Software livre

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logotipo da Free Software Foundation

Software Livre é uma forma de manifestação de um software em que, resumidamente, permite-se adaptações ou modificações em seu código de forma espontânea, ou seja, sem que haja a necessidade de solicitar permissão ao seu proprietário para modificá-lo. Não confundir com o movimento Open Source. Seus objetivos concede aos usuários a liberdade de controle na execução e adaptação a sua computação e processamento de dados às suas necessidades (concessão plena liberdade de controle e independência, através da disponibilidade de código fonte para análise e alterações); bem como permitindo-lhes a liberdade social, para ser capaz de cooperar ativamente com todos os usuários e desenvolvedores de sua escolha.[1] [2] [3] [4] Os usuários de software livre estão livres dessas atividades, porque eles não precisam pedir qualquer permissão, eles não estão restritos nas atividades por meio de licenças proprietárias restritivas (por exemplo, cópia restrita), ou requisitos de ter de concordar com as cláusulas restritivas dos outros (por exemplo, acordos de não divulgação), e eles não estão restritos desde o início (por exemplo, através deliberada a não disponibilidade de código fonte).

Os objetivos do Software Livre (controle na própria computação e cooperação livre) são atingidas por concessão do seguinte-direitos de liberdade: os usuários são livres para executar, copiar, distribuir, estudar, mudar e melhorar o software,[2] [3] estas liberdades são explicitamente concedidos e não suprimidas (como é o caso do software proprietário). Assim, o software livre é uma questão de liberdade, não de preço (os usuários são livres - o que inclui a liberdade de redistribuir o software, que pode ser feito gratuitamente ou por uma taxa[5] ). Software livre garante as liberdades dos usuários: estudar e modificar software, pela disponibilidade do código fonte, bem como a liberdade de copiar e distribuir.

Índice

Definições[editar | editar código-fonte]

Ilustração frequentemente usada como logo para o Projeto GNU.

As duas principais organizações internacionais responsáveis pela proteção e promoção do software livre, a Free Software Foundation (FSF) e a Open Source Initiative (OSI), atuam também para garantir que os termos Free Software e Open Source sejam utilizados de forma correta.

A Free Software Foundation considera um software como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários:

  • Liberdade 0: A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito;
  • Liberdade 1: A liberdade de estudar o software;
  • Liberdade 2: A liberdade de redistribuir cópias do programa de modo que você possa ajudar ao seu próximo;
  • Liberdade 3: A liberdade de modificar o programa e distribuir estas modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie.

Para que as quatro liberdades sejam satisfeitas é necessário que o programa seja distribuído juntamente com o seu código-fonte e que não sejam colocadas restrições para que os usuários alterem e redistribuam esse código.

A liberdade de executar o programa significa que qualquer tipo de pessoa física ou jurídica pode utilizar o software em quantos computadores quiser, em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem nenhuma restrição imposta pelo fornecedor.

A liberdade de redistribuir o programa executável (em formato binário) necessariamente inclui a obrigatoriedade de disponibilizar seus códigos-fonte. Caso o software venha a ser modificado e o autor da modificação queira distribuí-lo, gratuitamente ou não, será também obrigatória a distribuição do código-fonte das modificações, desde que elas venham a integrar o programa. Não é necessária a autorização do autor ou do distribuidor do software para que ele possa ser redistribuído, já que as licenças de software livre assim o permitem.

A OSI, por conta da ambiguidade da palavra “free” em inglês, prefere a expressão Open Source, que em língua portuguesa é traduzida por software livre, software de código aberto ou software aberto. A disponibilidade do código-fonte não é condição suficiente para que ele seja considerado de código aberto. É necessário satisfazer dez critérios, inspirados nas Orientações sobre Software Livre do projeto Debian:

  1. Livre redistribuição: Sua licença não pode restringir ninguém, proibindo que se venda ou doe o software a terceiros;
  2. Código-fonte: O programa precisa obrigatoriamente incluir código-fonte e permitir a distribuição tanto do código-fonte quanto do programa já compilado;
  3. Obras derivadas: A licença deve permitir modificações e obras derivadas que possam ser redistribuídas dentro dos mesmos termos da licença original;
  4. Integridade do código do autor: A licença pode proibir que se distribua o código-fonte original modificado desde que a licença permita a distribuição de patch files com a finalidade de modificar o programa em tempo de construção;
  5. Não discriminação contra pessoas ou grupos: A licença não pode discriminar contra pessoas ou grupos;
  6. Não discriminação contra áreas de utilização: A licença não pode restringir os usuários de fazer uso do programa em uma área específica;
  7. Distribuição da licença: Os direitos associados ao programa através da licença são automaticamente repassados a todas as pessoas às quais o programa é redistribuído sem a necessidade de definição ou aceitação de uma nova licença;
  8. Licença não pode ser específica a um produto: Os direitos associados a um programa não dependem de qual distribuição em particular aquele programa está inserido. Se o programa é retirado de uma distribuição, os direitos garantidos por sua licença continuam valendo;
  9. Licenças não podem restringir outro software: A licença não pode colocar restrições em relação a outros programas que sejam distribuídos junto com o software em questão; e
  10. Licenças devem ser neutras em relação as tecnologias: Nenhuma exigência da licença pode ser específica a uma determinada tecnologia ou estilo de interface.

