Turma da Mônica

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Turma da Monica)
Ir para: navegação, pesquisa
Turma da Mônica
Revistinhas em quadrinhos
Turma da Mônica.jpg
País de origem  Brasil
Língua de origem Português brasileiro
Formato de publicação Brochura
Lançada em 1959 (tiras)
1970 (revistas)
Publico alvo Crianças
Primeira publicação Folha da Manhã
(Atual Folha de S.Paulo)
Género(s) Comédia
Autor Mauricio de Sousa
Mauricio de Sousa Produções
Argumento Maurício de Sousa e outros
Desenho vários
Personagens principais Mônica
Cebolinha
Magali
Cascão
Bidu
(entre outros)
Local da acção Bairro do Limoeiro
Época da acção seculo 20 a seculo 21
Numero de páginas indeterminadas
Primeira publicação 1958 ou 1959
Site oficial turmadamonica.uol.com.br
Projecto Banda desenhada  · Portal da Banda desenhada

Turma da Mônica é uma série de histórias em quadrinhos criada pelo cartunista e empresário Mauricio de Sousa. A série foi originada em 1959 em uma série de tirinhas de jornal, na qual os personagens principais eram Bidu e Franjinha.[1] A partir dos anos 1960, a série começou a ganhar a identidade atual com a criação de Mônica e Cebolinha, entre 1960 e 1963, que passaram a ser os protagonistas.

Embora a maior parte das histórias girem em torno das aventuras de Mônica, Cebolinha e seus amigos do bairro do Limoeiro, o termo do título se refere também às demais famílias de personagens criados por Mauricio de Sousa, derivadas de outras séries, como Turma do Chico Bento, Turma da Tina, Turma da Mata, Turma do Penadinho, entre outros. Desde 1970, na forma de revista em quadrinhos, os personagens já foram publicada por editoras como a Abril (1970-1986), a Globo (1987-2006)[2] e Panini Comics (2007 até a atualidade), somando quase 2.000 revistas já publicadas para cada personagem[3]. Além disso, também segue com publicação especial de tiras no formato de bolso pela própria Panini[4] e pela L&PM.

Em 2008 foi criado um spin-off baseado no estilo dos quadrinhos japoneses intitulado Turma da Mônica Jovem, com os personagens adolescentes.[5] Em 2015, a linha passou por uma reformulação, a Panini reiniciou a numeração das revistas e passou a creditar autores em algumas histórias (algo que acontecia apenas em publicações especiais), além disso, cada edição passou a trazer um QR Code que permite a acesso a conteúdos exclusivos em plataformas virtuais.[6]

A Turma da Mônica tem gibis e outros produtos licenciados em 40 países e com 14 idiomas, sendo que a marca foi expandida para outras mídias ao longo dos anos, em produtos como livros, brinquedos, discos, CD-ROMs, jogos eletrônicos, entre outros.

História[editar | editar código-fonte]

Criação[editar | editar código-fonte]

Maurício de Sousa, analista do jornal Folha da Manhã criou e, ingressou na área dos quadrinhos no ano de 1959[7] com seus primeiros personagens, Bidu e Franjinha[8]. Ambos foram baseados na própria infância de Mauricio, sendo Bidu inspirado no seu cãozinho de estimação, Cuíca.[9] No ano seguinte, os personagens ganharam espaço através da revista infantil Zaz Traz, pela Editora Outubro. Posteriormente um gibi intitulado "Bidu" foi lançado pela Editora Continental, sendo cancelado no mesmo ano.Ainda naquele tempo novos personagens foram criados, entre eles o que mais chamou atenção foi Cebolinha como coadjuvante de Franjinha.

Os personagens seguiram nas tirinhas de jornal, onde foram desenvolvendo suas personalidades. Cebolinha passou a ser o personagem principal substituindo o Bidu, e mais personagens foram se destacando e ganhando séries próprias, como Piteco, Astronauta, Horácio, Penadinho, Zezinho e Hiroshi (atualmente do universo da Turma do Chico Bento), Raposão (atualmente do universo da Turma da Mata). No entanto, mesmo com todos esses personagens, Mauricio recebeu queixas sobre a falta de mulheres em seus quadrinhos,[10] assim Mônica foi criada em 1963, como uma personagem secundária nas tirinhas do Cebolinha. Baseada na sua filha real Mônica Sousa, o sucesso e o carisma da personagem fizeram dela a protagonista das tirinhas, tornando Cebolinha seu coadjuvante no final da década de 1960.[11]

