Lista temática dos presidentes do Brasil

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Esta é uma Lista temática dos Presidentes do Brasil de 1889 aos dias de hoje.

Trinta e nove brasileiros foram ungidos no cargo de Presidente da República (considerando as Juntas de 1930 e 1969, quarenta e cinco). Deodoro da Fonseca, Getúlio Vargas, Ranieri Mazzilli, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff tiveram mais de um mandato (Vargas teve quatro e os demais dois). Rodrigues Alves, caso tivesse tomado posse do seu segundo mandato, seria outro com mais de um. Alves e quatro dos seis já citados (exceção de Deodoro e Ranieri) são os que ganharam mais eleições (duas), com o acréscimo de que no caso dele e de Getúlio foram eleições não consecutivas e a primeira de Getúlio foi indireta. Somente Deodoro, Vargas e José Linhares tiveram períodos não antecedidos por vitória em uma eleição, direta ou indireta, excluindo os que subiram pela linha sucessória a partir de cargos eletivos. Trinta e seis governaram de fato (considerando as Juntas, quarenta e dois). O atual mandatário é o trigésimo oitavo (havendo disparidade com o número de presidentes que governaram de fato devido a dois que tiveram períodos interruptos: Getúlio Vargas e Ranieri Mazzilli) e o seu governo é o quadragésimo quarto (dito de outra forma, sua posse foi a quadragésima quarta, desconsiderando as das Juntas), estando a República no trigésimo mandato eletivo (apesar de 31 eleições, em três os eleitos não puderam assumir, sendo que em um caso não foi passado o posto ao vice-presidente) e trigésimo terceiro mandato (três mandatos não foram antecedidos por eleição, mas por golpe ou revolução), não considerando as Juntas.

O ano com maior número de presidentes foi 1961, que teve quatro presidentes (Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros, Ranieri Mazzilli e João Goulart). Anos com três presidentes foram dois: 1955 (Café Filho, Carlos Luz e Nereu Ramos) e 1964 (João Goulart, Ranieri Mazzilli e Castelo Branco), em ambos havendo um mês com os três presidentes (novembro e abril, respectivamente) e no segundo uma semana. Anos com dois presidentes foram vinte e seis, sendo que entre estes dois ainda contaram com junta militar.

Índice

Vivos[editar | editar código-fonte]

Nascimento por ano e estado[editar | editar código-fonte]

Nos anos em que nasceram dois presidentes ou mais, estes estão listados por ordem de mandato.

Nascimento Presidente Estado
1827 Deodoro da Fonseca  Alagoas
1839 Floriano Peixoto
1841 Prudente de Morais  São Paulo
Campos Sales
1847 Afonso Pena  Minas Gerais
1848 Rodrigues Alves  São Paulo
1855 Hermes da Fonseca  Rio Grande do Sul
1865 Epitácio Pessoa  Paraíba
1867 Nilo Peçanha  Rio de Janeiro
1868 Venceslau Brás  Minas Gerais
Delfim Moreira
1869 Tasso Fragoso  Maranhão
Washington Luís  Rio de Janeiro
1870 Artur Bernardes  Minas Gerais
1874 Isaías de Noronha  Rio de Janeiro
Mena Barreto  Minas Gerais
1882 Júlio Prestes  São Paulo
Getúlio Vargas  Rio Grande do Sul
1883 Eurico Gaspar Dutra  Mato Grosso
1886 José Linhares  Ceará
1888 Nereu Ramos  Santa Catarina
1894 Carlos Luz  Minas Gerais
1897 Humberto Castelo Branco  Ceará
1899 Café Filho  Rio Grande do Norte
Artur da Costa e Silva  Rio Grande do Sul
1901 Pedro Aleixo  Minas Gerais
1902 Juscelino Kubitschek
1905 Augusto Rademaker  Rio de Janeiro
Aurélio Lira  Paraíba
Emílio Garrastazu Médici  Rio Grande do Sul
1906 Márcio de Sousa Melo  Santa Catarina
1907 Ernesto Geisel  Rio Grande do Sul
1910 Ranieri Mazzili  São Paulo
Tancredo Neves  Minas Gerais
1917 Jânio Quadros  Mato Grosso do Sul
1918 João Figueiredo  Rio de Janeiro
1919 João Goulart  Rio Grande do Sul
1930 José Sarney  Maranhão
Itamar Franco Brasil Mar territorial brasileiro
1931 Fernando Henrique Cardoso  Rio de Janeiro
1940 Michel Temer  São Paulo
1945 Luiz Inácio Lula da Silva  Pernambuco
1947 Dilma Rousseff  Minas Gerais
1949 Fernando Collor  Rio de Janeiro
1955 Jair Bolsonaro  São Paulo

Dos períodos históricos classificados pela historiografia brasileira, ainda não foram eleitos presidentes nascidos durante a Quinta República Brasileira (regime militar; entre 1964 e 1985) ou após a instauração da Sexta República Brasileira (Nova República; de 1985 até a atualidade).

Militares[editar | editar código-fonte]

Presidentes que foram militares de carreira das Forças Armadas:

Patente militar Presidente Mandato Anos de serviço
Marechal Deodoro da Fonseca 1889–1891 1843–1892
Floriano Peixoto 1891–1894 1861–1889
Hermes da Fonseca 1910–1914 1871–1906
Eurico Gaspar Dutra 1946–1951 1908–1945
Castelo Branco 1964–1967 1921–1964
Artur Costa e Silva 1967–1969 1921–1967
General Emílio Médici 1969–1974 1927–1969
Ernesto Geisel 1974–1979 1927–1969
João Figueiredo 1979–1985 1937–1979
Capitão Jair Bolsonaro 2019– 1973–1988

Presidentes das Juntas Provisórias:

Patente militar Presidente Mandato
General Tasso Fragoso Junta Provisória de 1930
Mena Barreto
Almirante Isaías de Noronha
General Aurélio de Lira Tavares Junta Provisória de 1969
Almirante Augusto Rademaker
Marechal-do-ar Márcio de Sousa Melo

Dentre os dez militares de carreira que ocuparam a presidência da República, dezesseis considerando as Juntas, apenas três foram eleitos diretamente: Hermes da Fonseca (1910), Eurico Gaspar Dutra (1945) e Jair Bolsonaro (2018).

