Gladiador (filme)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Gladiador
'Gladiator'
Pôster de divulgação
 Estados Unidos[1]
 Reino Unido[2]
2000 •  155[3] min 
Direção Ridley Scott
Produção Douglas Wick
David Franzoni
Branko Lustig
Roteiro David Franzoni
John Logan
William Nicholson
História David Franzoni
Elenco Russell Crowe
Joaquin Phoenix
Connie Nielsen
Oliver Reed
Derek Jacobi
Djimon Hounsou
Richard Harris
Género
Música Lisa Gerrard
Hans Zimmer
Harry Greenway
Cinematografia John Mathieson
Edição Pietro Scalia
Companhia(s) produtora(s) Scott Free Productions
Red Wagon Entertainment[4]
Distribuição DreamWorks SKG (EUA)
Universal Pictures (Internacional)
Lançamento Estados Unidos 5 de maio de 2000
Reino Unido 12 de maio de 2000
Brasil 19 de maio de 2000
Portugal 19 de maio de 2000
Idioma inglês
Orçamento US$ 103 000 000[5][6]
Receita US$ 457 640 427[7]

Gladiator (prt/bra: Gladiador)[8][9] é um filme britano-americano de 2000, dos gêneros drama histórico, ação e aventura, dirigido por Ridley Scott, com roteiro de David Franzoni, John Logan e William Nicholson.[8]

Estrelado por Russell Crowe, Joaquin Phoenix, Connie Nielsen, Ralf Möller, Oliver Reed, Djimon Hounsou, Derek Jacobi, John Shrapnel e Richard Harris, Gladiator foi distribuído pela Dreamworks SKG somente para a América do Norte, enquanto a Universal Pictures distribuiu mundialmente. Crowe interpreta o leal general Maximus Decimus Meridius, chamado de Espanhol no filme, que é traído quando o ambicioso filho do imperador, Cómodo, mata seu pai e toma o trono. Reduzido a um escravo, Máximo ascende através das lutas de gladiadores para vingar a morte de sua família e do antigo imperador.

Lançado em 5 de maio de 2000, Gladiator foi um enorme sucesso de bilheteria, recebendo críticas geralmente favoráveis. O filme foi indicado a vários prêmios, vencendo cinco Oscars incluindo o de Melhor Filme.[10]

Gladiator foi um sucesso de público e crítica, sendo considerado um marco para o cinema e iniciou uma nova onda de filmes históricos.[11]

Enredo[editar | editar código-fonte]

O ano é de 180 d.C. e o general romano Maximus, servindo ao seu imperador Marco Aurélio, prepara seu exército para impedir a invasão dos bárbaros germânicos. Após o combate, Maximus fica sabendo que Marco Aurélio, já velho e ciente de sua morte, quer lhe passar o comando do Império Romano. Cómodo, filho do imperador, fica irado por ser preterido e mata o pai, assumindo o comando do império. Maximus escapa dos guardas de Cómodo, e então foge para sua fazenda em Trujillo, onde descobre que a mando do novo imperador sua esposa e filho foram mortos. Após enterrar sua família, Maximus desmaia de exaustão e feridas acumuladas.

Levado por vendedores de escravos, Maximus é levado para a Mauritânia Cesariense, onde é comprado pelo treinador de gladiadores Proximus. Sua aptidão militar torna Maximus um sucesso na região, onde sobrevive muitas batalhas ao lado do númida Juba e o germânico Hagen. Finalmente, Próximo é convidado para levar seus gladiadores ao Coliseu. Maximus, disposto a vingar o assassinato de sua mulher e de seu filho, sabe que é preciso triunfar para ganhar a confiança da plateia. Acumulando cadáveres nas arenas, o gladiador luta por uma causa pessoal, de forma quase que solitária e leva benefícios ao povo, submetido pela política do "pão e circo". "... E terei minha vingança, nesta vida ou na próxima." Maximus sabe que o controle da multidão será vital para que possa arquitetar sua vingança, que culmina em um combate com o próprio Cômodo.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator Personagem
Russell Crowe Maximus
Joaquin Phoenix Cómodo
Connie Nielsen Lucila
Oliver Reed Próximo
Richard Harris Marco Aurélio
Derek Jacobi Gracchus
Djimon Hounsou Juba
David Schofield Falco
John Shrapnel Gaius
Tomas Arana Quintus
Ralf Möeller Hagen
Spencer Treat Clark Lúcio
David Hemmings Cassius
Tommy Flanagan Cícero

