Eleição municipal de Porto Alegre em 2016

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2012 Brasil 2020
Eleição municipal de Porto Alegre em 2016
2 de outubro de 2016 (primeiro turno)
30 de outubro de 2016 (segundo turno)
Deputado Nelson Marchezan Júnior.jpg Sebastião Melo.png
Candidato Nelson Marchezan Júnior Sebastião Melo
Partido PSDB PMDB
Natural de Porto Alegre, RS Piracanjuba, GO
Vice Gustavo Paim
PP
Juliana Brizola
PDT
Votos 402.165 262.601
Porcentagem 60,50% 39,50%


Brasão de Porto Alegre (RS).svg
Prefeito de Porto Alegre

A eleição municipal da cidade de Porto Alegre em 2016 ocorreu em 2 de outubro para eleger um prefeito, um vice-prefeito e 36 vereadores, com a possibilidade de um segundo turno em 30 de outubro. O prefeito José Fortunati, do Partido Democrático Trabalhista, é constitucionalmente impedido de concorrer a uma segunda reeleição, visto que exerceu seu primeiro mandato a partir de abril de 2010. Os mandatos dos candidatos eleitos nesta eleição durará ente 1º de janeiro de 2017 a 1º de janeiro de 2021.

A propaganda eleitoral gratuita em Porto Alegre foi exibida entre 26 de agosto e 29 de setembro.[1] Como não houve candidato atingindo o percentual necessário na eleição de 2 de outubro houve segundo turno e a propaganda eleitoral gratuita voltou a ser exibida entre 15 de outubro e 28 de outubro.[2]

Em 30 de outubro ocorreu nova votação, onde Nelson Marchezan Júnior foi eleito com 213.646 votos (60,5% dos votos válidos) vencendo Sebastião Melo, que obteve 185.655 votos (39,5%).

Contexto[editar | editar código-fonte]

Porto Alegre é a capital e a cidade mais populosa do Estado do Rio Grande do Sul, localizado no Brasil.[3] Com uma população estimada em 1,4 milhão de habitantes pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 2015, a cidade possuía 1.098.500 eleitores em 2016, o que lhe garantiu 37 vereadores na Câmara Municipal.[4][5][6]

O prefeito José Fortunati, do Partido Democrático Trabalhista, não pôde concorrer a releição devido a Emenda Constitucional de Número 16, de 1997, que permite apenas uma reeleição consecutiva a detentores de cargos do Poder Executivo.[7] Fortunati, que assumiu o governo após a renúncia de José Fogaça em 2010, foi reeleito em 2012 com 65,22% dos votos.[8] De acordo com um levantamento do instituto Paraná Pesquisas em dezembro de 2015, o prefeito possuía uma aprovação positiva de 53,9% dos eleitores, enquanto que 42,6% desaprovavam sua gestão.[9]

Em 2016, a cidade elegerá o seu 47º prefeito. Desde 2005, o grupo político ligado a Fogaça e Fortunati se mantém no poder.[10] Anteriormente, o Partido dos Trabalhadores governou a cidade de maneira contínua entre 1989 e 2005.[11] Mais recentemente, nas eleições gerais de 2014, o senador Aécio Neves (PSDB) recebeu 53,93% dos votos na eleição presidencial entre os eleitores porto-alegrenses, enquanto que José Ivo Sartori (PMDB) obteve 58,16% na disputa pelo governo estadual.[12][13]

As convenções partidárias para a escolha dos candidatos ocorreram entre 20 de julho e 5 de agosto.[1]

Regras[editar | editar código-fonte]

No decorrer do ano de 2015, o Congresso Nacional aprovou uma reforma política, que fez consideráveis alterações na legislação eleitoral. O período oficial das campanhas eleitorais foi reduzido para 45 dias, com início em 16 de agosto, o que configurou em uma diminuição pela metade do tempo vigente até 2012. O horário político também foi reduzido, passando de 45 para 35 dias, com início em 26 de agosto. As empresas passaram a ser proibidas de financiarem campanhas, o que só poderá ser feito por pessoas físicas.[14][15][16]