Com passagens lestas[editar | editar código-fonte]

Civis[editar | editar código-fonte]

  1. Prudente de Morais (18941898)
  2. Campos Sales (18981902)
  3. Rodrigues Alves (19021906)
  4. Afonso Pena (19061909)
  5. Nilo Peçanha (19091910)
  6. Venceslau Brás (19141918)
  7. Delfim Moreira (19181919)
  8. Epitácio Pessoa (19191922)
  9. Artur Bernardes (19221926)
  10. Washington Luís (19261930)
  11. Júlio Prestes (presidente eleito em 1930, impedido de tomar posse pela Revolução de 1930)
  12. Getúlio Vargas (19301945; 19511954)
  13. José Linhares (19451946)
  14. Café Filho (19541955)
  15. Carlos Luz (1955)
  16. Nereu Ramos (19551956)
  17. Juscelino Kubitschek (19561961)
  18. Jânio Quadros (1961)
  19. Ranieri Mazzilli (1961 e 1964)
  20. João Goulart (19611964)
  21. Pedro Aleixo (1969, impedido)
  22. Tancredo Neves (eleito em 1985, morreu antes de tomar posse)
  23. José Sarney (19851990)
  24. Fernando Collor de Mello (19901992)
  25. Itamar Franco (19921994)
  26. Fernando Henrique Cardoso (19952002)
  27. Luiz Inácio Lula da Silva (20032010)
  28. Dilma Rousseff (20112016)
  29. Michel Temer (20162018)

Obs.: Lista-se aqui Getúlio Vargas, Juscelino Kubitscheck e Itamar Franco, pois embora reformados no EB ou polícia militar, sem terem alcançado os grandes comandos, foram retratados como civis, diferentemente de Jair Bolsonaro.

Foram governadores[editar | editar código-fonte]

De São Paulo[editar | editar código-fonte]

Presidentes do Brasil que governaram o estado de São Paulo

  1. Prudente de Morais
  2. Campos Sales
  3. Rodrigues Alves
  4. Washington Luís
  5. Júlio Prestes
  6. Jânio Quadros

De Minas Gerais[editar | editar código-fonte]

Presidentes do Brasil que governaram o estado de Minas Gerais

  1. Afonso Pena
  2. Venceslau Brás
  3. Delfim Moreira
  4. Artur Bernardes
  5. Juscelino Kubitschek
  6. Tancredo Neves
  7. Itamar Franco

De outras Unidades Federativas[editar | editar código-fonte]

Presidentes do Brasil que governaram outras unidades federativas.

  1. Deodoro da Fonseca - Rio Grande do Sul
  2. Floriano Peixoto - Mato Grosso
  3. Nilo Peçanha - Rio de Janeiro
  4. João de Deus Mena Barreto - Rio de Janeiro (Interventor nomeado, mandato após o exercício da presidência)
  5. Getúlio Vargas - Rio Grande do Sul
  6. Nereu Ramos - Santa Catarina
  7. José Sarney - Maranhão
  8. Fernando Collor - Alagoas

Faculdade de Direito de São Paulo[editar | editar código-fonte]

Presidentes que estudaram na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo

  1. Prudente de Morais (18941898)
  2. Campos Sales (18981902)
  3. Rodrigues Alves (19021906)
  4. Afonso Pena (19061909)
  5. Venceslau Brás (19101914)
  6. Delfim Moreira (19181919)
  7. Washington Luís (19261930)
  8. Júlio Prestes (eleito em 1930, não tomou posse)
  9. José Linhares (19451946)
  10. Nereu Ramos (19551956)
  11. Jânio Quadros (1961)
  12. Michel Temer (20162018)

Alma mater[editar | editar código-fonte]

Instituição de Ensino Superior em que estudaram:

Números de palavras em discursos de posse[editar | editar código-fonte]

Contagem dos discursos antes de 2007 com base no livro "Palavra de Presidente: os discursos de posse, de Deodoro a Lula", de João Bosco Bezerra Bonfim, que não localizou ou analisou "discursos de interinos ou vices que tenham assumido em função da excepcionalidade [...]"

Presidente Número de Palavras
Deodoro da Fonseca (primeiro governo) 323
Floriano Peixoto 758
Prudente de Morais 1283
Campos Sales 3648
Rodrigues Alves 1923
Afonso Pena 3575
Hermes da Fonseca 2647
Venceslau Brás 3767
Epitácio Pessoa 3630
Artur Bernardes 485
Washington Luís 422 (texto não integral)
Getúlio Vargas (primeiro governo) 1483
Getúlio Vargas (segundo governo) 1025
Getúlio Vargas (terceiro governo) 3449
Eurico Gaspar Dutra 804
Getúlio Vargas (quarto governo) 1185
Juscelino Kubitschek 635
Jânio Quadros 649
João Goulart 969
Castelo Branco 1005
Artur da Costa e Silva 1324
Emílio Garrastazu Médici 1955
Ernesto Geisel 624
João Figueiredo 1523
Tancredo Neves (pronunciamento dirigido aos ministros, lido por José Sarney) 2920
José Sarney (pronunciamento para rádio e tv) 3883
Fernando Collor 5926
Itamar Franco 1379
Fernando Henrique Cardoso (primeiro governo) 3247
Fernando Henrique Cardoso (segundo governo) 2753
Luiz Inácio Lula da Silva (primeiro governo) 3926
Luiz Inácio Lula da Silva (segundo governo) 3844
Dilma Rousseff (primeiro governo) 3827
Dilma Rousseff (segundo governo) 4549
Michel Temer 2746
Jair Bolsonaro 973

Partido[editar | editar código-fonte]

Partidos em que eram filiados:

A Aliança Renovadora Nacional teve seis presidentes (desconsiderando Pedro Aleixo, que não exerceu a função, a ARENA teve apenas cinco presidentes); o Partido Republicano Mineiro e o Partido Social Democrático tiveram cinco presidentes; o Partido Republicano Paulista e o Partido do Movimento Democrático Brasileiro tiveram quatro (desconsiderando Júlio Prestes e Tancredo Neves, que não chegaram a assumir o cargo, o PRP e o PMDB tiveram apenas três presidentes cada); o Partido Trabalhista Brasileiro e o Partido dos Trabalhadores tiveram dois, nove partidos tiveram apenas um. Quatro presidentes e duas juntas governaram todo o mandato sem filiação a nenhum partido, além de um que governou a maior parte do mandato nesta situação e outro durante um breve período.