Recepção[editar | editar código-fonte]

Bilheteria[editar | editar código-fonte]

Gladiator faturou US$ 187,7 milhões de dólares nos Estados Unidos e US$ 269,9 milhões pelo mundo, totalizando cerca de US$ 457,6 milhões de bilheteria global, em cima de um orçamento de US$ 103 milhões.[12]

Resposta da crítica[editar | editar código-fonte]

As performances de Crowe e Phoenix foram muito elogiadas, com ambos sendo nomeados ao Óscar, com Crowe levando a estatueta.

No site agregador Rotten Tomatoes, o filme tem uma média de aprovação de 77% baseado em 199 resenhas, com uma nota média de 7,32/10. O consenso crítico do site lê, "Ridley Scott e um elenco excelente transmitem com sucesso a intensidade do combate de gladiadores romanos, bem como a intriga política que se forma abaixo."[13] No site Metacritic, que dá uma nota normalizadora, o filme tem uma nota 67 de 100, baseada em 46 críticas, indicando "resenhas geralmente favoráveis".[14] A recepção da audiência foi igualmente boa, com o site CinemaScore dando uma nota "A", numa escala de F a A+, com base na resposta dos espectadores.[15]

A batalha inicial chamou muito a atenção da crítica pelo seu aspecto técnico e visual artístico. A CNN descreveu o começo do filme como "cenas de batalha favoritas na tela",[16] enquanto a Entertainment Weekly nomeou Maximus como seu sexto herói de ação favorito, devido a "performance de aço e comovente de Crowe",[17] e o nomeou como seu terceiro filme de vingança favorito.[18]

Autenticidade histórica[editar | editar código-fonte]

O filme é vagamente baseado em eventos reais que ocorreram dentro do Império Romano na segunda metade do século 2 d.C. Como Ridley Scott queria representar a cultura romana de forma mais precisa que em outros filmes, ele contratou vários historiadores como conselheiros. Mesmo assim, algumas deturpações de fatos históricos foram feitas para aumentar o interesse, manter a continuidade da narrativa e por razões práticas ou de segurança. Scott também afirmou que devido à influência de filmes anteriores que afetaram a percepção do público de como era a Roma Antiga, alguns fatos históricos eram "inacreditáveis" para incluir. Por exemplo, numa versão preliminar do roteiro, gladiadores faziam endossos de produtos na arena; embora isso tenha sido historicamente acurado, não foi filmado por medo de que o público pensasse que era anacrônico.[19]

Pelo menos um conselheiro histórico se demitiu devido a mudanças no roteiro. Um outro historiador pediu para não ser mencionado nos créditos (embora tenha sido declarado nos comentários do diretor que ele constantemente pedia, "onde está a prova de que certas coisas eram exatamente como dizem?"). O historiador Allen Ward da Universidade de Connecticut acredita que acuidade histórica não teria feito Gladiator menos interessante ou excitante, dizendo: "os artistas criativos precisam de alguma licença poética, mas isso não deve ser uma permissão para o desprezo total pelos fatos na ficção histórica.".[20][21]

Ficcionalização[editar | editar código-fonte]