A Constituição estabeleceu uma série de requisitos para os candidatos a cargos públicos eletivos. Entre eles está a idade mínima de 21 anos para candidatos ao Executivo e 18 anos ao Legislativo, nacionalidade brasileira, pleno exercício dos direitos políticos, pelo menos um ano de domicílio eleitoral na cidade onde pretende candidatar-se, alfabetização e filiação partidária até o dia 2 de abril de 2016.[17][18]

Pré-candidaturas[editar | editar código-fonte]

A deputada estadual Manuela d'Ávila (na foto) liderou as primeiras pesquisas eleitorais, mas não quis candidatar-se pela terceira vez consecutiva ao executivo porto-alegrense.

A deputada estadual Manuela d'Ávila, do Partido Comunista do Brasil, liderou as pesquisas eleitorais no período da pré-campanha.[19] Ela havia chegado a terceira colocação na eleição municipal para prefeita em 2008 e a segunda em 2012.[20][21] Nas eleições de 2014, Manuela foi eleita deputada estadual com a maior votação no Estado e na cidade.[22] No entanto, em fevereiro de 2016, alegando que desejava cuidar de sua filha bebê, ela anunciou que não seria novamente candidata ao executivo.[23][24]

Até outubro de 2015, o PT possuía três potenciais candidatos: Raul Pont, prefeito entre 1997 e 2001, e os deputados federais Henrique Fontana e Maria do Rosário.[25] Para a eleição municipal de 2016, os petistas buscaram o apoio dos partidos alinhados com a esquerda e contrários ao impeachment de Dilma Rousseff.[26][27] Em 19 de maio, o diretório municipal petista escolheu Pont para concorrer à prefeitura; em 2013, alegando desilusão com o sistema eleitoral, Pont anunciou que não pretendia candidatar-se novamente a nenhum cargo, desistindo de concorrer a reeleição como deputado estadual em 2014.[28][29] O PT acabou oficializando uma coligação com o PCdoB, seu aliado histórico, o que não ocorria desde 2004. Os comunistas escolheram como candidata a vice de Pont a professora Silvana Conti.[30][31]

Em fevereiro de 2016, a ex-deputada federal Luciana Genro anunciou que seria candidata pelo Partido Socialismo e Liberdade ao governo de Porto Alegre.[32] Posteriormente, o PSOL anunciou que tentaria formar uma frente de esquerda para apoiar Luciana, que poderia contar com a participação do Partido Pátria Livre, Partido Comunista Brasileiro e Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado.[33] O Polo Comunista Luiz Carlos Prestes (PCLCP), embora não tenha registro eleitoral, divulgou apoiar essa candidatura.[34]

O vice-prefeito Sebastião Melo, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro, era considerado um candidato à sucessão de Fortunati desde dezembro de 2012.[25][35] No início de 2016, ele já era o nome definido pelo PMDB para a eleição de outubro.[36] No final de julho, a coligação de apoio a Melo chegou a mais de dez partidos, superando numericamente a que apoiou Fortunati em 2012.[37]

A candidatura do deputado federal Onyx Lorenzoni para prefeito era uma prioridade para o Democratas Nacional.[38] Lorenzoni admitiu em julho de 2015 que poderia ser candidato.[39] Em maio de 2016, ele recebeu o apoio do Solidariedade.[40] Entretanto, Lorenzoni desistiu de sua candidatura no início de julho.[41] O DEM decidiu, então, apoiar Melo.[42] De acordo com a Rádio Guaíba, o principal objetivo de Lorenzoni é concorrer ao governo do Estado em 2018.[43]

O Partido Trabalhista Brasileiro oficializou o deputado estadual Maurício Dziedricki como seu candidato. Os petebistas não apresentavam candidatura própria há duas décadas. A última candidatura do PTB ao Paço de Porto Alegre havia sido em 1996 com Valdir Fraga, que também foi candidato em 1992. O partido contribuiu com a vitória de Fogaça em 2004, quando encerrou o ciclo petista no governo, e permaneceu unido ao grupo de apoio a Fogaça e Fortunati até 2012. Dziedricki também recebeu o apoio do Partido da República, Solidariedade, Partido Social Cristão, dentre outros.[44]

O deputado federal Onyx Lorenzoni desistiu de sua candidatura em julho de 2016.