A influência do espectro político na política brasileira já existia antes da proclamação da república. Na política do Brasil Império o imperador era oficialmente um chefe de estado neutro, apartidário e que exercia o poder moderador, porém, o poder executivo era exercido pelos presidentes do Conselho de Ministros, que historicamente foram os chefes de governos do país e que eram provenientes do Partido Liberal (considerado de Esquerda em seu contexto histórico) e do Partido Conservador (considerado de Direita em seu contexto histórico).

Número de Partidos nas Coligações de Primeiro Turno[editar | editar código-fonte]

Lema de Governo[editar | editar código-fonte]

Alguns presidentes apresentaram lemas para seu governo, muitas vezes divulgados junto com propagandas oficiais, dentre eles:

Mandato concluído[editar | editar código-fonte]

Considera-se como mandato concluído o terminado na data prevista, seja pela constituição vigente, ordem militar ou situação politica-histórica.

  1. Floriano Peixoto (18911894)
  2. Prudente de Morais (18941898)
  3. Campos Sales (18981902)
  4. Rodrigues Alves (19021906)
  5. Nilo Peçanha (19091910)
  6. Hermes da Fonseca (19101914)
  7. Venceslau Brás (19141918)
  8. Delfim Moreira (19181919)
  9. Epitácio Pessoa (19191922)
  10. Artur Bernardes (19221926)
  11. Getúlio Vargas (19301937)
  12. José Linhares (19451946)
  13. Eurico Gaspar Dutra (19461951)
  14. Nereu Ramos (19551956)
  15. Juscelino Kubitschek (19561961)
  16. Ranieri Mazzilli (1961 e 1964)
  17. Castelo Branco (19641967)
  18. Emílio Médici (19691974)
  19. Ernesto Geisel (19741979)
  20. João Figueiredo (19791985)
  21. José Sarney (19851990)
  22. Itamar Franco (19921994)
  23. Fernando Henrique Cardoso (19952002)
  24. Luiz Inácio Lula da Silva (20032010)
  25. Dilma Rousseff (20112014)
  26. Michel Temer (20162018)

Não concluíram ou iniciaram o governo[editar | editar código-fonte]

Presidentes que não concluíram o período constitucional

  1. Deodoro da Fonseca (18891891)
  2. Afonso Pena (19061909)
  3. Rodrigues Alves (reeleito em 1918, morreu antes da posse)
  4. Washington Luís (19261930)
  5. Júlio Prestes (presidente eleito em 1930, impedido de tomar posse pela Revolução de 1930)
  6. Getúlio Vargas (19371945; 19511954)
  7. Café Filho (19541955)
  8. Carlos Luz (1955)
  9. Jânio Quadros (1961)
  10. João Goulart (19611964)
  11. Costa e Silva (19671969)
  12. Pedro Aleixo (1969, impedido).
  13. Tancredo Neves: (1985, faleceu antes de tomar posse)
  14. Fernando Collor (19901992)
  15. Dilma Rousseff (20152016)

Mandato interrompido[editar | editar código-fonte]

  1. Deodoro da Fonseca (18891891): renunciou ao cargo de seu governo constitucional, que sucedeu seu concluso governo provisório.
  2. Afonso Pena (19061909): faleceu antes de concluir o período presidencial.
  3. Washington Luís (19261930): deposto pelas forças revolucionárias chefiadas por Getúlio Vargas pouco antes de terminar o mandato.
  4. Getúlio Vargas (19371945; 19511954): Após 15 anos ininterruptos no governo, já estando no sétimo de forma ditatorial e ultrapassando o tempo determinado pela Constituição, foi forçado a renunciar. Seis anos depois voltou ao poder, pela via democrática, suicidando-se após três anos do novo mandato, em uma conjuntura de grave crise política.
  5. Café Filho (19541955): afastou-se por problemas de saúde, tendo posteriormente tentado retornar, mas acabando por sofrer impeachment, já no Governo Nereu Ramos.
  6. Carlos Luz (1955): sofreu impeachment, sendo substituído por Nereu Ramos.
  7. Jânio Quadros (1961): renunciou ao cargo.
  8. João Goulart (19611964): afastado do cargo em 2 de abril de 1964.
  9. Costa e Silva (19671969): afastado do cargo em 31 de agosto de 1969 por motivos de saúde e em 6 de outubro de 1969 os ministros militares no exercício provisório da presidência da República decretaram "extinto" o seu mandato.
  10. Fernando Collor (19901992): afastado pela Câmara dos Deputados em 2 de outubro de 1992; renunciou em 29 de dezembro de 1992.
  11. Dilma Rousseff (20112016): concluiu seu primeiro mandato, mas foi afastada pela Câmara dos Deputados em 12 de maio de 2016; sofreu o impeachment em 31 de agosto de 2016.

Não iniciaram o governo[editar | editar código-fonte]

  1. Rodrigues Alves: presidente reeleito em 1918 (já havia exercido o mandato de 1902 até 1906), faleceu antes de tomar posse.
  2. Júlio Prestes: presidente eleito em 1930, impedido de tomar posse pela Revolução de 1930.
  3. Pedro Aleixo: vice-presidente, que legalmente deveria assumir a presidência após afastamento do titular (Costa e Silva), mas foi impedido pelos ministros militares que formaram a então Junta Governativa Provisória de 1969.
  4. Tancredo Neves: presidente eleito em 1985 pelo Colégio Eleitoral; adoeceu um dia antes de tomar posse, vindo a falecer cerca de um mês depois.

