Festival Eurovisão da Canção

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Festival Eurovisão da Canção
Edições
62 edições
(2018)
Festival
Criação 1956
Diretor Noruega Jon Ola Sand
Estação UER
Géneros
musicais
Vários estilos musicais
Vencedor(a) atual Israel no Festival Eurovisão da Canção Israel
Netta Barzilai
"Toy (song)"
Participantes 43

(2018)

Realização 19562018 (presente)
Mapa dos países participantes desde 1956
Portugal no Festival Eurovisão da CançãoEspanha no Festival Eurovisão da CançãoSan Marino no Festival Eurovisão da CançãoFrança no Festival Eurovisão da CançãoReino Unido no Festival Eurovisão da CançãoIrlanda no Festival Eurovisão da CançãoIslândia no Festival Eurovisão da CançãoBélgica no Festival Eurovisão da CançãoPaíses Baixos no Festival Eurovisão da CançãoSuíça no Festival Eurovisão da CançãoAlemanha no Festival Eurovisão da CançãoDinamarca no Festival Eurovisão da CançãoMalta no Festival Eurovisão da CançãoItália no Festival Eurovisão da CançãoNoruega no Festival Eurovisão da CançãoSuécia no Festival Eurovisão da CançãoFinlândia no Festival Eurovisão da CançãoEstónia no Festival Eurovisão da CançãoLetónia no Festival Eurovisão da CançãoLituânia no Festival Eurovisão da CançãoEslováquia no Festival Eurovisão da CançãoÁustria no Festival Eurovisão da CançãoEslovénia no Festival Eurovisão da CançãoHungria no Festival Eurovisão da CançãoCroácia no Festival Eurovisão da CançãoBósnia e Herzegovina no Festival Eurovisão da CançãoMontenegro no Festival Eurovisão da CançãoSérvia no Festival Eurovisão da CançãoAlbânia no Festival Eurovisão da CançãoMacedónia no Festival Eurovisão da CançãoGrécia no Festival Eurovisão da CançãoBulgária no Festival Eurovisão da CançãoRoménia no Festival Eurovisão da CançãoMoldávia no Festival Eurovisão da CançãoUcrânia no Festival Eurovisão da CançãoBielorrússia no Festival Eurovisão da CançãoAustrália no Festival Eurovisão da CançãoRússia no Festival Eurovisão da CançãoGeórgia no Festival Eurovisão da CançãoAzerbaijão no Festival Eurovisão da CançãoTurquia no Festival Eurovisão da CançãoChipre no Festival Eurovisão da CançãoIsrael no Festival Eurovisão da CançãoArménia no Festival Eurovisão da CançãoMarrocos no Festival Eurovisão da CançãoLiechtenstein no Festival Eurovisão da CançãoAndorra no Festival Eurovisão da CançãoMónaco no Festival Eurovisão da CançãoPolónia no Festival Eurovisão da CançãoRepública Checa no Festival Eurovisão da CançãoLuxembourgo no Festival Eurovisão da CançãoLibano no Festival Eurovisão da CançãoTunísia no Festival Eurovisão da CançãoUm mapa colorido dos países da Europa
Sobre esta imagem

     Participaram pelo menos uma vez     Quiseram participar, mas retiraram-se antes da final     Nunca participaram, mas estão autorizados

Cronologia
Fleche-defaut-gauche-gris-32.png  2017 2018 2019  Fleche-defaut-droite-gris-32.png

A decorrer desde 1956, o Festival Eurovisão da Canção (em inglês: Eurovision Song Contest, também utilizado no Brasil, e em francês: Concours Eurovision de la Chanson) é um concurso anual de canções transmitido pela televisão, com participantes de diversos países e cuja televisão nacional transmissora é membro do European Broadcasting Union.

A competição baseou-se no atual Festival de Sanremo realizado na Itália desde 1951.

O concurso é transmitido na televisão e na rádio por toda a Europa. Recentemente, a transmissão do mesmo foi também alargada a outros países não europeus por meio dos canais internacionais dos seus membros e também pode ser acompanhada na Internet.

