Pérola Negra (telenovela)

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Este artigo é sobre uma telenovela em exibição.
As informações apresentadas podem mudar rapidamente com o desenvolvimento da trama.
Pérola Negra
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero
Criador(es) Enrique Torres
(obra original)
Henrique Zambelli
(adaptação para o Brasil)
Crayton Sarzy
(supervisão de texto)
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Antonino Seabra
(direção geral)
Henrique Martins
Nilton Travesso
Elenco Patrícia de Sabrit
Dalton Vigh
Vanusa Spindler
Cibele Larrama
Erica Reis br/>

Maximira Figueiredo
Martha Mellinger
Lia de Aguiar
Rildo Gonçalves
Luiz Carlos de Moraes
Fábio Cardoso
Cléo Ventura
Ângela Dip
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Tema de abertura "Tudo por Nada" - RPM
Exibição
Emissora de
televisão original
Brasil SBT
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 9 de novembro de 199818 de junho de 1999
N.º de episódios 191 (original)
180 (primeira reprise)
205 (segunda reprise)
Cronologia
Último
Último
Fascinação
A Usurpadora
Próximo
Próximo
Programas relacionados Perla negra
Perla
Rosa diamante

Pérola Negra é uma telenovela brasileira que foi produzida e exibida pelo SBT entre 9 de novembro de 1998 e 18 de junho de 1999, substituindo Fascinação e antecedendo A Usurpadora,[1] às 20h, em 191 capítulos.[2]

Escrita por Henrique Zambelli, com a supervisão de texto de Crayton Sarzy, baseada no original de Enrique Torres, sendo um remake da telenovela argentina Perla negra. Foi dirigida por Henrique Martins, supervisão de Nilton Travesso e direção geral de Antonino Seabra.[2]

A trama apresenta Patrícia de Sabrit, Dalton Vigh, Vanusa Spindler , Cibele Larrama e Maximira Figueiredo nos papéis principais.

Foi reapresentada pela primeira vez pelo SBT entre 9 de agosto de 2004 e 15 de abril de 2005, em 180 capítulos, substituindo Pícara Sonhadora e sendo substituída por Pequena Travessa. Inicialmente foi exibida às 13h15 e, posteriormente, transferida para às 14h15 da tarde.

Foi reapresentada pela segunda vez pelo SBT entre 12 de julho de 2010 e 26 de abril de 2011 em 205 capítulos, substituindo Cinema em Casa e sendo substituída por Amigas & Rivais.[3]

Está sendo reexibida pelo SBT pela terceira vez desde 29 de junho de 2015, substituindo Maria Esperança e sendo substituida pela inedita Pedacinho do Ceu, às 15h30.[4]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Em 1993, o SBT parou de comprar telenovelas da Televisa e começou a investir em folhetins brasileiros.[5] Logo, em 1994, Sílvio de Abreu e Rubens Ewald Filho adaptaram Éramos Seis de um romance homônimo de Maria José Dupré.[6] [7] [8] Esta superou a meta de 10 pontos,[9] alcançando índices satisfatórios e a premiação do Troféu Imprensa de melhor novela.[10] Após tal sucesso,[11] Lauro César Muniz escreveu As Pupilas do Senhor Reitor, baseando-se em um folhetim português.[12]

Portanto, Sangue do Meu Sangue foi escrita em 1995 por Paulo Figueiredo e Rita Buzzar em uma refilmagem da obra de Vicente Sesso.[13] [14] Desde então, a emissora fez parcerias com a Ronda Studios e a JPO Produções. Com a volta às compras de romances mexicanos, a direção de teledramaturgia do SBT decidiu fazer um teste: colocar ao ar três telenovelas brasileiras, simultaneamente, no horário nobre.[15] [16] As três telenovelas brasileiras foram Colégio Brasil, Antônio Alves, Taxista e Razão de Viver.