Eleitos[editar | editar código-fonte]

  1. Deodoro da Fonseca (18911891)
  2. Prudente de Morais (18941898)
  3. Campos Sales (18981902)
  4. Rodrigues Alves (19021906)
  5. Afonso Pena (19061909)
  6. Hermes da Fonseca (19101914)
  7. Venceslau Brás (19141918)
  8. Rodrigues Alves (reeleito em 1918, morreu antes da posse)
  9. Epitácio Pessoa (19191922)
  10. Artur Bernardes (19221926)
  11. Washington Luís (19261930)
  12. Júlio Prestes (presidente eleito em 1930, impedido de tomar posse pela Revolução de 1930)
  13. Getúlio Vargas (19341937)
  14. Eurico Gaspar Dutra (19461951)
  15. Getúlio Vargas (19511954)
  16. Juscelino Kubitschek (19561961)
  17. Jânio Quadros (1961)
  18. Castelo Branco (19641967)
  19. Costa e Silva (19641969)
  20. Emílio Médici (19691974)
  21. Ernesto Geisel (19741979)
  22. João Figueiredo (19791985)
  23. Tancredo Neves (eleito em 1985, morreu antes de tomar posse)
  24. Fernando Collor de Mello (19901992)
  25. Fernando Henrique Cardoso (19952002)
  26. Luiz Inácio Lula da Silva (20032010)
  27. Dilma Rousseff (20112016)
  28. Jair Bolsonaro (2019–)

Eleitos diretamente[editar | editar código-fonte]

Sublinhado, eleições vencidas por oposicionista; demais, pela situação.

Sem sufrágio universal e voto secreto[editar | editar código-fonte]

  1. Prudente de Morais (1894)
  2. Campos Sales (1898)
  3. Rodrigues Alves (1902)
  4. Afonso Pena (1906)
  5. Hermes da Fonseca (1910)
  6. Venceslau Brás (1914)
  7. Rodrigues Alves (1918)
  8. Epitácio Pessoa (1919)
  9. Artur Bernardes (1922)
  10. Washington Luís (1926)
  11. Júlio Prestes (1930)

Obs.: Afonso Pena, Venceslau Brás, Rodrigues Alves (1918) e Washington Luís foram eleitos como os únicos candidatos oficialmente registrados no pleito.

De forma plenamente democrática[editar | editar código-fonte]

  1. Eurico Gaspar Dutra (1945)
  2. Getúlio Vargas (1950)
  3. Juscelino Kubitschek (1955)
  4. Jânio Quadros (1960)
  5. Fernando Collor de Mello (1989)
  6. Fernando Henrique Cardoso (1994 e 1998)
  7. Luiz Inácio Lula da Silva (2002 e 2006)
  8. Dilma Rousseff (2010 e 2014)
  9. Jair Bolsonaro (2018)

Obs.: As eleições presidenciais da República Velha não podem ser consideradas democráticas dentro dos critérios atuais, pois careciam de sufrágio universal e voto secreto.

Em 1989 e 2018, a situação (PMDB/MDB, ambas as vezes) ficou restrita ao primeiro turno, apoiando o perdedor no segundo turno na primeira vez e na segunda optando pela neutralidade.

Eleitos indiretamente[editar | editar código-fonte]

Sublinhado, eleições vencidas por oposicionista; demais, pela situação.

  1. Deodoro da Fonseca (1891)
  2. Getúlio Vargas (1934)
  3. Castelo Branco (1964)
  4. Costa e Silva (1966)
  5. Emílio Médici (1969)
  6. Ernesto Geisel (1974)
  7. João Figueiredo (1978)
  8. Tancredo Neves (1985)

Obs.: Costa e Silva e Médici foram eleitos como candidato único.

Floriano Peixoto, que ascendeu ao cargo de presidente pela linha sucessória, foi eleito vice-presidente como oposição.

Não eleitos[editar | editar código-fonte]

Em negrito, os que não ascenderam por linha sucessória, mas por golpe ou revolução; sublinhado, ascendeu por linha sucessória a partir de cargo não eletivo.

  1. Deodoro da Fonseca (18891891)
  2. Floriano Peixoto (18911894)
  3. Nilo Peçanha (19091910)
  4. Delfim Moreira (19181919)
  5. Getúlio Vargas (19301934; 19371945)
  6. José Linhares (19451946)
  7. Café Filho (19541955)
  8. Carlos Luz (1955)
  9. Nereu Ramos (19551956)
  10. Ranieri Mazzilli (1961)
  11. João Goulart (19611964)
  12. Ranieri Mazzilli (1964)
  13. Pedro Aleixo (1969, impedido)
  14. José Sarney (19851990)
  15. Itamar Franco (19921995)
  16. Michel Temer (2016–2018)

Ascenderam pela linha sucessória, cargos[editar | editar código-fonte]

Vice-presidente[editar | editar código-fonte]

  1. Floriano Peixoto (18911894): assumiu o cargo em virtude de renúncia do titular (Deodoro da Fonseca).
  2. Nilo Peçanha (19091910): assumiu após o falecimento do titular (Afonso Pena)
  3. Delfim Moreira (19181919): tomou posse em lugar do titular (Rodrigues Alves), impedido por motivos de saúde e que viria a falecer em 16 de janeiro de 1919, sem ser empossado no cargo.
  4. Café Filho (19541955): assumiu o cargo em razão da morte do titular (Getúlio Vargas).
  5. João Goulart (19611964): assumiu o cargo após a renúncia do titular (Jânio Quadros).
  6. Pedro Aleixo: assumiria o cargo devido ao afastamento por motivos de saúde do seu titular (Costa e Silva), mas foi impedido pela Junta Governativa Provisória de 1969.
  7. José Sarney (19851990): tomou posse em lugar do titular (Tancredo Neves), impedido por motivos de saúde e que viria a falecer em 21 de abril de 1985, sem ser empossado no cargo.
  8. Itamar Franco (19921995): assumiu o cargo em razão de o titular (Fernando Collor) ter sido afastado pela Câmara dos Deputados.
  9. Michel Temer (2016–2018): assumiu o cargo em virtude do afastamento da titular (Dilma Rousseff).

Obs.: Em todas as vezes que os vice-presidentes foram chamados a assumir o cargo sucedendo ao titular, a única que resultou no cumprimento integral do período foi quando José Sarney exerceu a presidência da República.

Café, Goulart, Itamar e Temer foram eleitos vice-presidente de forma plenamente democrática; Floriano, Aleixo e Sarney foram indiretamente; Nilo e Delfim foram de forma direta, mas sem o sufrágio universal e voto secreto. Os cinco primeiros foram eleitos numa eleição diferente da eleição do presidente.

Afonso Pena, Venceslau Brás, Nereu Ramos e Augusto Rademaker também foram vice-presidente em algum momento de suas carreiras políticas.

Presidente da Câmara dos Deputados[editar | editar código-fonte]

  1. Carlos Luz (1955): assumiu em virtude do afastamento de Café Filho por motivos de saúde.
  2. Ranieri Mazzilli (1961 e 1964): assumiu interinamente após a renúncia de Jânio Quadros e posteriormente pela cassação de João Goulart.