O nome do concurso deriva da palavra Eurovision, a primeira palavra da cadeia de televisões europeia: a European Broadcasting Union (EBU) (União Europeia de Radiodifusão, em português). Esta união pode conseguir uma audiência de aproximadamente 1/6 da população mundial. Qualquer membro da EBU pode participar no concurso, mesmo que não seja um país europeu. Isto inclui países africanos e asiáticos como Israel e Marrocos, que já participaram no concurso. O Líbano tentou participar em 2005, mas pelas leis locais teria de cortar a transmissão da participação israelense/israelita. A Austrália, apesar de ser apenas um membro associado da EBU, participa no concurso desde 2015.

História[editar | editar código-fonte]

Baseado no festival de música de São Remo, o festival eurovisivo saiu da mente da EBU.

O primeiro festival teve lugar no dia 24 de maio de 1956, onde sete dos dez membros originais da entidade concorreram (três países foram desqualificados por terem entrado tardiamente). Assim, os primeiros países foram a França, a então Alemanha Ocidental, a Itália, a Holanda, o Luxemburgo, a Bélgica e a Suíça. No ano seguinte, juntaram-se a estes o Reino Unido, a Áustria e a Dinamarca e, em 1959, o Mónaco. Muitos outros países se foram juntando ao passar dos anos, como, por exemplo, Portugal em 1964, a Irlanda em 1965, Israel em 1973 e a Islândia em 1986. No entanto, o fim da Guerra Fria, no início da década de 1990, trouxe consigo a expansão do concurso para o leste, com muitos países a competir pela primeira vez no período de 1993 a 2008. As últimas adições ao concurso foram San Marino e o Azerbaijão em 2008 e a Austrália como país convidado em 2015.

Sistema de classificação (1993-presente)[editar | editar código-fonte]

No período de preparação para o concurso de 1993, a União Europeia de Radiodifusão começou finalmente a lidar com a explosão no número de potenciais países participantes, causados ​​pela dissolução no bloco de Leste, e também pela desintegração da Jugoslávia, que tinha sido tradicionalmente o único país comunista a participar no concurso. Pela primeira vez, foi introduzida uma fase de pré-qualificação, mas apenas para os países que nunca participaram na competição, ou, no caso das ex-repúblicas da Jugoslávia, que ainda não tinham competido como nações soberanas. Esta foi, no entanto, apenas uma medida 'tapa buraco', já que claramente não seria uma solução sustentável para os anos seguintes, porque não seria visto como uma oportunidade equitativa. Entretanto,sete países que manifestaram interesse em competir em 1993; Croácia, Bósnia e Herzegovina, Hungria, Eslovénia, Eslováquia, Roménia e Estónia foram separadas para se enfrentar em uma competição especial chamada Kvalifikacija za Millstreet (Classificatória para Millstreet) em Ljubliana, a 3 de abril, na qual apenas três vagas estavam disponíveis. Depois de uma votação extremamente apertada, Croácia, Bósnia e Herzegovina e Eslovénia qualificaram-se. Neste ano, pela primeira vez, os quatro últimos colocados perderiam a sua vaga no ano seguinte, para dar lugar aos países que não se classificaram em Ljubliana.

No ano seguinte,em 1994,o festival novamente decorreu na Irlanda, competiram vinte e cinco países.Sete países competiram pela primeira vez: Os quatro países que não conseguiram se classificar no ano anterior: Hungria, Eslováquia, Roménia e Estónia.Três vagas extras foram abertas devido a desistência de outros países e assim Lituânia,Polónia e Rússia as ocuparam.

