Jenson Button

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Jenson Button

Button em 2004
Button em 2004

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Registros na F1

Nacionalidade Reino Unido Britânica
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Anos 2000
Anos {{{Years}}}
Time(s) Williams, Benetton, Renault, BAR, Honda, Brawn , McLaren
Time(s) {{{Team(s)}}}
GPs disputados 172 (170 largadas)
GPs disputados {{{Races}}}
Campeonatos 1 (2009)
Campeonatos {{{Championships}}}
Vitórias 7
Vitórias {{{Wins}}}
Pódios 24
Pódios {{{Podiums}}}
Pontos 327
Pontos {{{Points}}}
Pole positions 7
Voltas mais rápidas 2
Voltas mais rápidas {{{Fastest laps}}}
Primeiro GP Grande Prêmio da Austrália de 2000
Primeiro GP {{{First race}}}
Primeira vitória Grande Prêmio da Hungria de 2006
Primeira vitória {{{First win}}}
Última vitória Grande Prêmio da Turquia de 2009
Última vitória {{{Last win}}}
Último GP Grande Prêmio de Abu Dhabi de 2009
Último GP {{{Last race}}}

Jenson Alexander Lyons Button (Frome, 19 de Janeiro de 1980) é um automobilista britânico, campeão mundial de Fórmula 1 em 2009 pela equipe Brawn GP. Atualmente é companheiro de equipe do piloto britânico Lewis Hamilton, pela McLaren.

Índice

[editar] Vida pessoal e início de carreira

Jenson Button nasceu na cidade de Frome, localizada no distrito de Somerset, sudoeste da Inglaterra. Filho de John Button, ex-piloto de rallycross, e Simone Lyons, tem três irmãs mais velhas, Tania Katrina, Simone Chatal e Natasha Michelle, desde sua infância fora incentivado a seguir a carreira automobilistica. Aos 8 anos já disputava campeonatos de kart e aos 11 conquistou o torneio juvenil de kart British Cadet Kart Championship. Em 1997 com apenas 17 anos foi o piloto mais jovem a ingressar no campeonato euroupeu de automobilismo Super A. No ano seguinte ganhou a Fórmula Ford Britânica, conquistando lugar na Fórmula 3 Britânica em 1999, onde conseguiu 2 vitórias e o 3º lugar na pontuação final, além de receber um prêmio simbólico da escuderia McLaren como piloto revelação.

[editar] Carreira na Fórmula 1

[editar] 2000 a 2002: Williams, Benetton e Renault

Button ingressou na Fórmula 1 em 2000 pela equipe Williams, vencendo uma disputa qualificatória promovida pelo chefe da equipe, Frank Williams, com o piloto brasileiro da Fórmula 3000, Bruno Junqueira. O inglês foi o substituto do récem-saído Alessandro Zanardi.

Button correndo pela Benetton na Temporada de 2001.

Em sua primeira temporada na categoria, atingiu bons resultados como a 4ª colocação nos GP da Alemanha e 5º lugar nos GPs da Inglaterra, Áustria, Bélgica e Japão antingindo a 8ª posição geral no campeonato, fato que não evitou a sua saída da equipe ao término do ano, devido aos muitos erros na maioria das corridas disputadas, dando lugar ao colombiano Juan Pablo Montoya.

No ano seguinte, ainda sob contrato com Frank Williams, chegou à Benetton, que havia sido comprada recentemente pela Renault. Ao longo da temporada, o carro apresentou-se sem competitividade, sendo que, em apenas uma das provas, Button atingiu a zona de pontuação, alcançando a 5ª posição no GP da Alemanha que deixou em um modesto 17º lugar na classificação final.

A compra da Benetton pela montadora francesa Renault resultava na criação da equipe de Fórmula 1 Renault F1 Team que começou sua participação na modalidade com Jenson e o piloto italiano Jarno Trulli, em 2002. Junto com a nova equipe, o inglês teve a oportunidade de apagar os maus resultados do ano anterior, pontuando em 7 das 17 etapas, e superando o companheiro de equipe na pontuação final, classificando na 7ª colocação.