Ideologia: as diferenças entre Software Livre e Código Aberto[editar | editar código-fonte]

Muitos defensores do software livre argumentam que a liberdade é essencial não só do ponto de vista técnico, mas também sob a ótica da moral e da ética. É neste aspecto que o movimento de software livre (liderado pela FSF) se distingue do movimento de código aberto (liderado pela OSI).

Os defensores do código aberto (também conhecido como open source em inglês) normalmente argumentam a respeito das virtudes pragmáticas do software livre ao invés das questões morais. A definição de software livre da FSF concentra-se prioritariamente na questão da liberdade do usuário, a definição de Software Aberto da OSI abrange as mesmas características, mas incluem algumas restrições adicionais focadas no modelo corporativo e em negócios comerciais elaborados em torno do software. Não há uma grande discordância entre as duas vertentes e boa parte da comunidade se identifica com ambas as organizações ( FSF e OSI). A diferença sutil está no discurso e no público-alvo. O conjunto de licenças aprovadas pela FSF e pela OSI é quase idêntico e, portanto, em termos pragmáticos, podemos considerar que o movimento pelo software livre e a iniciativa pelo código aberto se preocupam com o mesmo software. Desta forma, todo software de código aberto não pode ser considerado um software livre. O simples fato do programa estar com seu código aberto, não garante nada sobre a sua distribuição, modificação e comercialização. Pode-se ter um programa com código aberto, mas, impossibilitado de modificações, contrariando o conceito de software livre.

Vantagens e Desvantagens do Software Livre[editar | editar código-fonte]

Uma importante característica do software livre é o compartilhamento de código-fonte. Esse compartilhamento pode simplificar o desenvolvimento de novas aplicações, que não precisam ser programadas a partir do zero. Essa vantagem tem impacto significativo na redução de custos e na diminuição da duplicação de esforços[6] . Além de que um maior número de desenvolvedores pode ser capaz de identificar e corrigir mais bugs (falhas) em menos tempo e um número maior de usuários pode gerar situações de uso e necessidades variadas. É esperado que o desenvolvedor seja mais cuidadoso com o seu trabalho pois sabe que a sua produção será avaliada por outros profissionais e possivelmente terá reflexos em sua carreira profissional[7] [8] .

Do ponto de vista econômico, o software livre promove o estabelecimento de vários fornecedores com base no mesmo software. A competição entre fornecedores traz vantagens aos usuários, como melhorias nos serviços de suporte e redução nos preços de pacotes (manuais, CDs, etc). Cerca de 80% do dinheiro gasto com software pelas empresas são voltados para aplicações personalizadas e treinamento[6] . Esse modelo de negócio (suporte e venda de pacotes) incentiva o surgimento de pequenas empresas que podem atender os mercados locais e consequentemente redução da dependência de empresas estrangeiras.

A pouca experiência do mercado em lidar com o software livre e o próprio fato do software ser, em geral, gratuito, podem gerar dúvidas sobre a viabilidade econômica ou a qualidade do software. Estes conceitos estão sendo revertidos aos poucos, pois algumas empresas defendem a opinião de que é mais vantajoso aprimorar/contribuir com o software livre do que investir na construção de um novo software similar e proprietário.

Breve histórico[editar | editar código-fonte]

Durante a década de 60, os computadores de grande porte, utilizados quase exclusivamente em grandes empresas e instituições governamentais, dominavam o mercado da Computação. Nesta época, não era comum do ponto de vista comercial a ideia do software como algo separado do hardware. O software era entregue junto com o código-fonte ou, em muitas vezes, apenas o código-fonte. Existiam grupos de usuários que compartilhavam código e informações. Assim, no início, o software era livre: pelo menos para aqueles que tinham acesso à tecnologia da época[8] .

Em 1983, Richard Stallman, funcionário do Laboratório de Inteligência Artifical do MIT, passou por uma experiência negativa com software comercial e deu origem ao Projeto GNU. Durante o período que estava no MIT identificou uma falha no software de uma impressora Xerox. Tentou corrigi-la, mas a empresa não liberou o código-fonte. Esse fato motivou Richard Stallman a criar um mecanismo legal de garantia para que todos pudessem desfrutar dos direitos de copiar, redistribuir e modificar software, dando origem a Licença GPL. Para institucionalizar o Projeto GNU, Stallman fundou a Free Software Foundation ( FSF). Nasce assim o Movimento do Software Livre.

Em julho de 1991, Linus Torvalds, um estudante finlandês da Universidade de Helsinki, divulgou uma mensagem mencionando sobre seu projeto de construir um núcleo livre, similar ao Minix, e obteve ajuda de vários desenvolvedores. Em setembro do mesmo ano, Linus lançou a versão oficial do que é hoje o Linux. Centenas de desenvolvedores se juntaram ao projeto para integrar todo o sistema GNU (compilador, editor de textos, shell, etc) em torno do núcleo do Linux. Nasce então, sob a licença GPL, o sistema operacional GNU/Linux.