Obs.: Nereu Ramos, Pedro Aleixo e Michel Temer também foram presidente da Câmara em algum momento de suas carreiras politicas.

Vice-presidente do Senado[editar | editar código-fonte]

  1. Nereu Ramos (19551956): assumiu devido ao impeachment de Luz e se manteve com o impeachment de Café Filho, até então afastado por motivos de saúde.

Presidente do STF[editar | editar código-fonte]

  1. José Linhares (19451946): assumiu após renúncia forçada de Vargas, já que não havia vice-presidente no Estado Novo, bem como o Congresso encontrava-se fechado desde o início do regime. O presidente do STF não era incluso na linha sucessória da CF/37, mas assume-se que Linhares ascendeu pela sucessória por analogia.

Sepulturas dos ex-presidentes[editar | editar código-fonte]

O Cemitério de São João Batista, no Rio de Janeiro, é o que concentra o maior número de túmulos de ex-presidentes do Brasil. Atualmente são sete lá sepultados, sem contar outros dois que lá permaneceram até serem exumados e terem seus restos transferidos para outros locais. O primeiro ex-presidente brasileiro a ser cremado foi Itamar Franco.

Por ordem de falecimento[editar | editar código-fonte]

Por religião[editar | editar código-fonte]

Sem fonte em contrário, considerar-se-á como católico.

Por número de filhos[editar | editar código-fonte]

Os trinta e nove presidentes brasileiros, não sendo considerado os de juntas, tiveram 159 filhos, contabilizando-se adotivos, havendo uma média de 4 e moda de 3 (dez governantes tem ou tiveram esse número de filhos).

Presidentes homenageados em nomes de cidades[editar | editar código-fonte]

Quarenta e seis cidades de quinze estados apresentam nomes de vinte e um presidentes brasileiros. A região com maior número de cidades com nomes de presidentes é a Sudeste (dezoito, prestigiando quinze presidentes) e o estado é Minas Gerais (nove, prestigiando seis presidentes), enquanto a região Centro-Oeste é a única que não homenageia nenhum. Já o estado com mais presidentes homenageados é São Paulo: sete, em sete cidades. Os presidentes com mais cidades em homenagem são Venceslau Brás e Floriano (quatro cada), sendo este último o homenageado em mais estados (quatro) e em mais regiões (três), embora divida esta última estatística com Campos Sales. Juscelino, Venceslau e Delfim Moreira são os únicos que nomeiam duas cidades de um mesmo estado (todos em Minas Gerais). Floriano é o único homenageado em nome de capital e de cidade litorânea (Florianópolis). Caso curioso é o de Roca Sales, que além do presidente brasileiro, também homenageia o presidente argentino Julio Roca.

O estadunidense John F. Kennedy é homenageado no nome de duas cidades brasileiras, Presidente Kennedy (Espírito Santo) e Presidente Kennedy (Tocantins).

Homenageados em selos nacionais[editar | editar código-fonte]

Sequência segundo primeira homenagem. 26 presidentes nacionais foram homenageados em 44 selos do Brasil, além de 26 presidentes estrangeiros.

Presidentes durante cada Copa do Mundo FIFA[editar | editar código-fonte]

Masculina[editar | editar código-fonte]

Em negrito Copas em que a Seleção Brasileira foi campeã e sublinhado as que foram sediadas no Brasil.

Feminina[editar | editar código-fonte]

Presidentes durante cada Olimpíada[editar | editar código-fonte]

A primeira participação brasileira nos Jogos Olímpicos de Verão foi na edição de 1920, ausentando-se depois somente em 1928. Já nos de Inverno a primeira participação se deu em 1992, participando de todas as edições posteriores.

de Verão[editar | editar código-fonte]

Em negrito Olimpíadas que foram sediadas no Brasil.

de Inverno[editar | editar código-fonte]

Presidentes em cada eleição[editar | editar código-fonte]

Já ocorreram 31 eleições presidenciais no Brasil desde a proclamação da República, em 1889. Em itálico as eleições que foram realizadas de maneira indireta.

  1. Deodoro da Fonseca - 1891
  2. Floriano Peixoto - 1894
  3. Prudente de Morais - 1898
  4. Campos Sales - 1902
  5. Rodrigues Alves - 1906
  6. Nilo Peçanha - 1910
  7. Hermes da Fonseca - 1914
  8. Venceslau Brás - 1918
  9. Delfim Moreira - 1919
  10. Epitácio Pessoa - 1922
  11. Artur Bernardes - 1926
  12. Washington Luís - 1930
  13. Getúlio Vargas - 1934 (eleição presidencial de 1938 não ocorrida)
  14. José Linhares - 1945
  15. Eurico Gaspar Dutra - 1950
  16. Nereu Ramos - 1955
  17. Juscelino Kubitschek - 1960
  18. Ranieri Mazzilli - 1964
  19. Humberto Castelo Branco - 1966 (eleição presidencial de 1965 não ocorrida)
  20. Junta militar de 1969 - 1969
  21. Emílio Garrastazu Médici - 1974
  22. Ernesto Geisel - 1978
  23. João Figueiredo - 1985
  24. José Sarney - 1989
  25. Itamar Franco - 1994
  26. Fernando Henrique Cardoso - 1998 e 2002
  27. Luiz Inácio Lula da Silva - 2006 e 2010
  28. Dilma Rousseff - 2014
  29. Michel Temer - 2018

Presidentes em anos bissextos[editar | editar código-fonte]

Em anos com mais de um presidente, considera-se apenas o governante de 29 de fevereiro.