Entre os tucanos, o deputado federal Nelson Marchezan Júnior e a ex-governadora Yeda Crusius foram cogitados como candidatos.[25] No início de setembro de 2015, Yeda foi anunciada como candidata por seu grupo político, o PSDB Para Todos. Além de pedirem que Yeda fosse candidata, o grupo também criticou decisões internas tomadas por Marchezan, presidente estadual do partido, e solicitou a realização de uma convenção para a definição do candidato tucano. Marchezan tornou-se presidente do partido após uma intervenção do diretório nacional.[45][31] Em novembro de 2015, Marchezan declarou que recebeu a orientação de Aécio para concorrer à prefeitura.[46] Marchezan teve sua candidatura a prefeito oficializada pelo PSDB em 4 de agosto de 2016.[47]

O Partido Democrático Trabalhista estava indeciso entre lançar uma candidatura própria e apoiar Melo. O secretário estadual de Educação, Vieira da Cunha, almejava representar o partido na eleição majoritária.[25] Vieira desistiu de sua candidatura em 29 de julho de 2016 por não ter conseguido partidos aliados, o que em sua opinião tornaria sua candidatura inviável.[48][49] Com isso, o PDT coligou-se com Melo, bem como teve o direito de escolher seu vice. Primeiramente, em 3 de agosto, os pedetistas escolheram o vereador Mauro Zacher como companheiro de chapa de Melo. Entretanto, dois dias depois, a executiva nacional do PDT interveio na disputa municipal e trocou Zacher pela deputada estadual Juliana Brizola. Melo, então, aceitou Brizola, dizendo que a escolha de seu vice era uma questão a ser decidida pelo PDT.[50][51] A escolha de Juliana foi feita pelo presidente Nacional do PDT, Carlos Lupi, que o fez em virtude do PMDB expressar preocupações quanto a Zacher por ele ser réu na Justiça.[52]

No Partido Progressista, o vereador Kevin Krieger, o deputado estadual Marcel van Hattem e o ex-deputado estadual Cassiá Carpes foram apontados como possíveis candidatos.[25][53] Os progressistas desistiram de apresentar candidatura própria e passaram a considerar uma coligação com Melo, Dziedricki e Marchezan Júnior.[54][55] Além destes três candidatos, o PP também debateu uma potencial coligação com Onyx Lorenzoni e Vieira da Cunha.[55] Em 1º de agosto, a votação criada pelo diretório municipal para definir o rumo da sigla terminou empatada, com 53 votos em favor de Melo e 53 para Marchezan.[56] Dois dias depois, para evitar uma crise interna, a agremiação decidiu por aclamação apoiar Marchezan, e indicou Gustavo Paim como companheiro de chapa do tucano.[57][58]

Sem alianças, o Partido Social Liberal escolheu o advogado Fábio Ostermann para postular o executivo. Ostermann é uma das lideranças do Movimento Brasil Livre e participou ativamente dos protestos pelo impeachment de Dilma.[59] Outros partidos menores também apresentaram candidatura: João Carlos Rodrigues, pelo Partido da Mobilização Nacional, e Marcello Chiodo, pelo Partido Verde.[60] O PV, contudo, no dia 5 de agosto anunciou que não teria mais candidato próprio, passando a apoiar Marchezan.[61][62]

