Non sequitur
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Um non sequitur é um argumento no qual a conclusão não segue as premissas.[1] É uma falácia lógica. Entretanto, é usualmente utilizado para classificar um argumento onde a conclusão claramente nunca segue as premissas. Devido a ser uma falácia muito geral, tende a ter mais de uma classificação.
[editar] Exemplos
- Um gato é um animal;
- Eu sou um animal;
- Logo, sou um gato.
O argumento é falacioso pois as premissas 1 e 2 são verdadeiras, mas a conclusão 3 não. Este tipo de non sequitur é classificado também como afirmação da consequência.
- 1-Tudo tem que ter um princípio.
- 2- deus não tem que ter um princípio.
Você diz uma premissa como sendo verdadeira. Na frase seguinte coloca outra premissa como sendo verdadeira, mas essa segunda premissa afirma que a primeira é falsa!
- Hoje os pais não batem mais nos filhos, por isto vemos filhos batendo nos pais.
- Deduz-se que os casos de filhos batendo nos pais existem por que os pais não batiam neles. Mas a conclusão não segue necessariamente à premissa, pois há filhos que foram educados com castigo e que também batem nos pais, outros não o fazem e há aqueles que não recebiam castigos e também não batem nos pais bem como há os que batem. Logo, pode haver outra causa para o fenômeno de filhos baterem em seus pais que não seja a ausência do castigo físico na educação infantil.
Referências
- ↑ E.M., em Appendix, The Woman's Bible (1898) [em linha]