Patu

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Município de Patu
"Patu City"
"Cidade dos ventos"
Vista panorâmica de Patu a partir da Serra do Lima.

Vista panorâmica de Patu a partir da Serra do Lima.
Bandeira de Patu
Brasão de Patu
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 25 de setembro
Fundação 25 de setembro de 1890 (123 anos)
Gentílico patuense
Prefeito(a) Evilásia Gildenia de Oliveira (PSB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Patu
Localização de Patu no Rio Grande do Norte
Patu está localizado em: Brasil
Patu
Localização de Patu no Brasil
06° 06' 36" S 37° 38' 13" O06° 06' 36" S 37° 38' 13" O
Unidade federativa  Rio Grande do Norte
Mesorregião Oeste Potiguar IBGE/2008 [1]
Microrregião Umarizal IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Norte: Caraúbas e Janduís;
Sul: Paraíba (Belém do Brejo do Cruz e Catolé do Rocha);
Leste: Messias Targino;
Oeste: Olho-d'Água do Borges, Rafael Godeiro e Almino Afonso.
Distância até a capital 321 km[2]
Características geográficas
Área 319,129 km² [3]
População 12 561 hab. IBGE/2013[4]
Densidade 39,36 hab./km²
Altitude 248 m (RN: 39º)[5]
Clima Tropical As
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,618 (RN: 61°) – médio PNUD/2010[6]
PIB R$ R$ 66 729 mil IBGE/2011[7]
PIB per capita R$ R$ 5 549 19 IBGE/2011[7]
Página oficial
Prefeitura www.patu.rn.gov.br
Câmara www.cmpatu.rn.gov.br

Patu é um município brasileiro no interior do estado do Rio Grande do Norte, Região Nordeste do país. Pertence à Mesorregião do Oeste Potiguar e à Microrregião de Umarizal, e está localizado 321 km a oeste da capital do estado, Natal. Ocupa uma área de 319,129 km², e sua população no censo de 2010, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 11 664 habitantes, sendo o 48º maior em população do Rio Grande do Norte.

Os primeiros habitantes de Patu foram os índios cariris. Em seguida, criadores de gado vindos de Apodi se estabeleceram no local, estimulando seu povoamento e, consequentemente, seu crescimento populacional. O povoado de Patu foi elevado à condição de distrito em 1852, pertencente ao município de Imperatriz (hoje Martins), e desmembrado deste em 25 de setembro de 1890, sendo hoje considerado um centro de zona do Brasil e uma cidade polo para os municípios vizinhos.

O município tem como maior atração turística a Serra do Lima, que é sede do monumental Santuário do Lima ou de Nossa Senhora dos Impossíveis, eleito uma sete maravilhas do Rio Grande do Norte e um dos locais de maior religiosidade do Nordeste, além de ser um dos melhores lugares do mundo para a prática do voo livre de asa delta em particular a categoria parapente (paraglider).

História[editar | editar código-fonte]

Placa comemorativa do bicentenário da capela de Nossa Senhora das Dores, fixada na Igreja de Matriz de Nossa Senhora das Dores, sede da paróquia de Patu até os dias atuais.
Placa comemorativa do bicentenário da capela de Nossa Senhora das Dores, fixada na Igreja de Matriz de Nossa Senhora das Dores, sede da paróquia de Patu até os dias atuais.
Placa comemorativa do centenário da criação do município de Patu, mostrando os nomes mais importantes da história do município.
Placa comemorativa do centenário da criação do município de Patu, mostrando os nomes mais importantes da história do município.

Os primeiros habitantes de Patu foram os indígenas cariris. Em seguida, criadores de gado vindos de Apodi chegaram ao local, estimulando o seu consequente povoamento, entre eles o padre Francisco Pinto de Araújo, que, no ano 1718, fez a doação de uma sesmaria, localizada na Serra de Patu, e o capitão Leandro Saraiva de Moura, colonizador da região e proprietário da localidade do sítio Patu de Fora (1742) e do Sítio Boqueirão (1755). Também se destacaram o coronel Antônio de Lima Abreu Pereira, comandante do Regimento de Ordenanças da Ribeira do Apodi, que doou um terreno para a construção de uma capela no alto da Serra do Lima, em 1758, hoje conhecida como Santuário Nossa Senhora dos Impossíveis, e Geraldo Saraiva de Moura, que fixou residência na Serra de Patu e foi nomeado administrador do patrimônio de Nossa Senhora das Dores, em 1777, após receber uma escritura de doação do capitão Inácio de Azevedo Falcão, que media quarenta por oitenta braças.[8] [9]