PSTU estava dividido entre duas alternativas: ou apoiar Luciana Genro ou lançar candidato próprio. Em 5 de agosto optou por lançar Júlio Flores como candidato, com Vera Rosane como vice.[63][64][65]

Candidatos[editar | editar código-fonte]

Primeiro turno[editar | editar código-fonte]

Concorreram 8 candidatos,[66] tendo a propaganda eleitoral iniciado no dia 26 de agosto:[67][68]

Candidato a prefeito Candidato a vice Número
eleitoral
Coligação Tempo de horário eleitoral
Fábio Maia Ostermann
(PSL)
Alexis Oleksiuk Efremides
(PSL)
17
7s
João Carlos Mendonça Rodrigues
(PMN)
Rafael Gusmão

(PMN)

33
10s
Júlio Cezar Leirias Flores
(PSTU)
Vera Rosane de Oliveira

(PSTU)

16
6s
Luciana Krebs Genro
(PSOL)
Pedro Luiz Fagundes Ruas
(PSOL)
50
É a Vez da Mudança
12s
Marcelo Francisco Chiodo
(PV)
Eduardo Bochi
(PV)
43
15s
Maurício Alexandre Dziedricki
(PTB)
Arlindo Bonete Pereira
(PR)
14
Novas Ideias
1min51s
Nelson Marchezan Júnior
(PSDB)
Gustavo Bohrer Paim
(PP)
45
Porto Alegre pra frente
1min54s
Raul Jorge Anglada Pont
(PT)
Silvana Brazeiro Conti
(PCdoB)
13
Porto Alegre Democrática
1min30s
Sebastião de Araújo Melo
(PMDB)
Juliana Brizola
(PDT)
15
Abraçando Porto Alegre
3min50s

Segundo turno[editar | editar código-fonte]

Em 2 de outubro foi realizada a votação em primeiro turno. Como Porto Alegre tem mais de 200 mil eleitores, segundo a lei eleitoral em vigor é adotado o sistema de dois turnos, que é iniciado caso o candidato mais votado receber menos de 50% +1 dos votos.

Candidato a prefeito Candidato a vice Número
eleitoral
Coligação Votos no 1º turno Percentual Tempo de horário eleitoral
Nelson Marchezan Júnior
(PSDB)
Gustavo Bohrer Paim
(PP)
45
Porto Alegre pra frente
213.646
29,84%
Sebastião de Araújo Melo
(PMDB)
Juliana Brizola
(PDT)
15
Abraçando Porto Alegre
185.655
25,93%

Pesquisas[editar | editar código-fonte]

Pré-candidatos[editar | editar código-fonte]

Data 04/05/2015 22/10/2015 22/10/2015 22/10/2015 15/07/2016
Instituto Paraná
Pesquisas
Methodus Methodus Methodus Methodus
Fonte [69] 1[70] 2[70] 3[70] [71]
Luciana Genro (PSOL) 11,4% 14,5% 19,0% 19,8% 20,8%
Raul Pont (PT) 9,0% 14,5%
Sebastião Melo (PMDB) 3,9% 8,1% 8,5% 8,2% 13,7%
Vieira da Cunha (PDT) 8,9% 10,2% 12,7% 12,9% 11,0%
Marchezan Júnior (PSDB) 2,3% 6,5% 6,8% 7,3% 6,5%
Beto Albuquerque (PSB) 7,8% 9,3% 9,5%
Maria do Rosário (PT) 8,8% 10,1%
Manuela d'Ávila (PCdoB) 19,4% 23,9%
Onyx Lorenzoni (DEM) 8,4%
Outros 16,5% 3,3%
Brancos ou Nulos 13,2% 17,1% 19,1% 18,5% 15,3%
Indecisos 9,5% 11,9% 14,5% 14,8% 14,8%
Margem de erro 4,0%

1º Turno[editar | editar código-fonte]

