Academia Militar das Agulhas Negras

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Academia Militar das Agulhas Negras
Aman entrada.JPG
O portão monumental da AMAN
País  Brasil
Estado  Rio de Janeiro
Corporação Coat of arms of the Brazilian Army Exército Brasileiro
Subordinação Diretoria de Educação Superior Militar
Missão Ensino militar
Sigla AMAN
Criação 17 de dezembro de 1792 (228 anos) (Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho)
Insígnias
Brasão da Escola AMAM.JPG
Comando
Comandante General de Brigada Paulo Roberto Rodrigues Pimentel[1]
Comandantes
notáveis
Sede
Sede Resende
Bairro Centro
Endereço Rodovia Presidente Dutra, km 306
Internet Página oficial da AMAN na internet

A Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) é uma escola de ensino superior do Exército Brasileiro, situada na cidade fluminense de Resende.[2] É a única escola formadora de Oficiais de carreira das Armas de Infantaria, Cavalaria, Artilharia, Engenharia e Comunicações, do Quadro de Material Bélico e do Serviço de Intendência do Exército.[3]

Para ingressar na Academia, é necessário prestar um concurso público, que ocorre anualmente, para a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), situada na cidade paulista de Campinas. Nessa escola, ao ingressar sob o título de Aluno, os jovens militares entre os 17 e os 22 anos realizam um curso de um ano, após o qual ingressam na AMAN sem necessidade de prestar novo concurso público.[4][5]

História[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Escola Militar da Praia Vermelha (fotografia de Eduardo Bezerra, 1888)
Quartel da Escola Militar do Realengo, onde a Academia funcionou de 1913 a 1944.

No fim do século XVIII, mais precisamente em 1790, a rainha D. Maria I de Portugal instituiu em Lisboa a Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho e 2 anos mais tarde autorizou a implantação na cidade brasileira do Rio de Janeiro, então a capital do Estado do Brasil, de uma instituição nos mesmos moldes: a Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho.

Diante da transferência da Corte para o Rio de Janeiro em 1808, a instituição foi sucedida pela Real Academia Militar do Rio de Janeiro, criada pelo Príncipe-Regente em 1810. Seu primeiro comandante foi o Tenente-General Carlos Napion, atual patrono do Quadro de Material Bélico do Exército Brasileiro.

Após a independência (1822), a Academia passou a ser denominada de Imperial Academia Militar. Em 1832, o seu nome mudou uma vez mais para Academia Militar da Corte. Em 1840, passou a denominar-se Escola Militar, e a partir de 1858, Escola Central, sendo transferida para as dependências do Forte da Praia Vermelha.

Os engenheiros formados na Escola Central eram civis, por ser a única escola de Engenharia no país à época. Em 1874, a escola transitou para a Secretaria do Império passando a formar exclusivamente engenheiros civis, enquanto que a formação dos oficiais de Engenharia e de Artilharia continuou a ser realizada na Escola Militar da Praia Vermelha até 1904. A Escola foi fechada porque seus alunos aderiram à Revolta da Vacina. Os oficiais de Infantaria e de Cavalaria passaram então a ser formados na Escola de Guerra, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

Em 1913, objetivando unificar todas as escolas de Guerra e de Aplicação, foi criada a Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro, que formou os oficiais do Exército por quase quarenta anos. Atualmente, as dependências de Realengo abrigam o Grupamento de Unidades-Escola/9ª Brigada de Infantaria Motorizada.

Transferência para Resende[editar | editar código-fonte]

Diante da necessidade de aperfeiçoar a formação de oficiais para um exército que crescia e se operacionalizava, foi criada em Resende, em janeiro de 1944, a Escola Militar de Rezende. Na época, houve também a intenção de afastar a juventude militar da efervescência política da capital do país, que ainda era o Rio de Janeiro. Seu idealizador foi o marechal José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque. Em 1951, a instituição passou definitivamente a denominar-se Academia Militar das Agulhas Negras.[carece de fontes]

Ex-Cadetes que se destacaram[editar | editar código-fonte]

Desde que a AMAN chegou a Resende, formou diversos militares importantes como:

Atualidade[editar | editar código-fonte]

A Academia Militar das Agulhas Negras ocupa uma área total de 67 km². Possui vários conjuntos construídos, destacando-se o Conjunto Principal (CP1/CP2) - que abriga dois pátios de formaturas, o Pátio Tenente Moura (PTM) e o Pátio Marechal Mascarenhas de Moraes (P3M), além do Estado-Maior, de refeitórios, de alojamentos estudantis e do Teatro General Leônidas (TGL). O Conjunto Principal sofreu uma ampliação em 1988, dentro do projeto FT/90, de autoria do então Ministro do Exército, General Leônidas Pires Gonçalves, que dobrou as suas dimensões, principalmente em relação a refeitórios e alojamentos. O atual comandante, desde dezembro de 2018, é o General de Brigada Dutra de Menezes.