Em 1997, Eric Raymond, apresenta o artigo A catedral e o bazar, onde discute as vantagens técnicas do software livre e aborda os mecanismos de funcionamento do desenvolvimento descentralizado. Em 1998, Raymond foi um dos protagonistas, junto com Linus Torvalds, da criação da OSI, defendendo a adoção do software livre por razões técnicas e sugerindo o uso da expressão open source ao invés de free software, evitando a ambiguidade do termo free (que pode significar tanto livre quanto gratuito, na língua inglesa).

A pluralidade de ideias e concorrência natural entre os sistemas e aplicações dentro do movimento software livre fazem parte de seu mecanismo de evolução, bem como influencia positivamente em sua qualidade. A concorrência entre os navegadores, ferramentas de escritório, gerenciador de janelas e banco de dados são os exemplos mais conhecidos. Do restante da história do software livre até os dias atuais podemos encontrar uma grande quantidade de soluções de alta qualidade que foram e estão sendo liberadas sob licenças livres, e em geral apoiadas tanto pela OSI quanto pela FSF.

Principais Projetos de Software Livre[editar | editar código-fonte]

Ao longo da evolução do modelo de desenvolvimento empregado em software livre, alguns projetos se destacaram dentro da comunidade de desenvolvedores e ganharam prestígio de um grupo de usuários pela sua qualidade. Esses projetos podem ser considerados ícones que representam o sucesso de uma metodologia que no início não atraiu empresas a adotarem-no devido à sua informalidade e a valorização dos indivíduos sobre o processo.

Dentre os projetos que conquistaram tal prestígio, podemos citar o Mozilla Firefox[9] , entre os melhores navegadores de internet do mundo, e o Android, sistema operacional para smartphones e tablets muito popular[10] .

GNU/Linux[editar | editar código-fonte]

Considerado o principal projeto de software livre existente, o GNU/Linux é a junção do núcleo Linux (Linux kernel), desenvolvido por Linus Torvalds e o pacote de serviços e ferramentas originados do projeto GNU, liderado por Richard Stallman. O GNU/Linux é o sistema operacional mais usado em servidores[carece de fontes?], o que pode ser justificado pelo seu bom desempenho e compatibilidade. Ele foi o principal responsável pelo reconhecimento do sucesso do modelo de desenvolvimento de software livre. O núcleo Linux é a base para o Android, tornando-se um dos sistemas dominantes em smartphones e tablets.

GNOME[editar | editar código-fonte]

GNOME é um ambiente de área de trabalho e interface gráfica com o usuário (GUI) que roda sobre o sistema operacional. Composto inteiramente por software livre, ele pode ser usado em sistemas operacionais compatíveis com Unix. Atualmente é um dos principais ambientes gráficos para computadores pessoais, sendo a GUI padrão para as duas distribuições GNU/Linux mais populares do mercado[11] : Linux Mint e Ubuntu. Além disso, é também utilizado no OpenSolaris e em outras importantes distribuições, tais como Debian, Red Hat Enterprise Linux e Fedora.

Servidor Apache[editar | editar código-fonte]

O servidor HTTP Apache, ou simplesmente Apache, é um exemplo de software livre notável, pois é o servidor HTTP mais popular da WEB e, desta forma, responsável pelo processamento da maior parte das páginas disponibilizadas atualmente na Internet.[12] Ao contrário de alguns servidores web proprietários, o Apache é multiplataforma, podendo ser usado em sistemas POSIX (Unix, GNU/Linux, FreeBSD, etc), Windows e Mac OS.

Eclipse[editar | editar código-fonte]

Originado a partir do VisualAge da IBM, o Eclipse é um dos principais ambientes integrados de desenvolvimento de software (IDE) para a plataforma Java. Desenvolvido na própria linguagem Java, é considerado um dos melhores IDEs do mercado, sendo o pioneiro em diversos recursos de refatoração. Sua qualidade atraiu a comunidade de desenvolvedores, que criou suporte à diversos SDKs e linguagens de programação, tais como C/C++, Php e Python. Atualmente é usado como ferramente oficial para diversas plataformas. Um exemplo notável é sua adoção como a IDE padrão para desenvolvimento de aplicativos para o sistema operacional Android[13] .

Movimento Software Livre[editar | editar código-fonte]

Richard Stallman, o fundador do Movimento do Software Livre.

Motivação[editar | editar código-fonte]

Os desenvolvedores de software na década de 70 frequentemente compartilhavam seus programas de uma maneira similar aos princípios do software livre. No final da mesma década, as empresas começaram a impor restrições aos usuários com o uso de contratos de licença de software. Em 27 de setembro de 1983, Richard Stallman postou uma mensagem nos grupo de notícias net.unix-wizards e net.usoft com o assunto new Unix implementation. Nessa mensagem, ele informa que está começando a escrever um sistema compatível com UNIX chamado GNU (um acrônimo recursivo para Gnu’s Not Unix) e que ele será dado a todas as pessoas interessadas. No início de 1984 largou seu emprego no laboratório de Inteligência Artificial do MIT, para dedicar-se em tempo integral ao projeto. E em outubro de 1985 Stallman fundou a Free Software Foundation ( FSF) e introduziu os conceitos de software livre e Copyleft, os quais foram especificamente desenvolvidos para garantir que a liberdade dos usuários fosse preservada.

