British American Racing
| Nome completo | |
|---|---|
| Base | |
| Chefe de equipe | |
| Pilotos | |
| Pilotos de teste | |
| Chassis | BAR 001 BAR 002 BAR 003 BAR 004 BAR 005 BAR 006 BAR 007 |
| Motor | Supertec, Honda |
| Pneus | Bridgestone, Michelin |
| Histórico na Fórmula Um | |
| Estreia | GP da Austrália de 1999 |
| Corridas concluídas | 118 |
| Campeã de construtores | 0 |
| Campeã de pilotos | 0 |
| Vitórias | 0 |
| Pole Positions | 2 |
| Volta mais rápida | 0 |
| Último GP | GP da China de 2005 |
| Posição no último campeonato (2005) |
6° (38 pts) |
A British American Racing foi uma equipe de automobilismo que competiu no campeonato da Fórmula 1. É uma equipe pertencente a BAT (British American Tobacco), uma das maiores indústrias de tabaco do mundo. A equipe estreou em 1999, com os pilotos Jacques Villeneuve e Ricardo Zonta, canadense e brasileiro, respectivamente, e equipada com os motores Supertec, subsidiaria da Renault. A equipe já chegou causando polêmica, pois queria correr com os dois carros com cores e patrocinadores diferentes. A equipe teve que mudar a pintura. No seu ano de estreia a equipe terminou em último lugar no campeonato de construtores, além dos pilotos sofrerem vários acidentes graves e num destes acidentes Zonta ficou impedido de correr algumas provas e em seu lugar foi chamado Mika Salo, piloto finlandês.
Índice |
[editar] Parceria com a Honda
Em 2000 a equipe fez acordo com a Honda para o fornecimento dos motores. A equipe superou as dificuldades do ano de estreia e marcou 20 pontos na temporada, terminando o campeonato na 5ª posição. Em 2001, a equipe contratou o piloto Olivier Panis para o lugar de Zonta. A equipe não evoluiu muito em relação ao ano anterior, apesar de conquistar dois pódios com Villeneuve, marcou 17 pontos. Em 2002 a equipe realizou outra temporada apagada, marcando somente 7 pontos. Teve o afastamento de Craig Pollock do comando da equipe, empresario de Villeneuve que diziam não entender nada de Fórmula 1 e sim de Esqui e no seu lugar foi contratado David Richards, com experiência em competições de Rali. Mas a boa noticia ocorreu no final do ano com a compra de 40% da equipe pela Honda.
Em 2003, a primeira como parceira da Honda, a equipe contratou Jenson Button para o lugar de Panis, que se transferiu para a Toyota. A BAR teve uma temporada razoável, marcou 26 pontos e terminou em 5º lugar no campeonato de construtores. E dias antes da última corrida do ano a equipe afastou Villeneuve e colocou no seu lugar Takuma Sato, piloto de teste da equipe e protegido da Honda. Um dos motivos desse afastamento seria o desentendimento do próprio Villeneuve com Richards, que no final do ano acabou sendo demitido da equipe.
Em 2004, a equipe foi a grande supresa da temporada, terminando o ano como vice-campeã entre as equipes com 119 pontos, obteve a primeira pole position no GP de San Marino, com Button, e 11 pódios (10 com Button, um com Sato).
Em 2005, a BAR enfrentou no começo da temporada problemas com carro e motor, além de ser suspensa por algumas corridas com irregularidade no tanque de combustível, mas obteve uma evolução no final da temporada. A equipe somou 38 pontos e terminou na 6ª posição. Durante o ano a equipe anunciou a contratação do ex-piloto brasileiro Gil de Ferran para o cargo de Diretor Esportivo, e em agosto, a contratação do brasileiro Rubens Barrichello, até então piloto da Ferrari para correr as temporadas de 2006 e 2007.
[editar] Compra da equipe pela Honda
No final do ano de 2005, a Honda anunciou a compra total da equipe. A BAR passou a se chamar Honda em 2006 e no ano de estréia contou com Jenson Button e Rubens Barrichello. Na primeira temporada com o nome "Honda", Button conquistou a primeira vitória para a equipe no GP da Hungria, em Hungaroring. Ele terminou o ano em sexto lugar no campeonato com 56 pontos e Barrichello ficou em sétimo com 30 pontos. O total de 86 pontos marcados pelos dois pilotos, deram à equipe o quarto lugar no Campeonato Mundial de Construtores. Os mesmos pilotos iniciaram o campeonato pilotando para a equipe em 2007, um ano desastroso para a equipe, pois, apesar de o carro ser confiável, tinha uma aerodinâmica péssima. Neste ano, Button marcou apenas seis pontos e Barrichello não marcou um ponto sequer pela primeira vez em sua carreira de quinze anos na F-1.
Para a temporada de 2008, a Honda consegue contratar Ross Brawn, um dos homens por trás do heptcampeonato de Michael Schumacher na Ferrari, com a promessa de novos tempos e futuras glórias.
O ano até começa bem, mas a equipe não consegue sair do pelotão de trás. Rubens Barrichello ainda consegue um 3º lugar de baixo de muita chuva em Silverstone, o único pódio da equipe no ano. Total de 14 pontos para equipe, sendo 11 de Rubens e apenas 3 de Button, terminando a temporada em 9º lugar entre os construtores.
Em dezembro de 2008, a Honda, afetada pela crise mundial, anuncia a sua retirada da Fórmula 1, deixando a equipe à venda. Mas, no dia 6 de março de 2009, através do sistema management buy-out, Ross Brawn passa liderar a equipe, denominada Brawn GP.
[editar] Pilotos
[editar] Estatítica da Equipe
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- GPs disputados: 118
- Vitórias: 21
- Poles: 2
- Pontos: 227
- Podios: 13
- Títulos: 0
[editar] Pilotos Famosos
- Jacques Villeuneve 1999-2003
- Jenson Button 2003-2005
- Takuma Sato 2003-2005
- Mika Salo 1999
- Ricardo Zonta 1999-2000
- Oliver Panis 2001-2002
- Anthony Davidson 2004-2005