Slackware Linux
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| Slackware Linux | |
|---|---|
Slackware Linux 12.1 com KDE 3.5.7 |
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| Desenvolvedor: | Patrick Volkerding |
| Família do SO: | GNU/Linux |
| Modelo do desenvolvimento: | Open source |
| Última versão: | 12.1 |
| Data da última versão: | 02-05-2008 |
| Kernel: | 2.6.24.5-smp |
| Interface: | KDE 3.5.9 |
| Interface: | {{{iu}}} |
| Licença: | GPL |
| Estado do desenvolvimento: | Corrente |
| Website: | www.slackware.com |
Slackware Linux é o nome de uma das mais antigas e conhecidas distribuições (sistema operacional e conjunto de aplicativos) do Linux; é a mais antiga distribuição que permanece mantida, além de ser, junto com suas derivadas, a distribuição Linux mais UNIX-like existente.
Criada em meados de 1993 e mantida por Patrick Volkerding, a Slackware (ou simplesmente "Slack") tem como objetivo manter-se fiel aos padrões UNIX, rejeitando também ferramentas de configuração que escondam do usuário o real funcionamento do sistema. Além disso a Slackware é composta somente de aplicativos estáveis (e não de versões beta ou pré-releases). Nos anos 90, por um bom tempo outras distribuições Linux foram avaliadas com base em sua compatibilidade com o Slackware. Se no começo ainda trabalhava só, ao longo dos anos Patrick Volkerding acabou aceitando a ajuda de alguns colaboradores, muito poucos por sinal, a fim de o ajudarem no desenvolvimento da distribuição.
Por sua concepção UNIX-like, o Slackware e seus derivados fazem uma abordagem bastante diferente das outras distribuições populares como Red Hat, Fedora, Debian, Gentoo, SuSE, e Mandriva. Sua política de incluir somente aplicativos estáveis e nenhuma interface gráfica de configuração específica a apenas essa distribuição. Há quem diga: "Quando você conhece o Slackware, você conhece Linux; quando conhece Ubuntu, tudo que você conhece é o Ubuntu"...
Simplicidade e estabilidade são duas características marcantes nesta distribuição muito comum em servidores, distribuição que procura ser uma distribuição "leve", sem enfeites e rápida, e que é muito apreciada por usuários mais experientes. Apesar de o termo "slack" ser uma gíria para preguiça em inglês, em "Slackware" o termo "slack" está relacionado à definição feita pela chamada Slack Church of the SubGenius (Igreja dos Sub-Gênios). De acordo com esta organização, "slack" significa ter "senso de liberdade, independência e originalidade para alcançar suas metas pessoais". Dessa forma, o nome "Slackware" traduz bem a filosofia do sistema, que não possui ferramentas gráficas de configuração (apenas as do KDE, por exemplo) que fazem tudo pelo usuário, o que inibe o seu "slack". Assim sendo, as configurações do sistema são feitas a partir da edição de documentos de texto, por isso sendo a preferida entre os usuários mais experientes.
Toda versão Slackware é estável. Também existe sempre uma versão current que intermedia entre a versão estável atual e a próxima, mas dessa jamais há imagens para download: os respectivos pacotes precisam ser baixados um por um dos da pasta "current" nos repositórios do Slackware e instalados, igualmente um por um, com o comando upgradepkg do pkgtool. Para quem faz questão de um Slackware totalmente current, a opção mais eficaz é baixar e instalar o Swaret, um instalador gráfico que faz esses upgrades automaticamente.
Possui seu próprio gerenciador de pacotes, o pkgtool (installpkg, upgradepkg, removekpg, explodepkg, makepkg), sem gerenciamento de dependências (existem programas que adicionam esse gerenciamento, como o slapt-get e swaret). O formato dos pacotes .tgz é bastante simples, similar a um .tar.gz contendo apenas os arquivos a serem instalados em suas respectivas pastas em relação à raiz do sistema, além de um script com comandos complementares para a instalação.
O Slackware Linux é um Sistema Operacional livre, ou seja, está disponível na Internet e todos têm acesso ao código-fonte, podendo então melhorá-lo ou adaptá-lo às próprias necessidades.
A versão 12.0 da distribuição foi um marco. Disponibilizado em 2 de julho de 2007, é a primeira versão a vir com kernel 2.6. É a que mostra mais inovações e mudanças em relação com as anteriores, além do kernel 2.6.21.5, que na época do lançamento era o mais atual já mostrando uma mudança na concepção do slackware que não costumava ultilizar o último release do kernel, ela conta com três inovações que resultaram em muita polemica que é o HAL, a glibc 2.5 e o GCC 4.1.2, a primeira é uma camada de abstração de hardware que fornece auto-mount para o sistema indo contra a filosofia original do sistema, mas inserido por causa da dependência do KDE pelo mesmo e a segunda são as bibliotecas de C do projeto GNU essa era a versão mais recente da mesma no lançamento da distribuição e foi muito contestada a sua utilização por ser um pacote crucial para o sistema e por ser muito novo ser sucetivel a instabilidade, já o GCC 4.1.2 gerou polemica devido a falta de compatibilidade de códigos antigos com os compiladores da nova serie do GCC indo novamente de encontro a filosofia slackware que busca estabilidade.