Academia Militar das Agulhas Negras

No entorno do Conjunto Principal, a AMAN possui a Seção de Educação Física, a Seção de Equitação, a Seção de Instrução Especial (SIEsp), o Polígono de Tiro e os Parques de Instrução dos diversos cursos. A academia utiliza o sistema de internato, sistema através do qual o cadete sai apenas aos fins de semanas e nas férias.

O Portão Monumental da academia constitui-se no cartão postal dela, que situa-se na cidade de Resende ao pé da Serra da Mantiqueira – cuja maior montanha, o Pico das Agulhas Negras a 2 792 metros acima do nível do mar – deu nome à academia.

A academia possui, em apoio às suas atividades, o Batalhão Agulhas Negras (BAN), organizado da seguinte forma:

  • 1 Companhia de Comando;
  • 1 Companhia de Serviços;
  • 1 Companhia de Polícia do Exército;
  • 1 Companhia de Guardas;
  • 1 Companhia de Fuzileiros; e
  • 2 Companhias Auxiliares do Corpo de Cadetes.

Em efetivo é o maior Batalhão do Exército Brasileiro.

Estrutura[editar | editar código-fonte]

O Corpo de Cadetes é constituído por um comandante, um subcomandante, um Estado-Maior e pelos Cursos e Seções, compostos por oficiais e cadetes com as diversas missões e características pessoais a cada um.

Cadetes da Academia durante cerimônia de recebimento do Espadim.

Aos cursos, cabe formar os futuros oficiais nas diversas Armas, Serviço de Intendência e Quadro de Material Bélico:

As 5 seções do Corpo de Cadetes complementam a formação militar do cadete, atuando no desenvolvimento de atributos das áreas cognitiva, psicomotora e afetiva:

  • Seção de Educação Física (SEF), responsável por planejar, conduzir e orientar o Treinamento Físico Militar;
  • Seção de Equitação, responsável pelas instruções de Equitação;
  • Seção de Instrução Especial (SIEsp), destinada à condução dos estágios de instrução especial;
  • Seção de Tiro (Sec-tiro), responsável pelas instruções de tiro de fuzil e de pistola; e
  • Seção de Doutrina e Liderança (SDL), cuja missão é aperfeiçoar a capacidade de liderança dos cadetes.

O ensino[editar | editar código-fonte]

Na academia, são desenvolvidas as atividades pertinentes ao Ensino Profissional do militar oficial de carreira, de acordo com os seguintes períodos:

1º ano[editar | editar código-fonte]

Durante seu 1º ano na academia, o cadete frequenta o Curso Básico (C Bas). O ensino é voltado para a tática individual e a formação do combatente básico, estimulando a dedicação, a persistência e a liderança – atributos considerados indispensáveis para a eficiência do militar, em especial do oficial do Exército.

O currículo dos cadetes do Curso Básico abrange as seguintes disciplinasː

Durante a solenidade de entrega de espadins, que ocorre no primeiro ano, o cadete do Curso Básico, trajando um uniforme histórico, de cor azul-ferrete, recebe uma réplica em miniatura da espada de Duque de Caxias, que representa "o próprio símbolo da Honra Militar".

Ao voltar das férias entre o 1º e 2º anos, o cadete faz a escolha da Arma, Quadro ou Serviço de sua preferência, de acordo com a classificação obtida em função de seu desempenho acadêmico.

2º ano[editar | editar código-fonte]

No 2º ano, o cadete é integrado à sua Arma, Quadro ou Serviço, a saber:

As disciplinas ministradas são:

  • Direito;
  • Psicologia;
  • Idiomas (Inglês e Espanhol);
  • História Militar do Brasil;
  • História Militar Geral;
  • Técnicas militares;
  • Emprego tático;
  • Tiro;
  • Treinamento físico militar.

