Mara Salvatrucha

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Mara Salvatrucha
Anos ativo 1980-presente
Território(s) América do Norte, América Central
Atividades Tráfico de drogas, roubo, extorsão, tráfico de armas, homicídio e outros.

Mara Salvatrucha ou MS-13 é uma gangue formada principalmente por salvadorenhos que actua nos Estados Unidos e na América Central. Existem indícios de que tenha ramificações também no Canadá e na Espanha.

Brenda Paz, membro da MS-13, foi morta em junho de 2003, aos 17 anos, grávida de quatro meses, após ter contado à policia tudo o que sabia sobre a organização criminosa.

A MS-13 enfrenta outras gangues nas disputas de território. Seus membros se identificam pelos sinais MS, que fazem com as mãos, e pelas tatuagens pesadas (que incluem o "MS-13") espalhadas pelo corpo, inclusive na testa.

As ramificações centro-americanas se fortaleceram após a deportação maciça dos integrantes da Mara Salvatrucha que atuavam nos Estados Unidos, para seus países de origem. Muitos deles tinham há muito perdido os vínculos com sua terra natal, já que moravam nos Estados Unidos há décadas.

Sobre a gangue existe o documentário La Vida Loca de Christian Poveda assassinado em 2009.

A MS 13 (como é abreviado seu nome) é uma gangue que começou nos anos 80 com imigrantes fugitivos da guerra civil de El Salvador, instalados nas áreas de baixa renda de Los Angeles. Porém, esse fluxo de imigrantes buscando emprego e moradia não foi bem recebido pela população local (mais precisamente pelas gangs já existentes) que acabaram tornando-se vítima da violência das gangues já existentes. Para se defender das hostilidades os ex-guerrilheiros se juntaram, e a gangue logo ficou conhecida como a mais violenta da região, substituindo rapidamente seus rivais. Ganharam territórios e pontos de venda de drogas, o que fez a quadrilha crescer ainda mais. Seu nome vem da combinação de “Mara”, gíria que significa “bando”, ou gangue de rua, e o termo “Salvatrucha”, um termo usado para designar pessoas vindas de El Salvador. Já o numero 13 é atribuído como homenagem a “Mexican Máfia”, gangue de mexicanos nos presídios californianos, onde a formação das quadrilhas não se dá mais por motivos bairristas, como eram nas ruas. Quando dentro dos presídios, as gangues passam a se agrupar por motivos étnicos, como a Arian Brotherhood e a Black Guerrilla Family. O numero 13 carrega também um significado mais próximo com a violência da gang, pois um jovem para se tornar membro da Mara, tem que passar por uma sessão de 13 segundos de espancamento. Um pouco depois, a partir de membros de outras gangues de mexicanos e alguns poucos desertores surge um grupo rival, a Mara 18, quase tão numerosa e igualmente temida, e que carrega este nome por ter se iniciado a partir da 18 street. Toda essa movimentação de drogas e violência acabou resultando na deportação de membros da MS 13. Mas esta medida do governo americano não resolveu a situação, pelo contrario. De volta a El Salvador, a quadrilha cresceu rapidamente e tornou-se a maior do país, também se espalhou pela Guatemala, Honduras, e outros países da América, e seus integrantes chegam a aproximadamente 70 mil. O problema ficou então bem maior e levou, em 2004, Honduras e El Salvador a implantarem leis anti-gangues, onde um suspeito de pertencer a organizações criminosas poderia ser preso por até 12 anos. E ter uma tatuagem com referências às tais gangues, já era considerado prova suficiente para prender um suspeito, o que fez com que os iniciados na quadrilha, gradativamente parassem de se tatuar.

Referências[editar | editar código-fonte]

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