Para o concurso de 1996 na Noruega, a União Europeia de Radiodifusão continuou a experimentar nos seus esforços para encontrar um método amplamente aceitável de reduzir gradualmente o elevado número de potenciais países participantes para um número prático. Neste ano, voltaram para a fase de pré-qualificação que tinha sido usado ​​para o concurso de 1993, mas desta vez com apenas um país isento do processo - a anfitriã Noruega. A pré-qualificação deste ano foi uma exceção, já que não foi transmitida em qualquer formato, nem implicou qualquer apresentação em direto das entradas. Em vez disso, o conjunto tradicional de júris nacionais simplesmente ouviu as gravações em estúdio de cada música, através de CDs, exercendo as suas funções de forma normal. Algum tempo depois, foram revelados apenas os países que se classificaram. Posteriormente, foram conhecidas as respetivas pontuações e posições, mas não a forma como os júris votaram.

Mais uma vez, tornou-se evidente que este sistema não era sustentável. Este processo fez com que os países participantes fizessem as suas seleções nacionais em aberto, já que sabiam que existia a possibilidade de que o público internacional não tivesse conhecimento da sua entrada. Não havia a previsão de que um dos principais colaboradores financeiros do evento, a Alemanha, seria prejudicado e eliminado. Por causa desse critério, este foi o único ano que o país ficou ausente do concurso.

Depois da controvérsia sobre a pré-seleção em 1996, de 1997 a 2001 foi utilizado um novo sistema de classificação. Os países que tiveram a menor média de pontuação no período de 1992 a 1996 estavam automaticamente eliminados e, posteriormente, os países que tiveram as menores médias nas suas últimas cinco participações (a ressalva era de que se um país fosse eliminado para um ano,no ano seguinte, estava automaticamente classificado). Assim, o número de países participantes por ano iria variar de 22 a 25.

Para a Eurovisão de 1999, em Israel, a EBU decidiu que os quatro maiores maiores contribuintes financeiros da entidade - Alemanha, Espanha, França e Reino Unido, teriam classificação automática para as edições posteriores. Doze anos mais tarde, a Itália no seu regresso seria incluída no grupo.

Para a edição de 2002, a União Européia de Radiodifusão (EBU) chegou a diminuir o número de participantes para 22,a diminuição foi feita em vista ao fato de que as condições financeiras do país organizador (no caso a Estónia) eram postas em dúvidas,entretanto a decisão foi revertida e o número de países subiu para 24,isso deu a oportunidade para que Portugal e Israel competissem.Todavia,devido a problemas organizacionais, a RTP acabou desistindo de participar do evento,o que deu oportunidade a eventual vencedora a Letónia a participar do evento.[1][2]

Nas edições de 2000 a 2003, deu-se a última mudança no sistema de classificação relacionada a eliminação de participantes. O sistema era simples: estavam classificados para a próxima edição os 15-17 primeiros do ano anterior, o "big four" e aqueles que não participaram na edição anterior.

Em 2004, a EBU decidiu fazer do Festival Eurovisão da Canção um evento de dois dias, limpando todas as regras existentes anteriormente relativas à não participação de um país por um ano por causa dos maus resultados. Assim, todos os anos se organizava uma final (com os Big four já automaticamente classificados) mais os dez primeiros colocados do ano anterior. Os restantes teriam que participar na semifinal e tentar a sua sorte, já que haveria apenas dez lugares disponíveis na final do concurso. Esta fórmula durou por quatro anos.

Após vários problemas relacionados com a votação em blocos geográficos no período de 2004 a 2007, a EBU decidiu novamente alterar o formato do Festival para evitar estes problemas. Assim, desde 2008, os participantes estão divididos em duas semifinais,realizadas na terça e na quinta,prévias a final do sábado.O máximo de participantes por semifinal é de até 20 participantes.Nas edições de 2008 e 2009, os nove primeiros colocados de cada semifinal se classificavam para a final.A décima vaga era para aquele país que tivesse a melhor pontuação entre os jurados e não havia se classificado diretamente.Após diversas controvérsias nestes dois anos, a UER anunciou que o formato das semifinais seria alterado para que os resultados fossem determinados por uma combinação híbrida de 50% do público e 50% dos jurados, tornando-o mais consistente com os resultados final. Os votos de cada país eram determinados pela combinação dos votos do júri e dos resultados televisivos; os países com as dez primeiras colocações se classificavam para a grande final.O sistema durou até 2015, porque, segundo os produtores do show, os resultados ficariam previsíveis antes mesmo do fim do show.