3º ano[editar | editar código-fonte]

As disciplinas ministradas durante esse ano são:

4º ano[editar | editar código-fonte]

O 4º e último ano apresenta atividades predominantemente militares a fim de concluir a formação do oficial combatente. No currículo é prevista a realização de exercícios conjuntos, que integram as Armas e que são chamados de módulos temáticos, cuja principal finalidade é de permitir ao cadete do quarto ano o exercício das funções de comando nas operações clássicas de ataque e defesa.

Como complementação pedagógica é realizado o Estágio de Preparação Específica (EPE) nos corpos de tropa que permitem um estágio em que o cadete tem a oportunidade de participar do cotidiano de uma Unidade de sua Arma.

No currículo do 4º ano constam disciplinas como:

São realizados, também, intercâmbios com academias militares de nações amigas, a fim de promover o enriquecimento da cultura geral e militar do futuro oficial.

Ao final do 4º ano, o espadim recebido no primeiro é devolvido em solenidade na qual o cadete é declarado Aspirante a oficial e recebe a espada de oficial do Exército, símbolo do compromisso com a Instituição e com a Pátria.

O Aspirante a oficial é, simultaneamente, graduado Bacharel em Ciências Militares.

O treinamento militar[editar | editar código-fonte]

Na Formação Básica, os objetivos são: ajustar a personalidade do cadete aos princípios que regem a vida militar; assegurar os conhecimentos que o habilitem ao prosseguimento de sua formação de oficial; formar o caráter militar, preparar o combatente básico, obtendo reflexos na execução de técnicas e táticas individuais de combate, obter capacitação física, e desenvolver habilidades técnicas.

Academia Militar das Agulhas Negras

A Qualificação tem por objetivo principal a capacitação ao exercício do comando das pequenas frações elementares, nas funções inerentes aos graduados. Consolida-se o aperfeiçoamento das técnicas individuais do combatente, o elevado padrão de ordem unida e o contínuo desenvolvimento da capacidade física. A Qualificação e a Intensificação da Instrução Militar têm por objetivo principal, a habilitação ao exercício de cargos e funções inerentes ao Oficial Subalterno e ao Capitão.

São atividades inerentes ao Corpo de Cadetes: Exercícios no campo, peculiares a cada Curso; Estágios de Instrução Especial; Exercícios Combinados de Armas, Serviço e Quadro; Manobra Escolar (ou Manobrão); Olimpíada Acadêmica; Competições Desportivas contra a Escola Naval e a Academia da Força Aérea (NAVAMAER) e o Festival Sul-Americano de Cadetes.

O Corpo de Cadetes tem-se empenhado na busca da dinamização de suas atividades de ensino e na instrução militar, visando a dar ao futuro oficial as condições para enfrentar as exigências contemporâneas. Como exemplo dessas atividades destacamos: Estágio de Preparação de Instrutor de Treinamento Físico Militar; Estágio de Preparação de Instrutor de Tiro; Projeto Liderança; Projeto Lutas; Projeto Comunicação; experimentação, pesquisas e trabalhos em grupo.

O Treinamento Físico Militar é planejado e conduzido com o objetivo de promover o condicionamento necessário ao desempenho nos exercícios de campanha. A Olimpíada Acadêmica é outra atividade, realizada todos os anos, na qual existe uma confraternização entre os Cursos, motivados pela sadia competição.

As instruções de tiro são ministradas em modernas e funcionais instalações da Seção de Tiro e objetivam o adestramento do futuro oficial permitindo-o desenvolver a habilidade nessa que é uma das mais importantes atividades militares.

A Seção de Instrução Especial (SIEsp) ministra diversos estágios especiais que possibilitam ao cadete enfrentar novas situações com o emprego de técnicas especiais simulando operações reais e contínuas, com pressão psicológica controlada e máxima imitação do combate. No primeiro ano, ocorre o treinamento simulando situações em terreno montanhoso (SIEsp de Montanha), que compreende a escalada do Pico das Agulhas Negras e que, se concluído com aproveitamento, permite que o cadete utilize, para o resto da carreira, o brevê de curso básico de montanha. No segundo ano ocorre a SIEsp de Selva, realizada na área da Academia Militar e que procura imitar situações de áreas de selva. No terceiro ocorre a SIEsp de Operações, onde o cadete é avaliado em patrulhas e no quarto ano a SIEsp de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Cada uma das SIEsp premia os mais destacados com distintivo próprio, que traz a figura do Saci e que distingue seus agraciados como "o Saci de Montanha", o "Saci de Selva", o "Saci de Operações" ou "Saci da GLO".