  • Marco Aurélio não foi assassinado por seu filho Cômodo; ele morreu em Vindobona (atual Viena) em 180 d.C. de Peste antonina. A epidemia, que se acredita ter sido varíola ou sarampo, varreu o Império durante o reinado de Marco.[22]
  • Não há indício que Marco Aurélio desejava transformar o Império de volta numa república como forma de governo, como é mostrado no filme. Além disso, na época de sua morte, Marco já governava com Cômodo como co-imperadores havia três anos. Após a morte do pai, Cômodo viria a governar o império sozinho até 192 d.C..[23]
  • O filme mostra o imperador Marco Aurélio derrotando os bárbaros em batalha de forma decisiva nas Guerras marcomanas. Na realidade, a guerra se estendeu por mais algum tempo; foi Cômodo que assegurou a paz ao assinar um tratado com duas tribos germânicas que haviam se aliado contra Roma, os Marcomanos e os Quados.[24]
  • O personagem Maximus é ficcional, embora em alguns aspectos ele se pareça com as seguintes figuras históricas: Narciso (o real assassino de Cômodo e um personagem que apareceu no primeiro esboço do roteiro);[25] Espártaco (que liderou uma revolta de escravos significativa em 73–71 a.C.); Cincinato (519–430 d.C.) (um fazendeiro que virou ditator, que salvou Roma de uma invasão, e então renunciou ao cargo de líder após 15 dias);[26][27] e Marco Nônio Macrino (um confiável general, Cônsul em 154 d.C. e amigo de Marco Aurélio).[28][29][30]
  • Embora Cômodo tenha realmente lutado no Coliseu, ele não foi morto na arena; ele foi estrangulado no seu banho pelo lutador Narciso. Cômodo governou Roma como imperador por doze anos, ao contrário do que é mostrado no filme que parece ser um período bem menor de tempo.[31][32]
  • No filme, Lucila é mostrada como viúva de Lúcio Vero e têm um filho dele, também chamado de Lúcio. Embora Lucila realmente fosse viúva dele e tivesse um filho de mesmo nome, a criança morreu jovem, antes do reinado de Cômodo, com Lucila se casando novamente com Cláudio Pompeiano após a morte de Lúcio Vero.[33] Ela estava casada com ele há 11 anos quando seu irmão se tornou imperador. O filme omite o fato de Lucila ter tido outros dois filhos de Lúcio, Lucila Pláucia e Aurélia Lucila.[33]
  • O personagem Maximus teve uma carreira similar (e traços de personalidade parecidos relatados pelo historiador Herodiano) a Tibério Cláudio Pompeiano (um sírio) que era casado com a filha de Marco Aurélio, Lucila. Acredita-se que o imperador Marco pode ter desejado que Pompeiano o sucedesse como César, em preferência a Cômodo, mas foi recusado. Pompeiano não participou em nenhum dos vários complôs contra Cômodo. O seu personagem não aparece ou é citado no filme.[20]
  • Lucila foi de fato implicada num complô para assassinar seu irmão, em 182 d.C, junto com seu enteado e vários outros. Ela foi primeiro exilada em Capri pelo irmão e então executada, sob ordens dele, mais tarde naquele ano.[34]
  • No filme o personagem Antônio Próximo afirma que Marco Aurélio é chamado de "o Sábio" e que ele teria banido os jogos de gladiadores em Roma, o que teria forçado os lutadores a ir lutar nas arenas da Mauritânia. O Marco Aurélio de verdade realmente baniu as lutas, mas apenas em Antioquia como punição pelo apoio da cidade ao usurpador Caio Avídio Cássio. Os jogos de gladiadores nunca foram banidos em Roma. Contudo, quando o imperador começou a recrutar gladiadores para as legiões, isso resultou num esvaziamento das lanistae (escolas de gladiadores).[35]
  • Na vida real, a morte de Cômodo não resultou em paz para Roma, ou na restauração da República. Pelo contrário, acabou dando início a um período caótico e sangrento numa luta pelo poder que culminou no chamado Ano dos Cinco Imperadores em 193 d.C.. De acordo com Herodiano, o povo de Roma ficou muito feliz ao saber da morte de Cômodo, embora temessem que os pretorianos não aceitassem o novo imperador Pertinax.[36]

Anacronismos[editar | editar código-fonte]