Com o passar dos anos, o povoado de "Patu de Dentro" cresceu e foi elevado à categoria de distrito, pela resolução provincial 260, de 3 de abril de 1852, aprovada pela Assembleia Provincial do Rio Grande do Norte e assinada pelo governador da província, José Joaquim da Cunha com o nome "Distrito de Paz de Patu", subordinado ao município de Imperatriz, hoje Martins. Entre as figuras mais importantes do povoado na época estavam o capitão José Severino de Moura, considerado "implantador do distrito", José Severino de Moura Júnior, filho do capitão, e seu sobrinho Raimundo Basílio de Moura, que construiu a primeira residência do povoado e o chefiou durou até o início do período republicano. Em 25 de setembro de 1890, o distrito foi emancipado e elevado à categoria de município, pela lei estadual 53, sancionada por Pedro de Albuquerque Maranhão, primeiro governador do Rio Grande do Norte, e instalado oficialmente em 2 de novembro de 1890. O nome do município, segundo o historiador natalense Luís da Câmara Cascudo, é originário da língua tupi e significa "chapada", "chapada sonora", "planalto", "terra alta" e "serra do estrondo". Posteriormente, foram criados os distritos de Almino Afonso, Messias Targino e Olho-d'Água do Borges e anexados ao município de Patu, todos extintos e elevados à categoria de municípios por leis estaduais. Desde então, o município é constituído apenas pelo distrito-sede. Nos dias de hoje, Patu é uma cidade polo e importante centro comercial de sua região.[9]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Patu (em vermelho) e municípios vizinhos.
  Rio Grande do Norte
  Paraíba

Patu está localizado na mesorregião do Oeste Potiguar e microrregião de Umarizal, estado do Rio Grande do Norte,[1] distante 321 km de Natal, capital estadual,[2] e 1 937 km de Brasília, capital federal.[10] Ocupa uma área territorial de 319,129 km²[3] e se limita com os municípios de Caraúbas a norte; Belém do Brejo do Cruz e Catolé do Rocha, ambos na Paraíba, a sul; Messias Targino e Janduís a leste; Rafael Godeiro, Almino Afonso e Olho-d'Água do Borges a oeste.[11]

O relevo do município, com altitudes variando entre duzentos e quatrocentos metros, é formado pela Depressão Sertaneja, que compreende uma série de terrenos baixos de transição entre o Planalto da Borborema e a Chapada do Apodi, com seguintes serras do Bicudo, do Brejinho, de Carfanaú, do Cajueiro, do Lima, do Frade, de João Pereira, do Patu, dos Picos, do Tourão, Vermelha e do Vinagre. Patu está situado em área de abrangência de rochas metamórficas que formam o embasamento cristalino, formados há cerca de um bilhão de anos, durante o período Pré-Cambriano, com predominância de granitos e granodioritos. Também predominam formas de relevos tabulares com topo plano, com diferentes aprofundamentos de drenagens e ordens de grandeza, normalmente separados por vales de fundo plano.[11]

O tipo de solo predominante é o podzolítico vermelho amarelo equivalente eutrófico, com alto nível de fertilidade, drenagem bastante acentuada, relevo suave e textura média, que pode ser ou não formada por cascalho.[11] Há ainda o luvissolos ou solo bruno não cálcico, o regossolo e os solos litólicos.[12]

Vegetação da caatinga hiperxerófila e floresta caducifólia na Serra do Lima, durante o período chuvoso.

Patu encontra-se totalmente situado na Bacia Hidrográfica do Rio Apodi/Mossoró. Os principais riachos do município são o dos Borges, Croatá, Jatobá, Patu de Fora e Tourão. Já os principais reservatórios, com capacidade igual ou superior a 100 000 metros cúbicos (m³) são os açudes de Tourão (9 104 000 m³); Lagoa de Pedra, também chamado de Morada Nova (1 500 000 m³) e Paulista (100 000 m³). O município é servido pelo sistema adutor do médio oeste, mais especificamente pela Adutora Deputado Arnóbio Abreu, que capta água da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, localizada em Assu. Por sua vez, a cobertura vegetal é tipicamente formada pela caatinga, do tipo hiperxerófila, com espécies de baixo porte, adaptadas à seca e com abundância de cactáceas. Entre as espécies de plantas mais encontradas no município, destacam-se o facheiro, o faveleiro, a jurema-preta, o marmeleiro, o mufumbo e o xiquexique.[11]

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima de Patu é caracterizado como tropical com estação seca (do tipo As na classificação climática de Köppen-Geiger), com temperatura média anual é de 26,2 ºC, sendo a média do mês mais quente, dezembro, de 27,4 ºC, e a do mês mais frio, julho, de 24,9 ºC. Março é o mês mais chuvoso, com média de 229 milímetros, e setembro o mais seco, com média de apenas quatro milímetros de chuva. A média de precipitação anual é de 873 milímetros.[13] A umidade relativa do ar é de 66% e o tempo de insolação de aproximadamente 2 700 horas anuais.[11]