O primeiro pódio de sua carreira quase se fez realidade no GP da Malásia, ocasião em que foi ultrapassado por Michael Schumacher na última volta devido à queda de rendimento de seu veículo causada por uma falha na suspensão. Button terminou a corrida em 4º.

[editar] 2003 a 2005: BAR

Em 2003, pela BAR, teve ao seu lado ex-campeão mundial Jacques Villeneuve.

Bastou a primeira temporada na equipe para que o inglês superasse o desempenho do companheiro de equipe em quase todas as corridas do ano, e atingisse novamente a zona intermediária ao término do campeonato, em 9º. Foi neste ano também que Button pela primeira vez em sua carreira levou mais de uma volta no GP dos Estados Unidos.

O ano de 2004 trouxe melhoras significativas em sua carreira, e também o maior reconhecimento de sua regularidade como piloto. Conseguiu seu primeiro lugar no pódio no GP da Malásia,ficando atrás de Schumacher e Barrichello, ambos da Ferrari. Conquistou a sua pole position no GP de San Marino porém terminou em 2º. Ao término do campeonato, teve o 3º melhor desempenho, com 85 pontos, somando 10 pódios e 15 corridas na zona de pontuação, atrás apenas da então absoluta dupla da Ferrari que vencera seu 5º campeonato seguido, todos pelo alemão Michael Schumacher.

Antes do começo da temporada de 2005, a permanência de Button na BAR, foi ameaçada pela revelação de uma assinatura do piloto britânico com a equipe Williams, para os 2 anos seguintes, utilizando-se de uma aparente falha no contrato com a BAR. O chefe da equipe BAR, David Richards, recorreu a permanência de Button perante a FIA (Federação Internacional do Automóvel), entidade que coordena a Fórmula 1, que concluiu o pedido de mante-lo na construtora.

Teve um fraco e conturbado começo de temporada em 2005, sem pontuar na primeira etapa no GP da Austrália, e retirado nas duas seguinte. O grande problema da temporada veio no GP de San Marino, quando foi desclassificado da prova e das 2 etapas seguintes devido ao sistema de combustível do carro que escondia certa quantidade do combustível presente no tanque.

Apesar de começar a pontuar apenas na segunda metade da temporada, teve bons desempenhos em todas as últimas 10 provas. No GP do Canadá fez sua segunda pole position entretanto não completou a prova. Alcançou pódios Alemanha e na Bélgica e um bom 5º lugar em território britânico, repetindo o desempenho de 2003, novamente em 9º.

[editar] 2006 a 2008: Honda

Button comemorando a vitória ao término da prova.

A BAR despedia-se da Fórmula 1, sendo substituída pela Honda F1 Team. O experiente piloto brasileiro Rubens Barrichello, que havia saído da Ferrari após 6 anos consecutivos, tornou-se o companheiro de Button e uma das grandes apostas da nova equipe. Novamente bons resultados deram ao inglês o estatus de piloto principal na escuderia, com poucos erros ofuscados por bons desempenhos.

A primeira vitória veio no dia 6 de Agosto de 2006, no Grande Prêmio da Hungria, extamente 13 anos após a primeira vitória de seu compatriota ex-campeão mundial, Damon Hill, neste mesmo circuito, e em seu 113º grande prêmio na carreira.

Button teve um promissor treino classificatório conquistando o 4º melhor tempo, entretanto foi penalizado com a perda de 10 posições no grid de largada em razão de mudanças precoces no motor de sua honda. A penalidade obrigou o inglês a realizar uma corrida de recuperação desde a sua largada, ultrapassando 6 condutores, incluindo o alemão Michael Schumacher, e recuperando a 4ª posição já na 10ª volta. A partir daquele momento a prova apresentava-se a seu favor com a saídas de Fernando Alonso e Kimi Raikkonen, chegou à vitória com mais de 30 segundos de vantagem para Pedro De La Rosa, segundo colocado, no tempo de 1 hora 52 minutos 20 segundos e 941 centésimos tinha seu primeiro triunfo na modalidade.