O movimento software livre não costuma tomar uma posição sobre trabalhos que não sejam programas de computador, i.e., software e suas respectivas documentações, mas alguns defensores do software livre acreditam que outros trabalhos que servem a um propósito prático também devem ser livres (veja Free content).

Para o Movimento do software livre, que é um movimento social, não é ético aprisionar conhecimento científico, que deve estar sempre disponível, para assim permitir a evolução da humanidade. Já o movimento pelo Código Aberto, que é um movimento mais voltado ao mercado, prega que o software desse tipo traz diversas vantagens técnicas e econômicas. O segundo surgiu para levar as empresas a adotarem o modelo de desenvolvimento de software livre.

Como a diferença entre os movimentos "Software Livre" e "Código Aberto" está apenas na argumentação em prol do mesmo tipo de software, é comum que esses grupos se unam em diversas situações ou que sejam citados de uma forma agregadora através da sigla "FLOSS" (Free/Libre and Open Source Software).

Movimentos Relacionados[editar | editar código-fonte]

Lawrence Lessig, co-fundador da Creative Commons.

Inspirados na GPL e nas propostas do movimento do software livre, foi criado um repositório de licenças públicas, chamado Creative Commons, cujos termos se aplicam a variados trabalhos criativos, como criações artísticas colaborativas, textos e software[14] , Entretanto, a maioria destas licenças não são reconhecidas como realmente livres pela FSF e pelo movimento de software livre.

O software livre está inserido num contexto mais amplo onde a informação (de todos os tipos, não apenas software) é considerada um legado da humanidade e deve ser livre (visão esta que se choca diretamente ao conceito tradicional de propriedade intelectual). Coerentemente, muitas das pessoas que contribuem para os movimentos de Conhecimento Aberto — movimento do software livre, sites Wiki, Creative Commons, etc. — fazem parte da comunidade científica.

Cientistas estão acostumados a trabalhar com processos de revisão mútua (ou por pares) e o conteúdo desenvolvido é agregado ao conhecimento científico global. Embora existam casos onde se aplicam as patentes de produtos relacionados ao trabalho científico, a ciência pura, em geral, é livre[15] .

Tipos de Licença de Software Livre[editar | editar código-fonte]

Todo software livre deve ser licenciado através de uma licença de software livre. Uma das mais conhecidas é a GNU GPL. Entretanto, existem diversas outras: GNU AGPL, GNU LGPL, GNU FDL , MPL (Licença pública Mozilla), Licença Apache, Licença MIT e Licença BSD.

Software Livre e Software em Domínio Público[editar | editar código-fonte]

Software livre é diferente de software em domínio público. O primeiro, quando utilizado em combinação com licenças típicas (como as licenças GPL e BSD), garante a autoria do desenvolvedor ou organização. O segundo caso acontece quando se passam os anos previstos nas leis de cada país de proteção dos direitos do autor e este se torna bem comum. Ainda assim, um software em domínio público pode ser considerado como um software livre, desde que atenda as liberdades definidas pela Free Software Foundation, como citadas anteriormente.

Software Livre e Copyleft[editar | editar código-fonte]

Licenças como a GPL contêm um conceito adicional, conhecido como copyleft. Ao contrário de copyright, em copyleft o autor cede alguns direitos. Por isto o termo left. Na prática isto significa que o autor continua sendo o dono, mas sua obra pode ser utilizada/modificada/distribuída por outras pessoas, respeitando termos específicos de licença. Um software livre sem copyleft pode ser transformado em não-livre por um usuário, caso assim o deseje. Já um software livre protegido por uma licença que ofereça copyleft, se distribuído, deverá ser sob a mesma licença, ou seja, repassando os direitos.

Associando os conceitos de copyleft e software livre, programas e serviços derivados de um código livre devem obrigatoriamente permanecer com uma licença livre (os detalhes de quais programas, quais serviços e quais licenças são definidos pela licença original do programa). O usuário, porém, permanece com a possibilidade de não distribuir o programa e manter as modificações ou serviços utilizados para si próprio.

Modelos de Negócio com Software Livre[editar | editar código-fonte]

Devido ao crescimento substancial do software livre, empresas têm obtido sucesso em sua exploração comercial com diferentes modelos de negócio. Existem abordagens específicas para um tipo de produto ou situação, outras para um nicho de mercado limitado ou ainda as que se adaptam ao porte da empresa.

É possível distinguir os modelos de negócio em dois grandes grupos, baseado no aspecto de participação no desenvolvimento. O primeiro financia o desenvolvimento do software remunerando os profissionais envolvidos. O segundo estimula a adoção do software no mercado e promove treinamentos e consultoria. No entanto, ambos pertencem econômico e tecnológico do software livre no mercado.