Maiores acumulados de chuva em 24 horas
registrados em Patu por meses
Mês Acumulado Data Ref Mês Acumulado Data Ref
Janeiro 150 mm 19/01/1961 [14] Julho 80 mm 05/07/1964 [15]
Fevereiro 158 mm 04/02/1951 [16] Agosto 66,4 mm 08/08/1918 [17]
Março 183 mm 26/03/1954 [18] Setembro 38,5 mm 18/09/1923 [19]
Abril 220 mm 17/04/1952 [20] Outubro 94,5 mm 15/10/1976 [21]
Maio 260 mm 07/05/1952 [22] Novembro 103 mm 08/11/1981 [23]
Junho 109,2 mm 01/06/1987 [24] Dezembro 95 mm 21/12/1946 [25]
Fontes: ANA/EMPARN (período a partir de 1911).[26] [27]

Segundo dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), desde 1911 o maior acumulado de chuva em 24 horas registrado em Patu foi de 260 mm em 7 de maio de 1952.[22] Outros grandes acumulados foram 220 mm em 17 de abril de 1952;[20] 193 mm em 6 de abril de 1949;[28] 183 mm em 26 de março de 1954;[18] 158 mm em 4 de fevereiro de 1951;[16] 150 mm em 19 de janeiro de 1961[14] e 20 de abril de 1950;[29] 149,2 mm em 6 de março de 1975;[30] 147,4 mm em 6 de abril de 1988;[31] 145,6 mm em 18 de maio de 1984;[32] 145 mm em 6 de maio de 1959;[33] 141 mm em 3 de abril de 2008;[34] 130 mm em 27 de março de 2001[35] e 24 de março de 1950;[36] 129 mm em 18 de fevereiro de 2007;[37] 126 mm em 9 de abril de 2008,[34] 128 mm em em 10 de abril de 1957;[38] 125 mm em 16 de abril de 1957;[38] 123 mm em 16 de abril de 1953;[39] 119,3 mm em 9 de março de 1976;[40] 118 mm em 7 de abril de 2008;[34] 117 mm em 6 de março de 1957;[41] 116 mm em 6 de março de 1960[42] e 26 de abril de 1953;[39] 111,6 mm em 31 de março de 1969;[43] 110,2 mm em 17 de abril de 1935;[44] 109,2 mm em 1º de junho de 1987;[24] 108 mm em 4 de março de 1954;[18] 107 mm em 27 de abril de 2009[45] e 28 de abril de 1971;[46] 106 mm em 5 de março de 1958;[47] 105 mm em 25 de abril de 2011,[48] 3 de março de 2009,[45] 2 de março de 1952[49] e 28 de abril de 1950;[29] 103,3 mm em 27 de março de 1987;[50] 103 mm em 8 de novembro de 1981[23] e 13 de fevereiro de 1955;[51] 101 mm em 20 de fevereiro de 1959;[52] 100,4 mm em 30 de março de 2008[34] e 100 mm em 25 de março de 2005[45] e 6 de março de 1976.[40] Em março de 1960 foi observado o maior volume de chuva em um mês, de 792 mm.[53]

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Patu Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 32,6 31,9 31 30,4 29,9 29,6 29,9 30,8 31,8 32,7 32,9 32,9 31,4
Temperatura média (°C) 27,3 26,9 26,5 26,1 25,6 24,9 24,9 25,2 26 26,8 27,2 27,4 26,2
Temperatura mínima média (°C) 22 22 22 21,8 21,3 20,2 19,9 19,6 20,3 20,9 21,5 21,9 21,2
Chuva (mm) 70 125 229 218 97 49 32 7 4 9 7 25 873
Fonte: Climate Data.[13]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Crescimento populacional
Censo Pop.
1900 4 894
1920 7 504 53,3%
1940 14 159 88,7%
1950 16 633 17,5%
1960 10 410 -37,4%
1970 9 016 -13,4%
1980 11 744 30,3%
1991 11 741 -0,0%
2000 11 171 -4,9%
2010 11 964 7,1%
Est. 2013 12 561 [4] 12,4%
Fonte: IBGE (1872-2010).[54]

