Guerras revolucionárias francesas

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Guerras Revolucionárias Francesas
Varoux.jpg
A batalha de Veroux, em 1792.
Data 20 de abril de 1792 – 25 de março de 1802
Local Europa, Egito, Oriente Médio, Oceano Atlântico, Caribe, Oceano Índico
Desfecho Vitória francesa;

Paz de Basileia, Tratado de Campoformio, Tratado de Lunéville, Tratado de Amiens

Combatentes
Banner of the Holy Roman Emperor with haloes (1400-1806).svg Sacro Império Romano-Germânico

Flag of the Kingdom of Prussia (1750-1801).svg Prússia
Union flag 1606 (Kings Colors).svg Reino da Grã-Bretanha
(1792–1800)
Reino Unido Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda
(1801–1802)
Rússia Rússia
Royal Standard of the King of France.svg Monarquistas e contra-revolucionários franceses (Armée des Émigrés)
Espanha Espanha
(até 1795)
Flag Portugal (1707).svg Portugal
Flag of the Kingdom of Sardinia.svg Sardenha
Flag of the Kingdom of the Two Sicilies (1816).svg Nápoles
Outros estados italianos menores
Flag of the Ottoman Empire (1453-1517).svg Império Otomano
Statenvlag.svg Países Baixos
Flag of the Sovereign Military Order of Malta.svg Ordem de São João
Unofficial Flag of Malta (pre-1943).svg Malta


Flag of Haiti (civil).svg Rebeldes Haitianos
(1791-1804)


US flag 13 stars.svg Estados Unidos
(1798-1800)

França República Francesa

Flag of Denmark.svg Reino da Dinamarca e Noruega


Flag of Mysore.svg Reino de Mysore

Principais líderes
Banner of the Holy Roman Emperor with haloes (1400-1806).svg Arquiduque Carlos
Banner of the Holy Roman Emperor with haloes (1400-1806).svg Baillet de Latour
Banner of the Holy Roman Emperor with haloes (1400-1806).svg Conde Clerfayt
Banner of the Holy Roman Emperor with haloes (1400-1806).svg Friedrich, Príncipe de Saxe-Coburgo-Saalfeld
Banner of the Holy Roman Emperor with haloes (1400-1806).svg József Alvinczi
Banner of the Holy Roman Emperor with haloes (1400-1806).svg Dagobert von Wurmser
Banner of the Holy Roman Emperor with haloes (1400-1806).svg Michael von Melas
Banner of the Holy Roman Emperor with haloes (1400-1806).svg Paul Kray
Flag of the Kingdom of Prussia (1750-1801).svg Duque de Brunswick
Flag of the Kingdom of Prussia (1750-1801).svg Frederick Louis
Royal Standard of the King of France.svg Príncipe de Condé
Union flag 1606 (Kings Colors).svg Charles O'Hara White flag icon.svg
Union flag 1606 (Kings Colors).svg Frederico, Duque de Iorque
Union flag 1606 (Kings Colors).svg Horatio Nelson
Union flag 1606 (Kings Colors).svg Ralph Abercromby
Union flag 1606 (Kings Colors).svg Samuel Hood
Rússia Alexander Suvorov
Flag of the Ottoman Empire (1453-1517).svg Jezzar Pasha
Mameluke Flag.svg Murad Bey

Flag of Haiti (civil).svg Toussaint Louverture


US flag 13 stars.svg John Adams

França Charles Dumouriez
França François Kellermann
França Jean Pichegru
França Jean Jourdan
França Adam Philippe de Custine
França Napoleão Bonaparte
França Lazare Hoche
França André Masséna
França Jean V. M. Moreau
França Louis Desaix
França Francisco de Miranda
Green harp flag of Ireland.svg Wolfe Tone
POL COA Ciołek.svg Jan Henryk Dąbrowski

Flag of Denmark.svg Cristiano VII
Flag of Denmark.svg Olfert Fischer
Flag of Denmark.svg Steen Andersen Bille