Entre os modelos existentes destacam-se:

  • Redistribuição (CDs e DVDs com software livre)
  • Extensões não-livres
  • Produtos e serviços privilegiados
  • Licenciamento dual
  • Licença com prazo de validade
  • Integração com produtos de hardware
  • Serviços baseados em software livre
  • Serviços diretos e padronizados
  • Propaganda e Franquias

Principais entidades ligadas ao Software Livre[editar | editar código-fonte]

O fortalecimento do movimento de software livre se deu, em grande parte, graças à colaboração de voluntários organizados em comunidades, associações de corporações e empresas que contribuíram significativamente com o desenvolvimento e financiamento de projetos de código aberto. As entidades atuam em diferentes níveis, desde a divulgação do movimento pela liberdade até o financiamento de desenvolvedores e projetos diretamente ligados à produção de softwares livres.

Free Software Foundation (FSF)[editar | editar código-fonte]

A Fundação do Software Livre (Free Software Foundation - FSF) é uma organização sem fins lucrativos fundada por Richard Stallman em 4 de outubro de 1985 para apoiar o movimento do software livre, baseado em copyleft e que visa promover a liberdade universal para criar, distribuir e modificar software. A FSF é sediada em Massachusetts, EUA. Desde sua fundação até meados da década de 1990, seus recursos eram usados em maior parte para contratar desenvolvedores para trabalhar em software livre para o projeto GNU. Posteriormente, direcionou seus empregados e voluntários para atuar em questões legais e estruturais para o movimento e a comunidade do software livre.

Open Source Initiative (OSI)[editar | editar código-fonte]

A OSI - Iniciativa pelo código aberto - é uma organização dedicada a promover o software de código aberto. Ela foi criada para incentivar uma aproximação de entidades comerciais com o software livre. Sua atuação principal é a de certificar quais licenças se enquadram como licenças de software livre, e promovem a divulgação do software livre e suas vantagens tecnológicas e econômicas.

A organização foi fundada em fevereiro de 1998, por Bruce Perens e por Eric S. Raymond. A formação da OSI começou com a publicação do trabalho de Eric Raymond, A Catedral e o Bazar em 1997.

Principais Fundações ligadas ao Software Livre[editar | editar código-fonte]

Apache Software Foundation[editar | editar código-fonte]

A Apache Software Foundation (ASF) é uma organização sem fins lucrativos criada para suportar os projetos Apache, é uma comunidade descentralizada de desenvolvedores que trabalham na produção de Softwares Livres, distribuídos sob a licença Apache. Suas contribuições ao Software Livre vão além do desenvolvimento, pois um dos seus objetivos é proteger legalmente os participantes dos seus projetos, e prevenir que o nome Apache seja utilizado por outras organizações sem a devida permissão.

Eclipse Foundation[editar | editar código-fonte]

A Fundação Eclipse é uma organização sem fins lucrativos, com membros que apoiam e desenvolvem o Eclipse, um projeto de Software Livre, e que ajudam e cultivam tanto a comunidade de código aberto, como também o conjunto de produtos e serviços complementares da mesma plataforma.

Linux Foundation[editar | editar código-fonte]

A Fundação Linux (Linux Foundation - LF) é um consórcio de tecnologias sem fins lucrativos criado para fomentar o crescimento do sistema operacional Linux. Fundado em 2007 pela junção do Laboratório de Desenvolvimento Open Source (Open Source Develpment Labs - OSDL) e o Grupo de Padrões Livres (Free Standards Group - FSG), a LF patrocina o trabalho do criador do Linux, Linus Torvalds, e é apoiada por empresas líderes de Linux e código aberto e desenvolvedores de todo o mundo. A LF promove, protege e padroniza o Linux "fornecendo um conjunto abrangente de serviços para competir eficazmente com plataformas fechadas".

GNOME Foundation[editar | editar código-fonte]

A Fundação GNOME (GNOME Foundation) é uma organização sem fins lucrativos que coordena o desenvolvimento do projeto GNOME. Trabalha com o objetivo de criar uma plataforma de computação de uso público e geral completamente livre.

Mozilla Foundation[editar | editar código-fonte]

A Mozilla Foundation é uma fundação que mantém todos projetos de software livre da linha Mozilla, como Firefox, Thunderbird e complemetos entre outros.

Electronic Frountier Foundation (EFF)[editar | editar código-fonte]

A Electronic Frontier Foundation (EFF), é uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de proteger os direitos de liberdade de expressão, no contexto da era digital. Tem atuado de várias maneiras, proporcionando ou financiando defesa legal nos tribunais para indivíduos e novas tecnologias do efeito inibitório provocado por ameaças legais que sejam consideradas infundadas e sem razão, entre outras.

Software Freedom Law Center (SFLC)[editar | editar código-fonte]

A Software Freedom Law Center (SFLC) é uma organização de profissionais voluntários que fornece auxílio e representação legal sobre aspectos jurídicos aos desenvolvedores de projetos de software livre sem fins lucrativos.