Em 2015, a Austrália participou como país convidado. Por isto, classificou-se diretamente à final e teve o direito de votar nas duas semifinais.

O ano de 2016,foi marcado pela implantação de um novo sistema de votação seria implementado no concurso,sendo a mudança mais drástica no evento desde 1975. O novo sistema, inspirado no sistema de votação do Melodifestivalen (final nacional sueca), envolvendo cada país que agora concede dois conjuntos de pontos de 1-8 , 10 e 12: um do júri profissional e outro do televoto. Os votos por meio do televoto vindos de todos os países são agrupados. Após a abertura e o fechamento das linhas de telefone de cada país participantes, os resultados de cada júri profissional são apresentados, com as notas de 1 a 8 e 10 pontos sendo exibidas na tela em vez de 1 a 7, como era desde 2006, e o porta-voz nacional anunciando apenas o país para o qual eles atribuem 12 pontos. Depois que os resultados dos júris profissionais são apresentados, os pontos televisivos de todos os países participantes são combinados, fornecendo uma pontuação para cada música. Os resultados dos países que terminam entre os dias 11 e 26 na votação pública são automaticamente lidos pelos apresentadores e adicionados ao placar, após isso,os resultados dos 10 primeiros são anunciados em fases pelos apresentadores. O novo sistema de votação também é usado para determinar os vencedores de cada semifinal, mas como antes os qualificadores são anunciados em uma ordem aleatória.

Seleções Nacionais[editar | editar código-fonte]

Para a edição do festival de 2002, a Televisão Espanhola (TVE) criou um reality show chamado «Operación Triunfo» que mostrava a formação e seleção de cantores desconhecidos. O formato televisivo foi um enorme sucesso em Espanha e no concurso. A partir daí, o formato foi-se espalhando pelos vários países europeus (Irlanda, Reino Unido, Portugal, França, Itália, Albânia,…). O auge foi em 2005, quando vários países seguiram o formato.

Regras[editar | editar código-fonte]

Marija Šerifović, a cantora sérvia que ganhou a edição de 2007.

Número de canções[editar | editar código-fonte]

No primeiro festival (1956), cada país era autorizado a levar duas canções de três minutos e meio cada, cantadas por um habitante do próprio país em questão. Mas, logo no ano seguinte (1957), a EBU restringiu o número de canções para uma por país. O número de países continuou a crescer e, a partir de 1980, as canções só podiam ter, no máximo, três minutos, para haver tempo suficiente de transmitir o festival inteiro. Temos o exemplo da participação de Itália no Festival Eurovisão da Canção 2015, cuja música teve de ser cortada para ficar com 3 minutos.

Cantores[editar | editar código-fonte]

As regras atuais dizem que só podem estar 6 pessoas em palco por cada atuação realizada e que essas pessoas devem ter mais de 16 anos. No entanto, já não existe nenhuma regra sobre a nacionalidade daqueles que representam o país, tendo por isso aparecido casos como o de Céline Dion que, sendo canadiana, representou a Suíça no festival. Se algum país concorrente não transmitir o festival em determinado ano, será imediatamente desqualificado nesse ano e não poderá concorrer no ano seguinte.

Línguas[editar | editar código-fonte]

Vendo que o inglês começou a dominar o Festival, particularmente com a vitória sueca de 1974 (ABBA com "Waterloo"), foi imposta uma regra que afirmava que cada país teria que cantar numa das suas línguas oficiais.

A regra foi novamente posta de lado em 1999, quando a Suécia repetiu a proeza de ganhar o festival com uma música em inglês: Take me to your heaven.

Atualmente, a maior parte dos países opta pela língua inglesa com o objetivo de conquistar mais audiências e votos por parte de todos os europeus. Mesmo assim, ainda existem países que continuam a usar as suas línguas locais e, normalmente, cantam na sua própria língua (Portugal, Espanha, França, Israel, Sérvia, Andorra e Itália entre outros).