Data 22/08/2016 07/09/2016 09/09/2016 19/09/2016 23/09/2016 26/09/2016 30/09/2016
Instituto IBOPE Methodus IBOPE Methodus IBOPE Bureau IBOPE
Fonte [72] [73] [74] [75] [76] [77] [78]
Sebastião Melo (PMDB) 10% 17,2% 22% 21,0% 29% 23,3% 26%
Marchezan Júnior (PSDB) 12% 13,4% 17% 13,7% 17% 14,6% 18%
Raul Pont (PT) 18% 17,4% 19% 11,8% 17% 12,4% 16%
Luciana Genro (PSOL) 23% 19,0% 17% 11,5% 12% 9,6% 12%
Maurício Dziedricki (PTB) 3% 4,2% 4% 5,0% 7% 6,8% 9%
Fábio Ostermann (PSL) 1% 0,7% 2% 0,6% 1% 1,0% 0%
Júlio Flores (PSTU) 3% 0,5% 1% 0,5% 1% 0,6% 1%
Marcelo Chiodo (PV) 2% 0,3% 1% 0,1% 1% 0,6% 1%
João Rodrigues (PMN) 3% 0,5% 1% 0,1% 0% 0,2% 1%
Brancos ou Nulos 15% 12,9% 10% 16,7% 11% 13,9% 11%
Indecisos 10% 14,0% 6% 19% 4% 17,0% 5%
Margem de erro 4% 4,9% 4% 3,1% 3% 3,5% 3%

Debates entre os candidatos[editar | editar código-fonte]

O primeiro debate foi realizado pela Rádio Gaúcha no dia 16 de agosto e contou com a presença de Fábio Ostermann (PSL), João Carlos Rodrigues (PMN), Julio Flores (PSTU), Luciana Genro (PSOL), Marchezan Jr. (PSDB), Maurício Dziedrick (PTB), Raul Pont (PT) e Sebastião Mello (PMDB).[79][80] Marcelo Chiodo, do PV, obteve uma liminar e registrou a sua candidatura. Como as regras do debate já estavam acertadas, o candidato participou de uma entrevista no Gaúcha Atualidade, na quarta-feira, um dia após o debate.[81]

No dia 28 de agosto ocorreu o primeiro debate feito com candidatos em um espaço público. Participaram os três principais candidatos à prefeitura, Luciana Genro (PSOL), Raul Pont (PT) e Sebastião Melo (PMDB), de uma roda de conversa na feira cultural de rua Me Gusta, realizada na Praça Garibaldi pela revista cultural J'Adore, onde falaram de suas propostas para assuntos como utilização de espaços públicos, segurança, mobilidade e meio ambiente.[82][83][84]

Debates[editar | editar código-fonte]

Foram realizados seis debates televisivos e outros que não foram transmitidos pela TV. Os principais debates foram o da Rádio Guaíba e Correio do Povo (27 de julho), TV Bandeirantes Porto Alegre (3 de agosto), TV Record RS (1º de outubro) e RBS TV (4 de outubro).

1º Turno[editar | editar código-fonte]

Data Organizadores Mediador Marchezan Júnior
(PSDB)
Júlio Flores
(PSTU)
Fábio Ostermann
(PSL)
Maurício Dziedricki
(PTB)
Sebastião Melo
(PMDB)
João Rodrigues
(PMN)
Marcelo Chiodo
(PV)
Luciana Genro
(PSOL)
Raul Pont
(PT)
11 de agosto de 2016[85] Rádio Gaúcha Daniel Scola e Rosane de Oliveira Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente
13 de setembro de 2016[86] Rádio Guaíba e Correio do Povo Juremir Machado da Silva e Taline Oppitz Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente
8 de setembro de 2016[87] Rede Bandeirantes Oziris Marins Presente Não convidadoa Não convidado Presente Presente Não convidado Não convidado Presente Presente
25 de setembro de 2016 [88] TV Record RS André Haar Presente Não convidadoa Não convidado Presente Presente Não convidado Não convidado Presente Presente
29 de setembro de 2016[89] RBS Elói Zorzeto Presente Não convidadoa Não convidado Presente Presente Não convidado Não convidado Presente Presente

a - Por pertencer a um partido sem representação na Câmara Federal, Júlio Flores (PSTU) não foi convidado.[90]

