu-se a ela a fama de formadora de líderes. É referência nacional pela sua tradição e qualidade, e é também a faculdade com maior quantidade de habilitações em engenharia da América Latina. A Escola Politécnica possui numerosas parcerias internacionais de intercâmbio[5] e pesquisa.

É considerada, juntamente com as outras unidades da USP que ministram cursos de engenharia e/ou TI, a 75º melhor escola de tecnologia do mundo e a melhor da América Latina, segundo ranking QS em 2013[6] , a melhor escola de engenharia da América Latina segundo o Times Higher Education em 2014[7] , e entre as cem primeiras escolas de engenharia do mundo pelo ARWU no mesmo ano[8] . Igualmente em conjunto com as demais escolas de engenharia da USP, os cursos de engenharia da Poli ficam entre as primeiras colocações em rankings e indicadores nacionais, tendo os melhores cursos de Engenharia Civil, Elétrica, Mecânica e Química do país de acordo com o Ranking Universitário Folha 2014[9] [10] .

Ingresso[editar | editar código-fonte]

O ingresso nos cursos de graduação da Escola se dá, assim como para todos os outros cursos da USP, pela admissão no concurso realizado pela FUVEST (Fundação Universitária para o Vestibular). A instituição oferece 820 vagas anualmente. É tradicionalmente o maior vestibular de engenharia do Brasil, com cerca de 15 mil candidatos.[11] Tradicionalmente, é uma das carreiras com maior nota de corte no vestibular da FUVEST.

Estrutura do Curso[editar | editar código-fonte]

A escolha do curso de engenharia desejado dentro da Escola Politécnica se dá no momento de sua inscrição à época da prova vestibular (FUVEST).

No primeiro ano, há disciplinas obrigatórias comuns a todos os ingressantes (correspondentes ao antigo Ciclo Básico). Recentemente, a escola passou a flexibilizar o primeiro ano, tornando-o mais orientado aos interesses e área de escolha de cada aluno.

Os cursos da Poli dividem-se tradicionalmente em Grandes Áreas, que concentram matérias comuns. Por exemplo, as engenharias Mecânica, Mecatrônica e de Produção fazem parte da Grande Área Mecânica. Com o passar do curso, os alunos se especializam na engenharia escolhida. As Grandes Áreas são atualmente:

  • Grande Área Civil
  • Grande Área Elétrica
  • Grande Área Mecânica
  • Grande Área Química

Ciclo Básico[editar | editar código-fonte]

O Ciclo Básico da Escola Politécnica é formado pelo conjunto de disciplinas comuns (e obrigatórias) aos alunos do primeiro e do segundo ano. O objetivo do ciclo básico é de fornecer aos alunos os métodos e as ferramentas matemáticas necessárias para o estudo da engenharia. Nos dois primeiros semestres, os alunos da Escola Politécnica cursam apenas as matérias do ciclo básico, sendo elas: Cálculo, Álgebra Linear, Física, Introdução à Computação, Desenho Técnico, Introdução à Engenharia, Introdução à Ciências dos Materiais, Mecânica e Química Geral e Tecnológica.

A nova estrutura curricular da Poli, iniciada com os alunos ingressantes em 2014, trouxe maior flexibilidade ao currículo do Ciclo Básico, tornando os dois primeiros anos mais orientados à futura área de atuação do aluno.

Ênfases da Escola Politécnica[editar | editar código-fonte]

As atuais ênfases da Escola, ordenadas por Grande Área, são:

Orçamento[editar | editar código-fonte]

A Escola Politécnica possui o maior orçamento dentre as escolas de engenharia públicas brasileiras. O orçamento anual da Escola, provindo do tesouro do Estado e distribuído pela administração da USP, é de R$96.833.056,00.[12]

Além do dinheiro do Estado, a Poli recebe investimentos de parcerias com a iniciativa privada. Atualmente a Escola possui 323 convênios e contratos com empresas.[13]

Uma das parcerias de sucesso com que a Poli conta é com o grupo PACE,[14] maior financiador de escolas de engenharia do mundo, formado por empresas como General Motors, HP, Siemens, Sun Microsystems, etc., e que também patrocina escolas como MIT e Virginia Tech, o que permite que a Poli tenha laboratórios de CAD/CAE/CAM do nível dessas universidades.