Produção[editar | editar código-fonte]

Em 1997, o SBT começou a gravar três telenovelas novamente, Pérola Negra foi gravada juntamente com O Direito de Nascer, que foi ao ar apenas em 2001, e a pré-produção de A Fera, que não foi exibida. As produções tinham o intuito de reativar a teledramaturgia da emissora, interrompido em 1996, quando aconteceu o sucesso inesperado da mexicana María Mercedes,[17]

A pré-produção começou em maio de 1997, fazendo análises de custos, escolhas de locações e uma avaliação do perfil dos personagens para a escalação do elenco. Vanusa Sppindler e Alexandre Paternost, casados na vida real, foram convidados pelo diretor Nilton Travesso para formar o par central da novela, mas o par central da novela acabou ficando para Patrícia de Sabrit e Dalton Vigh.[18]

As gravações ocorreram entre agosto de 1997 e fevereiro de 1998. Cada capítulo de Pérola Negra custou R$ 30 mil reais.[19]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

A trama se inicia quando uma bebê é deixada em um colégio interno por uma mulher misteriosa que convence a diretora do colégio a cuidar da garota até esta completar a maioridade, para as leis da época, em troca disso ela receberia 22 pérolas negras muito valiosas que excediam o valor das mensalidades, e a garota deveria receber a última pérola quando completasse 21 anos. Sem mais informações sobre a origem da garota, a diretora se encarrega de sua admissão no colégio e lhe registra como sua filha, e lhe dá o nome de Pérola. Apesar sito, ela maltrata a criança durante toda a infância, e Pérola só tem o carinho da cozinheira alemã Milka. No decorrer de sua estadia no colégio, alguns anos se passam, e Pérola, ainda criança, conhece Eva, uma órfã que se torna sua melhor amiga, e que também foi deixada no colégio quando pequena, mas diferente dela, Eva tem uma família - e muito rica por sinal - porém o único membro que a visita com frequência é seu avô paterno, Carlos, um homem bondoso e que se preocupa de verdade com a menina, enquanto os demais membros da família ignoram totalmente a sua existência, principalmente sua avó, Rosália, esposa de Carlos, uma mulher infeliz e amargurada, que se finge de cega para que os outros tenham piedade dela, e que detesta a neta, pois Rosália era obcecada pelo seu único filho e jamais aceitou sua morte, e muito menos o relacionamento dele com a mãe de Eva, a quem considerava interesseira.

Muito ingênua, Eva se apaixona por Tomás, um mulherengo que também tentou conquistar sua melhor amiga Pérola, sem muito sucesso. Pérola e Eva param de se falar, pois Eva acusa sua amiga de invejosa e de querer tomar seu namorado, mas Pérola tenta avisá-la que ele não presta e que só quer usá-la, mas Eva não enxerga isto. Tomás ilude Eva com falsas promessas de casamento, e acaba engravidando-a. Depois de conseguir desonrar a jovem, como era sua intensão desde o começo, ele volta feliz e satisfeito para a Cidade de São Paulo, onde mora, em busca de novas aventuras, abandonando a jovem, sem saber da gestação. Desesperada, Eva tenta o suicídio, mas é amparada por Pérola, e ela pede perdão à amiga, e elas voltam a ser como irmãs. A diretora do colégio fica muito chocada, e para não manchar a reputação do colégio, manda Eva para a casa de um casal de fazendeiros conhecidos na região. Eva conta com o apoio do avô e da amiga, que promete que o bebê será filho das duas. Ao nascer, Eva registra o bebê como Carlos Tomás. Não querendo ser mãe solteira, elas pedem para o interesseiro motorista Zacarias, amante de Miss Hellen, para registrar o bebê.