2º Turno[editar | editar código-fonte]

Data Organizadores Mediador Marchezan Júnior
(PSDB)
Sebastião Melo
(PMDB)
5 de outubro de 2016[91] Rádio Gaúcha Daniel Scola e Rosane de Oliveira Presente Presente
8 de outubro de 2016[87] Rede Bandeirantes Oziris Marins Presente Presente
20 de outubro de 2016[92] Rádio Guaíba e Correio do Povo Juremir Machado da Silva e Taline Oppitz Presente Presente
21 de outubro de 2016[93] SBT, UOL, Folha Marcelo Coelho Presente Presente
23 de outubro de 2016 [94] TV Record RS André Haar Presente Presente
29 de outubro de 2016[95] RBS Elói Zorzeto Presente Presente

Resultados[editar | editar código-fonte]

Prefeito[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Vice 1º turno
2 de outubro de 2016
2º turno
30 de outubro de 2016
Total Percentagem Total Percentagem
Nelson Marchezan (PSDB) Gustavo Paim (PP) 213.646 29,84% 402.165 60,50%
Sebastião Melo (PMDB) Juliana Brizola (PDT) 185.655 25,93% 262.601 39,50%
Raul Pont (PT) Silvana Conti (PCdoB) 117.225 16,37% Não participaram
Maurício Dziedricki (PTB) Arlindo Bonete (PR) 97.939 13,68%
Luciana Genro (PSOL) Pedro Ruas (PSOL) 86.352 12,06%
Fábio Ostermann (PSL) Alexis Efremides (PSL) 7.054 0,99%
Marcelo Chiodo (PV) Eduardo Bochi (PV) 4.327 0,60%
Júlio Flores (PSTU) Vera Rosane (PSTU) 2.554 0,36%
João Rodrigues (PMN) Rafael Gusmão (PMN) 1.230 0,17%
Total de votos válidos 715.982 84,11% 664.766 80,97%
→ Votos em branco 59.698 7,01% 46.537 5,67%
→ Votos nulos 75.597 8,88% 109.693 13,36%
Total 851.277 77,49% 820.996 74,74%
Abstenções 247.223 22,51% 277.521 25,26%
Total de inscritos 1.098.500 100% 1.098.500 100%
  Segundo Turno
  Eleito(a)

Câmara de Vereadores[editar | editar código-fonte]

Partidos Eleitos[editar | editar código-fonte]

Partido Votos populares Vagas
Votos % ± Eleitos ±
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) 86.490 12,55% +2,19% 5 +1
Partido dos Trabalhadores (PT) 72.019 10,45% −1,32% 4 −1
Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) 69.424 10,07% −1,42% 4 0
Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) 59.478 8,63% +2,42% 3 +1
Partido Progressista (PP) 56.988 8,27% +1,57% 4 +1
Partido Democrático Trabalhista (PDT) 49.423 7,17% −11,61% 3 −4
Partido Socialista Brasileiro (PSB) 45.436 6,59% −0,58% 2 0
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) 31.930 4,63% +0,88% 1 0
Partido Novo (NOVO) 29.942 4,35% +4,35% 1 +1
Democratas (DEM) 28.693 4,16% +1,65% 2 +1
Solidariedade (SD) 20.478 2,97% +2,97% 1 +1
Partido Republicano Brasileiro (PRB) 19.170 2,78% −0,06% 2 0
Partido Social Democrático (PSD) 16.896 2,45% +0,47% 1 −1
Rede Sustentabilidade (REDE) 15.601 2,26% +2,26% 1 +1
Partido da República (PR) 14.371 2,09% +1,28% 1 +1
Partido Republicano da Ordem Social (PROS) 3.867 0,56% +0,56% 1 +1