Os trajes do filme raramente eram historicamente corretos. Muitos soldados utilizavam capacetes fantasiosos, ao contrário da Gálea (costumamente usados por centuriões). As faixas enroladas em seus braços raramente eram usadas. Seu uso na cinamatografia mundial é produto de um estereótipo fílmico em que filmes históricos retratam povos da antiguidade usando essas faixas nos pulsos. Embora o filme se passe no século II, os soldados romanos são vistos usando lorica segmentata e capacetes do modelo gálico, que era mais comum um século antes. Os legionários que carregavam os estandartes e águias (os aquilifers) da legião, os centuriões, os soldados de cavalaria e os auxiliares parecem usando vestimentas erradas, sendo que na época eles usariam a lorica squamata (armadura de escamas).[37][38] As forças auxiliares também eram quase que exclusivamente formadas por não romanos, algo que não parece ser no filme.[39]

Na cena inicial, é mostrado os romanos utilizando artilharia e armas de cerco numa batalha campal. Elas não costumavam ser utilizadas assim. Também, o escorpião (imagem) utilizado no filme era bem menor do que visto.

A cavalaria romana é mostrada usando estribos. Isto é anacronístico já que as forças montadas do exército romano usavam uma sela de dois chifres, sem estribos. Os estribos só foram usados nas filmagens por razões de segurança, devido ao treinamento e habilidade adicionais necessários para cavalgar com uma sela romana que resultaria num aumento do custo do seguro.[35][40] Catapultas e balistas raramente eram usadas em batalhas campais, muito menos em florestas. Seu uso era primordial para cercos e quase nunca em um campo de batalha aberto. Flechas incendiárias e bombas disparadas de catapultas não foram usadas em nenhum momento da história antiga.[35]

Os guardas pretorianos vistos no filme estão todos vestindo uniformes roxos. Nenhuma evidência histórica apoia isso. Em campanha, eles geralmente usavam equipamento legionário padrão com alguns elementos decorativos exclusivos.[41]

Após o fim do primeiro ato do filme, há uma vista do alto de Roma, mostrando a cidade antiga pela primeira vez, contudo vários prédios mostrados não existiam no tempo em que o filme Gladiator se passa. Por exemplo, a Basílica de Maxêncio e Constantino é bem proeminente na cena, embora só tivesse sido completada no ano 312 da Era Cristã, quase cento e vinte anos após a morte de Cômodo. A cidade também é mostrada cinzenta e não uma mistura de cores vivas, como seria na realidade. Outra questão é o fato dos soldados e cidadãos se direcionarem aos Césares, no filme, com títulos de nobreza (como "alteza"). Isso não ocorreria nessa época (conhecida como Principado, de 27 a.C. a 284 d.C.). Os imperadores romanos só passaram a se vestir de forma mais opulenta (como verdadeiros monarcas) no período histórico conhecido como Dominato (de 284 d.C. a 476 d.C.).

No início da história, Cômodo observa uma estátua na tenda de seu pai; a estátua não tem pupilas, um traço comumente visto na ficção sobre o Império Romano. Na verdade, acredita-se que a maioria das estátuas tinha olhos e pupilas pintados na época em que foram criadas; só com o passar do tempo a tinta teria saído, se desgastado, deixando as estátuas com seus olhares vazios.