Em 2011 foi criado o Endowment da Escola Politécnica [15] com o objetivo de levantar recursos adicionais de ex-alunos da instituição assim como empresas. O objetivo inicial do fundo é levantar R$25 milhões até o fim de 2012 [16]

Relações internacionais[editar | editar código-fonte]

Através de parcerias que vêm sendo concretizadas nos últimos anos da Escola com universidades estrangeiras, principalmente na Europa, e de iniciativas dos próprios estudantes, hoje 20% dos estudantes de graduação da Poli fazem algum tipo de intercâmbio no exterior. Os alunos da Poli possuem diversas oportunidades de intercâmbios firmados pela própria escola, além dos intercâmbios firmados pela USP e das iniciativas externas (como o Ciência sem Fronteiras).

A Poli é uma das pioneiras entre as escolas de engenharia brasileiras em programas de "duplo-diploma". Esse é um tipo de intercâmbio em que os estudantes realizam dois anos de curso na universidade estrangeira conveniada e ao término recebem o diploma das duas instituições. A maioria das escolas parceiras é europeia e oferecem diploma válido em toda a Europa. Mais de 50 politécnicos por ano realizam esse tipo de programa, principalmente nas universidades alemãs, francesas e italianas de maior renome em engenharia. Algumas das escolas conveniadas são a École Polytechnique, Écoles Centrale, École Nationale des Ponts et Chaussées, Supélec, ENSTA Paristech (França), T.U. Darmstadt, T.U. Munique (Alemanha), Politecnico di Milano, Politecnico di Torino (Itália), Politécnica de Madrid (Espanha), Instituto Superior Técnico (Portugal). Em 2014, foram oferecidas oportunidades de duplo diploma em 26 instituições na Europa e 1 na América Latina.

Além do duplo-diploma, a Poli oferece vagas em acordos de intercâmbios chamados "aproveitamento de estudo", de duração menor e escopo mais específico, porém em uma gama maior de universidades estrangeiras. Em 2015, foram ofertadas vagas de aproveitamento de estudos em 32 instituições de 11 países, incluindo EUA, França, Alemanha, Itália, Japão, Suécia e Singapura.

Em 2004, a Poli foi a primeira instituição de fora da Europa a fazer parte do T.I.M.E.[17] (Top Industrial Managers for Europe), instituição criada em 1989 pela École Centrale de Paris e que reúne escolas de engenharia líderes para promover o intercâmbio de alunos. Além de ser um grande avanço no sentido de facilitar a ida de estudantes brasileiros para o exterior, isto representa o reconhecimento das instituições européias à excelência do ensino na Escola Politécnica.

Estrutura física[editar | editar código-fonte]

A Poli possui uma área edificada de 154.190,30 metros quadrados, a maior entre todas as unidades da USP, mais de 3 mil microcomputadores e mais de mil impressoras. Possui 15 Departamentos de Ensino e Pesquisa. A Escola atende 4577 alunos de graduação, 1219 de mestrado e 918 de doutorado.

Bibliotecas[editar | editar código-fonte]

Em 1895, a abertura da biblioteca da Escola Politécnica foi responsável pela introdução da literatura sobre engenharia na capital de São Paulo, que até então somente dispunha da biblioteca da Faculdade de Direito, com obras sobre ciências jurídicas e sociais. Hoje, o acervo da Escola Politécnica da USP se distribui por uma rede de 8 bibliotecas, sendo o maior da USP, com mais de 570 mil itens bibliográficos, entre livros, periódicos, teses e dissertações. Juntas, as bibliotecas da Poli ocupam 5663 m².[18]

A Biblioteca Central conta com textos básicos de matemática, física e química. Além disto, consta em seu acervo, obras editadas pela Escola, obras raras dos séculos XVI a XIX e teses defendidas por seus alunos. As outras sete bibliotecas setoriais possuem textos especializados das áreas de engenharia civil, elétrica, mecânica, naval e oceânica, produção, química, metalúrgica e materias, minas e petróleo.

Professores eméritos[editar | editar código-fonte]

A mais alta honraria da carreira acadêmica concedida pela EPUSP é o título de Professor Emérito. Tal título é conferido aos docentes, dentre os professores doutores, que ao longo de sua carreira proporcionaram avanços relevantes no ensino da engenharia ou que tenham realizado significativas contribuições científicas e tecnológicas para a sociedade. Até os dias atuais, somente 25 docentes foram merecedores do título.