Flag of Mysore.svg Fateh Ali Tipu

As guerras revolucionárias francesas foram uma série de grandes conflitos, entre 1792 e 1802, nos quais se enfrentaram, de um lado, a França Revolucionária e, de outro, amplas coligações formadas pelo Reino Unido, Prússia, Império Russo, Duas Sicílias, Espanha, Suécia, Países Baixos, Portugal, Reino de Sardenha, Reino de Nápoles, Império Otomano e Estados Unidos, resultando numa vitória francesa decisiva, que garantiu a sobrevivência da República Francesa. De facto, os franceses massacraram as coligações dos países inimigos, numa grande demonstração de habilidade e genialidade militar; e, comandada pelo jovem e habilidoso general Napoleão Bonaparte, a França manteve-se sempre na ofensiva, empreendendo uma violenta reação à invasão aliada. As batalhas foram marcadas pelo fervor revolucionário francês e por inovações militares, as campanhas viram os exércitos revolucionários franceses derrotar coalizões inimigas e expandir o controle francês sobre os Países Baixos, a península Itálica e a Renânia. As guerras envolveram um grande número de soldados, em especial devido ao recurso à mobilização em massa.[1]

As guerras revolucionárias francesas costumam ser divididas entre a Primeira Coalizão (1792 –1797) e a Segunda Coalizão (1798 – 1801), embora a França também estivesse em guerra com o Reino Unido continuamente entre 1793 e 1802. As hostilidades cessaram com o tratado de Amiens (1802). Para os eventos militares posteriores, ver Guerras Napoleônicas.

Guerra da Primeira Coalizão[editar | editar código-fonte]

1791-1792[editar | editar código-fonte]

Na altura de 1791, as monarquias da Europa olhavam com preocupação os desdobramentos na França e consideravam a possibilidade de intervir, ou em apoio a Luís XVI ou para tirar partido do caos. O personagem principal era o sacro imperador romano Leopoldo II, irmão de Maria Antonieta, que via com preocupação a tendência revolucionária francesa ao radicalismo, embora ainda tivesse esperança de evitar uma guerra. Em 27 de agosto, Leopoldo e o rei Frederico Guilherme II da Prússia, em consulta com nobres franceses emigrados, emitiram a Declaração de Pilnitz, que anunciava o interesse dos monarcas da Europa no bem-estar de Luís e sua família e ameaçava com vagas mas severas consequências caso algo de mau lhes acontecesse.

A Batalha de Valmy de 1792. Quadro a óleo da autoria de Jean-Baptiste Mauzaisse (1784-1844).

Os chefes revolucionários franceses viram a declaração como uma ameaça séria. Ademais das diferenças ideológicas entre a França e as potências monárquicas da Europa, havia contínuas controvérsias acerca do status das propriedades imperiais na Alsácia, e os franceses se preocupavam com a agitação no exterior dos nobres emigrados, especialmente nos Países Baixos austríacos e nos estados germânicos menores.

Por fim, a França declarou guerra primeiramente à Áustria, por meio de uma decisão da assembleia em 20 de abril de 1792 que se seguiu a uma longa lista de reclamações apresentadas pelo ministro do exterior Dumouriez. Este preparou a imediata invasão dos Países Baixos austríacos, onde esperava que a população local se rebelasse contra o domínio dos Habsburgos. Entretanto, a revolução havia desorganizado o exército e as forças levantadas eram insuficientes para a invasão. Em seguida à declaração de guerra, houve uma deserção em massa de soldados franceses.

Enquanto o governo revolucionário apressadamente levantava novas tropas e reorganizava as forças armadas, um exército aliado, composto basicamente por tropas prussianas, sob o comando do Brunsvique-Luneburgo, reuniu-se próximo a Coblença, no Reno. Em julho, Brunsvique invadiu a França, tomou com facilidade as fortalezas de Longwy e Verdun[desambiguação necessária] e emitiu uma proclamação em que declarava sua intenção de restaurar os plenos poderes do rei francês e considerava como rebelde qualquer pessoa ou cidade que resistisse. Entretanto, em 20 de setembro, em Valmy, as forças de Bunsvique chegaram a um impasse contra Dumouriez e François-Étienne Kellermann no qual se distinguiu a artilharia francesa, altamente profissional. Embora a batalha terminasse indefinida, o resultado reforçou o moral francês. Ademais, os prussianos, ao avaliar que a campanha durava mais e custava mais caro do que o planejado, decidiram retirar-se do território francês. No dia seguinte, a monarquia foi formalmente abolida e a Primeira República, declarada.