Completou a Temporada de 2006 na 6º colocação com 56 pontos, 26 acima do companheiro Rubens Barrichello, a primeira vitória e 3 pódios na récem chegada Honda.

Button no ano de 2008.

Os dois anos seguintes foram os menos produtivos na carreira de Button, e não obstante, também do colega Barrichello. A equipe Honda, entrava em queda de rendimento, não proporcionando ao seus condutores carros competitivos o suficiente para brigar por boas posições.

Em 2007 raras ocasiões em que Button atingiu a zona de pontuação, em 8º na França e Itália, e 5º na China. Abandonou a corrida em 6 das 17 etapas, oscilou entre o 11º e 15º em todas as outras. No total conseguiu 6 pontos, os únicos da Honda no mundial de construtores já que seu companheiro Rubens Barrichello não pontuou na temporada. Button ficou em 15º lugar.

No ano seguinte, a Honda, já enfraquecida pelos fracos resultados, foi afetada pela crise economica mundial, vindo a retirar-se da modalidade ao término da temporada. O piloto inglês pontuou em apenas uma prova, o Grande Prêmio da Espanha, terminando em 6º lugar, e finalizou a temporada com sua pior participação na carreira, 18º lugar com os 3 pontos conquistados em solo espanhol.

A retirada da equipe japonesa deixou Button e Barrichello com o futuro incerto na categoria, à espera de propostas ou até do ingresso em uma nova equipe, que poderia ocupar o lugar deixado pela Honda, que viria a acontecer no ano seguinte.

[editar] 2009: Brawn GP

Button liderando o GP da Malásia de 2009.

No dia 6 de Março de 2009, apenas algumas semanas antes do começo da temporada, o Chefe de Equipe da Honda F1 Team, Ross Brawn, assumiu o que restou da extinta equipe e formou a Brawn GP. Tanto Button como Barrichello, que não tinham as suas permanências asseguradas na categoria desde o fim da equipe Honda, foram confirmados como respectivos condutores da nova equipe.

Engajado no projeto de Ross Brawn, Button, com o salário reduzido pela metade para corte de despesas, teve a oportunidade de correr por uma equipe de caráter competitivo no início do campeonato, beneficiada pelo uso de um difusor, desenvolvido pela mesma, e apenas utilizado por Toyota e Williams, que daria vantagem às 3 equipes. O difusor reduz o atrito do ar no carro, proporcionando ao veículo mais aderência e aumentando a sua velocidade.

Alheio ao protesto de outras equipes, e sob o aval da FIA à sua construtora pelo uso de seu difusor, o inglês teve o melhor começo de temporada em toda a sua carreira. Absoluto, conquistou sua segunda vitória na categoria no GP da Austrália, fazendo a pole position no treino classificatório e dominando a prova desde o seu início, seguido ao término da etapa pelo companheiro Rubens Barrichello em 2º lugar. O desempenho do piloto britânico foi repetido no GP da Malásia, em meio a uma corrida conturbada por forte chuva que obrigou a direção da prova a optar por seu encerramento antes de completar 75% da quilometragem total, após 31 voltas de 56, mínimo exigido para a pontuação regular, caso não alcance essa porcentagem a pontuação deve ser dividida pela metade, assim Button ganhou 5 pontos ao invés de 10. Esse fato não ocorria desde o GP da Austrália de 1991,[1] vencido pelo piloto brasileiro Ayrton Senna em apenas 14 voltas de prova, também devido a forte chuva.

O GP da China, foi primeiro a não ter vitória de Button, vencido pelo o jovem alemão Sebastian Vettel, porém manteve uma série de 3 pódios consecutivos e a sua liderança isolada no mundial. Classificado em 5º lugar, 1 posição atrás de Rubens Barrichello, conseguiu superar o brasileiro e Fernando Alonso alcançando a 3ª posição. Voltou a vencer no GP do Bahrain, largando em 4º, apostou em estratégia da equipe no seu primeiro pit stop, e chegou a liderança mantendo-a até o término da prova. Já somava 31 pontos e liderança absoluta no campeonato.