Existem ainda alguns casos de línguas inventadas (Bélgica, 2003, e Países Baixos, 2006) e de opções de músicas com várias línguas. Portugal optou por esse mecanismo na final em 2003, 2005, 2006 e 2007.

Big Four e Big Five[editar | editar código-fonte]

Desde 2000, o Reino Unido, a Alemanha, a França e a Espanha qualificam-se automaticamente para a final do Festival Eurovisão, independentemente da posição no festival do ano anterior.[3] Estes quatro países ganharam este estatuto especial por serem os quatro maiores contribuidores financeiros para a EBU / UER (sem a qual a produção do Festival Eurovisão da Canção não seria possível). Devido ao seu estatuto intocável, estes países tornaram-se conhecidas como "Big Four".[4] A 31 de Dezembro de 2010 foi anunciado na lista oficial de participação pela EBU / UER que a Itália iria qualificar-se automaticamente para a final, juntando-se aos outros quatro qualificados automáticos, passando o grupo a ser conhecido como "Big Five".[5] Com a vitória de Lena Meyer-Landrut no festival de 2010, a Alemanha foi o primeiro país dos "Big Four" a vencer o concurso desde a introdução da regra no ano de 2000.

Países participantes[editar | editar código-fonte]

Cada país participante tem de ter obrigatoriamente uma estação televisiva que esteja integrada na União Europeia de Radiodifusão (UER) para que o possa representar no certame. Por exemplo, a de Portugal é a RTP. Apesar de poder haver mais que uma cadeia televisiva de um país na UER, não é norma a participação das televisões privadas no concurso. Há duas exceções: o Mónaco, que está representado por uma televisão privada, e o Azerbaijão, que está representado por uma emissora independente.

Caso haja vontade de um país participar na edição seguinte do concurso à qual não participou, essa edição anterior terá obrigatoriamente de ser transmitida ao vivo para todo o país.

Podem participar todos os países que estão dentro da Área de Radiodifusão Europeia ou, então, no Conselho da Europa.

Desde 1956, pelo menos 50 países já participaram pelo menos uma vez:

