Protestos pró-russos na Ucrânia em 2014

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Out of date clock icon.svg
Este artigo ou seção pode conter informações desatualizadas.

Se sabe algo sobre o tema abordado, edite a página e inclua informações mais recentes, citando fontes válidas. Utilize o campo de resumo para uma breve explicação das alterações e, se achar necessário, apresente mais detalhes na página de discussão.

Protestos pró-russos na Ucrânia em 2014
Parte da(o) Crise Ucraniana
2014-03-01. Митинг в Донецке 0149.jpg
Manifestação pro-russa em Donetsk.
Local Sul e Leste da  Ucrânia

Crimeia

Causas
Objetivos Federalização da Ucrânia,[4][5] oficialização da língua russa e realização de referendos sobre a autonomia.[4][5]
Características
  • Manifestações e motins.
  • Distúrbios (barricadas, enfrentamentos).
  • Tomada de edifícios governamentais.
Participantes do conflito
Ucrânia Governo deposto e regiões separatistas russófonas[6]
Flag of the St George Ribbon.png Militares pró-russos[7]
War Flag of Novorussia.svg Nova Rússia


Apoio:
 Rússia[9]

Ucrânia Governo Ucrâniano
Líderes
Flag of the St George Ribbon.png Pavel Gubarev (Donetsk)

Flag of the Donetsk People's Republic.svg Andrei Purgin (Donetsk)[10]
Flag of the St George Ribbon.png Arsen Klinchayev (Lugansk)
Flag of the St George Ribbon.png Aleksandr Kharitonov (Carcóvia)
Flag of the St George Ribbon.png Anton Davidchenko (Odessa)
Ucrânia Viktor Yanukovych[11]
Ucrânia Mikhail Dobkin
Ucrânia Hennadiy Kernes

Petro Poroshenko
Oleksandr Turchynov
Arseniy Yatsenyuk
Oleh Tyahnybok
Andriy Parubiy
Valentyn Nalyvaichenko
Serhiy Kunitsyn
Igor Teniuj
Mykhailo Kutsyn
Serhiy Hayduk
Dmytro Yarosh
Arsén Avákov
Antimaidan(protestos contra o Euromaidan) em Kiev, 14 de Dezembro de 2013
Manifestantes pró-Rússia removendo a bandeira da Ucrânia em um edifício em Oblast de Donetsk.
Bandeiras com as cores da Fita da Ordem de São Jorge tem sido adotadas pelos manifestantes. Essas cores simbolizam o valor militar russo, e foram usadas em condecorações concedidas nos exércitos russos e soviéticos[12]
Manifestantes no Conselho Regional de Donetsk levantando a bandeira da Rússia, 1 de março de 2014.

Os protestos pró-russos na Ucrânia se referem a uma série de protestos, manifestações e motins por ultranacionalistas pró-Rússia[13][14][15] e grupos antigovernamentais que ocorrem nas principais cidades das regiões oriental e meridional da Ucrânia, como reação ao Euromaidan[nb 1] e em paralelo à Crise na Crimeia no mesmo país. Os protestos nos oblasts de Donetsk e Luhansk se intensificaram e transformaram em uma "insurgência separatista"[16][17] e abriram caminho para um conflito armado no leste a cerca de 12 de abril.

Alguns meios de imprensa em russo têm se referido ao fenômeno como "Primavera Russa",[18][19] por outro lado foi detectada a presença de cidadãos russos participando de tais protestos.[20][21]

Os protestos ocorreram em pelo menos 11 cidades como: Donetsk, Carcóvia,[22] Odessa, Luhansk, Mikolayiv,[23] Dnipropetrovsk,[20] Mariupol,[18] Melitopol[24] e Kherson[25] [nb 2].

