Semântica formal (lógica)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa


Question book.svg
Este artigo não cita fontes fiáveis e independentes. (desde setembro de 2013). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

Na lógica, semântica formal OU lógica semântica[1] [2] [3] , é o estudo da semântica ou interpretações (idealizações) de linguagens naturais e formais, geralmente tentando captar a noção pré-teórica de vínculo. (Apesar de ambos linguística e lógica reividicarem o fornecimento de teorias na linguagem natural, de acordo com Geach, a lógica normalmente ignora o "idiotismo do idioma", e vê as linguagens naturais como idiomas confusos de interesses não-lógicos.)[4]

Uma linguagem formal pode ser definida longe de qualquer interpretação disso. Isso é feito por uma designação de um conjunto de simbolos (também chamados de alfabeto) e um conjunto de regras de formação (também denominadas de gramática formal) que determinam quais cadeias de caracteres de simbolos são fórmulas bem-formadas. Quando as regras de transformação (também denominadas regras da inferência) são adicionadas, e certas sentenças são aceitas como axiomas (juntos são chamados um sistema dedutivo ou um aparato dedutivo) um sistema lógico é formado. Uma interpretação de uma linguagem formal é (grosseiramente falando) uma atribuição de significados à seus símbolos e condições-verdade (valores-verdade) às suas sentenças.[5]

Os valores-verdade de várias sentenças das quais podemos encontrar em argumentos irão depender de seus significados, e, assim, lógicos conscientes não podem evitar completamente a necessidade de dar algum tratamento ao significado dessas sentenças. A semântica da lógica refere-se às abordagens que lógicos introduziram para compreender e determinar a parte do significado em que eles estão interessados; o lógico tradicionalmente não está interessado na sentença como proferida, mas na proposição, uma sentença idealizada adequadamente para manipulação lógica.[carece de fontes?]

Até o advento da lógica moderna, o Organon, de Aristóteles , particularmente Da Interpretação, forneceu a base para a compreensão da importância da lógica. A introdução de quantificação, necessária para resolver o problema da generalidade múltipla, tornou impossível a análise do tipo sujeito-predicado que tomou conta da explicação de Aristóteles, embora haja um interesse renovado em Lógica Aristotélica, tentando encontrar cálculos no espírito da silogística de Aristóteles, porém com a generalidade da lógica moderna baseada em quantificadores.

As principais abordagens modernas para a semântica de linguagens formais são as seguintes:

  • Valores-verdade semânticos (também comumente denominados de quantificação substitucional) foi defendida por Ruth Barcan Marcus para lógicas modais no início da década de 1960, e posteriormente defendido por Dunn, Belnap, e Leblanc para a lógica de primeira ordem padrão. James Garson conseguiu alguns resultados nas áreas de adequação para lógica modal equipada como uma semântica. Os valores-verdade para fórmulas quantificadas são dadas exclusivamente em termos de verdade sem apelar para domínios de qualquer natureza (e por isso seu nome valor-verdade semântico).
  • Semântica Probabilística proveniente de H. Field, mostrou-se equivalente a uma generalização natural de valores-verdade da semântica. Como valores de verdade semântica, também é não-referencial em relação à sua natureza.

Notas[editar | editar código-fonte]

Portal A Wikipédia possui o portal:
  1. Winfried Nöth Handbook of semiotics p.103
  2. p.64
  3. pp.32-3
  4. Mieszko Talasiewicz. Philosophy of Syntax - Foundational Topics. [S.l.]: Springer, 2009. p. 12. ISBN 978-90-481-3287-4.
  5. The Cambridge Dictionary of Philosophy, Formal semantics