American Life (canção)

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"American Life"
Single de Madonna
do álbum American Life
Lado B "Die Another Day" (remix)
Lançamento 8 de abril de 2003
Formato(s) CD single, maxi single, 7"
Gravação 2002;
Olympic Recording Studios (Barnes, Londres)
Gênero(s) Pop rap, electropop
Duração 4:57
Gravadora(s) Maverick, Warner Bros.
Produção Madonna, Ahmadzaï
Certificação(ões) Gold.png Ouro (Austrália)
Silver.png Prata (França)
Cronologia de singles de Madonna
Último
Último
"Die Another Day"
(2002)
"Hollywood"
(2003)
Próximo
Próximo
Lista de faixas de American Life
Último
Último
"Hollywood"
(2)
Próximo
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"American Life" é uma canção da cantora americana Madonna, gravada para seu nono álbum de estúdio American Life. Foi escrita e produzida pela cantora e Mirwais Ahmadzaï e lançada digitalmente em 25 de março de 2003 pela Maverick Records. Musicalmente, "American Life" é uma canção electropop de andamento mediano, com riffs de guitarra acústica. Na letra da canção, ela questiona a superficialidade da vida moderna e o "sonho americano", que a maioria dos cidadãos dos Estados Unidos sonham em ter. Após três minutos da canção, Madonna faz uma sequência de rimas, falando sobre os profissionais que trabalhavam para ela.

A faixa foi recebida universalmente com críticas negativas pelos críticos de música contemporânea, que disseram que a canção era "sem vida" e "barata", com a revista Blender a nomeando a nona pior canção de todos os tempos, bem como Mateus Wilkening da rádio AOL posicionando a música na quinquagésima-oitava posição na lista das cem piores músicas de todos os tempos. Apesar de ter recebido resenhas negativas, "American Life" foi bem sucedida em paradas musicais. A canção alcançou a primeira posição no Canadá, na Dinamarca, Itália, no Japão e na Suíça, e as dez melhores posições das paradas musicais da Austrália e do Reino Unido. No entanto, a obra alcançou a posição trinta e sete na Billboard Hot 100, permanecendo na parada por oito semanas.

Dois vídeos musicais foram filmados para "American Life". O primeiro vídeo apresentava um desfile de moda com temática militar, com a cantora preparando-se para invadir o desfile juntamente com outras mulheres. No fim do vídeo musical, ela atira uma granada de mão no então presidente americano George W. Bush, que era interpretado por um sósia. O vídeo apresentou outros pontos de vista sobre política e religião. Depois de iniciada a guerra do Iraque, Madonna cancelou o lançamento mundial de tal vídeo e lançou uma versão alternativa, apresentando-a cantando a faixa na frente de bandeiras de todo o mundo. "American Life" foi executada na American Life Promo Tour (2003) e na Re-Invention Tour em 2004.

Antecedentes e lançamento[editar | editar código-fonte]

Em entrevista à VH1, Madonna discutiu suas motivações por trás do álbum American Life, enquanto falava sobre seus vinte anos de carreira e declarou: "Eu percebi depois de vinte anos de carreira que muitas coisas que eu tinha de valor não eram importantes", falando sobre as críticas à cultura americana presentes no disco.[1] Durante uma entrevista à MTV, a artista revelou à John Norris que fama, poder e dinheiro não eram importantes, dizendo: "Quem é o melhor para dizer que estas coisas não importam, do que a própria pessoa que vivenciou? [As pessoas podem dizer] 'Como você pode dizer que não importa? Como você pode dizer que o dinheiro não vai lhe trazer felicidade se você não tem muito dinheiro? Como você pode dizer que a fama e a fortuna não são uma garantia de felicidade e alegria e satisfação em sua vida?' Você tem que ter vivenciado isto para saber. Pois você tem todas estas coisas, eu tive todas estas coisas, e eu tive nada, além do caos em torno de mim. [...] E eu só quero dizer as pessoas que deixem [o materialismo] longe de mim, eu tenho tudo isto e nada me trouxe um minuto de felicidade".[2] Sobre a canção, Madonna declarou:

"[A música] foi como uma viagem no tempo, olhando para tudo que eu fiz e para todas as coisas que alguma vez foram importantes para mim. Qual é minha perspectiva agora? Eu lutei por tantas coisas, eu lutei tão duro para ser o número um e me manter no topo, para manter minha aparência, para ser a melhor. E eu percebi que um monte destas coisas são dispensáveis".[3]

Para combater downloads ilegais da música antes de seu lançamento oficial, os associados de Madonna criaram uma série de arquivos falsos, com durações e dimensões semelhantes à canção original. Alguns destes arquivos continham uma breve mensagem de Madonna dizendo: "O que você acha que está fazendo?" seguida por minutos de silêncio.[4] No entanto, em 23 de março de 2003, um website da Polônia vazou a canção digitalmente.[5] "American Life" começou a ser vendida dois dias depois, através dos serviços digitais Liquid Audio, RioPort e também pelo website da artista em formato MP3.[6]

Composição[editar | editar código-fonte]

"American Life"
Uma amostra de vinte segundos da canção, onde Madonna pode ser ouvida questionando: "Do I have to change my name? Will it get me far? Should I lose some weight? Am I gonna be a star?", seguido pelo refrão.

Problemas para escutar este arquivo? Veja introdução à mídia.

"American Life" foi escrita e produzida por Madonna e Mirwais Ahmadzaï. Começando com um questionamento pela cantora: "Do I have to change my name? Will it get me far? Should I lose some weight? Am I gonna be a star?",[nota 1] a letra, em seguida, evolui para o que Rikky Rooksby do The Complete Guide to the Music of Madonna diz ser uma reclamação sobre o dia-a-dia moderno.[7] Ela também questiona o "sonho americano" vivido por cidadãos dos Estados Unidos sob o governo de George W. Bush, que era o presidente americano na época.[8] Depois de três minutos de canção, Madonna faz uma sequência de rimas, falando sobre os profissionais que trabalhavam para ela.[7] Madonna disse que "basicamente, nós [ela e o produtor] gravamos a canção inteira e fizemos a parte instrumental e Mirwais dizia: 'Sabe, você tem que fazer algumas rimas.' E eu dizia: 'Saia daqui. Eu não sei rimar.' E ele respondia: 'Sim, você sabe. Rime, apenas rime.' Ele me encorajou totalmente. Eu não tinha nada planejado, nada escrito, e ele disse para eu improvisar, não importava o que eu pensasse. Eu dirigia meu Mini Cooper até o estúdio e enquanto bebia lattes de soja e pensava: 'Está bem, me deixe falar sobre as coisas que eu gosto.' Eu pensei muito e escrevi as músicas e depois aperfeiçoei o tempo delas. Foi algo totalmente espontâneo."[3]

A letra é acompanhada por um som de sintetizador, sincronizado com uma batida de drum and bass. As repetições de riffs de guitarra acústica "acrescentam um toque de emoção à canção", de acordo com Rooksby.[7] De acordo com a partitura publicada no Musicnotes.com por Sony/ATV Music Publishing, "American Life" foi escrita em compasso simples, com um ritmo moderado de 104 batidas por minuto. É composta na chave de lá maior e a extensão vocal de Madonna vai de Dó♭3 até Si♭4.[9]

Análise da crítica[editar | editar código-fonte]

Madonna apresentando a faixa em cima de uma estrutura feita por televisões na Re-Invention Tour em 2004.