Alguns meses depois, o avô de Eva falece, o que a deixa desesperada. Eva, então, descobre que o avô deixou toda sua fortuna para ela. A jovem fica assustada com tamanha responsabilidade, mas feliz por poder administrar o que é realmente seu, e finalmente poder enfrentar a avó que tanto a odeia. Rosália se desespera por Carlos ter deixado tudo para a neta deles, e promete vingança, e que irá destruir a vida da jovem assim que ela chegar a sua mansão. Eva deixa Carlinhos, seu filho, na casa do casal que a acolheu na gestação, que eram pagos por seu avô, e promete vir buscá-lo até se estabilizar financeiramente: Ela planeja trabalhar na empresa do avô. Pérola não acha justo ir com ela, já que não tem nada haver com a vida familiar de Eva, mas a jovem insiste, e elas prometem viverem sempre juntas, unidas até o fim, com melhores amigas e irmãs de coração. Um motorista da família vai buscá-las no colégio interno onde vivem, no Interior Paulista. Durante a viagem de carro até a Capital Paulista, o carro bate em um caminhão e cai em uma ribanceira. Pérola é jogada para fora do veículo e fica com ferimentos graves. Eva e o motorista ficam presos às ferragens, e o carro explode, os matando carbonizados. Pérola acorda do coma algumas semanas depois, não muito ciente do que houve, e se desespera completamente ao saber da morte de sua amiga. Ela percebe que todos acreditam que ela é Eva, já que, sem perceberem, os documentos de cada uma parou na bolsa de outra. Com isso ela vai parar na casa da família da amiga sem saber que, na verdade, aquela também é sua família: Pérola não sabe mas é filha de Rosália, e é tia de Eva.

Pérola não acha correto isso, mas prometeu à a amiga tomar conta de Carlinhos e protegê-lo sempre. Ela o pega de volta da casa dos fazendeiros e fica cuidando dele na mansão como se fosse seu filho. Pérola acaba se passando pela amiga, e sofre muito, ao encontrar pessoas extremamente ambiciosas e capazes de tudo pelo comando da empresa da família. É lá também onde reencontra o cafajeste que enganou sua melhor amiga. Ela decide fazê-lo pagar por tudo, e se torna a presidente da empresa Nerta Cosméticos, e causa muitas confusões divertidas na vida das pessoas que a humilham e desprezam, só pelo prazer de vê-los se irritar com seu jeito atrevido e abusado de ser, além disso, ela quer se vingar de Tomás, onde ele possui uma empresa, e os dois brigam por lucros e clientela. Com sua indiferença e antipatia em relação a ele, acaba fazendo com que ele se apaixone por ela de verdade, o que nunca aconteceu com ele. Pérola também se apaixona de verdade, mas luta com todas as forças contra este sentimento, tentando priorizar sua vingança e lembrando-se sempre do mal que ele fez a sua melhor amiga. Porém, os dois acabam entre indas e vindas, e Eva tem que enfrentar a fúria de Malvina, a mimada e inconsequente noiva de Tomás, além de sofrer nas mãos de Rosália, sempre com muito ódio no coração.

Enquanto tenta sufocar esse amor verdadeiro por Tomás, fazendo de tudo para afastar ele de sua vida, mas não resistindo as suas investidas, Eva, isto é, Pérola, tem que manter em sigilo absoluto sua verdadeira identidade. Miss Hellen e Zacarias reaparecem em sua vida, e passam a persegui-la e chantageá-la. Tudo se complica quando Pérola descobre que o bebê Carlinhos possui câncer, e ela passará a lutar com todas as suas forças para salvar seu filho de coração. Entre tantos contratempos, aos poucos Pérola vai juntando os mistérios que envolvem seu passado, descobrindo pistas que ligam sua vida a família Pacheco Oliveira, e acaba montando um verdadeiro quebra cabeças, que finalmente esclarecerão sua verdadeira filiação.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Exibição[editar | editar código-fonte]

Assim como aconteceu com O Direito de Nascer, Pérola Negra foi apresentada já inteiramente pronta, prevista para estrear em setembro de 1997,[20] ou na segunda quinzena de outubro de 1997,[21] em ambas as datas, para substituir Os Ossos do Barão. Também foi cogitada para março de 1998.[22] [22]

Exibição internacional[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 1998, pela primeira vez como exportadora, o SBT participou do Natpe em Nova Orleães, a principal feira de televisão do continente americano, dividindo uma estande com a Telefe, emissora argentina que produziu a versão argentina Perla negra, foram oferecidas 11 novelas, sendo duas inéditas no próprio Brasil, Pérola Negra (Black Pearl, em inglês, e Perla Negra, em espanhol) e O Direito de Nascer (The Right to Be Born/El Derecho de Nacer).[22]