Durante os protestos, muitos ativistas utilizavam bandeiras da Rússia e bandeiras e fitas com faixas laranja e preto (faixas da Ordem de São Jorge, utilizadas pelos nacionalistas russos).[23]

Em 13 de abril, as autoridades de Kiev lançaram uma operação especial contra o leste do país, com a participação das Forças Armadas, no que foi o início do conflito armado no leste.[26][27] Segundo o presidente deposto Viktor Yanukovich isso deixa a Ucrânia a "beira de uma guerra civil".[28] O Ministério das Relações Exteriores da Rússia também classificou como "criminosa" e condenou as ações do governo ucraniano.[26]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Euromaidan[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Euromaidan

Na noite de 21 de novembro de 2013, em Kiev, ocorreram as primeiras manifestações de natureza europeísta, devido à suspensão da assinatura do Acordo de Associação e do Acordo de Livre Comércio entre a Ucrânia e a União Europeia.[29]

Após vários meses de protestos e tumultos e logo nomeado Quinta-Feira Negra (20 de fevereiro de 2014), que matou 60 manifestantes neste quadro de tensão,[30] em 22 de fevereiro, na parte da manhã, os manifestantes da oposição assumiram a país e ocuparam as principais instituições sediadas em Kiev. O Verkhovna Rada assumiu o controle do país e Oleksandr Turtchynov assumiu a coordenação do governo e a presidência do Parlamento, caindo, assim, o governo de Viktor Yanukovich.[31]

Abolição da lei de idiomas cooficiais[editar | editar código-fonte]

Após a destituição de Yanukovych do poder pela segunda vez em nove anos (a primeira vez como primeiro-ministro), o Congresso dos Deputados e os governadores regionais do leste e do sul da Ucrânia recorreram à resistência e acusaram a oposição de não cumprir o acordo de paz assinado em 21 de fevereiro com o presidente deposto.[32] Enquanto isso, o Rada Suprema aboliu a lei sobre as línguas minoritárias, que estabelecia que nos raions onde uma determinada língua fosse falada por pelo menos 10% da população, essa língua poderia adquirir o estatuto de língua oficial; a revogação da lei aprovada em 2012 prejudica os russófonos (co-oficiais em toda a Ucrânia oriental e meridional,[nb 3] bem como em alguns raions em Kirovohrad, Chernigov, Jitomir e Sumi), húngaros (co-oficial em alguns raions da Transcarpatia) e romenos (co-oficial em alguns raions da Transcarpatia, Chernivtsi e Odessa).[33]

Anti-Maidan[editar | editar código-fonte]

O AntiMaidan foi uma onda de manifestações pró-governo ucraniano durante a crise política de 2013-2014 em oposição ao então vasto movimento Euromaidan. Estas manifestações apoiavam o então presidente Viktor Yanukovych, o Partido das Regiões e laços mais estreitos com a Rússia.

Depois do sucesso do Euromaidan, que resultou na revolução ucraniana de 2014, muitos daqueles que haviam participado do AntiMaidan, especialmente aqueles no leste e sul da Ucrânia, começaram a protestar em oposição ao governo de transição de Arseniy Yatsenyuk.

Durante o Euromaidan houve relatos generalizados de que manifestantes 'antiMaidan' pró-Yanukovych e pró-russos foram pagos pelo seu apoio.[34][35][36][37]

Distúrbios por região[editar | editar código-fonte]

Crise da Crimeia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Crise na Crimeia de 2014

Após o Euromaidan, iniciam-se uma série de protestos contra o governo interino de Kiev na península da Crimeia. Após vários dias de confrontos entre militantes não identificados e forças ucranianas, em 11 de março, a República Autônoma da Crimeia e Sevastopol declararam a independência, proclamando o Estado Soberano da República da Crimeia. Em 16 de março, ocorre um referendo sobre o estatuto político da Crimeia e Sevastopol com uma maioria esmagadora de votos a favor da adesão da península à Federação Russa. Finalmente, em 18 de março, representantes da Crimeia e Sevastopol e Vladimir Putin assinam o acordo adesão.

Ucrânia Oriental e Meridional[editar | editar código-fonte]

Em 1º de março, o presidente deposto da Ucrânia Viktor Yanukovich escreve uma carta para Vladimir Putin pedindo-lhe para usar as forças armadas da Federação Russa para estabelecer a legitimidade, a paz, a lei e a ordem, a estabilidade e para defender o povo da Ucrânia.