  1. Floriano Peixoto - 1892
  2. Prudente de Morais - 1896
  3. Rodrigues Alves - 1904
  4. Afonso Pena - 1908
  5. Hermes da Fonseca - 1912
  6. Venceslau Brás - 1916
  7. Epitácio Pessoa - 1920
  8. Artur Bernardes - 1924
  9. Washington Luís - 1928
  10. Getúlio Vargas - 1932, 1936,1940 e 1944
  11. Eurico Gaspar Dutra - 1948
  12. Getúlio Vargas - 1952
  13. Juscelino Kubitschek - 1956 e 1960
  14. João Goulart - 1964
  15. Costa e Silva - 1968
  16. Garrastazu Médici - 1972
  17. Ernesto Geisel - 1976
  18. João Figueiredo - 1980 e 1984
  19. José Sarney - 1988
  20. Fernando Collor - 1992
  21. Fernando Henrique Cardoso - 1996 e 2000
  22. Luís Inácio Lula da Silva - 2004 e 2008
  23. Dilma Rousseff - 2012 e 2016

Presidentes em mais de uma década[editar | editar código-fonte]

  1. Deodoro da Fonseca - décadas de 1880 e 1890
  2. Campos Sales - décadas de 1890 e 1900 (presidente em dois séculos - XIX e XX)
  3. Nilo Peçanha - décadas de 1900 e 1910
  4. Epitácio Pessoa - décadas de 1910 e 1920
  5. Washington Luís - décadas de 1920 e 1930
  6. Getúlio Vargas - décadas de 1930, 1940 e 1950
  7. Eurico Gaspar Dutra - décadas de 1940 e 1950
  8. Juscelino Kubitschek - décadas de 1950 e 1960
  9. Emílio Garrastazu Médici - décadas de 1960 e 1970
  10. João Figueiredo - décadas de 1970 e 1980
  11. José Sarney - décadas de 1980 e 1990
  12. Fernando Henrique Cardoso - décadas de 1990 e 2000 (presidente em dois séculos - XX e XXI - e em dois milênios - segundo e terceiro)
  13. Luiz Inácio Lula da Silva - décadas de 2000 e 2010

Presidentes que renomearam, fundaram, extinguiram ou uniram estados e territórios[editar | editar código-fonte]

Planos econômicos e de desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Assinaram nova constituição[editar | editar código-fonte]

Assinaram códigos jurídicos[editar | editar código-fonte]

Vigentes[editar | editar código-fonte]

Revogados[editar | editar código-fonte]

Instauraram nova moeda[editar | editar código-fonte]

Por indicações de ministros ao STF[editar | editar código-fonte]

Até o momento, a instituição já teve 167 ministros e 168 nomeações (em conta do ministro Francisco Rezek, nomeado duas vezes), uma média de 8,4 por vaga (vinte vagas), desconsiderando 10 ministros do Supremo Tribunal de Justiça que ingressaram ao STF após a proclamação da república. A média por presidente é de 4,54 nomeações, desconsiderando os que não indicaram (o que inclui o atual), é de 5,09.

Dois presidentes foram ministros do STF: Epitácio Pessoa (indicado por Campos Sales em 1902, exercendo o cargo até 1912) e José Linhares (indicado por Getúlio Vargas em 1937, exercendo o cargo até 1956). Este último presidiu o Brasil na condição de presidente do STF.

Presidente da República N.º de ministros N.º dos que viraram presidentes do STF
Deodoro da Fonseca 15 3
Floriano Peixoto 15 2
Prudente de Morais 7 1
Manuel Vitorino Pereira (em exercício) 3
Campos Sales 2
Rodrigues Alves 5
Afonso Pena 2
Nilo Peçanha 2 2
Hermes da Fonseca 6
Venceslau Brás 4 1
Delfim Moreira 1
Epitácio Pessoa 3
Artur Bernardes 5 1
Washington Luís 4
Getúlio Vargas (1930 a 1945) 19 5 (6 presidências)
José Linhares 3 2
Eurico Gaspar Dutra 3 1
Getúlio Vargas (1951 a 1954) 2
Café Filho 0
Carlos Luz 0
Nereu Ramos 1
Juscelino Kubitschek 4 1
Jânio Quadros 1
Ranieri Mazzilli (1961 e 1964) 0
João Goulart 2
Humberto de Alencar Castelo Branco 8 4
Artur da Costa e Silva 4 1
Emílio Garrastazu Médici 4 2
Ernesto Geisel 7 3
João Figueiredo 9 4
José Sarney 5 2
Fernando Collor 4 2
Itamar Franco 1 1
Fernando Henrique Cardoso 3 2
Luiz Inácio Lula da Silva 8 6
Dilma Rousseff 5
Michel Temer 1
Jair Bolsonaro 0

Obs.: Os presidentes João Figueiredo e Fernando Collor nomearam o ministro Francisco Rezek em 1983 e em 1992, respectivamente.

Atual composição[editar | editar código-fonte]

Em negrito, atual presidente da Suprema Corte. Sublinhado, ex-presidentes.

Por data de posse[editar | editar código-fonte]

15 de novembro[editar | editar código-fonte]

  • Deodoro da Fonseca
  • Prudente de Morais
  • Campos Sales
  • Rodrigues Alves
  • Afonso Pena
  • Hermes da Fonseca
  • Venceslau Brás
  • Artur Bernades
  • Washington Luís

15 de março[editar | editar código-fonte]

  • Artur da Costa e Silva
  • Ernesto Geisel
  • João Figueiredo
  • José Sarney
  • Fernando Collor de Melo

31 de janeiro[editar | editar código-fonte]

  • Eurico Gaspar Dutra
  • Getúlio Vargas
  • Juscelino Kubitschek
  • Jânio Quadros

1° de janeiro[editar | editar código-fonte]

Iniciaram e terminaram o governo no mesmo dia do calendário[editar | editar código-fonte]

Com Epitácio Pessoa, Castelo Branco e Médici, que governaram em período intermediário entre anos completos, são os eleitos que concluíram seus mandatos.

  1. Prudente de Morais
  2. Campos Sales
  3. Rodrigues Alves
  4. Hermes da Fonseca
  5. Venceslau Brás
  6. Artur Bernardes
  7. Eurico Gaspar Dutra
  8. Juscelino Kubitschek
  9. Ernesto Geisel
  10. João Figueiredo
  11. José Sarney
  12. Fernando Henrique Cardoso
  13. Luiz Inácio Lula da Silva
  14. Dilma Rousseff (primeiro mandato)

Times[editar | editar código-fonte]

Atuaram ou trabalharam diretamente no futebol[editar | editar código-fonte]

Eleitos para período intermediário entre anos completos[editar | editar código-fonte]