Pódio do GP da Espanha, da esquerda para a direita, Rubens Barrichello, Button e Mark Webber.

A etapa européia chegou à Fórmula 1 com o GP da Espanha trazendo possível reação por parte de Ferrari e McLaren. Os pilotos de ambas as equipes utilizaram o KERS, dispositivo que proporciona maior potência na aceleração máxima do carro e que poderia dar vantagem aos mesmo em pontos de muita aceleração como retas. Destes apenas o brasileiro Felipe Massa da Ferrari, largando na 2ª fila, teve bom desempenho nos treinos classificatórios sem ameaçar porém a pole positon de Jenson. Ameaça apenas na largada do companheiro de Brawn, Rubens Barrichello, que ao término da primeira curva já ocupava a 1ª colocação, seguido do inglês e de Massa que também largara bem, tomando a posição de Vettel. O feito de Barrichello encaminhava a sua primeira vitória no ano porém a mudança de estratégia de Button, de 3 paradas para apenas 2, devolveu a liderança e posteriormente a vitória ao inglês, a 4ª no ano, sendo quase absoluto no mudial até então com 41 pontos, vantagem de 14 para Barrichello, segundo colocado. Os pilotos de Ferrari e McLaren não tiveram desempenho acima do esperado, Felipe Massa da escuderia italiana, apesar de guiar a corrida inteira sem erro algum, foi prejudicado por falha de estratégia da equipe, resultando na falta de combustível ao final da prova e perdendo 3 posições faltando menos de 10 voltas, chegando em 6º; Lewis Hamilton, atual campeão e piloto da McLaren, não pontuou e ambos os companheiros de Massa (Kimi Raikkonen) e Hamilton (Heikki Kovalainen) não completaram a prova.

No famoso GP de Mônaco, fez novamente a pole position, no tempo de 1:14.902, e não teve problemas para chegar à sua quinta vitória na temporada, sem ter a liderança ameaçada em momento algum, aumentando sua vantagem em pontos para Barrichello, segundo colocado do campeonato, de quatorze para dezesseis pontos.

Pela primeira vez no campeonato, Button abriu mais de 20 pontos na liderança, 26 a frente do companheiro brasileiro, que não completou a prova, ultrapassando o pole position da etapa turca, logo na primeira volta, Sebastian Vettel, após largar na segunda posição. A partir da ultrapassagem, guiou sua Brawn BGP 001 sem falhas até a bandeirada final, superioridade de carro, equipe e piloto resultaram na 6 vitória do inglês em 7 corridas, quarta conquista seguida.

Mais de um terço da temporada se passou para que o rendimento dos carros da Brawn GP fosse igualado pelas escuderias consideradas grandes como Ferrari e McLaren, e até pelas concorrentes diretas desde o começo do campeonato RBR e Toyota. No GP da Inglaterra, terra natal de Button onde havia certa expectativa quanto ao rendimento do piloto diante de torcida compatriota, teve seu tempo superado por 5 pilotos nas 3 partes do treino de classificação, entre eles o companheiro Rubens Barrichello que fora inferior ao inglês em todas as etapas anteriores. Classificou-se em 6º.

A corrida destacou a recuperação do piloto brasileiro Felipe Massa que largou em 11º e chegou na 4ª posição e o jovem alemão, pole position, Sebastian Vettel que dominou a prova desde seu início. O inglês que nada pode fazer contra predomínio da RBR, completou a prova na mesma 6ª posição que largou, na etapa marcada pelo equilíbrio que o campeonato atingiria inevitávelmente nas provas seguintes. A Brawn GP se manteve forte na pontuação com o pódio alcançado por Barrichello em 3º somado aos 3 pontos do inglês.

Nas 3 etapas seguintes Jenson Button, apesar da perda do domínio quase absoluto que obteve nas 7 primeiras corridas, conseguiu manter-se pontuando, 8 pontos, com um 5º lugar no GP da Alemanha e 7º nos GPs da Hungria e da Europa, amenizando a queda de vantagem em relação aos concorrentes diretos, Rubens Barrichello a 18 pontos e Mark Webber 20,5 pontos a menos que o inglês.