A prática equestre, conduzida pela Seção de Equitação, tem por principal objetivo estimular a iniciativa, a decisão e a coragem, atributos indispensáveis ao combatente.

Ao término de cada ano letivo, é realizada a Manobra Escolar, apelidada de "Manobrão", exercício no qual as Armas cumprem missões integradas. Essa atividade permite ao cadete oportunidade de desempenhar funções de comando em campanha.

Comandantes[editar | editar código-fonte]

Aqui estão listados os comandantes da AMAN e de suas antecessoras, que eram situadas no Rio de Janeiro, desde 1811. A partir de sua instalação em Resende, ocorrida em 1944, a Academia teve 43 comandantes efetivos.

Dentre os militares desta lista se destacam o Presidente da República Emílio Garrastazu Médici, o Comandante da Força Expedicionária Brasileira João Batista Mascarenhas de Morais, Ministros de Estado e Comandantes do Exército.

Academia Real Militar (1811-1822)[editar | editar código-fonte]

Número Nome
1 Tenente-General Carlos Antônio Napion
2 Tenente-General Francisco de Borja Garção Stockler
3 Marechal Joaquim de Oliveira Álvares
4 Brigadeiro Joaquim Norberto Xavier de Brito

Imperial Academia Militar (1823-1831)[editar | editar código-fonte]

Número Nome
1 Brigadeiro Manuel da Costa Pinto
2 Coronel Manuel José de Oliveira

Academia Militar da Corte (1832-1838)[editar | editar código-fonte]

Número Nome
1 Coronel José de Souza Corrêa
2 Brigadeiro Raimundo José da Cunha
3 Coronel Manoel José de Oliveira
4 Brigadeiro João Paulo dos Santos

Escola Militar (1839-1857)[editar | editar código-fonte]

Número Nome
1 Brigadeiro Salvador José Maciel
2 Coronel Vicente Antônio Buys
3 Coronel José dos Santos Oliveira
4 Coronel Firmino Herculano de Morais Âncora
5 Tenente-General Francisco de Paula Vasconcelos
6 Brigadeiro Antônio Joaquim de Souza
7 Coronel Antônio Manoel de Melo

Escola de Aplicação do Exército (1855-1858)[editar | editar código-fonte]

Número Nome
1 Brigadeiro Jerônimo Francisco Coelho
2 Coronel Polidoro da Fonseca Quintanilha Jordão

Escola Central (1858-1866)[editar | editar código-fonte]

Número Nome
1 Brigadeiro Antônio Joaquim de Souza
2 Brigadeiro Pedro de Alcântara Bellegarde
3 Brigadeiro Manoel Felizardo de Souza Melo
4 Marechal José Maria da Silva Bittencourt

Escola Militar (1860-1879)[editar | editar código-fonte]

Número Nome
1 Brigadeiro Polidoro da Fonseca Quintanilha Jordão
2 Brigadeiro Severiano Martins da Fonseca

Escola Militar da Corte (1881-1888)[editar | editar código-fonte]

Número Nome
1 Brigadeiro Severiano Martins da Fonseca
2 Brigadeiro Agostinho Marques de Sá
3 Brigadeiro José Clorindo de Queiroz

Escola Militar da Capital Federal (1889-1897)[editar | editar código-fonte]

Número Nome
1 Brigadeiro José Clorindo de Queiroz
2 General-de-Brigada Bibiano Sérgio Macedo da Fontoura Costallat
3 General-de-Brigada Raimundo Ewerton Quadros
4 General-de-Brigada Francisco Carlos da Luz
5 General-de-Brigada Miguel Maria Girard
6 General-de-Brigada Roberto Trompowsky Leitão de Almeida

Escola Militar do Brasil (1898-1904)[editar | editar código-fonte]

Número Nome
1 General-de-Brigada Francisco José Teixeira Júnior
2 General-de-Brigada Carlos Eugênio de Andrade Guimarães
3 General-de-Brigada Bibiano Sérgio Macedo da Fontoura Costallat

Escola de Guerra (1906-1911)[editar | editar código-fonte]

Número Nome
1 Coronel Carlos Augusto Campos
2 Coronel Oscar de Oliveira Miranda
3 Coronel Agrícola Ewerton Pinto