Principais prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Prêmio Categoria Recipiente Resultado
Oscar 2001 Melhor filme Douglas Wick, David Franzoni, Branko Lustig Venceu[42]
Melhor ator Russell Crowe Venceu[42][10]
Melhor figurino Janty Yates Venceu[10][42]
Melhores efeitos visuais Venceu[42][10]
Melhor som Venceu[42][10]
Melhor ator coadjuvante Joaquin Phoenix Indicado[42]
Melhor design de produção Arthur Max Indicado[42]
Melhor fotografia John Mathieson Indicado[42]
Melhor direção Ridley Scott Indicado[42]
Melhor edição Pietro Scalia Indicado[42]
Melhor trilha sonora Hans Zimmer, Lisa Gerrard Indicado[42]
Melhor roteiro original David Franzoni, John Logan, William Nicholson Indicado[42]
BAFTA 2001 Melhor cinematografia John Mathieson Venceu[43]
Melhor filme Douglas Wick, David Franzoni, Branko Lustig Venceu[43]
Melhor montagem Pietro Scalia Venceu[43]
Melhor design de produção Arthur Max Venceu[43]
Melhor direção Ridley Scott Indicado[43]
Melhores efeitos visuais John Nelson, Tim Burke, Rob Harvey, Neil Corbould Indicado[43]
Melhor figurino Janty Yates Indicado[43]
Melhor maquiagem e caracterização Paul Engelen, Graham Johnston Indicado[43]
Melhor ator Russell Crowe Indicado[43]
Melhor ator coadjuvante Oliver Reed Indicado[43]
Joaquin Phoenix Indicado[43]
Melhor roteiro original David Franzoni, John Logan, William Nicholson Indicado[43]
Melhor som Ken Weston, Scott Millan, Bob Beemer, Per Hallberg Indicado[43]
Melhor trilha sonora Hans Zimmer, Lisa Gerrard Indicado[43]
Globo de Ouro 2001 Melhor filme - drama Douglas Wick, David Franzoni, Branko Lustig Venceu[44]
Melhor trilha sonora Hans Zimmer, Lisa Gerrard Venceu[44][10]
Melhor direção Ridley Scott Indicado[44]
Melhor atriz - drama Russell Crowe Indicado[44]
Melhor ator coadjuvante Joaquin Phoenix Indicado[44]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Gladiator». AFI. Consultado em 18 de agosto de 2014 
  2. «Gladiator». BFI. Consultado em 20 de julho de 2013 
  3. «GLADIATOR (15)». British Board of Film Classification. 19 de abril de 2000. Consultado em 2 de junho de 2013 
  4. «Company Information». movies.nytimes.com. Consultado em 30 de julho de 2010 
  5. Sale, Martha Lair; Paula Diane Parker (2005), Losing Like Forrest Gump: Winners and Losers in the Film Industry (PDF), consultado em 19 de abril de 2019, arquivado do original (PDF) em 27 de fevereiro de 2007 
  6. Schwartz, Richard (2002), The Films of Ridley Scott, ISBN 0-275-96976-2, Westport, CT: Praeger, p. 141 
  7. «Gladiator (2000) - Box Office». boxofficemojo.com. Consultado em 16 de março de 2015 
  8. a b «Gladiator». Brasil: CinePlayers. Consultado em 22 de julho de 2020 
  9. «Gladiator». Portugal: CineCartaz. Consultado em 22 de julho de 2020 
  10. a b c d e f «GLADIADOR (crítica)». CCINE10. Consultado em 1 de março de 2016 
  11. Martin, Arnold (11 de julho de 2002), Making Books; Book Parties With Togas, The New York Times, consultado em 27 de fevereiro de 2009, cópia arquivada em 17 de janeiro de 2008 
  12. Gladiator total gross, Box Office Mojo, consultado em 27 de fevereiro de 2009, cópia arquivada em 7 de março de 2009 
  13. «Gladiator (2000)». Rotten Tomatoes. Fandango Media. Consultado em 13 de julho de 2019. Cópia arquivada em 17 de novembro de 2017 
  14. «Gladiator Reviews». Metacritic. Consultado em 27 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 18 de março de 2018 
  15. «CinemaScore». cinemascore.com. Consultado em 12 de janeiro de 2020. Cópia arquivada em 16 de setembro de 2017 
  16. The best – and worst – movie battle scenes, CNN, 2 de abril de 2007, consultado em 27 de fevereiro de 2009, cópia arquivada em 8 de abril de 2007 