A população de Patu de acordo o censo brasileiro de 2010 era de 11 964 habitantes, sendo o 48º município mais populoso do Rio Grande do Norte e apresentando uma densidade populacional de 37,49 km².[55] Desse total, 10 159 habitantes viviam na zona urbana (84,91%) e 1 805 na zona rural (15,09%). Ao mesmo tempo, 5 886 pessoas eram do sexo masculino (49,2%) e 6 078 do sexo feminino (50,8%), tendo uma razão de sexo de 96,84.[56] [57] Quanto à faixa etária, 2 976 pessoas tinham menos de 15 anos (24,87%), 7 843 entre 15 e 64 anos (65,55%) e 1 145 possuíam 65 anos ou mais (9,57%).[58] Ainda segundo o mesmo censo, a população étnica era formada por 5 931 brancos (49,57%), 4 929 pardos (41,2%), 1 004 pretos (8,39%) e 101 amarelos (0,84%).[59]

Considerando-se a nacionalidade, todos os 11 964 habitantes eram brasileiros natos (100%).[60] Em relação à região de nascimento, 11 804 eram nascidos na Região Nordeste (98,67%), 67 no Sudeste (0,56%), 22 no Centro-Oeste (0,17%), 21 no Norte (0,18%) e 16 no Sul (0,13%), além de outros 33 sem especificação (0,28%). 10 692 habitantes eram naturais do Rio Grande do Norte (89,37%) e, desse total, 8 974 eram nascidos em Patu (75,01%). Entre os 1 272 naturais de outras unidades da federação (10,63%), a Paraíba era o estado com maior presença, com 924 habitantes residentes (7,72%), seguido pelo Ceará, com 156 habitantes (1,31%), e por São Paulo, com 63 residentes (0,52%).[61] [62] Ainda em 2010 nove pessoas emigraram de Patu para outros países, sendo três para a Europa (33,3%), dois para a Ásia (22,22%), dois para a América do Norte (22,22%), dois para outros países da América do Sul (22,22%). Entre os países de destino estavam a Alemanha, Argentina, Canadá, Estados Unidos Itália, Japão e República Popular da China.[63] Para 2013, a estimativa populacional é de 12 561 habitantes.[4]

O Índice de Desenvolvimento Humano do município é considerado médio, de acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Segundo dados do relatório de 2010, divulgados em 2013, seu valor era de 0,618, sendo o 60º maior do Rio Grande do Norte e o 3 735 º do Brasil. Considerando-se apenas o índice de longevidade, seu valor é de 0,768, o valor do índice de renda é de 0,599 e o de educação é de 0,518.[6] Em 2003, o índice de pobreza era de 58,39% (o índice subjetivo era de 61,05%).[64] De 2000 a 2010, a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita de até 140 reais reduziu em 35,2%. Em 2010, 66,6% da população vivia acima da linha de pobreza, 17,9% encontrava-se entre as linhas de indigência e de pobreza e 15,4% estava abaixo da linha de pobreza.[65] No mesmo ano, os 20% mais ricos eram responsáveis por 55,07% do rendimento total municipal, valor quase dezenove vezes superior à dos 20% mais pobres, que era de 2,96%.[58]

Religião[editar | editar código-fonte]

Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores, sede da paróquia de Patu.

Conforme a divisão oficial da Igreja Católica no Brasil, o município está inserido na Diocese de Mossoró. A sede da paróquia de Patu, cuja padroeira é Nossa Senhora das Dores, é a Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores, que foi erguida no século XVIII, entre 1778 e 1779. Essa comunidade foi elevada à categoria de freguesia pela lei provincial nº 260 de 3 de abril de 1852, sendo posteriormente transformada em paróquia em 1936, dois anos após a criação da Diocese de Mossoró. A Igreja Matriz, em 1946, passou por uma grande reforma, sendo demolida e reconstruída e tomando seu formato atual. A paróquia de Nossa Senhora das Dores compreende, além de Patu, os municípios de Almino Afonso, Messias Targino, Rafael Godeiro e Olho d’Água do Borges.[66] Além da Matriz, há também destaque para o Santuário Nossa Senhora dos Impossíveis, localizada na Serra do Lima, eleito pelo voto popular como uma das sete maravilhas do Rio Grande do Norte, sendo também um dos locais de maior religiosidade do Nordeste brasileiro.[67] No censo de 2010, da população total de Patu, o catolicismo romano era a preferência religiosa da maioria da população, com 10 350 adeptos, ou 86,51 % dos habitantes.[59]

Patu também possui os credos protestantes ou reformados. Em 2010, 1 051 habitantes se declararam evangélicos (8,79%), sendo que 698 pertenciam às evangélicas de missão (5,84%), 184 a evangélicas não determinadas (1,54%) e 169 às evangélicas de origem pentecostal. Dentre as evangélicas de origem pentecostal, existiam 486 pertencentes à Assembleia de Deus (4,07%), 86 à Igreja Universal do Reino de Deus (0,72%) e 29 à Igreja Deus é Amor (0,24%), além de mais 97 pessoas distribuídas em outras evangélicas pentecostais (0,81%). Dentre as de missão, existiam 72 seguidores da Igreja Batista (0,6%), 68 da Adventista do Sétimo Dia (0,57%) e 29 da Presbiteriana (0,24%).[59]

Além do catolicismo romano e do protestantismo, também existiam 451 sem religião (3,77%), 54 mórmons (0,45%) e 23 espíritas (0,19%). Outros 36 não souberam (0,3%).[59]

Política[editar | editar código-fonte]

Prefeitura Municipal de Patu, sede do poder executivo.