No mesmo dia, uma manifestação em Carcóvia reúne dezenas de milhares de pessoas que invadiram a sede da administração regional e obrigaram partidários do governo central e ficar de joelhos e a pedir desculpas por provocações.

A manifestação em Donetsk elege o "governado do povo" e tenta invadir a sede da administração regional. A Câmara Municipal Donetsk propôs ao Conselho Regional de Donbass que realizasse um referendo sobre o destino da região, que incluísse a possibilidade de considerar o russo com uma língua oficial ao lado do ucraniano, a Rússia como um parceiro estratégico da região e uma maior autonomia.[38] A Câmara Municipal de Mariupol também é tomada por manifestantes[18] e a manifestação em Lugansk[nb 4] reúne cerca de 10.000 pessoas que pedem a realização de um refendo.[39]

Ao mesmo tempo, uma manifestação contra o fascismo e a violência e favorável à unificação da de uma união da Ucrânia com a Rússia e a Bielorrússia e à realização de um referendo, reuniu mais de 400 pessoas em Kherson.[25]

No dia 2 de março, o Conselho Regional de Luhansk adota posições semelhantes às da Câmara Municipal Donetsk, e, além disso: declarou a ilegitimidade das novas autoridades executivas, pedindo o desarmamento dos grupos armados ilegais, a proibição de organizações pró-fascistas e neo-fascistas, e reservou-se o direito de procurar a ajuda de o povo irmão da Federação Russa[40] Pouco após à supracitada decisão, uma manifestação dirigida pela Guarda de Luhansk passou a exigir que os deputados solicitassem à Vladimir Putin o envio de tropas, e diante da recusa, houve a ocupação do edifício.[18]

Em 4 de março, Vitaly Churkin, representando a Rússia durante uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas, reiterou que Viktor Yanukovich seria o líder legítimo da Ucrânia e não o presidente interino Olexander Turchynov.[41]

Em 5 de março, ocorre tomada da sede do governo regional na cidade de Donetsk; e no dia seguinte, a polícia retoma a sede do governo regional e detêm Pavel Gubarev e várias dezenas de manifestantes.[42][43]

A 13 de março, um[nb 5] defensor do regime ucraniano foi morto a facadas por militantes pro-russos em decorrência de confrontos iniciados na Praça Lênin da cidade de Donetsk.[44][45][46][47][48][49]

No dia seguinte, duas pessoas são mortas em Carcóvia, atingidos por disparos de nacionalistas ucranianos.[44][50]

Após três mortes nos protestos em Donetsk e Carcóvia, em 15 de março, o presidente interino da Ucrânia, Oleksandr Turchynov, falando ao parlamento, disse que o governo russo estava organizando e financiando protestos no leste da Ucrânia e alertou para a ameaça de uma invasão russa do leste do país. Por outro lado, Sergei Lavrov afirmou que autoridades russas estavam analisando pedidos para atuar na defesa de cidadãos residentes na Ucrânia, em um contexto no qual o presidente Vladimir Putin foi autorizado pelo parlamento para implantar forças armadas na Ucrânia para proteger os russos étnicos e de língua russa após a queda do presidente pró-Moscou Viktor Yanukovich[nb 6].

No mesmo dia, manifestantes pró-russos atacaram um edifício de serviços de segurança em Donetsk exigindo a libertação de Pavel Gubarev e o direito de decidir por meio de referendo a separação com a Ucrânia e a adesão à Rússia.[44]

No dia 22 de março ocorre manifestação em Melitopol sem caráter separatista, mas que defendia a realização de um referendo para que os cidadãos pudessem decidir se desejam estreitar os laços com a União Europeia ou com a Rússia e se a Ucrânia deve se converter em uma federação.[24]

Em 23 de março, ocorre uma manifestação em Donetsk em defesa da realização de um referendo no dia 25 de maio, para que a região de Donbass pudesse firmar acordo de união aduaneira com a Rússia.[51]

Em 29 de março cerca de 300 pessoas participaram de uma manifestação antifascista em Melitopol sem caráter separatista, mas que defendia a amizade com a Rússia.[52] E no dia seguinte, ocorrem manifestações em Carcóvia, Donetsk e Lugansk a favor de uma maior autonomia para as regiões situadas no sudeste.[53]

Manifestantes em Odessa, 13 Abril de 2014

Conflito armado[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Rebelião pró-russa na Ucrânia

A partir de 12 de abril se iniciam os confrontos armados[54][55][56] que incluíram combates de diferentes proporções e captura de prisioneiros de ambos os lados do conflito armado.