Candidatos Eleitos[editar | editar código-fonte]

Partido Candidato Votos populares
Número Nome Votos %
PSOL 50500 Fernanda Melchionna 14.630 2,12%
PDT 12180 Mauro Zacher 13.551 1,97%
DEM 25555 Dr. Thiago 12.669 1,84%
PR 22222 Rodrigo Maroni 11.770 1,71%
NOVO 30500 Felipe Camozzato 10.488 1,52%
PTB 14777 Elizandro Sabino 9.845 1,43%
PT 13113 Sofia Cavedon 9.670 1,40%
PMDB 15200 Valter Nagelstein 9.300 1,35%
PSOL 50000 Roberto Robaina 8.354 1,21%
PRB 10700 José Freitas 7.728 1,12%
PRB 10300 Alvoni Medina 7.712 1,12%
PT 13123 Marcelo Sgarbossa 7.585 1,10%
PP 11123 Mônica Leal 7.254 1,05%
PSD 55007 Tarciso Flecha Negra 7.106 1,03%
PMDB 15300 André Carús 6.882 1,00%
PDT 12345 Márcio Bins Ely 6.858 1,00%
PMDB 15190 Comandante Nádia 6.809 0,99%
PMDB 15000 Mendes Ribeiro 6.691 0,97%
PMDB 15500 Idenir Cecchim 6.342 0,92%
PP 11022 Ricardo Gomes 5.822 0,84%
PP 11633 João Carlos Nedel 5.346 0,78%
SD 77011 Cláudio Janta 5.288 0,77%
PSB 40540 Airto Ferronato 5.125 0,74%
PTB 14014 Dr. Goulart 4.995 0,72%
PDT 12123 João Bosco Vaz 4.993 0,72%
REDE 18007 Mauro Pinheiro 4.984 0,72%
PP 11077 Cassiá Carpes 4.963 0,72%
PTB 14122 Paulo Brum 4.850 0,70%
PSDB 45678 Ramiro Rosário 4.676 0,68%
PTB 14112 Luciano Marcantônio 4.397 0,64%
DEM 25625 Pujol 3.772 0,55%
PSOL 50005 Prof Alex Fraga 3.710 0,54%
PSB 40000 Paulinho Motorista 3.691 0,54%
PT 13580 Oliboni 3.569 0,52%
PT 13601 Adeli 3.387 0,49%
PROS 90123 Professor Wambert di Lorenzo 2.906 0,42%

Partidos Não-eleitos com Candidatos[editar | editar código-fonte]

Partido Votos populares Vagas Perdidas
Votos % ±
Partido Popular Socialista (PPS) 18.508 2,69% −1,29% 1
Partido Comunista do Brasil (PC do B) 15.873 2,30% −6,47% 2
Partido Verde (PV) 7.540 1,09% −0,24% 0
Partido Social Cristão (PSC) 7.142 1,04% +0,84% 0
Partido Ecológico Nacional (PEN) 7.135 1,04% +1,04% 0
Partido da Mobilização Nacional (PMN) 2.224 0,32% +0,12% 0
Partido Social Liberal (PSL) 1.904 0,28% −0,04% 0
Partido Humanista da Solidariedade (PHS) 1.789 0,26% +0,12% 0
Partido Pátria Livre (PPL) 1.467 0,21% −0,16% 0
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) 1.321 0,19% −0,79% 0
Partido Trabalhista do Brasil (PT do B) 1.210 0,18% +0,18% 0
Partido Social Democrata Cristão (PSDC) 941 0,14% +0,09% 0
Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) 881 0,13% −0,16% 0
Partido Comunista Brasileiro (PCB) 520 0,08% −0,02% 0
Partido Trabalhista Nacional (PTN) 199 0,03% +0,03% 0
Partido Trabalhista Cristão (PTC) 112 0,02% +0,01% 0
Partido da Mulher Brasileira (PMB) 102 0,01% +0,01% 0