Revista em quadrinhos[editar | editar código-fonte]

Capa da primeira revista com o título antigo publicada pela Editora Abril

Mauricio ganhou novamente uma revista para suas criações em 1970, pela editora Abril. A princípio com o título de "Mônica e Sua Turma", vários dos personagens já criados por Mauricio nas tirinhas de jornal passaram a aparecer nas revistas, formando a hoje chamada Turma da Mônica. Competindo com quadrinhos estrangeiros como Pato Donald, Zé Carioca e Luluzinha, seus quadrinhos permaneceram firmes nas bancas e ganharam um segundo título, Cebolinha, em 1973. Um contrato com o jogador Pelé permitiu o lançamento de um personagem baseado nele mesmo. O Pelezinho, lançado em 1977, foi fenômeno entre as crianças na época, entrando para a história nos quadrinhos nacionais.[12]

Os Estúdios Mauricio de Sousa surgiram a partir da necessidade da criação de uma equipe de roteiristas para bancar a produção mensal de histórias completas para as revistas e tiras de jornal, deixando de concentrar a produção nas mãos de Mauricio. Novos projetos puderam então ser conduzidos, como os desenhos animados, licenciamento de personagens e venda de quadrinhos para o exterior.[13]

Expansão[editar | editar código-fonte]

Ao longo dos anos, outros personagens ganharam suas próprias revistas, como Cascão (1982), Chico Bento (1982) e Magali (1989). Ao longo do tempo, a marca Turma da Mônica tem sido usada para vender diversos produtos, de produtos de higiene a petiscos para animais, passando por produtos alimentícios. O caso de maior sucesso é o do extrato de tomate da Cica Elefante, com o Jotalhão. Outras mídias se fortaleceram ao longo dos anos e vieram produtos como livros, brinquedos, discos, CD-ROMs, jogos eletrônicos, entre outros. Nos anos 1970 e 1980, a propaganda de televisão desse extrato de Tomate, protagonizada por Mônica e Jotalhão ficou muito famosa, especialmente pelo tema musical: "Ô Mônica, abrace o elefante…"[14] Sua repercussão ajudou os estúdios a investirem em animação e licenciamento de personagens, tornando a Turma da Mônica uma potência de entretenimento genuinamente brasileira. Em 2015, a Turma da Mônica era usada por quase 3 mil produtos de mais de 150 empresas.[15] Em 2008, uma segunda linha de quadrinhos foi iniciada a partir de Turma da Mônica Jovem, uma publicação direcionada ao público pré-adolescente estrelada por uma versão mais velha dos personagens.[16]

A turma da Mônica tem gibis e outros produtos licenciados em 40 países e com 14 idiomas. Algumas revistas de personagens são publicadas em outros países desde os anos 1980, Monica's Gang ou Monica and Friends em países de língua inglesa, Fratz & Freunde na Alemanha, La banda di Monica na Itália, Monika dan kawan kawan na Indonésia, Mónica y su Pandilla ou Mónica y sus Amigos nos países de língua espanhola, entre outros.[17]

Personagens[editar | editar código-fonte]

Personagens principais da Turma da Mônica

A série Turma da Mônica tem uma extensa quantidade de personagens principais e secundários. Tem como principais protagonistas Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e Chico Bento (derivado da Turma do Chico Bento), sendo que cada um tem a sua própria revista em quadrinhos. Outros personagens de outras séries criadas por Mauricio de Sousa também estão incluídos na Turma da Mônica, fazendo cruzamentos ou citações um sobre outro em várias histórias, entre vários outros personagens. O principal cenário das histórias é o bairro fictício de "Limoeiro", numa cidade brasileira.

A maioria das histórias se concentra na vida cotidiana dos personagens principais e, ocasionalmente, sobre os personagens secundários; o estilo humorístico da série normalmente é caracterizado por vários tipos de repetições, alusões, apelos ao nonsense, paranomásias, sarcasmo e metalinguagem. As histórias com Mônica e Cebolinha giram em torno do eterno conflito entre os dois. Cebolinha é um causador de problemas e valentão que sempre tenta repreender Mônica ou roubar seu coelhinho de pelúcia, chamado de Sansão, para dar nós em suas orelhas (geralmente tendo Cascão ou outro cúmplice menino), sendo que Mônica sempre se vinga ao bater neles com seu coelhinho de pelúcia, muitas vezes deixando-os machucados e com olhos roxos. Muitas vezes, Cebolinha faz planos, chamados de "Infalíveis", contra ela que, dentre esses, há várias armadilhas e às vezes usando certas invenções, das quais muitas feitas pelo personagem Franjinha, protagonista de muitas historias, mas sempre perde para Mônica no final.