A 15 de abril, soldados do exército ucraniano foram enviados para a primeira operação militar antifederalistas. No dia seguinte foi relatado que civis pró-federalistas bloquearam veículos blindados tendo como resultado a captura de alguns blindados incluindo armamentos para o lado dos federalistas com a colaboração dos soldados que se recusaram a combater civis.[57][58] E em Odessa, manifestantes federalistas proclamaram a criação da República Popular de Odessa[59]

Em 30 de abril, o presidente interino da Ucrânia reconheceu que as forças de segurança sob o comando de Kiev "não são capazes de controlar a situação em Donetsk e Lugansk."[60] Uma fonte do Estado-Maior ucraniano também relatou que um ataque a locais públicos e pontos fortes que os militantes controlam iria começar no dia 2 de maio,[61] como de fato aconteceu em Sloviansk[62] e Kramatorsk.[63][64]

Eleição presidencial[editar | editar código-fonte]

Em 25 de maio, grupos para-militares pró-russos impediram que os eleitores pudessem votar na eleição presidencial da Ucrânia, visitando seções eleitorais em Donetsk para se certificar de que eles estavam fechadas. Um grupo de homens mascarados esmagou as urnas confiscadas na frente das câmeras da imprensa. Outro grupo invadiu uma aldeia em Artemivka e incendiou o prédio onde estava o posto de votação. No entanto a votação pode ocorrer algumas partes da região de Donetsk que permanecem sob maior controle do governo.[65]

No dia seguinte, a votação presidencial na Ucrânia seria elogiada por observadores internacionais como uma eleição genuína, que foi realizada de forma livre e justa. O que não ocorreu nas regiões Donetsk e Luhansk, onde mais de 80 por cento dos centros de votação foram fechados depois de homens armados intimidaram moradores ao esmagarem urnas e emitindo ameaças.[66] A votação no leste ficou esvaziada.[67]

Mapa dos protestos por região, indicando gravidade dos distúrbios no seu auge:
  Controlado pela Rússia
  Revolta
  Ocupação de edifícios governamentais
  Manifestações

Estados separatistas proclamados[editar | editar código-fonte]

Vários estados separatistas foram proclamados por vários grupos durante os distúrbios:

Existentes[editar | editar código-fonte]

Fracassados[editar | editar código-fonte]

  • República Popular de Kharkov - foi uma república de curta duração proclamada em 7 de abril por manifestantes que ocuparam edifícios do governo.[74] No entanto, no mesmo dia, as forças especiais da Ucrânia retomaram os prédios, terminando assim o controle que os manifestantes tinham de todos os edifícios.[74] Em 21 de abril, durante uma manifestação, os manifestantes elegeram um "governador do povo", embora seja desconhecido se isso está ligado à antiga República. O líder separatista Yuri Apukhtin afirmou em 18 de maio que a região de "Kharkiv vai realizar um referendo sobre a independência após Donetsk e Luhansk ", mas não especificou quando.[75]


Líderes[editar | editar código-fonte]

Sanções[editar | editar código-fonte]

Durante decorrer do distúrbios, os Estados Unidos, seguidos pela União Europeia, Canadá, Noruega, Suíça e Japão, começaram a punir os indivíduos e as empresas russas e ucranianas que diziam estarem relacionadas com a crise.[79][80][81][82][83][84][85] Ao anunciar as primeiras sanções, os Estados Unidos descreveram alguns indivíduos visados ​​pelas sanções, entre eles o ex-presidente ucraniano Yanukovych, como "ameaça a paz, a segurança, a estabilidade, a soberania, ou integridade territorial da Ucrânia, e por minar as instituições e os processos democráticos da Ucrânia".[83] O governo russo respondeu na mesma moeda com sanções contra alguns indivíduos estadunidenses e canadenses.[81] Com os distúrbios continuando a aumentar, a União Europeia e o Canadá impuseram mais sanções em meados de maio.[86]

