Símbolos oficiais da Bahia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

Os símbolos oficiais da Bahia são símbolos oficiais que representam o Estado da Bahia. Esses símbolos são a bandeira, o brasão de armas e o hino.

Bandeira[editar | editar código-fonte]

Bandeira da Bahia
Ver artigo principal: Bandeira da Bahia

Nenhuma lei existe criando ou disciplinando a Bandeira do Estado. Foi criada pelo médico baiano, Diocleciano Ramos que, numa reunião do Partido Republicano, propôs este símbolo como representativo da agremiação política, em 25 de maio de 1889.[carece de fontes?]

Com forte inspiração na bandeira dos Estados Unidos, mesclada com um triângulo evocativo ao símbolo maçônico já adotados nas conjurações mineira e baiana - muito embora as cores azul, vermelho e branco já tivessem figurado como símbolos das revoltas de 1798, conhecida como Revolta dos Alfaiates.[carece de fontes?]

O uso, entretanto, consagrado pelo povo, veio a ser obrigatório por decreto do Governador Juracy Magalhães, em 11 de junho de 1960 (Decreto n. 17 628).[carece de fontes?]

Brasão de Armas[editar | editar código-fonte]

Brasão da Bahia
Ver artigo principal: Brasão da Bahia

Constitui-se o Brasão de Armas do Estado da Bahia dos seguintes elementos:[carece de fontes?]

  • Timbre com uma estrela, que simboliza o Estado.
  • Escudo com uma embarcação com a vela içada, onde um marinheiro acena com um lenço branco e, ao fundo, vê-se o Monte Pascoal, local do primeiro registo visual de terra pela esquadra de Cabral.
  • Insígnia com dois tenentes sobre listel com o lema:
    Per ardua surgo — que significa, numa tradução literal: "Pela dificuldade venço" ou, no sentido real: vencer apesar das dificuldades.
  • Tenentes: à esquerda, um homem semi-nu, com uma marreta, uma bigorna e uma roda, representando a indústria local; à direita, uma mulher com chapéu frígio (símbolo da República), carregando a Bandeira da Bahia que jaz atrás do triângulo maçônico.[carece de fontes?]

Encimando o Brasão, o nome do Estado e, abaixo deste, o nome do "Brasil".[carece de fontes?]

Hino[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Hino da Bahia

Não oficiais[editar | editar código-fonte]

O curió (Sporophila angolensis), um pássaro nativo no estado, foi alçado como a ave-símbolo da Bahia no livro As aves-símbolos dos estados brasileiros, de 2003, em função de associação feita pelo zoólogo brasileiro Olivério Mário de Oliveira Pinto com sua abundância na Bahia e o tráfico que existia desde lá para o litoral atlântico africano.[1] Essa representação não oficial é difundida desde então.[2][3]

São recorrentes também indicações de que o berimbau é o instrumento musical que simboliza a Bahia.[4][5][6]

Já o umbuzeiro é referido como "árvore sagrada do Sertão", símbolo do semiárido brasileiro e, também, árvore-símbolo do sertão da Bahia.[7][8][9][10][11]

Referências

  1. Oliveira, Roberto Gonçalves de (2003). As aves-símbolos dos estados Brasileiros. Porto Alegre: Editora AGE Ltda. pp. 55–60. ISBN 8574971898 
  2. «HPVIDA INAUGURA HOSPITAL TEREZA DE LISIEUX EM SALVADOR PARA ASSOCIADOS». Bahia Já. 31 de maio de 2011. Consultado em 16 de novembro de 2020 
  3. «A Ave Símbolo de Cada Estado « Ornithos Escola». Consultado em 16 de novembro de 2020 
  4. «Bimba - "Mestre dos mestres" (2000)». culturaniteroi.com.br. Consultado em 16 de novembro de 2020 
  5. G1 BA; TV Bahia (21 de setembro de 2013). «Parque de Pituaçu guarda trilha e árvore que deu origem ao berimbau». G1. Consultado em 16 de novembro de 2020 
  6. Pechman, Laura Barroso (2018). Etnoturismo pataxó e a elaboração de uma auto-imagem (Tese de Mestrado). Universidade Nova de Lisboa. p. 29. Consultado em 16 de novembro de 2020 
  7. Tavares, Tamires (11 de março de 2020). «A importância econômica e cultural do umbuzeiro foi tema de evento». UESB. Consultado em 16 de novembro de 2020 
  8. «Umbu, árvore sagrada do sertão no Rural Produtivo». www.sdr.ba.gov.br. Desenvolvimento Rural - SDR. 10 de setembro de 2020. Consultado em 16 de novembro de 2020 
  9. Lamir, Daniel (7 de abril de 2020). «Descubra o segredo de Manoel Vitorino (BA) para ser o maior produtor de umbu no mundo». Brasil de Fato. Consultado em 16 de novembro de 2020 
  10. Barreto, Lílian Santos (2010). Boas práticas de manejo para o extrativismo sustentável do umbu (PDF). Brasília: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. 64 páginas. ISBN 978-85-87697-64-6 
  11. Batista, Fabiane Rabelo da Costa (2015). O umbuzeiro e o semiárido brasileiro (PDF). Campina Grande: INSA. 72 páginas. ISBN 978-85-64265-26-4 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]