As histórias sobre Cascão geralmente se concentram em sua propensão para a sujeira e bagunça e seu medo de água, sem nunca ter tomado um banho na vida, e sendo constantemente ameaçada por vilões (sendo muitos, membros de uma organização secreta chamada S.U.J.O.C.A) ou seus amigos para tomar uma ducha. As histórias com Magali geralmente se concentram em sua gula, com uma capacidade sobre-humana para comer, sem nunca engordar e às vezes roubando comida de seus amigos.

Demais turmas[editar | editar código-fonte]

Outros trabalhos associados dos Estúdios Mauricio de Sousa que aparecem com frequência nas revistas, e que ocasionalmente se relacionam com a Turma da Mônica, seja em aparições especiais ou em séries crossover são:

Mídias[editar | editar código-fonte]

Publicações[editar | editar código-fonte]

A Turma da Mônica e seus trabalhos relacionados são liberados em um número de diferentes livros. Em primeiro lugar, eles foram publicados pela Editora Abril entre 1970 e 1986, em seguida pela Editora Globo de 1987 a 2006. A partir de 2007, a Panini Comics foi escolhida para manter as publicações. Até agora há livros em quadrinhos estrelados por muitos personagens, entre os mais conhecidos e vendidos são os personagens de Monica, Cebolinha, Cascão, Magali e Chico Bento, além de almanaques com republicação de histórias clássicas com personagens diferentes. Em 2015 foi lançado um aplicativo para smartphones que recolhem mais de 500 edições da franquia para download.[20]

Televisão e cinema[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Turma da Mônica (seriado)

Os personagens da Turma da Mônica também são os protagonistas do que pode ser considerada a primeira série de animação brasileira. Depois de ser apresentada na televisão a partir de meados da década de 1960, as histórias completas começaram a ser produzidas em 1976 e distribuídas através de compilações de filmes durante os anos 1980 e 1990 (inicialmente lançados em filmes e depois diretamente vídeo).

Atualmente, o desenho animado é exibido no Brasil pelo Cartoon Network e seus canais-irmãos Tooncast e Boomerang. Em Portugal, os episódios do desenho animado já passaram pelos canais RTP 2 em 2008 e SIC K em 2015. A Rede Globo ainda veicula regularmente o desenho em seu sinal internacional - disponível em países da Europa, Ásia e África. As animações também receberam dublagem em inglês para distribuição internacional, sendo veiculadas na Itália e outros países da Europa. Entre as demais famílias de personagens de Mauricio Horácio, Penadinho, Astronauta, Tina e Turma da Mônica Jovem [21] também já estrelaram versões animadas.

Além das animações, os personagens também estrelaram três longa-metragens de animação - "As Aventuras da Turma da Mônica (1982), A Princesa e o Robô (1983) e Uma Aventura no Tempo (2007) - , além de dois especiais para TV e vídeo em live-action: No Mundo de Romeu e Julieta (1979) e A Rádio do Chico Bento (1989).

Música[editar | editar código-fonte]

A Turma da Mônica também esteve na capa de diversos LPs e CDs, com músicas-tema e outras canções infantis surgidas de seus desenhos animados, propagandas e peças de teatro: A Bandinha da Turma da Mônica (Fermata - 1971); A Bandinha da Turma da Mônica [Compacto] (Fermata - 1972); A Turma da Mônica contra o Capitão Feio (Fermata - 1972); Mônica e Cebolinha – No Mundo de Romeu e Julieta (1978); O Natal da Turma da Mônica (RCA - 1979); Chico Bento - Festa no Arraial (Polygram - 1982); As Aventuras da Turma da Mônica (1984); Turma da Mônica (Globo Discos/Som Livre (SIGLA) - 1987); Turma da Mônica (Continental/Warner Music Brasil - 1994); Brincar com o Movimento ( Continental/Warner Music Brasil - 1996); Os Bichos São Nossos Amigos Animais (1998); A Turma da Mônica e Mauricio Contam e Cantam o Descobrimento do Brasil (2000); Animais (2004); É Preciso se Cuidar (2004); Aluno Nota 10 (2004); Sorria (2004); Planeta Terra (2004); Hinos Brasileiros (2004); O Natal Chegou (2004); Vem Brincar (2004); Viajando com a Música (2004); Feliz Natal pra Todos (2007).[carece de fontes?]