  17. Marc Bernadin (23 de outubro de 2007), 25 Awesome Action Heroes, Entertainment Weekly, consultado em 27 de fevereiro de 2009, cópia arquivada em 9 de março de 2009 
  18. Gary Susman (12 de dezembro de 2007), 20 Best Revenge Movies, Entertainment Weekly, consultado em 27 de fevereiro de 2009, cópia arquivada em 8 de maio de 2009 
  19. Not Such a Wonderful Life: A Look at History in Gladiator Arquivado em 27 de junho de 2008 no Wayback Machine.
  20. a b Ward, Allen (Maio de 2001). «The Movie "Gladiator" in Historical Perspective». University of Connecticut. Consultado em 8 de dezembro de 2010. Cópia arquivada em 13 de maio de 2013 
  21. Winkler, Martin (2004), Gladiator Film and History, ISBN 1-4051-1042-2, Malden, MA: Blackwell Publishing, p. 6 
  22. Patricia Southern (2001). The Roman Empire: From Severus to Constantine. [S.l.: s.n.] p. 18 
  23. Michael Grant (1985). The Roman Emperors. [S.l.: s.n.] p. 95 
  24. Patricia Southern (2001). The Roman Empire: From Severus to Constantine. [S.l.: s.n.] p. 22 
  25. Gladiator: The Real Story, consultado em 27 de fevereiro de 2009, cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2021 
  26. Tito Lívio. Cincinnatus Leaves His Plow. Taken from The Western World ISBN 0-536-99373-4
  27. Andrew Rawnsley (23 de junho de 2002), He wants to go on and on; they all do, London: Guardian Unlimited, consultado em 27 de fevereiro de 2009, cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2021 
  28. Peter Popham (16 de outubro de 2008), Found: Tomb of the general who inspired 'Gladiator', London: The Independent, consultado em 27 de fevereiro de 2009, cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2021 
  29. «'Gladiator' Tomb is Found in Rome», BBC News, 17 de outubro de 2008, consultado em 27 de fevereiro de 2009, cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2021 
  30. Tomb of Roman general who inspired Gladiator reburied, PreHist.org, 6 de dezembro de 2012, consultado em 7 de fevereiro de 2021, cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2021 
  31. «GLADIATOR: THE REAL STORY». Consultado em 17 de junho de 2008. Cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2021 
  32. «Commodus». Encyclopædia Britannica Online. Consultado em 17 de junho de 2008. Cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2021 
  33. a b Peacock, Phoebe B., Library of Congress, Lucius Verus (161–169 AD) Arquivado em 28 de março de 2018 no Wayback Machine., Roman-emperors.org. Acessado em 29 de maio de 2012.
  34. Michael Grant (1985). The Roman Emperors. [S.l.: s.n.] p. 96 
  35. a b c Winkler, Martin M. (2004). Gladiator: film and history. [S.l.]: Wiley-Blackwell. ISBN 1-4051-1042-2 
  36. Echols, Edward. «Herodian 2.2 – Livius». Livius, Articles on ancient history. Consultado em 13 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2021 
  37. DeVries, Kelly & Robert Douglas Smith (2007). Medieval Weapons: An Illustrated History of Their Impact. [S.l.]: ABC-CLIO. pp. 24–27. ISBN 978-1851095261 
  38. «Scale (Lorica Squamata)». Australian National University. Consultado em 20 de junho de 2015. Cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2021 
  39. Junkelmann, Marcus em Hollywoods Traum von Rom ("O Sonho de Roma de Hollywood"), p. 117, 120 e 195.
  40. «Movie Nitpick: Gladiator». The Nitpickers Site. Consultado em 17 de junho de 2008. Cópia arquivada em 7 de janeiro de 2004 
  41. Rankov, Boris (1994). The Praetorian Guard (Elite). [S.l.]: Osprey Publishing 
  42. a b c d e f g h i j k l «73.º Oscar - 2001». CinePlayers. Consultado em 22 de julho de 2020 
  43. a b c d e f g h i j k l m n «BAFTA|Film in 2001». BAFTA Awards Database. Consultado em 22 de julho de 2020 
  44. a b c d e «58.º Globo de Ouro - 2001». CinePlayers. Consultado em 22 de julho de 2020