Frota E do Metrô de São Paulo

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Metrô-SP logo.svg TUE Alstom "Milênio" - Frota E
Milênio
Alstom Milênio.2010 073.JPG
Trem 204 (E04) nas proximidades da estacão Tamanduateí, Linha 2-Verde
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Alone in the Train (5312450109).jpg
Interior
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Fabricante Alstom
Fábrica Brasil São Paulo, SP
Período de construção 1998–1999
Entrada em serviço 1999
Total construídos 11 trens / 66 carros
Formação 6 carros
Capacidade 302 passageiros (Carro A)--- 325 passageiros (Carro B)--- TOTAL: 2004 (condição 8 pass/m²)
Operador Metrô de São Paulo
Depósitos Pátio Jabaquara
Linhas 1blue.png Azul
Especificações
Corpo Aço inoxidável
Comprimento Total 130,5 m
Comprimento do veículo 21,13 m (cada carro)
Largura 3,10 m
Altura 3,571 m
Altura do Piso 1,113 m
Velocidade máxima 100 km/h (máxima de projeto)
Peso 37,630 kg (tara carro A)--- 35.378 kg (tara carro B)--- Peso total do trem em lotação máxima (condição 8 pass/m²)= 357.052 ton
Aceleração 1,12 m/s²
Desaceleração 1,2 m/s² (serviço) / 1,5 m/s² (emergência)
Tipo de tração Elétrica (Corrente contínua)
Motor 4 motores "chopper" por carro
Potência 125 kW cada,
Tipo de transmissão Manual / MCO - Manual Controlado / ATO - Automático / futuramente CBTC (planos de expansão da linha)
Tipo de climatização Ventilação forçada
Alimentação 750 Vcc
Captação de energia terceiro trilho
Classificação UIC BoBo + BoBo + BoBo + BoBo + BoBo + BoBo
Truque "H" rígido
Freios Elétrico (reostático/regenerativo) e por discos pneumáticos de freio
segurança Interface de comunicação de áudio com operador / Botões de abertura de portas / Extintores de incêndio abaixo dos bancos / Travamento automático das folhas de portas
Acoplamento Engate tipo N2 (carro A), semi-permanentes (carros intermediários)
Bitola 1,60 m

A Frota E do Metrô de São Paulo é uma série de TUES fabricados originalmente pela empresa Alstom entre os anos de 1998 e 1999 para servir a até então projetada extensão do ramal Leste-Oeste.

A Companhia, nessa época, já mantinha trens das Frotas C e D em circulação na Linha Leste-Oeste. Pelos planos de extensão, os novos 11 trens foram necessários.

Essa frota de trens foi realocada com o tempo, passando a prestar serviços, já no ano de 2000, para a Linha 2-Verde.

História[editar | editar código-fonte]

No início da década de 1990 já tramitava na gerência de planejamentos da Companhia e no governo estadual os planos de extensão do ramal Leste-Oeste, ou Linha Vermelha, até o distrito de Guaianases, abrangendo assim uma maior área de operação. A nova leva de trens foi encomendada nessa época, ainda sob a responsabilidade contratual da empresa Mafersa, para que dessem auxílio aos trens circulantes no suprimento da demanda operacional. O lote estava previsto em um total de 22 composições com sistemas operacionais mais modernos incorporados, que estavam previstas para meados de 1996 ou 1997.

O projeto de extensão do ramal, entretanto, apresentou empecilhos. O plano de expansão do ramal até Guaianases, ainda no final da década de 1990 foi repassado para a responsabilidade da CPTM, sendo que sua operação foi oficialmente entregue só em 2000; enquanto que o Metrô assumiu obras ainda não finalizadas da atual Linha 5-Lilás na Zona Sul da capital. Soma-se a isso a falência da empresa Mafersa, que estava incumbida da entrega do lote de novos trens. Visto que as 22 composições seriam demasiadas para a operação na linha, que não seria expandida, o lote foi reduzido para um total equivalente a metade do anterior, apenas 11 trens. A nova empresa licitada para sua fabricação ficou sendo assim a Alstom, que já possuía filial de montagem no bairro da Lapa, com um prazo estendido para meados de 1998-1999.