"American Life" foi recebida negativamente por críticos de música contemporânea ao redor do mundo. Chuck Taylor da revista Billboard escreveu uma resenha negativa para a música, criticando as rimas comentando que a canção era "uma confusão de estilo e composição, que soa mais como um medley incoerente do que uma canção."[10] Sal Cinquemani, da revista Slant, classificou-a como "banal, uma canção que se auto-engrandece e muitas vezes fala estranhamente sobre privilégios", além de ter a chamado de "austera e robótica".[11] A revista Stylus comentou: "Quando uma das mulheres mais ricas do mundo reclama sobre o comercialismo e da cultura vazia do entretenimento [...] isto parece ser algo hipócrito ao invés de perspicaz, aqui, ela está em fúria contra a vida."[12] Alexis Petridis, do The Guardian, mostrou desapontamento com a letra da faixa, dizendo: "O que pode ser 'seu extremo ponto de vista'? Que o mundo é governado por uma conspiração sombria de lagartos super-inteligentes?... Infelizmente não. Seu extremo ponto de vista acaba por ser que o dinheiro não compra felicidade e que a fama não é tudo." Ele também escreveu que é difícil ouvir a linha "I like to express my extreme point of view",[nota 2] sem sentir uma pontada de emoção.[13]

Entertainment Weekly comentou que a canção listava "várias regalias de celebridades: treinador, mordomo, assistente, três babás, um guarda-costas ou cinco - num primeiro momento, que não parece a auto-censura que ela claramente pretendia, mas sim uma confirmação do que as pessoas que a odeiam já tinham em mente: que a Madonna de meia-idade não tem uma visão de mundo além de sua próxima indicação para o Pilates".[14] Stephen Thompson do The A.V. Club comentou que a canção era "desafinada e superficial, a ponto de uma auto-paródia".[15] Em 2004, a revista Blender a colocou na nona posição na lista das cinquenta piores músicas da história, afirmando que Madonna "satiriza a época de comercialismo e de espirírito vazio de 'Material Girl' com o que são, de longe, as rimas mais embaraçosas já registradas. Ela faz um som de Debbie Harry tão brando como o de Jay-Z." De acordo com a revista, o pior momento da faixa é quando, "depois da sequência de rimas, Madonna canta: 'Nothing is what it seems'[nota 3] de uma forma totalmente vazia."[16] Em 2010, Matthew Wilkening, da rádio AOL posicionou a obra no número 58 da lista das cem piores músicas da história, afirmando que "Madonna tenta levar a sério em juntar a pior batida com um discurso político do ensino médio".[17]

Vídeos musicais[editar | editar código-fonte]

Um Mini Cooper foi usado na primeira versão do vídeo musical.

Um vídeo musical para "American Life" foi filmado na primeira semana de fevereiro de 2003 nos estúdios Los Angeles Center, em Los Angeles, Califórnia, sendo dirigido por Jonas Åkerlund, que trabalhou com Madonna nos vídeos musicais para "Ray of Light" (1998) e "Music" (2000).[18] Madonna teve a ideia para o vídeo em novembro de 2002, e em seguida, ela e Åkerlund desenvolveram a ideia de um mini-filme anti-guerra e anti-moda.[3] Com o vídeo musical para "American Life", a artista levou seus vídeos musicais para um nível diferente, concentrando-se em guerra, em política e na invasão do Iraque, que ainda não havia começado.[19] O vídeo começa com cenas de homens e mulheres vestidos como soldados em um desfile de moda, intercaladas com cenas de Madonna cantando em frente a cenas de explosões.[20] Durante o segundo verso, ela é mostrada em um banheiro feminino com outras mulheres preparando-se para invadir o desfile, com Madonna escrevendo "Protect Me" na parede.[20] No segundo refrão, crianças do Oriente Médio são vistas andando na passarela, sendo intimidadas por soldados. Quando a seção de rimas começa, Madonna chega no desfile dirigindo um Mini Cooper, e em seguida, dança em cima do carro com seu grupo, e depois, ela começa a jogar água sobre o público e inúmeros fotógrafos usando um canhão de água.[20] No final do vídeo, Madonna freneticamente sai do desfile entre a plateia e joga uma granada de mão no colo de George W. Bush, que era interpretado por um sósia.[20] [21]

"Eu me sinto sortuda por ser uma cidadã americana por vários motivos. Um deles, é o direito de me expressar livremente, especialmente no meu trabalho. Há histórias sobre meu próximo vídeo "American Life" na mídia. Eu não sou anti-Bush. Eu não sou pró-Iraque. Eu sou pró-paz. Eu escrevi uma canção e criei um vídeo que expressam meus sentimentos sobre nossa cultura, os valores e as ilusões de que muitas pessoas acreditam que é o sonho americano: a vida perfeita. Como artista, eu espero que isto provoque pensamento e diálogo, mas não estou esperando que todos concordem com meu ponto de vista."