O poder executivo do município de Patu é representado pelo prefeito, auxiliado pelo seu gabinete de secretários. A atual prefeita municipal é Evilásia Gildênia de Oliveira, do Partido Socialista Brasileiro (PSB), eleita nas eleições municipais de 2008 e reeleita em 2012, tendo como vice-prefeita Maria Gorete Forte Dantas.[68]

Câmara de Vereadores de Patu (Palácio Mário Soleno de Moura), sede do poder legislativo municipal.

O poder legislativo é exercido pela Câmara Municipal, formada por nove vereadores eleitos para mandatos de quatro anos. Na atual legislatura, iniciada em 2013, está constituída da seguinte forma: duas cadeiras do Partido Trabalhista do Brasil (PTB), uma do Partido Humanista da Solidariedade (PHS), uma do Partido Progressista (PP), uma do Partido da República (PR), uma do Partido dos Trabalhadores (PT), uma do Partido Trabalhista do Brasil (PT do B), uma do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), uma do Partido Popular Socialista (PPS).[69]

Em complementação ao processo legislativo e ao trabalho das secretarias, existem também alguns conselhos municipais em atividade, como o de Direitos do Idoso, o de Educação, o de Meio Ambiente, o de Saúde, o de Segurança Alimentar e Nutricional e o Tutelar.[70] [71] [72] [73] [74] [75] Patu se rege pela sua lei orgânica, promulgada em 1990[76] e é sede de uma comarca, de segunda entrância, tendo como único termo o município de Messias Targino.[77] [78] Conforme dados de dezembro de 2013, Patu possuía 8 913 eleitores, o que representa 0,379% do total do Rio Grande do Norte.[79]

Economia[editar | editar código-fonte]

Agência do Banco do Brasil de Patu.

Conforme dados de 2011, o Produto Interno Bruto (PIB) era de R$ 66 729 mil, sendo R$ 3 513 mil do setor primário, R$ 5 022 mil do setor secundário, R$ 53 998 do setor terciário e 4 197 mil de impostos sobre produtos líquidos de subsídios a preços correntes e o PIB per capita era de R$ 5 549,19.[7] 48,74% da população maior de dezoito anos era economicamente ativa, enquanto que a taxa de desocupação era de 8,85% (2010).[58]

Na agricultura, Patu produziu, na lavoura permanente de 2012, banana (91 t), manga (25 t) e castanha de caju (1 t).[80] Já na lavoura temporária do mesmo ano foram produzidos batata doce (48 t), feijão (40 t, em grãos), milho (35 t, em grãos) girassol (1 t, em grãos), fumo (1 t, em folha) e algodão herbáceo (1 t, em caroço).[81] Na pecuária, Patu possuía 9 698 ovinos, 8 271 bovinos, 7 465 galinhas, 7 465 galináceos (galos, frangas, frangos e pintos), 5 389 caprinos, 777 suínos, 681 asininos, 315 equinos, 215 muares. Também foram produzidos 510 mil litros de leite de 1 021 vacas ordenhadas, 38 mil dúzias de ovos de galinha, 123 quilos de mel de abelha, sete toneladas de carvão vegetal.[82] Na extração vegetal, foram extraídos 10 964 metros cúbicos de lenha e sete toneladas de carvão vegetal.[83]

Na indústria, Patu possuía, em 2010, 11,47% do pessoal ocupado acima de dezoito anos trabalhando no setor industrial, sendo 7,25% na construção civil, 3,84% na indústria de transformação, 0,26% na indústria extrativa e 0,12% nos serviços de utilidade pública. No setor terciário, 46,02% trabalhavam na prestação de serviços e 15,31% no setor comercial.[58] Salários, juntamente com outras remunerações, somavam 7 854 mil reais e o salário médio mensal de todo município era de 1,8 salários mínimos. Havia 183 unidades locais, sendo 177 atuantes.[84]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Saúde[editar | editar código-fonte]

Hospital e Maternidade Dr. Aderson Dutra.