Creative Commons[editar | editar código-fonte]

Creative Commons é uma organização não governamental sem fins lucrativos voltada a expandir a quantidade de obras criativas disponíveis, através de suas licenças que permitem a cópia e compartilhamento com menos restrições que o tradicional todos direitos reservados. Para esse fim, a organização criou diversas licenças, conhecidas como licenças Creative Commons, que tem sido adotadas por muitos criadores de conteúdo, pois permitem controle sobre a maneira como a propriedade intelectual será compartilhada.

The Document Foundation - TDF[editar | editar código-fonte]

The Document Foundation é uma instituição com base na legislação da Alemanha, que possui ativos e realiza transações financeiras e jurídicas em nome da Comunidade.

A Fundação é responsável pelo desenvolvimento da Suite de Escritório cujo nome é LibreOffice.

O LibreOffice é uma suite de escritório livre compatível com as principais suítes de escritório do mercado. O LibreOffice é destinada tanto à utilização pessoal quanto profissional.

Oferece todas as funções esperadas de uma suite profissional: editor de textos, planilha, editor de apresentações editor de desenhos e banco de dados.

E muito mais: exportação para PDF, editor de fórmulas científicas, extensões, etc...

O LibreOffice está disponível na maioria das plataformas computacionais: MS-Windows (Xp, Vista, Sete e Oito), Linux (32 et 64 bits, pacotes deb et rpm), MacOS-X (processadores Intel e PowerPC). Em breve estará disponível também para Android.

LibreOffice é livre para ser utilizado por qualquer pessoa. Você pode instalar uma cópia do LibreOffice em todos os computadores que desejar, e utilizá-la para qualquer propósito, tanto por empresas, governos e administração pública em geral, quanto por projetos educacionais e de inclusão digital. Para maiores detalhes sobre seus direitos, veja o texto da licença que acompanha o LibreOffice ou em http://www.libreoffice.org/about-us/license/ (em ingês).

Principais empresas ligadas ao Software Livre[editar | editar código-fonte]

Cygnus Solutions[editar | editar código-fonte]

Cygnus Solutions, originalmente Cygnus Support, foi fundada em 1989 por John Gilmore, Michael Tiemann e David Henkel-Wallace para prover suporte comercial ao software livre. Depois de dez anos de existência, a Cygnus se funde com a Red Hat.

Canonical (Ubuntu)[editar | editar código-fonte]

Canonical Ltd. é uma companhia privada fundada para atuar no suporte e serviços para o Ubuntu Linux e projetos relacionados.

Red Hat[editar | editar código-fonte]

Red Hat, Inc. é um dos principais fornecedores de distribuição Linux. A Red Hat fornece plataformas de sistema operacional, juntamente com middleware, aplicações e produtos de gerenciamento, bem como suporte, treinamento e serviços de consultoria. Red Hat cria, mantém e contribui para muitos projetos de software livre e também adquiriu vários pacotes de software proprietário e lançou o seu código fonte sob a licença GNU GPL.

IBM[editar | editar código-fonte]

A IBM é uma das principais empresas de tecnologia, tem investido em pesquisa e desenvolvimento, as tecnologias que desenvolve tem influenciado projetos que vão de supercomputadores a consoles de video game e nanotecnologia. A IBM além do projeto Eclipse, mantém um portal para fomentar o desenvolvimento de software livre.

Google[editar | editar código-fonte]

Google Inc. (Google) tem investido muito em projetos de software livre, um bom exemplo disso é o Google Summer of Code que incentiva estudantes do mundo todo a participarem do desenvolvimento de softwares livres.

Oracle Corporation[editar | editar código-fonte]

Oracle Corporation em Janeiro de 2010, anunciou a aquisição da Sun Microsystems, que foi importante para alguns membros da comunidade Open Source e também para algumas outras companhias, que temiam que a Oracle fosse acabar com o apoio tradicional que a Sun dava a projetos Open Source. O apoio aos projetos tem sido mantido. Em junho de 2011, a Oracle doou o OpenOffice para a Fundação Apache.

Hewlett-Packard (HP)[editar | editar código-fonte]

A Hewlett-Packard, uma das gigantes do setor de informática, aderiu ao Software Livre usando-o em suas linhas de produtos, como também, contribuindo para o desenvolvimento de produtos com essa a essa filosofia. Um exemplo é sua plataforma WebOS.

Participação do Software Livre na Indústria[editar | editar código-fonte]

O Software livre se tornou um fenômeno comercial a partir do final dos anos 90 e desde então sua participação na Indústria de TI tem crescido em ritmo constante.

Existem várias abordagens para a exploração comercial de software livre. Dessas, algumas tem se mostrado mais viáveis, algumas se mostram mais adequadas para empresas de grande porte, enquanto outras se mostram mais adequadas para empresas de pequeno porte. Por se tratar de um fenômeno relativamente novo, há ainda espaço para experimentar outros modelos de negócio.