 — Madonna, sobre a polêmica em torno do vídeo musical.[18]

Depois da censura sofrida pelas Dixie Chicks após a vocalista Natalie Maines ter declarado em um concerto em Londres que tinha vergonha de Bush ser do mesmo estado que ela,[22] em 1º de abril de 2003, Madonna cancelou o lançamento do vídeo e divulgou um comunicado explicando o porquê: "Decidi não lançar meu novo vídeo. Ele foi filmado antes da invasão do Iraque começar e eu acredito que ele não seja apropriado para este momento. Devido ao estado volátil do mundo, e por sensibilidade e respeito às forças armadas, que eu apoio e rezo por elas, eu não quero correr o risco de ofender qualquer pessoa que possa interpretar erroneamente o significado deste vídeo."[20] Depois de cancelar o lançamento do vídeo original, Madonna, em seguida, lançou uma versão editada que estreou em 16 de abril de 2003, no canal VH1, logo após um programa especial chamado Madonna Speaks.[1] Esta versão traz Madonna cantando em frente às bandeiras de todos os países do mundo. Em 2005, uma versão alternativa vazou na Internet.[23] Em 2010, a revista Slant classificou esta versão na décima-nona posição da lista dos 50 melhores videos musicais da década.[24]

Apresentações ao vivo[editar | editar código-fonte]

Madonna caminhando em uma passarela suspensa, durante a apresentação de "American Life" na Re-Invention Tour em 2004.

Logo após o lançamento de American Life em abril de 2003, Madonna fez um concerto promocional em Manhattan, que foi apresentado para cerca de 400 pessoas,[25] e contou com uma apresentação acústica de "American Life", seguida por "X-Static Process". A cantora também apresentou "Mother and Father", "Hollywood" e também uma versão "improvisada" de "Like a Virgin", com Madonna terminando o show com a versão original de "American Life".[25] O palco foi construído com longas cortinas escuras e alto-falantes de grande porte, permitindo que mais de mil fãs que estavam por perto pudessem ouvir o concerto.[25]

No próximo ano, "American Life" foi incluída na sexta turnê musical da cantora, a Re-Invention Tour. Abrindo o segmento militar, a canção iniciava com o som de um helicóptero ao fundo, com dançarinos de Madonna vestidos como soldados, arrastando-se como se estivessem no meio de uma guerra e logo após abraçavam-se como se estivessem dizendo adeus. Então, Madonna aparecia no palco com calças camufladas, uma jaqueta de exército verde-oliva e boina preta. Ela começava a cantar a música, enquanto eram mostradas cenas de guerra de morte e destruição atrás dela. No final da canção, foi mostrado um sósia de George W. Bush abraçando outro sósia de Saddam Hussein, como se os dois estavam à espera de uma licença de casamento.[26] A apresentação decorria em uma passarela em forma de V, que descia do teto e permitia a cantora chegar ao meio do estádio.[26] A apresentação foi incluída no documentário e álbum ao vivo I'm Going to Tell You a Secret.[27]

Desempenho nas paradas musicais[editar | editar código-fonte]

Logo após seu lançamento, "American Life" não conseguiu obter sucesso nos Estados Unidos. A canção estreou na nonagésima posição da Billboard Hot 100.[5] Em sua segunda semana, a canção atingiu seu pico de número trinta e sete.[28] [29] No entanto, foi um sucesso em importantes mercados internacionais. No Canadá, a obra alcançou a posição número um na parada de singles.[30] Na Austrália, a faixa estreou em seu pico de número sete, durante a semana de 24 de abril de 2003.[31] Na semana seguinte, começou a cair na parada, saindo oito semanas logo após sua estreia.[31] "American Life" foi certificado com Ouro pela Australian Recording Industry Association (ARIA).[32] Na Nova Zelândia, a canção alcançou o número trinta e três em sua única semana na parada, em 1º de junho de 2003.[33] No UK Singles Chart, a canção estreou em seu pico de número dois na semana de 26 de abril de 2003.[34]