Em Portugal, Pérola Negra foi exibida pela TVI.[23]

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator Personagem
Patrícia de Sabrit Pérola Marques Pacheco Oliveira Weinstein / Eva Pacheco Oliveira
Dalton Vigh Tomás Álvares Toledo
Maximira Figueiredo Rosália Pacheco Oliveira
Martha Mellinger Miss Helen Clinton (Neusa Helena Marques Montefiori)
Cibele Larrama Malvina Isabel Pacheco Oliveira Baggio
Vanusa Spindler Eva Pacheco Oliveira
Manitou Felipe Augusto Perez
Lia de Aguiar Branca Pacheco Oliveira Baggio
Marcela Leal Ana Maria Rodrigues Pacheco Oliveira
Cléo Ventura Renata Álvares Toledo
Ângela Dip Ivone
Renato Modesto Fernando Álvares Toledo Júnior
Blota Filho Zacarias Gomes
Mariana Dubois Lucila Álvares Toledo
Luiz Carlos de Moraes Fernando Álvares Toledo
Tadeu Menezes Dante Andrade Xavier
Luiz Baccelli Dr. Benjamin Weinstein
Beto Bittencourt Elias Pacheco Oliveira Baggio
Rildo Gonçalves Carlos Pacheco Oliveira
Fábio Cardoso Laureano Pacheco Oliveira Baggio
Giovanne Paravela Carlos "Carlinhos" Pacheco Oliveira Álvares Toledo (Carlos Tomás Gomes)
Ana Paula Aquino Beth
Jorge Cerruti Alan
Teresa Morrone Kátia
Karina Cataldo Teresa

Elenco de apoio[editar | editar código-fonte]

Ator Personagem
Maria Fernanda Cândido Manuela Ferreira Campos
Marcos Mello Matias Weinstein
Maristane Dresch Maria Luíza Malu
Josmar Martins Guido Terzana
Homero Kossac Horácio Camargo
Roney Facchini Leon Weinstein
Cynthia Benini Sônia
Rosa de Mendonça Bruna
André Garolli Leonardo Bastos
Lu Grimaldi Dirce

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

Capa: Patrícia de Sabrit

  1. "Tudo Por Nada" - RPM
  2. "Evidências" - José Augusto e Roberta Miranda
  3. "Me Liga" - Patrícia Marx
  4. "Tudo é Fantasia" - Cabeça de Nego
  5. "Abrázame" - Simone, Rafael Basurto & Trio Los Panchos
  6. "My Heart Can't Tell You No" - Rod Stewart
  7. "Just My Imagination" - The Temptations
  8. "Cadê Você" - Yara Figueiredo
  9. "Pérola Negra" - Luíz Melodia
  10. "Fragile" - Leo Gandelman
  11. "Brigas" - Gal Costa

Lançamento e repercussão[editar | editar código-fonte]

Audiência[editar | editar código-fonte]

Na exibição inédita, Pérola Negra tinha médias de audiência entre 16 e 19 pontos no Ibope. Cada ponto equivale a 60 mil telespectadores na Grande São Paulo.[1] Na primeira reprise, chegou a ficar mais de uma vez em primeiro lugar, e empatando com a Rede Globo, que no horário reapresentava Terra Nostra, e depois Deus nos Acuda, no Vale a Pena Ver de Novo.[17] Sua média foi de 16 pontos.