Gráfico de linhas mostrando o número de participantes ao longo dos tempos.
Ano Primeira participação de cada país
1956 Bélgica no Festival Eurovisão da Canção Bélgica , França no Festival Eurovisão da Canção França , Alemanha no Festival Eurovisão da Canção Alemanha a, Luxemburgo no Festival Eurovisão da Canção Luxemburgo , Países Baixos no Festival Eurovisão da Canção Países Baixos , Itália no Festival Eurovisão da Canção Itália , Suíça no Festival Eurovisão da Canção Suíça
1957 Áustria no Festival Eurovisão da Canção Áustria , Dinamarca no Festival Eurovisão da Canção Dinamarca , Reino Unido no Festival Eurovisão da Canção Reino Unido
1958 Suécia no Festival Eurovisão da Canção Suécia
1959 Mónaco no Festival Eurovisão da Canção Mónaco
1960 Noruega no Festival Eurovisão da Canção Noruega
1961 Finlândia no Festival Eurovisão da Canção Finlândia , Espanha no Festival Eurovisão da Canção Espanha, Jugoslávia no Festival Eurovisão da Canção Jugosláviab
1964 Portugal no Festival Eurovisão da Canção Portugal
1965 Irlanda no Festival Eurovisão da Canção Irlanda
1971 Malta no Festival Eurovisão da Canção Malta
1973 Israel no Festival Eurovisão da Canção Israel
1974 Grécia no Festival Eurovisão da Canção Grécia
1975 Turquia no Festival Eurovisão da Canção Turquia
1980  Marrocos
1981 Chipre no Festival Eurovisão da Canção Chipre
1986 Islândia no Festival Eurovisão da Canção Islândia
1993 Bósnia e Herzegovina no Festival Eurovisão da Canção Bósnia e Herzegovina , Croácia no Festival Eurovisão da Canção Croácia , Eslovénia no Festival Eurovisão da Canção Eslovénia
1994 Estónia no Festival Eurovisão da Canção Estónia , Hungria no Festival Eurovisão da Canção Hungria , Lituânia no Festival Eurovisão da Canção Lituânia , Polónia no Festival Eurovisão da Canção Polónia , Roménia no Festival Eurovisão da Canção Roménia , Rússia no Festival Eurovisão da Canção Rússia , Eslováquia no Festival Eurovisão da Canção Eslováquia
1998 Macedónia no Festival Eurovisão da Canção Macedónia
2000 Letónia no Festival Eurovisão da Canção Letónia
2003 Ucrânia no Festival Eurovisão da Canção Ucrânia
2004 Albânia no Festival Eurovisão da Canção Albânia , Andorra no Festival Eurovisão da Canção Andorra , Bielorrússia  no Festival Eurovisão da Canção Bielorrússia , Sérvia e Montenegro no Festival Eurovisão da Canção Sérvia e Montenegro
2005 Bulgária no Festival Eurovisão da Canção Bulgária , Moldávia no Festival Eurovisão da Canção Moldávia
2006 Arménia no Festival Eurovisão da Canção Arménia
2007 República Checa no Festival Eurovisão da Canção República Checa, Geórgia no Festival Eurovisão da Canção Geórgia , Montenegro no Festival Eurovisão da Canção Montenegro , Sérvia no Festival Eurovisão da Canção Sérvia
2008 Azerbaijão no Festival Eurovisão da Canção Azerbaijão , São Marino no Festival Eurovisão da Canção São Marino
2015 Austráliia no Festival Eurovisão da Canção Austrália
a) Ocasionalmente apresentou-se como Alemanha Ocidental antes da Reunificação da Alemanha em 1990.
b) As entradas apresentadas como Jugoslávia representaram a República Socialista Federal da Jugoslávia, excepto em 1992, quando representou a República Federal da Jugoslávia.
c) A Austrália iria participar apenas uma vez, como país convidado para comemorar os 60 anos do certame. Após o sucesso da participação do país, ele foi efetivado como participante.

Vencedores[editar | editar código-fonte]

Os países participantes que venceram até hoje o Festival Eurovisão da Canção foram:

7 vitórias - Irlanda

6 vitórias - Suécia

5 vitórias - França, Luxemburgo e Reino Unido

4 vitórias - Países Baixos e Israel

3 vitórias - Dinamarca e Noruega[6]

2 vitórias - Alemanha, Itália, Suíça, Espanha, Ucrânia e Áustria

1 vitória - Azerbaijão, Bélgica, Estónia, Finlândia, Grécia, Jugoslávia, Letónia, Mónaco, Portugal, Rússia, Sérvia e Turquia

Sem vitórias - Albânia, Arménia, Austrália, Bulgária, Bielorrússia, Bósnia e Herzegovina, Croácia, Chipre, Eslovénia, Eslováquia, Geórgia, Hungria, Islândia, Lituânia, Malta, Montenegro, Moldávia, Polónia, República Checa, República da F.Y.R. Macedónia e Roménia

Canções com 0 (zero) pontos (desde 1978)[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome Decade
  2. Bakker, Sietse (29 de novembro de 2002). «EBU confirmed: Portugal resigns, Latvia is in». ESCToday. Consultado em 28 de fevereiro de 2009. 
  3. «Rules of the 44th Eurovision Song Contest, 1999» (PDF). União Europeia de Radiodifusão. 13 de outubro de 1998. Consultado em 18 de julho de 2006. 
  4. «Reference Group». União Europeia de Radiodifusão. Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  5. Bakker, Sietse (31 de dezembro de 2010). «43 nations on 2011 participants list». Eurovision.tv. Consultado em 31 de dezembro de 2010. 
  6. «Festival Eurovisão da Canção». Site Curiosidades. Consultado em 16 de dezembro de 2017. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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