O Slackware 12.1, a versão atual, possui a GCC 4.2.3, o kernel Linux 2.6.24.5, já com o bug que dava acesso root à máquina corrigido, KDE 3.5.9, Xfce 4.4.2, Xorg 7.3.0 e a suíte SeaMonkey 1.1.9, além de todos os utilitários habituais. Por falar no kernel, essa versão não é capaz de fazer boot pelo disquete, tendo como opção na instalação a criação de um dispositivo USB de boot, e vem apenas com a versão 2.6.24.5 no CD em 4 modos generic-2.6.24.5 (generico contendo os hardwares mais comuns dentro do kernel e o resto modularizado), generic-2.6.24.5-smp (mesmo que anterior com suporte a multiprocessamento / HT), huge-2.6.24.5 (kernel que contem praticamente tudo que existe de suporte a hardware embutido no kernel a custo de um peso imenso(huge) na hora do carregamento) e o huge-2.6.24.5-smp (mesmo que o anterior mas com suporte a multi-processamento).
Índice |
[editar] História e Nome
A primeira versão do Slackware, o 1.0.0, foi lançada em 16 ou 17 de julho de 1993[1] pelo Patrick Volkerding, fundador e programador líder do projeto. Era baseada na distribuição SLS Linux (Softlanding Linux System) e fornecida em forma de imagens para disquetes de 3½ polegadas, disponibilizadas em file transfer protocols (ftps) anônimos.
O nome "Slackware" vem do termo "Slack". Como já mencionado, o termo é definido pela Slack Church of the SubGenius (Igreja dos Sub-Gênios).
Em 1999, os números das versões do Slackware mudaram diretamente de 4.0 a 7.0. Isso foi explicado por Patrick Volkerding [2] como um esforço de marketing para mostrar que o Slackware estava tão atualizado como as outras distribuições Linux entre as quais muitas já tinham números de release como 6 naquele momento (como o Red Hat, por exemplo, que publicava toda revisão de sua distribuição com um acréscimo de 4.1 para 5.0 ao invés de 3.1 para 3.2, como o Slackware o fazia).
Em 2005, Patrick Volkerding esteve seriamente doente e o futuro desenvolvimento do Slackware tornou-se incerto, tanto que em naquele ano ele ficou praticamente incapacitado de trabalhar; muitos esperavam sua morte e, assim, o fim do Slackware. Mas ele se recuperou e retomou o desenvolvimento do Slackware.
Em 2005, o ambiente de desktop GNOME foi removido do futuro release[3] pendente (10.2) e ficou entregue a suporte e distribuição pela comunidade. A remoção do GNOME foi vista como significativa por alguns na comunidade Linux porque esse ambiente desktop é encontrado em muitas distribuições Linux. Não obstante, diversos projetos baseados na comunidade preencheram a lacuna do GNOME no Slackware, oferecendo distribuições GNOME completas como o GWARE, o FreeRock GNOME e o Dropline GNOME para o Slackware.
Ao longo da história do Slackware, sempre houve distribuiçoes e LiveCDs baseados nele. Umas distribuições populares derivadas do Slackware, entre elas College Linux, GoblinX, SLAX, VectorLinux, JoLinux, Zenwalk, AliXe e Kate OS. No próximo capítulo há uma relação mais extensa.
[editar] Versões
Como já dito acima, jamais houve versões 5.x e 6.x do Slackware. O pulo direto de 4.0.0. a 7.0 foi feito para evitar irritações por parte de usuários, evitar suspeitas de que o Slackware 4.0 seria mais antigo do que outras versões contemporâneas. [4]
[editar] Derivações
Há várias distribuições derivadas do Slackware:
Ativas:
- 4Bak - Live CD canadense para backups desenvolvido por Sylvie Migneault; é o antigo DDbackup.
- AliXe - Live CD canadense desenvolivdo por uma montréalense que só se identifica como "Alisou" mas que no site do 4Bak revela ser a própria Sylvie Migneault; o LiveCD visa a promover o Slackware e o SlaX entre usuários de língua francesa.
- Arudius - Live CD americano com o peso em segurança, baseado no Slackware e no Zenwalk.
- Austrumi - Distribuição Linux letuva desenvolvida por Andreijs Meinerts e outros/as; é um Live CD qui se instala temporáriamente na memória RAM, deixando, assim, a gaveta do CD/DVD livre para outros usos.