Na segunda reprise, junto com Esmeralda, aumentaram em 50% a média vespertina do SBT, que com o Cinema em Casa ficava em 4 pontos, que agora chega a 6 pontos.[24]

Em sua terceira reprise, estreando em 29 de junho marcou 7 pontos com 8 de pico mantendo o SBT na vice-liderança.[25]

Outras versões[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Thiago Stivaletti (20 de junho de 1999). Mexicana substitui "Pérola" no SBT Folha de S.Paulo UOL. Visitado em 4 de maio de 2014.
  2. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas tele
  3. Patricia Teixeira (1 de julho de 2010). SBT reprisa novelas Pérola Negra, Esmeralda e Canavial de Paixões O Fuxico. Visitado em 5 de junho de 2015.
  4. Gabriel Vaquer (25 de maio de 2015). SBT anuncia nova reprise de "Pérola Negra" em suas tardes Na Telinha. Visitado em 27 de maio de 2015.
  5. Santos Reis, Arthur. (24 de dezembro de 2013). "O fim do ciclo mexicano". Jornal do Brasil. Visitado em 26 de dezembro de 2013.
  6. Schwartsman, Annette. (28 de novembro de 1993). "Osmar Prado vira Hitler e assina contrato com SBT". Folha de S. Paulo. Visitado em 26 de dezembro de 2013.
  7. Blecher, Nelson. (13 de dezembro de 1993). "Vice-líder, SBT parte para a produção de novelas". Folha de S. Paulo. Visitado em 26 de dezembro de 2013.
  8. Tavares, Helena. (4 de dezembro de 1993). "Novela da Tupi é a novidade do SBT". Jornal do Brasil. Visitado em 26 de dezembro de 2013.
  9. Apolinário, Sônia. (20 de fevereiro de 1994). "Investimento visa a dez pontos de audiência". O Globo. Visitado em 26 de dezembro de 2013.
  10. (6 de dezembro de 1994) "Novela supera expectativa de audiência". Folha de S. Paulo. Visitado em 26 de dezembro de 2013.
  11. Martino, Telmo. (7 de dezembro de 1994). "O paraíso do anonimato recuperado". O Globo. Visitado em 26 de dezembro de 2013.
  12. Antenore, Armando. (15 de junho de 1994). "Romance português substitui Éramos Seis". Jornal do Brasil. Visitado em 26 de dezembro de 2013.
  13. Scalzo, Mariana. (9 de julho de 1993). "Conheça os personagens". Folha de S. Paulo. Visitado em 26 de dezembro de 2013.
  14. Magalhães, Simone. (11 de janeiro de 1995). "Vicente Sesso prepara remakes de duas novelas". O Globo. Visitado em 26 de dezembro de 2013.
  15. Corrêa, Elena. (19 de de novembro de 1995). "Melodrama em segunda vinda". O Globo. Visitado em 26 de dezembro de 2013.
  16. (5 de maio de 1996) "Três novelas estreiam amanhã no SBT". O Globo. Visitado em 26 de dezembro de 2013.
  17. a b Pérola Negra Teledramaturgia. Visitado em 4 de maio de 2014.
  18. Cristina Padiglione (21 de maio de 1997). SBT toca a produção da argentina 'Pérola Negra' Folha de S.Paulo UOL. Visitado em 4 de maio de 2014.
  19. Daniel Castro (8 de novembro de 1998). SBT tira 'Pérola Negra' da gaveta Folha de S.Paulo UOL. Visitado em 4 de maio de 2014.
  20. Daniel Castro (13 de julho de 1997). SBT começa a gravar 'Pérola Negra' Folha de S.Paulo UOL. Visitado em 4 de maio de 2014.
  21. Cristina Padiglione (3 de julho de 1998). SBT começa a gravar 'Pérola Negra' Folha de S.Paulo UOL. Visitado em 4 de maio de 2014.
  22. a b c SBT comercializa novelas inéditas Folha de S.Paulo UOL (25 de janeiro de 1998). Visitado em 4 de maio de 2014.
  23. Ivan Finotti (2000). Novelas derrubam humor de Portugal (em português) Folha Online. Visitado em 6 de janeiro de 2012.
  24. Audrey Furlaneto (22 de julho de 2010). SBT troca filmes por novelas e melhora audiência em 50% Folha de S.Paulo UOL. Visitado em 4 de maio de 2014.
  25. http://oplanetatv.clickgratis.com.br/noticias/audiencia-da-tv/reprise-de-perola-negra-mantem-sbt-na-vice-lideranca-isolada.html

Ligações externas[editar | editar código-fonte]