O início da circulação dos trens recém-chegados deu-se ainda na linha para a qual foram encomendados. Receberam numeração de 348 (o trem de maior numeração antes de chegarem era o 347/D47) até 358. Em 2000 foram realocados para a Linha 2-Verde, enquanto os atualmente conhecidos como trens da Frota D foram reenviados em definitivo para a Linha Vermelha. Em 2009, a mesma linha recebeu suporte operacional da nova Frota G, que enviou todos os trens da Frota A remanescentes de volta à Linha Azul.

Em Fevereiro de 2017, com o intuito de padronizar a Linha 2-Verde com composições modernizadas (Frotas I e J) e equipadas com CBTC, os trens da Frota E começaram a ser transferidos para a Linha 1-Azul de forma gradual. Atualmente, todos os trens dessa frota já estão em operação plena na linha 1-Azul, enquanto a 2-Verde está com a frota 100% com ar-condicionado.

Características Básicas[editar | editar código-fonte]

A Frota E é a última leva de trens da Companhia com características fortemente presentes até então, ainda sim conseguindo adquirir diversas melhorias técnicas e estruturais para o serviço de transporte metropolitano. Externamente, não possui mais as vilosidades em aço na sua caixa, o que o fornece um padrão mais moderno e simplificado da estrutura. A máscara sofreu algumas adaptações estilísticas, sendo esta a penúltima frota da Companhia a adotar o padrão metropolitano de pintura. A frota também foi a primeira a apresentar modificações significantes na altura dos faróis dianteiros e traseiros, acima da linha da plataforma, e a apresentar painéis de indicação de destino eletrônicos em suas extremidades, permitindo maior versatilidade na troca de itinerário.

É o último trem com climatização por ventilação forçada. Também é a última frota com piso emborrachado e rugoso. Seu design interno segue uma vertente muito forte das antigas frotas C e D, com a mesma coloração interna e similar conjuntura na montagem de paredes e teto, apenas com adaptações para facilitar a montagem, reparos, limpezas e acesso com chave de serviço. Seu número de assentos foi reduzido ao padrão dos dias atuais, com maior espaço lateral antecipando as portas e maior preferência pela lotação em pé. Possui melhor disposição de balaústres (ou pega-mão) para usuários nas proximidades das portas e no teto. Suas janelas de emergência (de extremidade) passaram a ser basculantes, permitindo ainda maior circulação de ar.

Sistemas[editar | editar código-fonte]

Não somente no design, os trens representaram uma inovação em toda a sua composição eletrônica e de sistemas básicos, evidenciando as inúmeras adequações à tecnologia informática já mais bem desenvolvida no final da década de 1990. Um exemplo disso é a rede de comunicação digital, além do sistema de localização e hardware internos, que passaram a ter maior eficiência e confiabilidade em todos os setores operacionais do veículo do que os antigos sistemas em trainline e analógicos de antes. O número de gavetas de hardwares embarcados diminui, tendo seu potencial de processamento individual, contudo, acrescido. A cabine do operador recebeu interface informatizada, precedente de todos os demais trens que viriam a ser futuramente adquiridos. Seus compressores pneumáticos também passaram a apresentar maior capacidade de compressão, além de terem seu tamanho diminuído, e suas válvulas de escape recebido sistemas automatizados que optimizam sua regulagem.


Demais Características[editar | editar código-fonte]

1.1. Vão da Porta: 1,30 m

1.2. Altura da Porta: 1,90 m

3. Rampa Máxima (elevação limite da via): 4%

4. Raio mínimo da curva: 150 m

5. Largura Externa: 3,177 m (aprox. Largura Interna)

6. Comprimento Interno: - Carro A: 19,310 m--- Carro B: 20,421 m

7. Assentos: 38(Carro A), 50 (Carro B)

Layout do salão de carro A da frota E

Ver também[editar | editar código-fonte]

Metrô-SP logo.svg

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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