Escola Militar do Realengo (1912-1944)[editar | editar código-fonte]

Número Nome Início Fim
1 Coronel Antônio De Albuquerque Sousa 4 de junho de 1912 14 de novembro de 1914
2 General-de-Brigada Ildefonso Pires de Morais Castro 14 de novembro de 1914 4 de março de 1915
3 Coronel Augusto Maria Sisson 4 de março de 1915 14 de novembro de 1917
4 General-de-Brigada Eduardo Artur Sócrates 14 de novembro de 1917 10 de maio de 1919
5 General-de-Brigada José Maria Moreira Guimarães 10 de maio de 1919 8 de outubro de 1919
6 General-de-Brigada Eduardo Monteiro de Barros 8 de outubro de 1919 2 de agosto de 1922
7 General-de-Brigada José Joaquim Firmino 2 de agosto de 1922 31 de janeiro de 1923
8 General-de-Brigada Estanislau Vieira Pamplona 31 de janeiro de 1923 17 de julho de 1923
9 General-de-Brigada Marciano de Oliveira Ávila 17 de julho de 1923 30 de novembro de 1927
10 General-de-Brigada Gil Antônio Dias de Almeida 30 de novembro de 1927 5 de maio de 1928
11 General-de-Brigada Constâncio Deschamps Cavalcanti 5 de maio de 1928 1º de novembro de 1930
12 General-de-Brigada José Vitoriano Aranha da Silva 1º de novembro de 1930 19 de novembro de 1930
13 General-de-Brigada José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque 19 de novembro de 1930 7 de agosto de 1934
14 General-de-Brigada José Meira de Vasconcelos 7 de agosto de 1934 18 de julho de 1935
15 General-de-Brigada João Batista Mascarenhas de Morais 18 de julho de 1935 5 de agosto de 1937
16 General-de-Brigada Renato Paquet 5 de agosto de 1937 7 de abril de 1938
17 General-de-Brigada Mário José Pinto Guedes 7 de abril de 1938 7 de junho de 1939
18 General-de-Brigada Álvaro Fiúza de Castro 7 de junho de 1939 27 de dezembro de 1940
19 General-de-Brigada Álcio Souto 27 de dezembro de 1940 9 de janeiro de 1943
20 Coronel Mário Travassos 9 de janeiro de 1943 28 de fevereiro de 1944
21 Coronel Professor Augusto da Cunha Duque Estrada; comandou em 1944 os cursos que ficaram em Realengo (2° e 3° anos), enquanto o Coronel Mário Travassos foi para Resende instalar o primeiro ano na nova Escola Militar de Resende. 1º de março de 1944 31 de dezembro de 1944

Escola Militar de Resende (1944-1951)[editar | editar código-fonte]

Número Nome Início Fim
1 Coronel Mário Travassos 1º de março de 1944 27 de dezembro de 1945
2 General-de-Brigada Aristóteles de Sousa Dantas 27 de dezembro de 1945 25 de novembro de 1946
3 General-de-Brigada Álvaro Pratti de Aguiar 25 de novembro de 1946 20 de fevereiro de 1948
4 General-de-Brigada Ciro do Espírito Santo Cardoso 20 de fevereiro de 1948 10 de março de 1950
5 General-de-Brigada Manuel de Azambuja Brilhante 10 de março de 1950 31 de março de 1951

Academia Militar das Agulhas Negras (1951-atualidade)[editar | editar código-fonte]