- BackTrack - Live CD suíço baseado em Slackware e SlaX; fusionando o Auditor Security Linux com o WHAX, seu peso é na segurança.
- Blin - Distribuição Linux ucraniana.
- Burapha Gnu/Linux - Distribuição Linux tailandesa desenvolvida por uma equipe da universidade de Burapha.
- CEMF - Distribuição Linux brasileira que roda direto de dentro de uma partição ou instalação Windows.
- College - Distribuição Linux suíça que alega se basear no Debian, mas é gerenciada em .tgz; virou Live CD.
- Cytrun - Distribuição Linux brasileira projetada para aumentar o nível de segurança de servidores / VoIP-PBX.
- Darkstar - Distribuição Linux romena.
- DNA - Live CD argentino baseado no SlaX.
- eMoviX - Live CD italiano com peso na execução de multimídia.
- Frugalware - Distribuição Linux húngara desenvolvida por Miklos Vajna.
- GoblinX - Live CD brasileiro que instalado converte os pacotes .tgz em módulos .mo.
- HostGIS - Distribuição Linux americana, servidor cartográfico especialmente desenvolvido para o manejo de informações GIS.
- iWhaX - Distribuição Linux americana voltada para a segurança de redes; é a antiga WhaX.
- JoLinux - Distribuição Linux brasileira com kernel 2.6 já por padrão.
- KateOS - Distribuição Linux polonesa desenvolvida por Damian Rakowski e outros.
- Kinux - Distribuição Linux brasileira.
- KlaX - Live CD alemão de apresentação do KDE.
- LiveCD Router - Live CD argentino projetado para operar redes e conexões de internet.
- MoviX - Live CD italiano com peso na criação de multimídia.
- MoviX² - Live CD italiano com peso na execução de multimídia.
- MutageniX - Live CD americano.
- NimbleX - Distribuição Linux romena desenvolvida por Bogdan Radulescu.
- OpenLAB - Distribuição Linux sul-africana, projetada para o ensino em informática em escolas e faculdades; fora da África do Sul, é adotada na Namíbia e Alemanha; é a distro para qual os softwares EduKar, OpenBook e ZybaCafe foram desenvolvidos; o Live CD pode ser baixado gratuitamente, o conjunto de 4 CDs / 1 DVD e os softwares externos são cobrados.
- P!tux - Distribuição Linux francesa para ser instalada dentro de sistemas já existentes; é o antigo Drinou Linux.
- PC Master - Distribuição Linux brasileira.
- Plamo - Distribuição Linux japonesa com peso no idioma japonês, para assim facilitar o "slacking" para usuários japoneses.
- pQui - Distribuição Linux brasileira para desktop, desenvolvida por Hudson Figueiredo.
- Privare - Live CD canadense, é o antigo eLearnix, anterior FreeLoader Linux; praticamente um curso Linux em forma de Sistema Operacional com base no Slackware.
- Revanche - Distribuição Linux brasileira baseada simultaneamente em Slackware e Fedora.
- RFS - Distribuição Linux brasileira.
- RIP (Recovery Is Possible) - Distribuição Linux americana voltada à recuperação de sistemas de arquivos.
- Root - Distribuição Linux sueca desenvolvida por John Eriksson.
- RUNT (ResNet USB Network Tester) - Sistema Operacional Linux americano desenvolvido pela Universidade da Carolina do Norte para ser instalado num pendrives e simultaneamente num disquete que operarão em conjunto; distro voltada a testar redes e ports USB.
- SauverOS - Distribuição Linux indiana desenvolvida por Maulik Gordhandas.
- SlAmp - Live CD holandês baseado no SlaX com os pacotes do Slackware.
- Slax - Live CD checo desenvolvido por Tomas Matejicek; instalado em HD ou pendrive, converte os pacotes .tgz em módulos .mo.
- STuX - Live CD italiano.
- Tereré - Live CD brasileiro projetado para os sistemas de autenticação de provedores e lan houses.
- Tukaani - Distribuição Linux finlandesa cujo ponto forte está no gerenciamento de pacotes, através do instalador pkgtools (sic!) e do (des)compactador LZMA: compatibilizam pacotes nos formatos .tgz, .tbz, .tlz e .tar.
- Vector - Distribuição Linux canadense desenvolvida por Robert S. Lange e outros; sugere-se como uma excelente opção para dar uso a equipamentos antigos.
- Volta - Distribuição Linux italiana 100% compatibilizada com gerenciamento de pacotes duplo: o pkgtool do Slackware para o sistema e o pkgsrc do NetBSD para os aplicativos; noutras palavras, com o Volta Linux praticamente tem-se o Slackware e o NetBSD rodando num mesmo sistema operacional.