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. Algumas fontes relatam a formação de grupos para-militares pro-russos antes da derrubada de Viktor Yanukovich (cf. Mushrooming Citizen Patrols In Ukraine Raise Fear Of More Violence, Divisions, em inglês, acesso em 28 de março de 2014.)
  2. Também merece registro a realização de um protesto junto à estátua de Lênin em Kiev, no dia 1º de março de 2014, que no entanto não é relacionado nessa lista pois embora tenha sido um protesto contra as novas autoridades, a rigor não teve caráter pró-russo, mas anti-fascista (cf. Митинг в Запорожье: Мы не признаем хунту, захватившую власть вооруженным путем. Фото, em russo, acesso em 28 de março de 2014.)
  3. Nas regiões de Odessa, Kharkiv, Kherson, Mykolaiv, Zaporiyia, Dnepropetrovsk, Lugansk e Donetsk, e na cidade de Sevastopol.
  4. Nesse dia ocorreram manifestações em algumas outras cidades na região de Lugansk (cf. НАД ЗДАНИЕМ АДМИНИСТРАЦИИ ЛУГАНСКА ПОДНЯЛИ РОССИЙСКИЙ ФЛАГ, em inglês, acesso em 28 de março de 2014.)
  5. Algumas fontes falam em até três mortos.
  6. Embora tenha dito também que: "Moscou não pode e não tem planos para invadir o leste da Ucrânia".