Segundo dados de 2009, Patu possuía seis estabelecimentos de saúde, sendo cinco públicos e um privado e todos prestando atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS). Existiam 61 leitos para internação, sendo 35 particulares e 26 públicos.[85] O município pertence à VI URSAP, sediada em Pau dos Ferros,[86] e possui o Hospital Municipal Henderson Josino Bandeira Moura, localizado no Bairro Nova Brasília, contando com serviços de atendimento ambulatorial, urgência e emergência, leitos nas especialidades de cirurgia, clínica, obstetrícia e pediatras e serviços especializados.[87] Há também o Hospital e Maternidade Dr. Aderson Dutra.[88]

Em 2010, existiam 22 médicos, 21 auxiliares de enfermagem, seis enfermeiros, seis cirurgiões dentistas, três farmacêuticos, um técnico de enfermagem, um nutricionista e um fisioterapeuta, totalizando 61 profissionais de saúde.[89] No mesmo ano, a expectativa de vida ao nascer era de 71,1 anos, a taxa de mortalidade infantil era de 23,6 por mil nascimentos e a taxa de fecundidade era de 2,3 filhos por mulher.[58] Em 2012, 96,0% das crianças menores de um ano de idade estavam com a carteira de vacinação em dia e 2 990 crianças menores de dois anos foram pesadas pelo Programa Saúde da Família (PSF), sendo que 0,7% do total estavam desnutridas.[65] [90] Segundo dados do Ministério da Saúde, 22 casos de AIDS foram registrados em Patu entre 1987 e 2012 e, entre 2001 e 2011, foram notificados 332 casos de doenças transmitidas por mosquitos, sendo 326 de dengue e seis de leishmaniose.[91]

Educação[editar | editar código-fonte]

Educação de Patu em números (2012)[92]
Nível Matrículas Docentes Escolas
Ensino pré-escolar 390 25 15
Ensino fundamental 1 890 114 18
Ensino médio 564 25 2

Em 2012, Patu possuía um total de 2 844 estudantes matriculados nos estabelecimentos de ensino do município.[92] O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica de 2011 das escolas públicas era de 3,2 para os anos iniciais (1ª à 4ª séries) e de 3,1 para os anos finais (5ª à 8 série). A Escola Municipal Francisco Francelino de Moura possuía o melhor IDEB, cujo valor era de 3,5 (2011)[93]

Centro Educacional New Plan.

Entre 2000 e 2010, a proporção de crianças entre cinco e seis anos frequentando a escola cresceu 9,1%. No mesmo período, a proporção de adolescentes, entre quinze e dezessete anos com ensino fundamental completo, aumentou 243,13%, e entre dezoito e vinte anos registrou um aumento de 178,68%. Considerando-se a frequência escolar na faixa etária entre seis e quatorze anos, 94,23% cursavam o ensino fundamental (56,59% sem atraso, 15,47% com um ano atrasado e 22,17% com dois anos de atraso) e 3,18% não frequentavam a escola. Entre os adolescentes de 15 a 17 anos, 37,59% ainda cursavam o fundamental, 37,48% o ensino médio (sendo 26,13% sem atraso, 8,54% com um ano de atraso e 2,81% com dois anos atrasados), 3,06% cursos superiores, 17,8% não frequentavam e 4,06% estavam em outras condições. Já dentre os estudantes de 18 a 24 anos, 68,23% não estudavam, 9,48% estavam em cursos superiores, 12,20% no ensino médio, 6,14% no fundamental e 3,95% sob outras condições. Considerando-se a escolaridade da população adulta, acima de 25 anos, 33,94% não sabiam ler nem escrever, 17,97% tinham ensino médio completo, 8,87% possuíam o fundamental completo, 5,87% ensino superior completo e 33,35% em outras condições. Ainda em 2010, Patu tinha 9,65 anos esperados de estudo, valor dentro da média estadual (9,53 anos). [58]

Uma importante instituição de ensino superior de Patu é a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), denominada "Câmpus Avançado Professor João Ismar de Moura" (CAJIM), instituído pelo decreto estadual 176 de dia 4 de setembro de 1980, entrando em funcionamento em 11 de março de 1981,[94] além do Centro Educacional New Plan.[95]

Habitação e serviços[editar | editar código-fonte]

Patu possuía, em 2010, 3 642 domicílios, sendo 3 114 na zona urbana (85,5%) e 528 na zona rural (14,5%). Desse total, 3 630 eram casas (99,67%) e doze restantes eram apartamentos (0,33%).[96] Em relação à condição de ocupação, 2 630 eram próprios (72,21%), sendo 2 624 quitados (72,05%) e seis em processo de aquisição (0,16%); 667 alugados (18,31%); 325 cedidos (8,93%), sendo oitenta por empregador (2,2%) e 245 de outras maneiras (6,73%); e vinte ocupados sob outras condições (0,55%).[97]