No ano de 2005, uma pesquisa entitulada "Impacto do Software Livre e de Código Aberto (SL/CA) na Indústria de Software do Brasil" foi realizada pelo Observatório Econômico da Sociedade Softex em parceria com o Departamento de Política Científica e Tecnológica da Unicamp com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT. O objetivo deste estudo foi realizar um levantamento das formas de organização técnica e econômica de Software Livre e de Código Aberto (SL/CA) no Brasil.

Os resultados dessa pesquisa apresentam dados a respeito do perfil dos usuários, dos desenvolvedores, das empresas usuárias e das empresas desenvolvedoras de software livre. Além disso, a pesquisa apresenta as dimensões econômicas do SL/CA: motivações, setores e modelos de negócios adotados pelas empresas.

Na apresentação do documento, afirma-se que "o SL/CA ameaça fortemente o modelo de pacotes (plataformas e sistemas operacionais), componentes de software (enquanto a ênfase de sua utilização for como produto) e produtos customizáveis, exatamente porque esses modelos têm na apropriabilidade (manter códigos fechados) um fator essencial de concorrência". Ainda, considera que os modelos de serviços e de sotware embarcado - que possuem objetivo mais específico e considerados menos importantes no que diz respeito a sua apropriação por meio de códigos fechados - representam as maiores oportunidades de investimento.

Finalmente, a pesquisa aponta que o SL/CA está se profissionalizando no país e começa a sair da periferia da indústria em direção ao seu centro, e tem despertado a atenção de muitos, desde usuários e desenvolvedores que se posicionam contra a apropriação restritiva do conhecimento, passando por corporações que enxergam no SL/CA uma oportunidade de se desfazer de uma taxa de monopólio restritiva para seus negócios.

Indivíduos[editar | editar código-fonte]

Software Freedom Day (Dia da Liberdade de Software)[editar | editar código-fonte]

No dia 20 de setembro comemora-se o Dia da Liberdade do Software (Software Freedom Day) com eventos envolvendo as comunidades de usuários e desenvolvedores de software livre em todo o mundo[16] .

Software livre nos governos[editar | editar código-fonte]

Governos tem adotado leis e medidas favoráveis ao Software Livre, porém, a questão da sua adoção ainda é polêmica. Por um lado, as organizações defensoras do Software Livre defendem a redução de custos e o código aberto, que impacta na segurança da informação. Por outro lado, as grandes empresas de Software Proprietário defendem que o suporte e a qualidade das suas ferramentas são superiores às encontradas em Software Livre.

O link principal desta seção apresenta informações sobre o estado do Software Livre, assim como sua perspectiva de uso e de investimentos até o ano de 2020, sendo o Governo o grande impulsionador desse setor. Para tanto, são considerados relatórios de empresas de consultoria contratadas por governos e documentos governamentais. Os casos mais notáveis de software livre nos governos são do Brasil e da França.

Eventos de software livre[editar | editar código-fonte]

Eventos de software livre são conferências, congressos, encontros, simpósios, workshops, etc. que tem como objetivo discutir ou apresentar assuntos relacionados à área de Software Livre. Para uma lista de eventos e mais informações sobre eles, entre na página específica de Eventos de software livre.

Pesquisa científica e tecnológica em software livre[editar | editar código-fonte]

Pesquisas em Software Livre tem sido desenvolvidas em instituições públicas e privadas, universidades e centros de pesquisa tem utilizado e desenvolvido Projetos em Software Livre.

Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação (GPOPAI)[editar | editar código-fonte]

O Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação[17] tem sede na Universidade de São Paulo e se dedica à investigação dos efeitos das novas tecnologias para a produção, distribuição e consumo de bens culturais e educacionais, bem como à investigação de temas relacionados à propriedade intelectual, com ênfase nos seus impactos sobre o acesso à informação, à cultura e ao conhecimento.

Centro de Competência em Software Livre (CCSL-IME)[editar | editar código-fonte]

O Centro de Competência em Software Livre do IME/USP (CCSL-IME)[18] é sediado no Departamento de Ciência da Computação do IME/USP, é um centro que tem sido apoiado pela FINEP e pela reitoria da USP. É membro oficial da rede internacional QualiPSo de centros de competência, desde janeiro de 2009, que visa divulgar os resultados do Projeto QualiPSo de qualidade de Software Livre.

Tem como objetivo incentivar o desenvolvimento e o uso do software livre/aberto dentro e fora da universidade. Para isso, ele atua como um pólo centralizador de projetos de pesquisa científica e tecnológica, projetos de desenvolvimento de software livre, eventos para a comunidade, cursos de capacitação e assessoria técnico-científica em tópicos relacionados a software livre e informação aberta.

O CCSL funciona também como um centro de pesquisa produzindo software livre inovador em uma grande variedade de áreas da computação e interdisciplinares, incluindo Saúde, Arquitetura, Processamento de Imagens Médicas, Otimização, Música, Acústica, Serviços Web, Linguística Computacional, Redes Par a Par, Bioinformática, Computação de Alto Desempenho, Inteligência Artificial, Multimídia, Bibliometria, Voz sobre IP e Desenvolvimento de Sistemas Web.