Professor Doutor Emérito Data
Felix Hegg 1955
Luís Inácio de Anhaia Melo 1961
Henrique Jorge Guedes 1964
Luís Cintra do Prado 1964
Antônio Carlos Cardoso 1964
Lucas Nogueira Garcez 1964
Francisco João Humberto Maffei 1965
João Augusto Breves Filho 1966
Paulo de Menezes Mendes da Rocha 1967
Paulo Ribeiro de Arruda 1967
Luís Inácio Romeiro de Anhaia Melo 1974
Nilo Andrade Amaral 1976
Fernando Marques de Almeida 1978
Professor Doutor Emérito Data
Telêmaco de Macedo Van Langendonck 1980
Rubens Guedes Jordão 1983
Tarcísio Damy de Sousa Santos 1983
José Augusto Martins 1986
Oswaldo Fadigas Fontes Torres 1987
Milton Vargas 1988
Décio Leal de Zagottis 1996
Luiz de Queiroz Orsini 1998
Antonio Hélio Guerra Vieira 2000
Caio Schlesinger 2000
Ernesto João Robba 2001
Ivan Gilberto Sandoval Falleiros 2013


Politécnicos célebres[editar | editar código-fonte]

Arquitetos e urbanistas
Artistas
Empresários
Jornalistas
Prefeitos de São Paulo
Governadores de São Paulo
Outros políticos
Físicos
Músico

Estrutura administrativa[editar | editar código-fonte]

Departamentos[editar | editar código-fonte]

A Escola Politécnica se divide em Departamentos, as menores divisões administrativas admitidas na Universidade de São Paulo:

Entidades e órgãos relacionados[editar | editar código-fonte]

Atlética Poli-USP[editar | editar código-fonte]

A Associação Atlética Acadêmica Politécnica (AAA Politécnica, Atlética Poli-USP ou AAAP) é a entidade esportiva dos alunos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Fundada oficialmente em 10 de Maio de 1956, mas existente desde 1903 como parte do Grêmio Politécnico, a AAAP foi uma das pioneiras no esporte universitário paulista, destacando sua participação na fundação da FUPE (Federação Universitária Paulista de Esportes), em 1934, e da LAAUSP (Liga Atlética Acadêmica da USP), em 1972.

Hoje, é uma das maiores e melhores atléticas do estado, com equipes de alto nível e grandes resultados nas competições em que participa.

Campeonatos de que participa: InterUSP, Engenharíadas, Jogos Universitários Paulistanos (JUP), Liga Esportiva Universitária Paulista (LEUP, antiga Liga ABC), Copa USP, Jogos da Liga, BichUSP, Sampira, Pauli-Poli, Jogos da Cidade, Liga Paulista de Rugby Universitário (LPRU), Liga Polista de Pólo Aquático, Torneio Universitário de Atletismo (TUNA), Liga Universitária Paulista de Atletismo Amador (LUPAA), EcoSwim, TopSwim, entre outros.

Alguns títulos importantes:

  • 8 vezes campeã da InterUSP (2000/2001 2005/2006 2008/2009 2011 2014)
  • 8 vezes campeã das Engenharíadas (2000 2002/2003 2005 2007 2009/2010/2011)
  • Campeã da Copa USP (2000/01/02/03/04/05 2012/13)
  • Campeã do BichUSP (2000 2002/2003 2005/2006 2009 2012)
  • Várias vezes campeã paulista universitária (FUPE)
  • Campeã da InterEng feminina (1997)
  • Campeã brasileira de Rugby da 2ª divisão
  • Campeã paulista de futebol amador
  • Ganhadora do Prêmio Jovem Brasileiro de Melhor Atlética Universitária (2012)

Bateria[editar | editar código-fonte]

  • Rateria - Bateria dos alunos da Escola Politécnica

Centros acadêmicos[editar | editar código-fonte]

  • AEQ: Associação de Engenharia Química
  • CAEP: Centro Acadêmico da Engenharia de Produção
  • CAM: Centro Acadêmico Mecânica
  • CEC: Centro de Engenharia Civil Prof. Milton Vargas (alunos de Engenharia Civil e Ambiental)
  • CEE: Centro de Engenharia Elétrica da USP
  • CEN: Centro de Engenharia Naval
  • CMR: Centro Moraes Rêgo (alunos das Engenharias de Materiais, Metalúrgica, Minas e Petróleo).