- WolviX - Live CD norueguês baseado no SlaX.
- ZenLive - Live CD francês baseado no Zenwalk.
- ZenServer - Distribuição Linux americana voltada a servidores, baseada no Zenwalk.
- Zenwalk - Distribuição Linux desktop francesa desenvolvida por Jean-Philippe Guillemin; é a antiga MiniSlack.
- WifiSlax - Distribuição Linux Espanhola, voltada 100% para auditoria/invasão de redes sem fio.
Slackware para AMD64:
- Slamd64 - Distribuição Linux britânica para rodar o Slackware em plataforma AMD64 (x86 64).
- Bluewhite64- Distribuição Linux romena para rodar o Slackware em plataforma AMD64 (x86 64); disponível em forma de Live CD instalável e de DVD de instalação.
Slackware para ARM:
- ARMedslack - Distribuição Linux americana para rodar o Slackware em plataforma ARM.
Slackware para IBM S/390:
- Slack/390 - Distribuição Linux americana para rodar o Slackware em plataforma IBM S/390.
Slackware para PowerPC (Macintosh):
- SlackIntosh - Distribuição Linux suíça para rodar o Slackware em plataforma PPC (PowerPC).
Slackware para SPARC:
- Splack - Distribuição Linux americana para rodar o Slackware em plataforma SPARC.
Não-Desativadas À primeira vista, essas aí parecem desativadas, mas de fato trocaram apenas de nome e são encontradas acima com seus novos nomes.
- DDbackup - virou 4Bak.
- Drinou - virou P!tux
- eLearnix - virou Privare.
- FreeLoader Linux - virou Privare.
- MiniSlack - virou Zenwalk.
- WhaX - virou iWhaX
Semi-Desativadas:
- Litrix Linux - Distribuição Linux brasileira que continua ativa mas a partir de sua versão 3.0 trocou o Slackware pelo Gentoo como base; é desenvolvida por Vagner Rodrigues.
- SuSE Linux - Distribuição Linux então alemã, que até sua fusão com a distribuição Jurix, em 1996, se baseava no SLS Linux e Slackware.
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Desativadas:
- BearOps Desktop - Distribuição canadense, abandonada em 2001.
- Buffalo - Distribuição americana, abandonada em 2005.
- Definity - Distribuição brasileira desenvolvida por uma empresa em Curitiba, abandonada em 2003.
- Evil Entity - Distribuição americana cujo ponto forte era a edição de multimídia; abandonada em 2004, não está claro se a anunciada sucessora, Arcano Linux, foi ativada.
- gNox - Live CD britânico cujo gerenciamento em módulos permitiria acrescentar módulos diretamente à imagem .iso; distro abandonada em 2005.
- NetwosiX - Distribuição italiana voltada para a segurança de redes; abandonada em 2006.
- SentiniX - Distribuição sueca voltada ao monitoramento de redes; abandonada em 2003.
- Ultima - Distribuição americana que era desenvolvida por Martin Última, abandonada em 2005.
Outras, mas no mesmo estado de espírito:
- Aegean - Distribuição Linux belga baseada no Arch.
- Arch - Distribuição Linux canadense desenvolvida por Judd Vinet, inspirada no Crux.
- Archie - Live CD malasiano baseado no Arch.
- Crux - Distribuição Linux sueca desenvolvida por Per Lidén e outros; tem um sistema de Ports tipo FreeBSD.
- DeLi - Distribuição Linux alemã desenvolvida por Henry Jensen, com o sistema Ports tipo FreeBSD do Crux Linux e que ainda o disponibiliza sob medida para o Slackware.
- Gobo - Distribuição Linux instalável e simultaneamente Live CD - de acordo com a opção que se digita - brasileira com árvore hierárquica própria.
- Underground Desktop - Distribuição Linux italiana baseada no Arch.
[editar] Remoção do GNOME
Em Março de 2006 o GNOME foi removido da distribuição oficial do Slackware, sendo deixado o suporte por parte da comunidade. Alguns dos projetos mais conhecidos que distribuem esses pacotes são o GNOME Slack Build e o Dropline GNOME.
[editar] Referências
- ↑ ANNOUNCE: Slackware Linux 1.00
- ↑ http://www.slackware.com/faq/do_faq.php?faq=general#0
- ↑ ftp://ftp.slackware.com/pub/slackware/slackware-10.2/ChangeLog.txt
- ↑ Slackware FAQ: Why the jump from 4 to 7?
[editar] Ligações externas
- (en) Site oficial
- (en) Announcing Slackware Linux 10.2!
- (en) Slackware Release Announcement - 12.0
- Guia de como se dar bem no Slackware sem recorrer a interface gráfica
- Informações relacionadas ao Slackware
- Wiki do Slackware