  • Deodoro da Fonseca: eleito para o período de 26 de fevereiro de 1891 a 15 de novembro de 1894 (3 anos, 8 meses e 20 dias), não concluído no entanto, pois encerrado em 23 de novembro de 1891 (8 meses e 28 dias de governo, com os 2 anos, 11 meses e 23 dias restantes completados pelo então vice).
  • Epitácio Pessoa: eleito para o período de 28 de julho de 1919 a 15 de novembro de 1922 (3 anos, 3 meses e 18 dias).
  • Castelo Branco: eleito para o período de 15 de abril de 1964 a 31 de janeiro de 1966 (1 anos, 9 meses e 16 dias), teve o mandato prolongado para 15 de março de 1967 (2 anos e 11 meses, tendo então 1 ano, 1 mês e 12 dias acrescidos).
  • Emílio Garrastazu Médici: eleito para o período de 30 de outubro de 1969 a 15 de março de 1974 (4 anos, 4 meses e 17 dias).
  • Fernando Collor: eleito para o período de 15 de março de 1990 a 1º de janeiro de 1995 (4 anos, 9 meses e 17 dias), não concluído no entanto, pois encerrado em 29 de dezembro de 1992 (2 anos, 9 meses e 14 dias de governo, com os 2 anos e 3 dias restantes completados pelo então vice).

Eleitos por Segundo Turno[editar | editar código-fonte]

  • Fernando Collor de Mello (1989)[53]
  • Luís Inácio Lula da Silva (2002 e 2006)[54][55]
  • Dilma Roussef (2010 e 2014)[56][57]
  • Jair Bolsonaro (2018)[58]

Eleitos diretamente com sucessores também eleitos diretamente[editar | editar código-fonte]

  1. Prudente de Moraes
  2. Campos Sales
  3. Rodrigues Alves
  4. Hermes da Fonseca
  5. Venceslau Brás
  6. Epitácio Pessoa
  7. Artur Bernardes
  8. Gaspar Dutra
  9. Juscelino Kubitschek
  10. Fernando Henrique Cardoso
  11. Luís Inácio Lula da Silva.

Tomaram posse no ano em que foram eleitos[editar | editar código-fonte]

  1. Deodoro da Fonseca
  2. Prudente de Morais
  3. Campos Sales
  4. Rodrigues Alves
  5. Afonso Pena
  6. Hermes da Fonseca
  7. Venceslau Brás
  8. Epitácio Pessoa
  9. Artur Bernardes
  10. Washington Luiz
  11. Getúlio Vargas
  12. Castelo Branco
  13. Emílio Garrastazu Médici
  14. Ernesto Geisel

Tomaram posse no ano seguinte ao que foram eleitos[editar | editar código-fonte]

  1. Eurico Gaspar Dutra
  2. Getúlio Vargas
  3. Juscelino Kubitschek[59]
  4. Jânio Quadros
  5. Costa e Silva[60]
  6. João Figueiredo
  7. Fernando Collor
  8. Fernando Henrique Cardoso[42]
  9. Luís Inácio Lula da Silva[44]
  10. Dilma Rousseff[46]
  11. Jair Bolsonaro[48]

Eleitos no cargo ou depois de deixá-lo[editar | editar código-fonte]

Eleitos enquanto presidentes[editar | editar código-fonte]

Após já terem sido presidentes[editar | editar código-fonte]

Derrotados em eleições presidenciais[editar | editar código-fonte]

Antes de se tornarem presidentes[editar | editar código-fonte]

  • Prudente de Morais (1891)
  • Afonso Pena (1894)
  • Venceslau Brás (1910)
  • Getúlio Vargas (1930)[63]
  • Lula da Silva (1989, 1994 e 1998)[64]

Derrotados após terem sido presidentes[editar | editar código-fonte]

  • Nilo Peçanha (1918 e 1922)
  • Artur Bernardes (1934)
  • Eurico Gaspar Dutra (1964)

Obs.: Nilo, no pleito de 1918, em que não se candidatou formalmente (era possível votar em quem não havia formalizado candidatura), perdeu para um ex-presidente, Rodrigues Alves. Desconsidera-se votações irrisórias (ao menos se for de segundo lugar) nas eleições da República Velha.

Silvas[editar | editar código-fonte]

Na relação dos presidentes do Brasil, "Silva" é o sobrenome mais freqüente, aparecendo cinco vezes:

Joões e Josés[editar | editar código-fonte]

No caso do prenome, João e José, respectivamente, são os mais frequentes, pois sete presidentes (considerando juntas e os que não assumiram) foram batizados com um dos dois prenomes masculinos mais populares no Brasil:

  • João de Deus Menna Barreto
  • José Isaías de Noronha
  • José Linhares
  • João Fernandes Campos Café Filho
  • João Belchior Marques Goulart
  • João Baptista de Oliveira Figueiredo
  • José Sarney de Araújo Costa (José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, nome de nascimento)

Com Júlio Prestes de Albuquerque, Jânio da Silva Quadros, Juscelino Kubitschek de Oliveira e Jair Messias Bolsonaro, são os onze cujo prenome se inicia com a letra 'J', a mais usada no começo de prenomes de presidentes brasileiros.

Pais estrangeiros[editar | editar código-fonte]

Pai português[editar | editar código-fonte]

Outros casos[editar | editar código-fonte]

Ref: [65]

Nascidos no antigo Distrito Federal[editar | editar código-fonte]

Membros da Academia Brasileira de Letras[editar | editar código-fonte]

Maçons[editar | editar código-fonte]

Ref.:[67]

Presos[editar | editar código-fonte]