Amigos da Poli[editar | editar código-fonte]

O Fundo Patrimonial Amigos da Poli, criado por ex-alunos em 2009, é uma associação que busca incentivar projetos da Escola Politécnica captando e investindo doações, de forma a criar uma fonte perene de recursos para projetos da Poli[22] .

Grêmio Politécnico[editar | editar código-fonte]

O Grêmio Politécnico é a associação que representa os estudantes da Escola Politécnica. Fundado em 1º de Setembro de 1903 por Alexandre Albuquerque, esteve na vanguarda do movimento estudantil brasileiro, tendo tido participação de importância histórica para o país em vários momentos, como no lançamento e liderança da campanha "O petróleo é nosso", na fundação da UEE (União Estadual dos Estudantes), na reconstrução do movimento estudantil no fim do período militar e na fundação da Liga Paulista Pró-Constituinte em apoio à Revolução Constitucionalista de 1932.

Hoje, o grêmio é responsável por diversas atividades na Poli, como o Poliglota (curso de idiomas), o Cursinho da Poli (cursinho para alunos carentes) e o Escritório-Piloto, um escritório de engenharia cuja missão é fazer projetos de cunho socioculturais.

Empresa júnior[editar | editar código-fonte]

A Escola Politécnica da USP abriga a mais antiga empresa júnior de engenharia do Brasil, a Poli Júnior. Fundada em 1989 a Pj, como é conhecida na POLI, é referência nacional em gestão e qualidade em projetos.[carece de fontes?]

Fazem parte da Poli Júnior apenas alunos da Escola Politécnica. Estes são recrutados em um disputado processo seletivo que ocorre duas vezes ao ano e conta com dinâmicas de grupo, entrevistas e resolução de cases.

Além de realizar projetos nas mais variadas áreas da engenharia a Poli Júnior se destaca em nível nacional[carece de fontes?] pela realização de eventos. Atualmente ela promove três grandes eventos durante o ano, o ciclo de palestras Semana de Cultura Empresarial, a competição de planos de negócios Ser Empreendedor e a feira de recrutamento Workshop Integrativo Poli Jr., esta última sendo a maior feira deste tipo no estado de São Paulo.[carece de fontes?]

Grêmio de Vela[editar | editar código-fonte]

Criado em 2010 com a intenção de promover a prática da vela entre os alunos da faculdade de engenharia da USP, o Grêmio de Vela realiza eventos sobre o esporte e, principalmente, procura introduzir os alunos nesse meio através da prática com nosso veleiro, que se encontra na represa de Guarapiranga. Além disso, possibilita que o aluno integre os aprendizados adquiridos em aula com os conceitos de funcionamento do barco.

Grupo de teatro (GTP)[editar | editar código-fonte]

O Grupo de Teatro da Poli (GTP) é um departamento do Grêmio Politécnico que tem por missão trazer cultura através da arte do teatro à Escola Politécnica da USP e incentivar seus alunos a terem um contato maior com o teatro. Atualmente o GTP está ativo e ser desenvolve com um trabalho através de jogos, em grande parte baseado na tese de Antonio Januzelli, que dá nome à sala do grupo, "Laboratório Dramático Antônio Januzelli". Foi fundado no fim dos anos 40, associado inicialmente ao Centro Acadêmico Horácio Berlinck. Tinha o apoio do Grêmio Politécnico, em especial após a criação do Departamento de Artes em 1950. Em 1956 passou definitivamente a ser um departamento do Grêmio Politécnico. Nessa época, foi dirigido por Carlos Zara, que futuramente brilharia no teatro e na TV e, na época, era aluno de engenharia da Escola Politécnica.

Durante os anos 70, durante a Ditadura Militar, o GTP foi núcleo de ativação política dentro da universidade, sempre ligado ao Grêmio Politécnico. Já sem o mesmo ânimo dos anos da ditadura, o grupo perdeu força nos anos 90 até se desintegrar completamente no início dos anos 2000. Ao final de 2003 foi Reiniciado por iniciativa de estudantes e do Grêmio Politécnico.

Em crescimento constante, dada sua abertura a toda a USP e seu renome como espaço estudantil permeando as unidades de toda a USP, a contagem dos chamados GTPenses passou de 50 integrantes em 2007. Ao início de 2009 contava com mais de 110 integrantes.

Associação de ex-alunos[editar | editar código-fonte]

Associação dos Engenheiros Politécnicos (AEP): Associação que reúne ex-alunos da Escola Politécnica e contribui com o aperfeiçoamento do ensino na Escola, através de concessão de bolsas de estudo, apresentação de palestras, entre outros.