Faltando 6 corridas para o fim da temporada, Button apostara em continuidade de potuação para manter-se no topo, já que possuia boa vantagem na liderança da competição, 18 pontos. Entretanto o GP da Bélgica seria a sua primeira corrida sem pontuar, a primeira vez que abandonou uma prova no ano. Logo na primeira volta envolveu-se em um acidente com Romain Grosjean da Renault, Jaime Alguersuari da Toro Rosso e o campeão mundial Lewis Hamilton da McLaren; todos colidiram e tiveram que abandonar a prova. A etapa não foi pior para o inglês devido ao problema de largada de Rubens Barrichello que foi para último e teve de fazer uma corrida de recuperação para chegar em 7º e conseguir 2 pontos, 3 posições atrás de sua posição de largada; e Mark Webber que levou punição por quase colidir com outro piloto nas boxes, chegando em 9º e não pontuando. O alemão Sebastian Vettel assumiu a terceira posição no campeonato marcando 6 pontos, a 21 de Button.

Terminando a prova de Cingapura em 5º lugar, uma posição à frente de Barrichello, abrindo 15 pontos na liderança do mundial.

O Grande Prêmio da Itália marcou a recuperação de Button em relação à pontuação do campeonato, e amenizou a disputa direta com Barrichello pelo título da temporada. Durante o treino classificatório da etapa, o carro do inglês teve desempenho semelhante ao do companheiro de equipe, rendendo-lhe a sexta posição no grid, apenas uma atrás de Rubens. A equipe Brawn teve sucesso em sua estratégia de apenas 1 parada para cada piloto, uma a menos que todos os outros competidores diretos no grid. Lewis Hamilton, Kimi Raikkonen e Adrian Sutil, foram ultrapassados por Jenson e Rubens que completaram a prova líderes. O brasileiro diminuiu a vantagem de Button para 14 pontos faltando 4 etapas para o fim da temporada.

A disputa entre Button e Barrichello teria enfim um "capítulo" favorável ao inglês em Cingapura, quando ao classificar-se apenas em 12º teve um fator favorável na briga pelo título; Barrichello deveria largar em 5º lugar entretanto fora punido na perda de 5 posições no grid por trocar de câmbio durante os treinos. Largou em 11º; o alemão Nick Heidfeld teve de trocar o câmbio e utilizar o 9º motor na temporada, como punição teve de largar dos boxes; assumiu a 10ª posição, beneficiou-se do acidente entre Adrian Sutil e Nick Heidfeld que levou o carro de seguraça à corrida e o inglês, que não parou ganhou mais 2 posições. A consagração da corrida veio no período em que Button ficou na pista a mais que o companheiro de equipe, realizando voltas mais rápidas até o momento de sua parada. Voltou à frente de Rubens, terminando em 5º lugar e aumentando em 1 ponto a disputa do mundial. A Brawn GP alcançou 153 pontos no mundial de construtores, e Button passou a ter a possibilidade de chegar ao inédito título no Grande Prêmio do Japão.

A vitória do inglês não se concretizou no GP do Japão em que chegou na 8ª posição, um atrás de Rubens, mas viria de forma dramática no país de seu companheiro de equipe e adversário direto ao título, o Grande Prêmio do Brasil. Em um sábado de forte chuva o treino classificatório beneficiou Barrichello com a pole position, Button apenas classicou-se em 14º, mantendo a disputa do título totalmente favorável ao brasileiro. Se fossem mantidas as posições, Barrichello chegaria a 81 pontos contra 85 de Button, entretanto ,a corrida, ao contrário do treino, mostrou-se em favor do inglês desde o início. Logo na primeira volta, os acidentes de Adrian Sutil, Jarno Trulli e Fernando Alonso, ajudaram Button a ganhar 4 posições. Barrichello foi ultrapassado por Mark Webber, nos boxes e passou a peder rendimento em meio ao tráfego de outros pilotos que ainda não haviam parado. Alheio ao desempenho do brasileiro, Jenson fez corrida de recuperação com muitas ultrapassagens que renderam-lhe a 5ª posição ao término da prova. Barrichelo, até então segundo colocado no mundial, não teve chances de postergar a decisão do campeonato para o Grande Prêmio de Abu Dhabi. Com problemas no pneu, teve de parar pela terceira vez nos boxes, chegando apenas em 8º. Assim Button tornou-se pela primeira vez campeão do mundial de Fórmula 1[2] , sendo o 10º piloto inglês consagrado, e o 31º campeão da categoria.