Número Nome Início Fim
6 General-de-Brigada Nestor Souto de Oliveira 31 de março de 1951 25 de novembro de 1952
7 General-de-Brigada Jair Dantas Ribeiro 25 de novembro de 1952 20 de maio de 1955
8 General-de-Brigada Júlio Teles de Menezes 20 de maio de 1955 20 de março de 1956
9 General-de-Brigada Hugo Panasco Alvim 20 de março de 1956 30 de janeiro de 1958
10 General-de-Brigada João Punaro Bley 30 de janeiro de 1958 1 de fevereiro de 1960
11 General-de-Brigada Adalberto Pereira dos Santos 1 de fevereiro de 1960 5 de fevereiro de 1962
12 General-de-Brigada Pedro Geraldo de Almeida 5 de fevereiro de 1962 4 de março de 1963
13 General-de-Brigada Emílio Garrastazu Médici 4 de março de 1963 8 de maio de 1964
14 General-de-Brigada Alfredo Souto Malan 8 de maio de 1964 8 de dezembro de 1966
15 General-de-Brigada Ariel Pacca da Fonseca 8 de dezembro de 1966 28 de novembro de 1967
16 General-de-Brigada Adolpho João de Paula Couto 28 de novembro de 1967 2 de maio de 1969
17 General-de-Brigada Carlos de Meira Mattos 2 de maio de 1969 4 de fevereiro de 1971
18 General-de-Brigada José Fragomeni 4 de fevereiro de 1971 19 de fevereiro de 1974
19 General-de-Brigada Túlio Chagas Nogueira 19 de fevereiro de 1974 12 de fevereiro de 1976
20 General-de-Brigada Sylvio Octávio do Espírito Santo 12 de fevereiro de 1976 15 de fevereiro de 1978
21 General-de-Brigada Hyran Ribeiro Arnt 15 de fevereiro de 1978 5 de fevereiro de 1981
22 General-de-Brigada Ramiro Monteiro de Castro 5 de fevereiro de 1981 16 de fevereiro de 1984
23 General-de-Brigada Rubens Bayma Denys 16 de fevereiro de 1984 10 de abril de 1985
24 General-de-Brigada Braz Monteiro Campos 10 de abril de 1985 17 de dezembro de 1985
25 General-de-Brigada Délio de Assis Monteiro 17 de dezembro de 1985 18 de fevereiro de 1989
26 General-de-Brigada Tamoyo Pereira das Neves 18 de fevereiro de 1989 3 de março de 1990
27 General-de-Brigada José Ary Lacombe 3 de março de 1990 7 de fevereiro de 1992
28 General-de-Brigada Rubem Augusto Taveira 7 de fevereiro de 1992 18 de fevereiro de 1994
29 General-de-Brigada Max Hoertel 18 de fevereiro de 1994 5 de maio de 1995
30 General-de-Brigada Ivan de Mendonça Bastos 5 de maio de 1995 22 de fevereiro de 1997
31 General-de-Brigada José Mauro Moreira Cupertino 22 de fevereiro de 1997 11 de fevereiro de 1999
32 General-de-Divisão Domingos Carlos de Campos Curado 11 de fevereiro de 1999 5 de fevereiro de 2001
33 General-de-Brigada Reinaldo Cayres Minati 5 de fevereiro de 2001 8 de fevereiro de 2003
34 General-de-Brigada Claudimar Magalhães Nunes 8 de fevereiro de 2003 12 de fevereiro de 2005
35 General-de-Brigada Marco Antônio de Farias 12 de fevereiro de 2005 10 de fevereiro de 2007
36 General-de-Brigada Gerson Menandro Garcia de Freitas 10 de fevereiro de 2007 25 de abril de 2009
37 General-de-Divisão Edson Leal Pujol 25 de abril de 2009 29 de abril de 2011
38 General-de-Brigada Júlio Cesar de Arruda 29 de abril de 2011 23 de abril de 2013
39 General-de-Divisão Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva 23 de abril de 2013 23 de abril de 2015
40 General-de-Divisão André Luis Novaes Miranda 23 de abril de 2015 25 de abril de 2017
41 General-de-Divisão Ricardo Augusto Ferreira Costa Neves 25 de abril de 2017 12 de dezembro de 2018
42 General-de-Brigada Gustavo Henrique Dutra de Menezes 12 de dezembro de 2018 11 de setembro de 2020
43 General-de-Brigada Paulo Roberto Rodrigues Pimentel 11 de setembro de 2020

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Bento, Cláudio Moreira. "Os 60 anos da Academia Militar das Agulhas Negras em Resende – RJ"
  • Braga, Gustavo Lisboa. "Da Casa do Trem à AMAN"

Referências

  1. «Informex n.º 032». de 29 de junho de 2020 
  2. «Site do Exército Brasileiro». Consultado em 30 de outubro de 2016 
  3. «Site DefesaBR». Consultado em 31 de maio de 2013. Arquivado do original em 22 de março de 2013 
  4. «Site Promilitar». Consultado em 31 de maio de 2013. Arquivado do original em 14 de julho de 2014 
  5. «Site da AMAN». Consultado em 2 de abril de 2016. Arquivado do original em 8 de Dezembro de 2016 
  6. «Biografia de Bolsonaro - Estudo Prático». Estudo Prático. 19 de outubro de 2016 
  7. «Ministério da Infraestrutura». 29 de março de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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