  • Hermes da Fonseca: criticou a intervenção do governo federal na eleição estadual de Pernambuco, ficando preso inicialmente entre 2 e 3 de julho de 1922, retornando a cadeia dois dias depois até 6 de janeiro do ano seguinte, o que foi estopim para o movimento 18 do Forte. Presidente à época da prisão: Epitácio Pessoa; à época da soltura definitiva: Artur Bernardes.
  • Washington Luís: preso durante seu mandato, devido a Revolução de 1930, sendo encarcerado por vinte e sete dias, iniciados em 24 de outubro de 1930, partindo depois para exílio. Presidente à época da soltura: Getúlio Vargas.
  • Artur Bernardes: tentou realizar em Minas um foco de apoio ao movimento da Revolução de 1932, sendo preso em 23 de setembro de 1932 na cidade de Arapongas e indo para exílio no dia 4 de dezembro do mesmo ano, quando estava preso no Forte do leme. Presidente à época da prisão e soltura: Getúlio Vargas.
  • Café Filho: foi mantido em prisão domiciliar entre novembro e dezembro de 1955, como forma de garantir a posse de JK. Presidente à época da prisão e soltura: Nereu Ramos.
  • Jânio Quadros: teve de ficar confinado durante 120 dias em Corumbá (MS) no ano de 1968, iniciados em 30 de julho, por críticas ao regime vigente, apenas podendo transitar livremente dentro desta cidade, nos dois primeiros meses, e nos dois últimos, ficado restrito ao hotel em que se encontrava. Presidente à época da prisão e soltura: Costa e Silva.
  • Juscelino Kubitschek: em 13 de dezembro de 1968, Juscelino foi preso no contexto da promulgação do AI-5, sendo solto no dia 22 de dezembro, havendo depois um mês de prisão domiciliar.[68] Presidente à época da prisão e soltura: Costa e Silva.
  • Lula: condenado por corrupção em julho de 2017, o primeiro por crime comum, e preso no dia 7 de abril de 2018.[69] Presidente à época da prisão: Michel Temer.
  • Michel Temer: primeiro presidente do Brasil a responder por crime durante mandato, foi preso preventivamente no dia 21 de março de 2019 por corrupção, lavagem de dinheiro e outros crimes, sendo solto quatro dias depois. Preso novamente em 9 de maio de 2019 e solto no dia 15 do mesmo mês.[70][71] Presidente à época da prisões e solturas: Jair Bolsonaro.

Futuros presidentes[editar | editar código-fonte]

Exilados[editar | editar código-fonte]

De forma voluntária ou não

Sofreram atentado[editar | editar código-fonte]

  • Prudente de Moraes, 5 de novembro de 1897, durante o mandato, sobreviveu.
  • Costa e Silva, 25 de julho de 1966, anterior ao mandato, sobreviveu.
  • José Sarney, 8 de novembro de 1967, anterior ao mandato, sobreviveu.
  • José Sarney, 25 de julho de 1987, durante o mandato, sobreviveu.
  • Jair Bolsonaro, 6 de setembro de 2018, durante a campanha presidencial, sobreviveu.

Ref.:[74][75]

Deram entrevista à revista Playboy (citadas na capa)[editar | editar código-fonte]

Todos os presidentes homens eleitos na Nova República deram entrevista para a Playboy ao menos antes do mandato.

  • Lula, julho de 1979, edição 48, antes do mandato.
  • Fernando Henrique, setembro de 1984, edição 110, antes do mandato; agosto de 2006, edição 374, depois do mandato.
  • Fernando Collor, outubro de 1987, edição 147, antes do mandato; março de 1990, edição 176, antes do mandato; julho de 1995, edição 240, depois do mandato.
  • Jair Bolsonaro, junho de 2011, edição 433, antes do mandato.

Ano de ingresso no Twitter[editar | editar código-fonte]

  • Temer, maio de 2009
  • Collor, junho de 2009
  • Bolsonaro, março de 2010
  • Dilma, abril de 2010
  • Itamar, julho de 2010
  • Sarney, fevereiro de 2011
  • Lula, setembro de 2014
  • Fernando Henrique, agosto de 2018

Homenageados em cédulas[editar | editar código-fonte]

Ref.: [76]

Barba, cabelo e bigode[editar | editar código-fonte]

Com bigode[editar | editar código-fonte]

Com barbicha[editar | editar código-fonte]

lista-se aqui governantes com alguns poucos pelos acima do queixo, como Floriano, a com volumosa quantidade de pelos, como Campos Sales.

Com barba[editar | editar código-fonte]

Calvos[editar | editar código-fonte]

Não exerceram cargo político antes ou depois de seu mandato[editar | editar código-fonte]

Fecharam o Congresso[editar | editar código-fonte]

Ref.:[77]

Gastos como ex-presidente (1999 a 2017)[editar | editar código-fonte]

Valores em R$

  • Sarney, 8,9 milhões, média de 493 mil/ano
  • Collor, 8,3 milhões, média de 463 mil/ano
  • Fernando Henrique, 10 milhões, média de 716 mil/ano
  • Lula, 7,0 milhões, média de 1,17 milhões/ano
  • Dilma, 1,7 milhões, média de 1,4 milhões/ano

Ref.:[78]

Receberam menos votos que o vice-presidente[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. «Biografia». Biblioteca. Consultado em 22 de junho de 2019 
  2. «Brazil opposition leader will seek economic reforms». Reuters 
  3. «Cópia arquivada». Consultado em 23 de julho de 2018. Arquivado do original em 28 de novembro de 2010 
  4. «Has Brazil voted for continuity?». BBC News. 31 de Outubro de 2010 
  5. http://www.freedomhouse.org/template.cfm?page=363&year=2010&country=7788
  6. Foley, Conor (4 de Fevereiro de 2009). «Looking for Lula's successor» (em inglês). The Guardian 
  7. Philips, Tom (5 de Março de 2010). «Working class hero» (em inglês). The Guardian [ligação inativa] 
  8. «Centro-direita não tem a ver com PSDB, diz FHC». Estadão 
  9. «Por que o PSDB apoiou em peso a redução da maioridade penal na Câmara?». BBC. 3 de julho de 2015 
  10. «PSDB: de progressista a conservador». Jornal do Brasil. 28 de julho de 2015 
  11. «O PT ocupou o centro, empurrando o PSDB para a direita». O Globo. 31 de outubro de 2014 
  12. «Brazil Supreme Court Approves Trial for Prominent Center-Right Politician». The Wall Street Journal. 18 de abril de 2018 
  13. «Looking for Lula's successor» (em inglês). The Guardian. 4 de Fevereiro de 2009 
  14. «Como as eleições municipais desidrataram os partidos de esquerda». BBC. 31 de Outubro de 2016 
  15. «Após fim da hegemonia do PT, esquerda brasileira tem dois caminhos». Folha de S.Paulo. 24 de Setembro de 2016 
  16. «Nossa História». Partido dos Trabalhadores 
  17. a b Guarnieri, Fernando; Limongi, Fernando; Guarnieri, Fernando; Limongi, Fernando (29 de julho de 2019). «A base e os partidos: As eleições presidenciais no Brasil pós-redemocratização». Novos estudos CEBRAP (99): 5–24. ISSN 0101-3300. doi:10.1590/S0101-33002014000200001 
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  20. «Folha Online - Especial - 2002 - Eleições». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 29 de julho de 2019 
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