O serviço de abastecimento de água de Patu é feito pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN).[98] Em 2010, 2 171 domicílios eram abastecidos pela rede geral (59,61%); 126 através de poços (3,46%), sendo 113 dentro da propriedade (3,1%) e treze fora da propriedade (0,36%); 787 por carro-pipa (21,61%); 290 a partir da água da chuva (7,97%), sendo que 269 armazenavam na cisterna (7,39%) e 21 de outras maneiras (0,58%); 63 através de rios, lagos, açudes ou igarapés (1,73%) e 205 de outras formas (5,63%).[99] O fornecimento de energia elétrica é realizado a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (COSERN).[100] No ano de 2007 existiam 3 864 consumidores e foram consumidos 5 812 mWh de energia.[11] A voltagem da rede é de 220 volts.[101] Dos 3 642 domicílios, 3 583 possuíam energia elétrica, sendo 3 539 da companhia distribuidora e 44 de outras fontes.[102] O lixo era coletado em 3 071 domicílios (84,32%), dentre os quais 2 781 a partir do serviço de limpeza (76,36%) e 290 por caçambas (7,96%).[103]

Segurança pública, comunicações e transporte[editar | editar código-fonte]

De acordo com o mapa da violência divulgado pelo Instituto Sangari, em 2011, a taxa de homicídios em Patu era de 14,3 para cada cem mil habitantes, ficando na 24ª posição a nível estadual e na 1294ª colocação a nível nacional. O índice de óbitos por acidente de trânsito foi de 2,9, ficando na 2761ª colocação no país e na 61ª posição no estado. Ainda segundo o mapa, no período 2006-2008 foram registrados cinco homicídios e um acidente de trânsito.[104] [105] O município é sede da 7ª Delegacia Regional de Polícia do Rio Grande do Norte (7ª DRP), que compreende outros treze municípios do estado.[106]

O código de discagem direta a distância (DDD) do município é 084[107] e o Código de Endereçamento Postal é 59770-000.[108] No dia 10 de novembro de 2008 o município passou a ser servido pela portabilidade, juntamente com outras cidades de DDDs 33 e 38, em Minas Gerais; 44, no Paraná; 49, em Santa Catarina; além de outros municípios com código 84, no Rio Grande do Norte.[109] Em 2010, 2 918 domicílios possuíam algum tipo de telefone (80,21%), dos quais 2 592 tinham somente celular (71,33%), 261 tanto telefone fixo quanto celular (7,17%) e 62 apenas telefone fixo (1,71%).[110] Existem algumas emissoras de rádio sediadas no município, entre elas a Web Rádio Santuário e a Educadora Patuense.[111]

Vista da BR-226 próximo da zona urbana de Patu.

A frota municipal no ano de 2012 era de 3 330 veículos, sendo 1 774 motocicletas, 890 automóveis, 269 motonetas, 230 caminhonetes, 74 caminhões, 34 camionetas, vinte micro-ônibus, nove utilitários e três ônibus. Outros tipos de veículos incluíam 27 unidades.[112] O município é cortado pelas rodovias estaduais RN-078 e RN-501, que fazem a ligação de Patu com o estado da Paraíba, e pela rodovia transversal BR-226, que faz a ligação entre Natal, capital estadual, e Wanderlândia, no Tocantins;[113] e possui uma estação ferroviária da estrada de ferro Mossoró-Sousa, inaugurada em 1936 e com trens em circulação até 1991, hoje transformado em Casa de Cultura Popular.[114]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Atrações turísticas[editar | editar código-fonte]

A principal atração turística de Patu é a Serra do Lima, que possui 699 metros de altitude e aproximadamente oito quilômetros de comprimento, possuindo uma rica diversidade de fauna e flora. Nela está localizado um dos mais importantes complexos religiosos do Nordeste, o Santuário Nossa Senhora dos Impossíveis, conhecido como Santuário do Lima, que está localizado a seis quilômetros da zona urbana, é administrado pelos Missionários da Sagrada Família desde 1920 e foi construído em um terreno doado pelo casal Antônio Ferreira de Lima e Paula Moreira Brito Pesso, no século XVIII (1758), tomando seu formato atual em 1969, após uma grande reforma que durou aproximadamente dois anos. O santuário é bastante conhecido no Rio Grande do Norte, atraindo turistas vindos de diversos lugares e tendo sido eleito pelo voto popular uma das sete maravilhas do estado, detendo também o título honorífico de 13º Basílica do Brasil.[115] [116]