Videogames[editar | editar código-fonte]

Entre vários brinquedos relacionados aos personagens, jogos também figuram com destaque. Entre eles, foram lançados: Caça à Turma (1989); Super Memória (1993); Fazendo a Festa (1998); Sopão da Magali (2002); Quebra-Cabeça Educativo (2002); Lince Alfabeto (2003); Zoológico Animado (2005); Banco Imobiliário Turma da Mônica (2008); Cara a Cara Turma da Mônica (2008); Detetive Turma da Mônica (2008); Jogo da Vida Turma da Mônica (2008); Super Massa Turma da Mônica (2008); Tapa Certo Turma da Mônica (2008); Sudoku Júnior (2008); Ludo e Sobe-e-Desce (2008); Dominó da Turma (2009); Jogo da Memória (2009); Quebra-Cabeças (2009); Quebra-Cabeça Turma da Mônica Jovem (2010); Bobeou, Dançou (2010); Gogo's da Mônica (2011); Puzzle Mônica 50 Anos (2013).[carece de fontes?]

Em 1991, a Tec Toy também foi responsável pelo lançamento de minigames estrelados por Mônica, Cebolinha e Chico Bento, vendidos em lojas de brinquedos. Nos anos 1990, a MSP lançou CD-ROMs que contavam histórias interativas com minigames. Foram três nessa linha: Mônica Dentuça (1995), Cebolinha e Floquinho (1996) e A Roça do Chico Bento (1998). Também foi lançado um editor de quadrinhos com os personagens, Quadrinhos Turma da Mônica (1996) e outros com passatempos e brincadeiras: Chico Bento em Um Dia na Roça (1997), PrintStudio Turma da Mônica (1997) e PassaTempo Turma da Mônica (1999).

Em setembro de 2010, durante uma coletiva sobre o videogame Zeebo, Mônica de Sousa, filha de Mauricio de Sousa, apresentou uma parceria com a Zeebo Brasil para lançar cerca de 8 jogos da Turma da Mônica para a plataforma. O primeiro título é "Turma da Mônica - Vamos Brincar Nº 1", lançado em dezembro de 2010.[22] Desde 2012, com o lançamento da divisão de jogos digitais dos Estúdios Mauricio de Sousa, aplicativos de games e quadrinhos são produzidos diretamente para dispositivos iOs e Android: Quero ser Turma da Mônica (2012); Coelhadas da Mônica (2013); Jogo do Cascão (2014); Fábrica de Tirinhas (2014); Mônica Tap Toy (2014); Caixa de Quadrinhos (2015).

Um MMORPG infantil para redes sociais também foi lançado pela programadora Level Up, Turma do Chico Bento - o Jogo (2012). O serviço foi descontinuado em 2014.

Com a distribuidora Sega, a Tec Toy, fez uma versão brasileira dos videogames de Wonder Boy, adaptados para incluir os personagens da Turma da Mônica como protagonistas.

Console Ano Jogo de Wonder Boy Ano Turma da Mônica
Master System 1987 Wonder Boy in Monster Land 1991 Mônica no Castelo do Dragão
Master System 1989 Wonder Boy III 1993 Turma da Mônica em O Resgate
Mega Drive 1991 Wonder Boy in Monster World 1994 Turma da Mônica na Terra dos Monstros

Outros mercados[editar | editar código-fonte]

Parque temático[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Parque da Mônica

Um parque temático dos personagens, com 10 mil metros quadrados de extensão, foi inaugurado em 1993 no Shopping Eldorado, em São Paulo. Evolução do "Pracinha da Mônica", um parque itinerante tocado pelo estúdio durante os anos 1980, o "Parque da Mônica" apresentava brinquedos especiais relacionados ao universo da Turma da Mônica, peças de teatro com os personagens e eventos especiais. O Parque chegou a ter duas filiais, em Curitiba (atual Shopping Estação), aberto em 1998 e fechado em 2000, e no Rio de Janeiro (Shopping Città America), aberto em 2001 e fechado no início de 2005. O Parque de São Paulo encerrou suas atividades em 2010[23] e foi reaberto em 2015 no Shopping SP Market, localizado na Zona Sul da cidade.[24]