Entrementes, os franceses haviam sido bem sucedidos em diversas outras frentes, ao ocupar a Saboia e Nice, enquanto que o general Custine invadia a Alemanha e ocupava várias cidades ao longo do Reno, chegando até Frankfurt. Dumouriez passou à ofensiva na Bélgica e saiu vitorioso contra os austríacos em Jemappes em 6 de novembro, de modo que ocupou a totalidade do país até o início do inverno.

1793[editar | editar código-fonte]

Durante a Revolução Francesa, várias insurreições aconteceram em diversas cidades e vilas. Na imagem, combatentes marcham na cidade francesa de Fouesnant.

Em 21 de janeiro, o governo revolucionário executou Luís XVI em seguida a um julgamento. O fato uniu toda a Europa, inclusive a Espanha, Nápoles e os Países Baixos, contra a Revolução. Até mesmo o Reino Unido, de início simpático à assembleia francesa, já se juntara à Primeira Coalizão contra a França. Levantaram-se exércitos contra a França em todas as suas fronteiras.

Em resposta, a França declarou o recrutamento de centenas de milhares de homens, o que deu início à política francesa de usar a mobilização maciça e de manter-se na ofensiva para que estes grandes exércitos tomassem e usassem o material bélico capturado ao inimigo.

A França sofreu sérios reveses de início, ao ser expulsa da Bélgica e ao ter que lidar com revoltas no oeste e no sul. Mas na altura do final do ano, os novos e gigantescos exércitos e uma política severa de repressão interna que incluía execuções em massa haviam logrado repelir as invasões e extinguir as revoltas. O ano terminou com as forças francesas à frente, mas próximas às fronteiras de antes do conflito.

1794[editar | editar código-fonte]

O ano de 1794, trouxe ainda mais vitórias para os exércitos revolucionários. Embora a invasão do Piemonte houvesse fracassado, forças francesas invadiram a Espanha através dos Pirenéus e tomaram São Sebastião, e os franceses saíram vitoriosos da batalha de Fleurus, o que lhes permitiu ocupar a totalidade da Bélgica e a Renânia.

1795[editar | editar código-fonte]

Após conquistar os Países Baixos num ataque-surpresa durante o inverno, a França estabeleceu ali a República Batava, um Estado-fantoche. A Prússia e a Espanha decidiram aceitar a paz e cederam, pelo tratado de Basileia, a margem esquerda do Reno à França. A paz representou o fim da fase de crise da Revolução. A França ficaria livre de invasões por muitos anos.

O Reino Unido procurou reforçar os rebeldes na Vendeia, sem sucesso, e as tentativas de derrubar o governo em Paris foram frustradas pela guarnição militar chefiada por Napoleão Bonaparte, com a correspondente fundação do Diretório.

Na frente renana, o general Pichegru, que negociava com os monarquistas exilados, traiu seu exército e forçou a evacuação de Mannheim e o fracasso do sítio de Mogúncia por Jourdan.

1796[editar | editar código-fonte]

Os franceses prepararam um grande avanço em três frentes, com Jourdan e Moreau no Reno e Bonaparte na península Itálica. Os três exércitos deveriam encontrar-se no Tirol e marchar contra Viena.

Jourdan e Moreau adentraram rapidamente a Alemanha. Em setembro, Moreau atingira a Baviera e a divisa do Tirol, mas Jourdan foi derrotado pelo arquiduque Carlos, de modo que os dois exércitos franceses viram-se forçados a recuar para o outro lado do Reno.