Candidatos Não-Eleitos com 10% do Quociente Eleitoral[editar | editar código-fonte]

Partido Candidato Votos populares
Número Nome Votos %
NOVO 30030 Lino Zinn 5.230 0,76%
PMDB 15800 Lourdes Sprenger 4.931 0,72%
PSDB 45900 Moises Barboza 4.428 0,64%
PDT 12035 Delegado Cleiton 4.108 0,60%
PTB 14555 Rafão Oliveira 4.094 0,59%
PP 11500 Matheus Ayres 4.076 0,59%
PMDB 15686 Pablo Melo 3.997 0,58%
PTB 14444 Mario Manfro 3.927 0,57%
PP 11011 Fê Jardim 3.756 0,55%
PC do B 65165 Jussara Cony 3.698 0,54%
PMDB 15600 Bibo Nunes 3.489 0,51%
PMDB 15737 Camila Marchetti 3.355 0,49%
REDE 18999 Professor Tovi 3.235 0,47%
PSB 40122 Letícia Soares 3.195 0,46%
PTB 14000 Filipe Tisbierek 3.163 0,46%
PSB 40040 Lurdes da Lomba 3.154 0,46%
PT 13013 Comassetto 3.136 0,46%
PDT 12601 Sonia d'Avila 3.108 0,45%
PMDB 15100 Roni Casa da Sopa 2.976 0,43%
PT 13007 Leonel Radde 2.924 0,42%
PSB 40123 Séfora Mota 2.900 0,42%
DEM 25677 Claudio Conceicão 2.887 0,42%
PSC 20200 Pastor Hamilton 2.841 0,41%
PPS 23723 Gilson Padeiro 2.827 0,41%
PDT 12044 Kenny Braga 2.724 0,40%
PP 11234 Tarso Boelter 2.657 0,39%
PSOL 50394 Karen Santos 2.642 0,38%
PMDB 15555 Dr. Raul Fraga 2.596 0,38%
PMDB 15915 Paulo Marques 2.576 0,37%
SD 77497 Giovane Byl 2.551 0,37%
PTB 14979 Cirilo Faé 2.541 0,37%
SD 77077 Vilmar Beleza 2.519 0,37%
PMDB 15777 Rafael Paganini 2.512 0,36%
PTB 14118 Brasinha 2.502 0,36%
PDT 12323 Luiza Neves 2.498 0,36%
PSD 55123 Tessaro 2.447 0,36%
PC do B 65656 Titi Alvares 2.436 0,35%
PSOL 50555 Dr. Marcelo Rocha 2.398 0,35%
PT 13600 Ariane Leitão 2.294 0,33%
DEM 25005 Dinho do Grêmio 2.280 0,33%
PSDB 45000 Alvaro 2.252 0,33%
REDE 18100 Seu Armando da Farmácia 2.182 0,32%
PSB 40190 Ten Cel Vieira 2.123 0,31%
PT 13300 Laura Sito 2.090 0,30%
PSB 40777 Giselle Hubbe 2.082 0,30%
PSD 55777 Claudia Araujo 2.078 0,30%
PT 13021 Dorley 2.050 0,30%
PT 13500 Margarete Moraes 2.011 0,29%
PTB 14614 Dj Cassiá 1.988 0,29%
PMDB 15666 Luiz Braz 1.955 0,28%
PP 11010 Jorge Cuty 1.949 0,28%

Resumo Geral[editar | editar código-fonte]

Tipo de votos válidos
Votos nominais 89,71% 618.145
Votos em legenda 10,29% 70.929
Total de votos válidos 689.074
Votos apurados
Votos válidos 80,95% 689.074
Votos em branco 10,14% 86.280
Votos nulos 8,92% 75.923
Total de votos apurados 851.277
Eleitores
Comparecimento 77,49% 851.277
Abstenções 22,51% 247.223
Total de eleitores 1.098.500

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