Lojas[editar | editar código-fonte]

Durante os anos 1980, a turma também chegou a ter sua própria rede de lojas. A Lojinha da Mônica e o Trenzinho da Mônica, com filiais em vários estados do Brasil, vendiam produtos relacionados com as personagens. Em 2013, a franquia foi retomada na forma de um portal de e-commerce.[25]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Marcus Ramone (11 de setembro de 2009). «Álbum especial comemora os 50 anos do Bidu». Universo HQ. Consultado em 7 de junho de 2016. 
  2. Marcus Ramone (2009). «Resenha Mônica #1». Universo HQ. Consultado em 7 de junho de 2016. 
  3. Marcus Ramone (8 de janeiro de 07). «Turma da Mônica chega às bancas pela Panini Comics». Universo HQ. 
  4. Paulo Ramos (30 de junho de 2008). «Livros de bolso trazem tiras de personagens da Turma da Mônica». UOL. Consultado em 7 de junho de 2016. 
  5. «"Turma da Mônica Jovem" chegará às bancas em agosto». UOL. 07/08/2008. 
  6. Samir Naliato (12 de maio de 2015). «Revistas da Turma da Mônica passam a creditar autores do estúdio». Universo HQ. Consultado em 7 de junho de 2016. 
  7. Turma da Mônica (: ). «A Turma da Mônica: o começo do começo». Consultado em 7 de junho de 2016. 
  8. Turma da Mônica (: ). «Bidu: primeiro e único». Consultado em 7 de junho de 2016. 
  9. Turma da Mônica (: ). «Perguntas e respostas». Consultado em 7 de junho de 2016. 
  10. Turma da Mônica (: ). «A Turma da Mônica não tinha mulheres». Consultado em 7 de junho de 2016. 
  11. «Crie, invente». Consultado em 7 de junho de 2016. 
  12. Marcus Ramone. «Pelezinho: a história de um craque dos gibis». Universo HQ. Consultado em 7 de junho de 2016. 
  13. propagandashistoricas.com.br, : (abril de 2013). «Purê de Tomate Cica (Turma da Mônica) - Anos 70». Propagandas Históricas. Consultado em 7 de junho de 2016. 
  14. Marcus Ramone (21 de setembro de 2007). «Os 45 anos do elefante Jotalhão». Universo HQ. 
  15. Sousa, Mônica Spada e (2015). «Liberdade do tamanho de um elefante». Pensadores da Liberdade (São Paulo: Instituto Palavra Aberta). p. 119. ISBN 978-85-67989-01-3. 
  16. «Personagens da Turma da Mônica 'crescem' e viram mangá». O Estado de S. Paulo. 30 de julho de 2008. Consultado em 7 de junho de 2016. 
  17. infoanimation.com.br, : (28 de janeiro de 2014). «Turma da Mônica no mercado internacional». Consultado em 7 de junho de 2016. 
  18. UOL, : (2 de agosto de 2013). «Chico Bento ganha revista com versão adolescente». Consultado em 7 de junho de 2016. 
  19. Portal Vírgula, : (10 de junho de 2009). «Tina ganha sua própria revista em quadrinhos». Consultado em 7 de junho de 2016. 
  20. «Aplicativo Caixa de Quadrinhos traz a Turma da Mônica para o seu smartphone» (em portuguese). TecMundo. 13 de março de 2015. Consultado em 7 de junho de 2016. 
  21. http://www.entretendo.com/vem-ai-o-desenho-animado-da-turma-da-monica-jovem/
  22. «Primeiro jogo da Turma da Mônica para Zeebo é coletânea de 6 minigames». UOL. 16/12/2010. 
  23. «Parque da Mônica, sucesso dos anos 1990, encerra atividades». Guia da Folha Online [S.l.: s.n.] 16 de fevereiro de 2010. Consultado em 16 de fevereiro de 2010. 
  24. G1, : (9 de março de 2015). «Parque da Mônica deve ser reaberto em junho na Zona Sul de SP». Consultado em 7 de junho de 2016. 
  25. Diário do Nordeste, : (24 de janeiro de 2013). «Lojinha da Mônica é lançada na Internet». Consultado em 7 de junho de 2016. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Turma da Mônica