Além disso, o CCSL desenvolve projetos de pesquisa sobre software livre em si, abordando diferentes aspectos do Ecossistema do Software Livre incluindo aspectos legais, qualidade, usabilidade, processos de desenvolvimento, modelos de negócio, comunidades, licensiamento, etc.

Seus projetos de pesquisa são apoiados pelo CNPq, CAPES e FAPESP.

Centro de Competência em Software Livre (CCSL-ICMC)[editar | editar código-fonte]

O Centro de Competência em Software Livre do ICMC/USP-São Carlos (CCSL-ICMC)[19] é sediado no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP - São Carlos).

Centro de Computação Científica e Software Livre (C3SL)[editar | editar código-fonte]

O Centro de Computação Científica e Software Livre (C3SL)[20] é um grupo de pesquisa do Departamento de Informática da Universidade Federal do Paraná, registrado no Diretório de grupos de pesquisa do Diretório de grupos de pesquisa do CNPq.

Os projetos de pesquisa do grupo têm caráter multidisciplinar e envolvem estudos em diversas áreas da ciência da computação, tais como Banco de Dados, Engenharia de Software, Redes de Computadores e Inteligência Artificial. Todo pacote de software que é resultado destes estudos é publicado em forma de software livre. Diversos projetos são voltados para projetos que beneficiam a sociedade brasileira em geral, em particular, pesquisas que resultam em inclusão digital. Neste sentido, o grupo também atua na migração de sistemas proprietários para plataformas de software livre e também na otimização de pessoal e de custos de soluções de hardware e software.

Software Engineering Laboratory (LES-UFBA)[editar | editar código-fonte]

O Laboratório de Engenharia de Software da Universidade Federal da Bahia (LES-UFBA)[21] . O LES tem como objetivo o estudo de engenharia de software, bem como de áreas que impactam a forma como se desenvolve, se mantém e se gerencia software.

Libresoft[editar | editar código-fonte]

O Libresoft[22] é um grupo de pesquisa no Departamento de Sistemas Telemáticos e Computação (GSyC) da Universidade Rey Juan Carlos, Espanha. LibreSoft foi fundada em 2001, e tornou-se um grupo de pesquisa de referência em software libre e comunidades virtuais abertas. Apoiam e utilizam Software Livre, dedicam-se à pesquisa, educação, inovação e transferência de conhecimento para a indústria, academia e sociedade em geral.

A equipe LibreSoft reuniu uma vasta experiência em projetos de pesquisa nacionais e internacionais, possuindo um portfólio que incorpora diferentes campos, refletindo a influência exercida pelo Software Livre e sua filosofia aberta e colaborativa.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Associações[editar | editar código-fonte]

Conceitos[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Free Software Movement (gnu.org)
  2. a b Philosophy of the GNU Project (gnu.org)
  3. a b What is free software (fsf.org)
  4. Free Software Free Society: Selected Essays of Richard M. Stallman, 2nd Edition
  5. Selling Free Software (gnu.org)
  6. a b GHOSH, Rishab Aiyer; et al. Economic impact of open source software on innovation and the competitiveness of the information and communication technologies (ICT) sector in the EU. Maastricht: UNU-MERIT, 2006. 287 p. Disponível em http://www.flossimpact.eu [Acesso em 05 jan 2012]
  7. SABINO, Vanessa; KON, Fabio. Licenças de Software Livre, História e Características. Relatório Técnico. Março de 2009. Disponível em http://ccsl.ime.usp.br/files/relatorio-licencas.pdf [Acesso em 05 jan 2012]
  8. a b KON, Fabio; LAGO, Nelson; MEIRELLES, Paulo; SABINO, Vanessa. Software Livre e Propriedade Intelectual: Aspectos Jurídicos, Licenças e Modelos de Negócios. Disponível em http://ccsl.ime.usp.br/files/slpi.pdf [Acesso em 05 jan 2012]
  9. Estatística de uso de navegadores
  10. Ranking de Sistemas Operacionais mais usados em Smartphones (2012).
  11. Contagem de distribuições Linux
  12. Estatísticas de uso de servidores Web
  13. Get the Android SDK (developer.android.com)
  14. Simone Aliprandi, Creative Commons: a user guide
  15. Lawrence Lessig, Cultura Livre
  16. Happy Software Freedom Day to everyone!
  17. Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação (GPOPAI). Site: http://www.gpopai.usp.br/wiki/index.php/P%C3%A1gina_principal.
  18. Centro de Competência em Software Livre do IME/USP (CCSL-IME) . Site: http://ccsl.ime.usp.br/
  19. Centro de Competência em Software Livre do ICMC/USP-São Carlos (CCSL-ICMC) . Site: http://ccsl.icmc.usp.br/
  20. Centro de Computação Científica e Software Livre (C3SL). Site: http://www.c3sl.ufpr.br/.
  21. Software Engineering Laboratory (LES-UFBA). Site: http://wiki.dcc.ufba.br/LES.
  22. Libresoft. Site: http://libresoft.es.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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