Freeman Dyson
| Freeman Dyson | |
|---|---|
| Física e matemática | |
| Nacionalidade | |
| Nascimento | 15 de dezembro de 1923 (89 anos) |
| Local | Berkshire |
| Actividade | |
| Campo(s) | Física e matemática |
| Orientador(es) | Hans Bethe |
| Prêmio(s) | John von Neumann Lecture (1965), Prêmio Dannie Heineman de Física Matemática (1965) Medalha Lorentz (1966) Medalha Hughes (1968) Medalha Max Planck (1969) Prêmio Wolf de Física (1981) Prêmio Enrico Fermi (1993) Medalha Matteucci (1989) Prêmio Templeton (2000) Prêmio Pomeranchuk (2003) |
Freeman John Dyson (Berkshire, 15 de dezembro de 1923) é um físico e matemático inglês.
Trabalhou para o British Bomber Command durante a Segunda Guerra Mundial. Após seu fim, mudou-se para Princeton (Estados Unidos) e nacionalizou-se estadounidense.
Nos anos posteriores à guerra, Dyson demonstrou a equivalência das formulações da eletrodinâmica quântica de Richard Feynman com as desenvolvidas por Julian Schwinger e Shin'ichiro Tomonaga. Entre 1957-1961, trabalhou no Projeto Orion que pretendia realizar o vôo espacial utilizando a propulsão nuclear. Um protótipo chegou a ser construído, mas a Declaração para o Uso Pacífico do Espaço da ONU proibiu qualquer tipo de explosão nuclear na atmosfera e no espaço, o que provocou o abandono do projeto.
Dyson teorizou sobre a possibilidade de que uma sociedade avançada pudesse circundar completamente uma estrela para maximizar a captura da energia emitida, mediante nuvens de asteróides, o que foi denominado esfera de Dyson.
Também propôs a árvore de Dyson, uma planta desenhada geneticamente para crescer num cometa. O objetivo imaginado era que a árvore transformaria o cometa numa estrutura oca com uma atmosfera respirável no seu interior, utilizando-se da luz do sol distante e material do cometa para crescer e produzir o oxigênio necessário, e assim poderiam ser criados habitats para a humanidade no sistema solar exterior. Dyson publicou suas especulações e observações sobre a tecnologia e o futuro: Mundos imaginados, De Eros a Gaia, Perturbando o Universo.
Notabilizou-se também em seus estudos sobre a origem da vida, ao propor origens independentes para o metabolismo e para a reprodução.
Desde 2003 Dyson é presidente do Space Studies Institute, organização fundada por Gerard Kitchen O'Neill. É casado com Esther Dyson e pais do historiador da tecnologia George Dyson.
Foi laureado com a Medalha Max Planck em 1969 e em 2000 com o Prêmio Templeton.
Obras [editar]
- As origens da vida, Cambridge University Press, 1999. ISBN 978-84-8323-097-8
- Infinito em Todas as Direções, Companhia das Letras, 2000. ISBN 978-85-3590-063-7
- Disturbing the Universe, New York, Basic Books, 2001. ISBN 978-04-6501-677-8
| Precedido por Tullio Regge |
Prêmio Dannie Heineman de Física Matemática 1965 |
Sucedido por Nikolai Bogoliubov |
| Precedido por Kurt Mendelssohn |
Medalha Hughes 1968 |
Sucedido por Nicholas Kurti |
| Precedido por Walter Heitler |
Medalha Max Planck 1969 |
Sucedido por Rudolf Haag |
| Precedido por Michael Fisher, Leo Kadanoff e Kenneth Wilson |
Prêmio Wolf de Física 1981 com Gerardus 't Hooft e Victor Weisskopf |
Sucedido por Leon Max Lederman e Martin Lewis Perl |
| Precedido por Lev Okun |
Medalha Matteucci 1989 |
Sucedido por Jack Steinberger |
- Nascidos em 1923
- Ganhadores do Prêmio Templeton
- Prêmio Wolf de Física
- Medalha Hughes
- Medalha Lorentz
- Prêmio Enrico Fermi
- Membros da Royal Society
- Membros da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos
- Membros da Academia de Ciências da França
- Professores do Instituto de Estudos Avançados de Princeton
- Professores da Universidade Duke
- Físicos da Inglaterra
- Físicos do Reino Unido
- Físicos nucleares dos Estados Unidos
- Matemáticos da Inglaterra
- Matemáticos do Reino Unido
- Matemáticos dos Estados Unidos
- Matemáticos do século XX
- Futurologistas
- Ex-alunos da Universidade Cornell
- Escritores de ciência
- Cidadãos naturalizados dos Estados Unidos