Referências

  1. «Party of Regions, Communist Party banned in Ivano-Frankivsk and Ternopil regions». Kyiv Post. 27 de Janeiro de 2014 
  2. «Activity of Regions Party, Communist Party, Yanukovych's portraits banned in Drohobych». Kyiv Post. 21 de fevereiro de 2014 
  3. «Draft bill banning Party of Regions initiated in Ukraine's parliament». The Voice of Russia. 24 de fevereiro de 2014 
  4. a b «Pro-Russia Protesters Storm Donetsk Offices». NBC News. 16 de março de 2014 
  5. a b «Ukraine's east on fire: Kharkov demands referendum, Donetsk prosecutor's HQ stormed». Russia Today. 16 de março de 2014 
  6. «Ukraine's Yanukovych asked for troops, Russia tells UN». BBC. 4 de março de 2014 
  7. «Gunmen seize government buildings in Ukraine's Crimea, raise Russian flag». CNN. 27 de fevereiro de 2014 
  8. «В Луганске снова провозгласили Луганскую народную республику — Информационное агенство 112.ua». 112.ua 
  9. "Rebeldes na Ucrânia estão sob liderança de russos, diz ONU". Página acessada em 2 de agosto de 2014.
  10. «Echoes Of Crimea Keep Ukraine's East Rumbling». NPR (AP). 20 de março de 2014 
  11. BBC News - Ukraine's Yanukovych asked for troops, Russia tells UN. BBC News
  12. Ukraine crisis: What do the flags mean?, em inglês, acesso em 23 de março de 2014.
  13. Shekhovtsov, Anton (15 de Maio de 2014). «Extremism in South-Eastern Ukraine». Open Democracy 
  14. «The New York Times». nytimes.com 
  15. «Fascism Comes to Ukraine – From Russia | RealClearPolitics». realclearpolitics.com 
  16. «Armed pro-Russian insurgents in Luhansk say they are ready for police raid». Kyiv Post 
  17. «Ukraine to deploy troops to quash pro-Russian insurgency in the east». AP 
  18. a b c d "Русская весна" на Юго-Востоке Украины, em russo, acesso em 24 de março de 2014.
  19. a b «Русская весна» восточной Украины, em russo, acesso em 31 de março de 2014.
  20. a b c From Russia, ‘Tourists’ Stir the Protests, em inglês, acesso em 27 de março de 2014.
  21. a b #BBCtrending: Russian site recruits 'volunteers' for Ukraine, em inglês, acesso em 28 de março de 2014.
  22. Ukraine accuses Russia of invasion in Crimea, em inglês, acesso em 23 de março de 2014.
  23. a b Pro-Russia Protesters Storm Donetsk Offices, em inglês, acesso em 23 de março de 2014.
  24. a b Мелитопольцы встретили «Русскую весну» и собрали подписи за референдум. Фото, acesso em 31 de outubro de 2014.
  25. a b В Херсоне прошел пророссийский митинг, em russo, acesso em 28 de março de 2014.
  26. a b «Rusia: La orden de Kiev de utilizar al Ejército para sofocar las protestas es criminal». RT 
  27. «Ucrania comienza una operación antiterrorista contra las milicias prorrusas». Antena 3 Noticias. 15 de abril de 2014 
  28. «Yanukovich: «Ucrania tiene un pie a las puertas de la guerra civil»». La Voz de Galicia. 14 de abril de 2014 
  29. «Ukraine drops EU plans and looks to Russia». Al Jazeera. 21 de novembro de 2013 
  30. «Ucrania vive día más violento». El Universal. 21 de fevereiro de 2014 
  31. El Mundo (22 de fevereiro de 2014). «Los opositores ucranianos toman el control ante el vacío de poder» 
  32. «Diputados del Este rusófilo y de Crimea llaman a la resistencia al Maidán» (html) (em espanhol). Faro de Vigo. 23 de fevereiro de 2014 
  33. «Ukraine abolishes law on languages of minorities, including Russian» (em inglês). Russia Beyond The Headlines. Interfax. 23 de fevereiro de 2014 
  34. «"Титушкой" можно стать за 200 гривен» (em ucraniano). Zp.comments.ua. Consultado em 4 de dezembro de 2013 
  35. «Maidan 2.0: A Protest With Reservations». The Interpreter. 25 de novembro de 2013 
  36. «Pro-government protesters: 'We will stay here until EuroMaidan leaves'». Kyiv Post. 12 de dezembro de 2013 
  37. «Кожного привезеного на столичний "антимайдан" ошукали на 500 грн». Gazeta (em russo). 14 de dezembro de 2013 
  38. В Харькове митингующие ворвались в здание областной администрации, em russo, acesso em 28 de março de 2014.
  39. a b В Луганске прошел десятитысячный митинг против новой власти на Украине. ФОТО em russo, acesso em 28 de março de 2014.
  40. Облсовет Луганска угрожает разоружить Майдан руками "братской" России, em russo, acesso em 28 de março de 2014.
  41. Ukraine's Yanukovych asked for troops, Russia tells UN, em inglês, acesso em 24 de março de 2014.
  42. Ukrainian city of Donetsk epitomizes country's crisis, em inglês, acesso em 27 de março de 2014.
  43. Ukraine police on alert as violence erupts at pro-Russia demo, em inglês, acesso em 27 de março de 2014.