Em 27 de abril de 2003, "American Life" estreou na sétima posição na Ö3 Austria Top 40, permanecendo um total de onze semanas na parada.[35] A canção alcançou posições relativamente boas em ambos os territórios da Bélgica, atingindo o pico de número doze em Flandres e múmero dez na Valônia.[36] [37] Fazendo sua estreia no número sessenta e um e logo após atingindo as dez primeiras posições, a obra pontuou em um total de vinte e uma semanas na França, antes de sair da parada em 6 de julho de 2003.[38] A canção foi certificada com Prata pelo Syndicat National de l'Édition Phonographique (SNEP).[39] Alcançou a décima posição da German Singles Chart, saindo da parada em 29 de junho de 2003.[40] Na Dutch Top 40, a canção fez sua estreia no número trinta e quatro.[41] Na semana seguinte, subiu na parada, chegando ao número vinte e um e seu pico foi a quarta posição, ficando na parada por onze semanas.[41] Em 24 de abril de 2003, a faixa estreou no número três na Swedish Singles Chart.[42] Com um sucesso um pouco maior, na Swiss Singles Chart, a canção estreou na primeira posição, permanecendo por treze semanas na parada.[43]

Lista de faixas[editar | editar código-fonte]

A versão CD single de "American Life" contém duas faixas, uma com quatro minutos e vinte e sete segundos e a segunda com oito minutos e cinquenta e dois segundos.[55]

Créditos[editar | editar código-fonte]

Créditos adaptados do encarte do álbum American Life.[56]

  • Madonna - Composição, produção
  • Mirwais Ahmadzaï - Produção, programação, violão
  • Mark "Spike" Stent – Mixagem
  • Tim Young – Masterização de áudio
  • Tom Hannen – Assistência de engenharia
  • Simon Changer – Assistência de engenharia

Notas

  1. Em português: Eu tenho que mudar meu nome? Isto vai me fazer ir longe? Eu devo perder alguns quilos? Eu vou ser uma estrela?
  2. Em português: "Eu gostaria de expressar meu ponto extremo de vista"
  3. Em português: "Nada é o que parece"

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. a b 'Madonna Speaks' For The First Time To VH1 On New 'American Life' Album. PR Newswire. Página visitada em 29 de abril de 2012.
  2. Norris, John. Madonna: Her American Life. MTV News. MTV Networks. Página visitada em 29 de abril de 2012.
  3. a b c Norris, John. Madonna: Her American Life. MTV News. MTV Networks. Página visitada em 29 de abril de 2012.
  4. Wang, Wallace. Steal This File Sharing Book. [S.l.: s.n.]. Página visitada em 24 de janeiro de 2010.
  5. a b (5 de abril de 2003) "Singles Minded": 55. Página visitada em 24 de janeiro de 2010.
  6. Garrity, Brian. (12 de abril de 2003). "Madonna's 'American Life' Single Available As Download, MP3": 34. Página visitada em 18 de setembro de 2012.
  7. a b c Rooksby 2004, p. 61
  8. Madonna: Express Yourself. [S.l.]: Enslow Pub Inc., 12 de abril de 2003. p. 34. Página visitada em 30 de abril de de 2012.
  9. American Life - Madonna (em inglês). Sony/ATV Music Publishing. Página visitada em 30 de abril de 2012.
  10. Taylor, Chuck. Reviews & Previews: Spotlights. [S.l.]: Billboard. Nielsen Business Media, Inc, 12 de abril de 2003. p. 29. Página visitada em 30 de abril de 2012.
  11. Cinquemani, Sal (11 de julho de 2008). Madonna: American Life. Slant Magazine. Página visitada em 11 de agosto de 2011.
  12. Howard, Ed (1º de setembro de 2003). Madonna "American Life". Stylus Magazine. Página visitada em 19 de janeiro de 2010.
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