Por outro lado, Napoleão obteve sucesso total em sua ousada invasão da Itália. Ele dividiu os exércitos da Sardenha e da Áustria, de maneira a derrotá-los, impor a paz à Sardenha, tomar Milão e sitiar Mântua. Derrotou os sucessivos exércitos austríacos lançados contra as tropas francesas para tentar romper o sítio.

A rebelião na Vendeia foi finalmente esmagada em 1796 por Lazare Hoche, mas este não logrou desembarcar suas tropas na tentativa de invasão da Irlanda.

1797[editar | editar código-fonte]

Napoleão finalmente capturou Mântua, com a rendição de 18 mil soldados austríacos. O arquiduque Carlos da Áustria não logrou impedir Napoleão de invadir o Tirol e o governo austríaco propôs a paz em abril, simultaneamente a uma nova invasão francesa da Alemanha comandada por Moreau e Hoche.

Pelo tratado de Campoformio, assinado em outubro, a Áustria cedeu a Bélgica à França e reconheceu o controle francês da Renânia e de boa parte da península Itálica. A antiga República de Veneza foi partilhada entre a Áustria e a França. O tratado pôs termo à Primeira Coalizão, embora o Reino Unido permanecesse em guerra.

Napoleão no Egito[editar | editar código-fonte]

Com apenas o Reino Unido na guerra e vendo-se sem uma marinha forte o suficiente para combatê-lo diretamente, Napoleão planejou uma invasão do Egito em 1798, que satisfaria o seu desejo pessoal de glória e interesse do Diretório em tê-lo longe de Paris. O objetivo militar da expedição não é claro, mas pode ter sido ameaçar o controle britânico sobre a Índia.

Napoleão partiu de Toulon para Alexandria e, após tomar Malta, desembarcou em junho. Ao marchar na direção do Cairo, venceu a Batalha das Pirâmides. Entretanto, sua frota foi destruída por Horatio Nelson na batalha do Nilo, o que o deixou isolado em território egípcio. Napoleão passou o restante do ano consolidando sua posição no Egito.

O governo francês também aproveitou o conflito interno na Suíça para invadi-la e estabelecer ali a República Helvética, ademais de anexar Genebra. Tropas francesas depuseram o papa e fundaram uma república em Roma.

Uma força expedicionária francesa foi de fato enviada para o Condado de Mayo para apoiar os rebeldes irlandeses durante sua rebelião contra a Inglaterra, no verão de 1798. Apesar dos sucessos iniciais, a força terrestre acabou sendo derrotada e a marinha francesa também foi vencida (batalha de Tory Island).

Os franceses também estavam sob pressão nos Países Baixos do Sul e em Luxemburgo, onde a população local se rebelava contra a conscrição e a violência anti-religiosa (Guerra dos Camponeses).

A França em 1798 também lutava uma guerra não declarada no mar contra os Estados Unidos, conhecida como a "Quase-guerra", que se resolveu em 1799.

Guerra da Segunda Coalizão[editar | editar código-fonte]

A paz firmada ao fim de 1797 não durou muito tempo. De fato, logo em 1798, Reino Unido e Áustria se organizaram para formar uma nova aliança contra a França. Eles receberam apoio do Império Russo, que também se via ameaçado com os ideias da revolução.

1799[editar | editar código-fonte]

Na Europa, a Coalizão lançou várias expedições militares contra a França, incluindo campanhas na Itália e Suíça, além de uma invasão anglo-russa dos Países Baixos. O general russo, Alexander Suvorov, derrotou os franceses em vários confrontos no norte da Itália, os expulsando dos alpes. Contudo, não conseguiram muito sucesso na Holanda, com a derrota britânica na batalha de Castricum, enquanto os russos e austríacos foram esmagados na segunda batalha de Zurique. Esses reveses desestimularam a Rússia, que se retirou da Coalizão.[2]

O general Napoleão Bonaparte lançou-se então numa invasão da Síria e do Egito, mas após o fracassado cerco de Acre, ele se retirou para o território egípcio, onde repeliu uma invasão anglo-turca. Enquanto isso, a França se afundava numa crise interna política. Napoleão decidiu então voltar a Paris, deixando o que sobrou de suas tropas para atrás. O general, ainda muito popular entre o povo por causa de suas vitórias na guerra, usou sua influência para dar um golpe de estado, fundando assim o chamado Consulado Francês, com ele próprio na figura de chefe de governo.[3]