Equipes Poli-USP[editar | editar código-fonte]

A Escola Politécnica da USP oferece aos alunos uma grande diversidade de grupos de extensão, nos quais os alunos, especialmente dos primeiros anos, podem aprender e aplicar conhecimentos de engenharia na prática. São iniciativas de alunos, mas que usualmente contam com a orientação de um dos professores da escola.

Equipe Poli Racing[editar | editar código-fonte]

Criada em 2008, a Equipe Poli Racing representa a Escola Politécnica na competição Fórmula SAE. O objetivo é projetar e construir um carro estilo fórmula, que pode atingir 120 km/h e 0–100 km/h em 5s. A Equipe alia determinação, comprometimento, disciplina e vontade de aproximadamente 40 membros para construir o carro sem auxílio de professores, somente com trabalho de alunos. O site www.poliracing.com.br contém diversas informações, fotos e vídeos. Atualmente, a equipe conta com oficina e escritório no prédio de Engenharia Mecânica na Escola Politécnica da USP, e com o apoio de mais de 40 empresas.

Equipe de desafio robótico[editar | editar código-fonte]

Em 2005, surgiu na Escola Politécnica a Equipe Thunderatz de desafio de robôs, reformulando o antigo grupo (chamado de Los Cuervos). Aliando aprendizado, responsabilidade e diversão, a equipe projeta e constrói dispositivos robóticos rádio-controlados que são postos à prova contra outros robôs de outras faculdades de engenharia.

Equipe Poli de Baja[editar | editar código-fonte]

Em 2001 foi criada a Equipe Poli de Baja com o intuito de representar a escola nas competições de Baja organizadas pela SAE Brasil. A equipe tem continuamente melhorado os seus resultados nas competições em que participa, mantendo-se nos pódios desde 2006. Desde 2008, a equipe também representa a escola na etapa mundial da competição, organizada pela SAE International. Atualmente, a equipe tem um escritório no Prédio de Engenharia Mecânica da EPUSP e conta com o apoio de mais de 50 empresas. Mais informações no site www.equipepoli.com.br.

Equipe de aerodesign da Poli[editar | editar código-fonte]

O aerodesign da Poli é formado por duas equipes com diferentes áreas da engenharia envolvidas (Mecânica, Mecatrônica, Naval, Elétrica, etc). Com resultados expressivos desde 2004, consolidou-se como referência da competição e sempre possui equipes favoritas ao título.

PACE - Partners for the Advancement of Collaborative Engineering Education[editar | editar código-fonte]

O PACE é um grupo que desenvolve veículos inovadores em parceria com universidades estrangeiras[23] . Dentre os projetos já concluídos, encontram-se carros de fórmula, veículos autônomos e triciclos portáteis. A equipe compete em fóruns mundiais anuais e recebeu prêmios de engenharia, design, manufatura e pesquisa de mercado em anos anteriores. O grupo insere-se no contexto do programa PACE, que une empresas e universidades de engenharia de diversos países[24] .

Fotografias[editar | editar código-fonte]

Sugestão de Leitura[editar | editar código-fonte]

  • Escola Politécnica (1894-1984), publicação de Maria Cecília Loschiavo dos Santos (professora da FAUUSP), editada pela Imprensa Oficial do Estado - IMESP em 1985
  • Minerva, Símbolo da Politécnica, publicação da própria Escola, com a participação de Monica Musatti, Judith Zuquim, José Luiz Aidar e Roney Cytrynowicz, editada pela Hackers Editores em 1993
  • Escola Politécnica 110 anos construindo o futuro, publicação de Shozo Motoyama e Marilda Nagamini, editada pela Epusp em 2004, 400p.
  • Os arquitetos da Poli - ensino e profissão em São Paulo, publicação de Sylvia Ficher, editado pela EDUSP, São Paulo, 2005.
  • O Ensino de Engenharia na Escola Politécnica da USP: fundamentos para o ensino de engenharia, publicação de Idone Bringhenti, editado pela EDUSP em São Paulo, 1993, 200p.
  • Diretores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo: vidas dedicadas a uma instituição, de Eni de Mesquita Samara, EDUSP, São Paulo, 2003
  • Trajetórias - Entrevistas com Engenheiros Politécnicos de Sucesso, de Associação dos Engenheiros Politécnicos da USP, EDUSP, São Paulo, 192p.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]