Também se situa na Serra do Lima o Cruzeiro de São Sebastião, inaugurado no dia 20 de janeiro de 1938, data comemorada pela Igreja Católica como o dia de São Sebastião, e a Barragem do Lima, que está localizada próximo ao Santuário, no topo da serra, possui quarenta metros de extensão e, quando cheia, sua profundidade chega a 1,3 metros. Outros importantes atrativos turísticos de Patu são a Gruta de Jesuíno Brilhante, com esse nome em homenagem ao cangaceiro de mesmo nome, que habitou o local durante oito anos, procurando fugir das perseguições, e o Sítio Arqueológico do Jatobá, situado na Comunidade Quilombolas dos Negros do Jatobá, dispondo de um acervo de pinturas rupestres com idade aproximada de doze mil anos.[67]

Atrações turísticas de Patu
Serra do Lima, principal atração turística de Patu, vista da BR-226.
Serra do Lima, principal atração turística de Patu, vista da BR-226.
Vista do Santuário do Lima, um dos mais importantes atrativos religiosos de Patu.
Vista do Santuário do Lima, um dos mais importantes atrativos religiosos de Patu.
Barragem do Cruzeiro do Lima.
Barragem do Cruzeiro do Lima.

Artesanato, principais eventos e esporte[editar | editar código-fonte]

Praça de Eventos Oliveira Rocha, onde são realizados os principais eventos de Patu.
Praça de Eventos Oliveira Rocha, onde são realizados os principais eventos de Patu.
Patu é um melhores locais do mundo para a prática de voo livre, na categoria parapente. Na foto, asas deltas sobrevoando a Serra do Lima.
Patu é um melhores locais do mundo para a prática de voo livre, na categoria parapente. Na foto, asas deltas sobrevoando a Serra do Lima.

O artesanato é uma das formas mais espontâneas da expressão cultural patuense. Em várias partes do município é possível encontrar uma produção artesanal diferenciada, criada de acordo com a cultura e o modo de vida local e feita com matérias-primas, notadamente o bordado e a madeira, além de materiais recicláveis.[67] [117] Alguns grupos, como a Associação dos Artesãos de Patu, reúnem diversos artesãos municipais e/ou regionais, disponibilizando espaço para confecção, exposição e venda dos produtos artesanais. Normalmente essas peças são vendidas em lojas de artesanato, exposições e feiras, como a Feira da Agricultura Familiar, que ocorre desde 2011 e é patrocinado pela prefeitura de Patu em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura e outras instituições, contando com barracas de artesanato, roupas, frutas, entre outros, além de apresentações culturais de bandas de forró.[118] [119]

Outros importantes eventos de Patu, além da Feira da Agricultura Familiar, são a Festa de Malhação de Judas, que costuma ocorrer na Semana Santa, mais especificamente no sábado de aleluia; as festas juninas, que acontecem durante todo o mês de junho; a Feira de Cultura, que ocorre no mês de setembro na praça de eventos, contando com a apresentação de diversas atrações; a festa da padroeira Nossa Senhora das Dores, que também ocorre em setembro, de maneira paralela da feira cultural; e a festa de emancipação política, realizada em 25 de setembro. Também se destacam as romarias religiosas ao Santuário do Lima, que ocorrem durante o ano todo.[67] [120] [121]

Na tradição esportiva, Patu é conhecida no mundo por ser um dos melhores locais destinados à prática de voo livre de asa delta do planeta, em particular a categoria parapente (paraglider), principalmente entre no último trimestre do ano, quando os ventos que atingem o município vêm com mais força.[67] Dentre os vários recordes mundiais, o maior já registrado em Patu foi quebrado por Marcelo 'Cecéu' Prieto, que voou 371 quilômetros de Patu até a divisa entre os estados do Ceará e Piauí, quebrando o recorde anterior de André Fleury, de 355 quilômetros.[122] Também se destacam os recordes de Márcio Pinto e Cristiano Ricci Vermelho, de 339 quilômetros em distância livre, e de Kamira Pereira, de 205 quilômetros, tornando-se recordista feminina também na categoria de distância livre.[123] No futebol, um importante clube do município é o Patu Futebol Clube, fundado no ano de 2008.[124] Também são realizados pela prefeitura diversos eventos com foco no setor esportivo em diversas modalidades, além do parapente e do futebol, como o atletismo e o futsal,[125] e incentivos à prática de esportes.[126]

Feriados[editar | editar código-fonte]

Segundo a Associação do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte (AMPERN), em Patu há, além dos feriados nacionais, estaduais e pontos facultativos, três feriados municipais, sendo eles os dias 15 de setembro, dia de Nossa Senhora das Dores, padroeira de Patu; 25 de setembro, dia em que o município festeja sua emancipação política; e o dia 21 de novembro, dia de Nossa Senhora dos Impossíveis, a padroeira do Santuário do Lima.[120] [127]

Referências

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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