1800[editar | editar código-fonte]

Napoleão enviou então o general Moreau com suas tropas para a Alemanha, enquanto ele próprio reunia suas forças em Dijon e marchou para além da Suíça, onde atacou os exércitos austríacos na Itália. Bonaparte conquistou uma importante vitória na batalha de Marengo e reocupou o norte italiano.[4]

Moreau então invadiu a Baviera e derrotou a Áustria na batalha de Hohenlinden. Ele continuou até Viena e com isso o governo austríaco foi obrigado a aceitar os termos de paz franceses.[5]

1801[editar | editar código-fonte]

Os austríacos e franceses negociaram então o tratado de Lunéville, que basicamente reiterava o antigo tratado de Campoformio. No Egito, os otomanos e britânicos forçaram a rendição das guarnições francesas remanescentes nas cidades do Cairo e Alexandria.[6] Os ingleses prosseguiam então com a guerra no mar. Formando a chamada Coalizão da Neutralidade Armada, que incluía a Prússia, Rússia, Dinamarca e Suécia, para permitir o comércio, apesar do bloqueio naval britânico na Europa. O Reino da Dinamarca e Noruega, ainda aliado da França, resistiu mas foi derrotado pelo almirante Horatio Nelson na batalha de Copenhaga.[7]

Em dezembro de 1801, a França enviou uma expedição até Saint-Domingue para encerrar uma rebelião no Haiti, mas acabou fracassando.

1802[editar | editar código-fonte]

Em 1802, os britânicos e a liderança francesa acertaram o tratado de Amiens, encerrando a guerra. Um período de tênue paz se iniciou, mas não duraria muito, com as hostilidades retornando no ano seguinte. Este tratado é reconhecido pelos historiadores como o evento que encerrou as guerras revolucionárias francesas. A partir de 1804, com o coroação de Napoleão Bonaparte e o nascimento do Império Francês, os conflitos que se seguiram seriam ainda mais brutais e de grande intensidade e ficariam conhecidos como as Guerras Napoleônicas.[8]

Pós-guerra[editar | editar código-fonte]

A Primeira República Francesa, que começou a beira da derrota e da subversão, conseguiu, no decorrer do conflito, superar seus inimigos e produziu um novo exército, que levaria anos para ser sobrepujado. Reformas nas forças armadas garantiram subidas de patente por meritocracia, em detrimento de origem aristocrática (apesar da condição financeira ainda ser um pesado fator). Com a conquista da margem esquerda do Reno e a dominação assegurada nos Países Baixos, na Suíça e na Itália, a jovem república francesa expandiu-se para conquistar um dos maiores territórios já controlados pelo país em sua história (superado em poder, influência e extensão territorial na Europa apenas pelo país na era Napoleônica).

Contudo, a paz de Amiens se provou frágil e em 1804 a guerra já havia sido retomada a todo o vapor, após uma nova Coalizão erguer-se contra a França.

Referências

  1. Ross, Steven T. European Diplomatic History, 1789–1815: France Against Europe (1969)
  2. Christopher Duffy, Eagles over the Alps: Suvorov in Italy and Switzerland, 1799 (1999)
  3. Georges Lefebvre, The French Revolution Volume II: from 1793 to 1799 (1964) ch 13
  4. David Hollins, The Battle of Marengo 1800 (2000)
  5. George Armand Furse, 1800 Marengo and Hohenlinden (2009)
  6. Piers Mackesy, British Victory in Egypt, 1801: The End of Napoleon's Conquest (1995) online
  7. Dudley Pope, The Great Gamble: Nelson at Copenhagen (1972).
  8. Schneid, Frederick C. Napoleon's Conquest of Europe: the War of the Third Coalition. Westport, CT: Greenwood Publishing Group, 2005. OCLC 57134421 ISBN 978-0-275-98096-2

Bibliografia[editar | editar código-fonte]