[editar] 2010: Mclaren

No dia 18 de novembro de 2009, foi confirmada a contratação de Button pela McLaren, tornando-se companheiro de Lewis Hamilton para a temporada 2010. Com isso, a escuderia terá os dois últimos campeões mundiais (Hamilton em 2008 e Button em 2009)[3][4]

[editar] Posição de chegada nas corridas de Fórmula 1

Legenda: (Corridas em negrito indicam pole position); (Corridas em itálico indicam volta mais rápida)

Ano Equipe Chassi Motor 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 Classificação Pontos
2000 BMW WilliamsF1 Team Williams FW22 BMW E41 3.0 V10 AUS
Ret
BRA
6
SMR
Ret
GBR
5
ESP
17
EUR
10
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CAN
11
FRA
8
AUT
5
GER
4
HUN
9
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5
ITA
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JPN
5
MAL
Ret
12
2001 Mild Seven Benetton Renault Benetton B201 Renault RS21 3.0 V10 AUS
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12
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AUT
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GER
5
HUN
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BEL
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ITA
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7
17º 2
2002 Mild Seven Renault F1 Team Renault R202 Renault RS22 3.0 V10 AUS
Ret
MAL
4
BRA
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BEL
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5
USA
8
JPN
6
14
2003 Lucky Strike BAR Honda BAR 005 Honda RA003E 3.0 V10 AUS
10
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7
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SMR
8
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USA
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4
17
2004 Lucky Strike BAR Honda BAR 006 Honda RA004E 3.0 V10 AUS
6
MAL
3
BHR
3
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2
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MON
2
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CAN
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5
GBR
4
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2
HUN
5
BEL
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ITA
3
CHN
2
JPN
3
BRA
Ret
85
2005 Lucky Strike BAR Honda BAR 007 Honda RA005E 3.0 V10 AUS
11
MAL
Ret
BHR
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DSQ
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10
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USA
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5
GER
3
HUN
5
TUR
5
ITA
8
BEL
3
BRA
7
JPN
5
CHN
8
37
2006 Lucky Strike Honda
Racing F1 Team
Honda RA106 Honda RA806E 2.4 V8 BHR
4
MAL
3
AUS
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7
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6
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4
HUN
1
TUR
4
ITA
5
CHN
4
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4
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3
56
2007 Honda Racing F1 Team Honda RA107 Honda RA807E 2.4 V8 AUS
15
MAL
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BHR
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ESP
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USA
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10
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HUN
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TUR
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ITA
8
BEL
Ret
JPN
11
CHN
5
BRA
Ret
15º 6
2008 Honda Racing F1 Team Honda RA108 Honda RA808E 2.4 V8 AUS
Ret
MAL
10
BHR
Ret
ESP
6
TUR
11
MON
11
CAN
11
FRA
Ret
GBR
Ret
GER
17
HUN
12
EUR
13
BEL
15
ITA
15
SIN
9
JPN
14
CHN
16
BRA
13
18º 3
2009 Brawn GP F1 Team Brawn BGP 001 Mercedes FO108W 2.4 V8 AUS
1
MAL
1
CHN
3
BHR
1
ESP
1
MON
1
TUR
1
ING
6
ALE
5
HUN
7
EUR
7
BEL
Ret
ITA
2
SIN
5
JPN
8
BRA
5
ABU
3
95

Em corridas que não completaram 75% das voltas a pontuação é reduzida pela metade.

Referências

[editar] Ligações externas

Commons
O Wikimedia Commons possui multimedia sobre Jenson Button