  44. a b c d Russia vetoes UN resolution on Crimea referendum, em inglês, acesso em 24 de março de 2014.
  45. Дві людини загинуло під час сутичок між учасниками мітингів у Донецьку, em ucraniano, acesso em 24 de março de 2014.
  46. На мітингу в Донецьку загинула людина, 10 у лікарнях, em ucraniano, acesso em 24 de março de 2014.
  47. Дві людини загинуло під час сутичок між учасниками мітингів у Донецьку, em ucraniano, acesso em 27 de março de 2014.
  48. One dead in Ukraine clash in eastern city, em inglês, acesso em 27 de março de 2014.
  49. a b Euromaidan protestors start fight with pro-Russia activists in Donetsk, em inglês, acesso em 28 de março de 2014.
  50. Two Killed in Ukraine as Protesters Clash in Kharkiv, em inglês, acesso em 24 de março de 2014.
  51. В Донецке участники пророссийского митинга требуют проведения референдума 25 мая, em russo, acesso em 31 de março de 2014.
  52. В Мелитополе прошел антифашистский митинг. Фото, em russo, acesso em 31 de março de 2014.
  53. Власти необходимо не игнорировать движения в поддержку федерализации, а предлагать свое виденье - Бондаренко, em russo, acesso em 31 de março de 2014.
  54. «Аваков: В Славянске неизвестные захватили здания милиции» (em russo). Komsomolskaya Pravda 
  55. «Сторонники федерализации захватили здание горадминистрации Славянска» (em russo). Life News 
  56. «Над зданием милиции в Славянске водрузили российский флаг» (em russo). Life News 
  57. Grupos pró-russia bloqueiam tanques do governo tensão cresce na Ucrânia, 16/04/2014
  58. Festa para os misteriosos soldados pró-russos no leste da Ucrânia, 16/04/2014
  59. Manifestantes proclamam a criação de república de Odessa, 16/04/2014.
  60. «Minuto a minuto: La guerra civil fragmenta Ucrania». RT 
  61. «Fijan para el 2 de mayo el asalto a las sedes públicas ocupadas en el este de Ucrania». RIA Novosti. 1 de maio de 2014 
  62. «Kiev comienza una operación militar a gran escala en la ciudad ucraniana de Slaviansk». RT. 2 de maio de 2014 
  63. «Украинская Нацгвардия штурмует Краматорск» (em russo). RIA Novosti. 2 de maio de 2014 
  64. «Врач: счет убитых и раненых в ходе штурма Краматорска идет на десятки» (em russo). RIA Novosti. 2 de maio de 2014 
  65. Ukraine holds presidential vote; rebels reject it 25/05/2014.
  66. [1] Ukraine launches airstrike on pro-Moscow rebels Associated Press 26 Maio 2014
  67. Votação no leste é esvaziada e Kiev torce para fim da eleição em primeiro turno, 25/05/2014
  68. Babiak, Mat (22 de maio de 2014). «Welcome to New Russia». Ukrainian Policy 
  69. (ucraniano) In Donetsk, created the party "New Russia", Ukrayinska Pravda (23 May 2014)
  70. Ukraine crisis timeline, BBC News
  71. «Pro-Russian Separatists in Donetsk Begin Organizing May 11 Referendum». The Moscow Times. 17 de abril de 2014 
  72. «Luhansk regional council backs referendum on region's status». kyivpost.com 
  73. «Luhansk 'people's governor' orders referendum May 11». en.itar-tass.com. 5 de maio de 2014 
  74. a b «"Kharkiv settles down, while pro-Russian separatists still hold buildings in Luhansk, Donetsk".». Kyiv Post. 8 de abril de 2014 
  75. «East Ukraine's Kharkov region to hold independence referendum - movement "Southeast». ITAR-TASS 
  76. Tide of opinion turns against Russia in Ukraine's east, em inglês, acesso em 28 de fevereiro de 2014.
  77. В Луганске задержан лидер сепаратистов Александр Харитонов, em russo, acesso em 23 de março de 2014.
  78. В Ростовской области началась запись активистов, готовых отправиться в Украину, Novaya Gazeta em russo, acesso em 28 de março de 2014.
  79. «Ukraine crisis provokes more economic sanctions against Russia». CBC News. 13 de maio de 2014 
  80. «U.S. Announces More Sanctions Against Russia». The New York Times. 28 de abril de 2014 
  81. a b «ITAR-TASS: World – Russia not to leave US, Canadian sanctions without response — Foreign Ministry». En.itar-tass.com 
  82. «US Imposes Sanctions on 7 Russians, 17 Russian Companies». Russian News & Information Agency. 28 de abril de 2014 
  83. a b Office of the Press Secretary (17 de março de 2014). «FACT SHEET: Ukraine-Related Sanctions». United States Whitehouse 
  84. «Norway follows EU in imposing sanctions on Russia|Europe|chinadaily.com.cn». Usa.chinadaily.com.cn. 22 de março de 2014 
  85. «Ukraine: List of persons extended». www.news.admin.ch 
  86. AP 4:42AM BST 13 May 2014 (11 de maio de 2014). «Ukraine crisis: EU expand sanction list to keep pressure on Russia». Telegraph 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Protestos pró-russos na Ucrânia em 2014