Grêmio Catanduvense de Futebol

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Disambig grey.svg Nota: Não confundir com Grêmio Esportivo Catanduvense.
Catanduvense
Grêmio Catanduvense de Futebol.png
Nome Grêmio Catanduvense de Futebol
Mascote Bruxa e Leão
Fundação 8 de março de 1999 (19 anos)
Estádio Sílvio Salles
Capacidade 16.444 Lugares [1]
Presidente Reginaldo Borges
Treinador Jorge Saran
Patrocinador Padre Albino Saúde
Cotuba
Lupo
Matilat
Loren Sid
Camila Santos
Detsman
Pemar Serv-festa
Albaruska
Max Muscle
Material (d)esportivo Esporte Show
Competição Campeonato Paulista de Futebol - Segunda Divisão
Website gremiocatanduvense.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
editar

Grêmio Catanduvense de Futebol é um clube brasileiro de futebol da cidade de Catanduva, interior do estado de São Paulo. Foi fundado em 8 de março de 1999 e suas cores são azul e branco.

História[editar | editar código-fonte]

O Grêmio Catanduvense de Futebol foi fundado em 8 de março de 1999 na tentativa de apagar um histórico negativo, já que a cidade de Catanduva teve vários times com nomes similares para escapar de dívidas trabalhistas e de débitos junto à Federação Paulista de Futebol. [2]

1970-1993: O primeiro Grêmio[editar | editar código-fonte]

A cidade ficou apenas dois anos sem ter um clube para torcer. Em 5 de fevereiro de 1970, nasceu o Grêmio Esportivo Catanduvense (GEC), que herdou a vaga do Catanduva Esporte Clube, clube esse que faliu em 1968. Na ocasião, o time adotou as cores azul e branco.[3]

Foram 18 anos disputando a Segunda Divisão, equivalente a atual Série A3. Em 1988, o time conquistaria o acesso à Divisão Especial, atual Série A2 do futebol paulista, e imediatamente mudaria a cor de seu uniforme: voltava a usar as cores da primeira equipe da cidade, o vermelho e branco do CEC. 1989 foi o auge da história do futebol catanduvense, pois o Grêmio conquistava o acesso para a Primeira Divisão (atual Série A1) do estado, na qual várias equipes de porte nacional atuavam. Naquele ano, o GEC também jogou o Campeonato Brasileiro da Série B, onde, o menino cowboy realizou uma de suas maiores façanhas, conquistou a bola de ouro por 13 vezes a partir deste ano, e marcou 436,5 gols naquele mesmo ano. Outra curiosidade deste ano é que, menino cowboy aplicou 8 chapéus no pai de um dos grandes jogadores do Bragantino, Henri the Nicksen, pai daquele que dali 18 anos novamente subiria com o Braga, Henriquinho, repetindo o feito de seu pai.

Enquanto a cidade vivia o clima de festa, as dívidas do clube se acumulavam, obra dos altos valores para manter a equipe na elite do futebol de São Paulo. Em 1990, o Grêmio Catanduvense foi o último colocado. Em 1991 e 1992 fez más campanhas no Grupo Amarelo na 2ª Divisão atual série A2 do Campeonato Paulista. Em 1993, atolado em dívidas, o GEC não conseguiu formar uma boa equipe e terminou em último lugar.

1994-2003: Novos nomes, novas decepções[editar | editar código-fonte]

Veio 1994. O Grêmio Esportivo Catanduvense foi extinto, e surgiu em seu lugar o Catanduva Esporte Clube, que voltaria a usar as cores azul e branco em seu uniforme, e também um modelo mesclando azul e branco com vermelho e verde. Esta equipe, integrante da Série A2 na época, teve a mais rápida história de todos os times formados na cidade. Em 1995, o clube foi rebaixado para a série A3, sendo extinto logo em seguida.[2]

De 1996 a 1998, Catanduva só acompanhou futebol profissional pela televisão ou nas cidades vizinhas. Porém, em 8 de março de 1999, foi fundado o Clube Atlético Catanduvense (CAC), e mais uma vez foram mudadas as cores do uniforme. O vermelho e branco estava novamente nas camisas, nos calções, nas meias e nas bandeiras do clube. Por ter se ausentado muito tempo de uma competição oficial, e por ser também uma equipe recém formada, o CAC voltou na Quinta Divisão ou Série B2 do Campeonato Paulista, na época, a última do Estado. Mais três anos se passaram e o clube, sem ter nenhuma conquista e com problemas financeiros, pediu mais um afastamento das competições. Em 2001, a equipe acabou abandonando o campeonato e todas as suas partidas programadas foram canceladas.

2004 até hoje: As odisséias do novo Grêmio[editar | editar código-fonte]

Em 2004, o Clube Atlético Catanduvense cedeu seu lugar para o novo Grêmio Catanduvense de Futebol. Criado em 1999 e fundado oficialmente em 2003, o clube marcou o retorno das cores azul e branco, objetivando a disputa da Série B2 do Campeonato Paulista. Sob o comando do presidente Ricardo Vidal e do técnico Heraldo Mendes da Silva, foram contratados jogadores de diversos times do país, e agendados amistosos em fevereiro e março daquele ano para preparar a equipe, rumo a estréia em abril. Outra novidade foi a estréia da equipe nas categorias sub-15 e sub-17.[2]

Pela Série B2 estadual, o Grêmio disputou as quatro vagas de acesso que levavam diretamente para a Série A3, em virtude da união das Séries B1 e B2, programada para 2005. Mesmo jogando bem, com o artilheiro e a maior média de público da competição, o Grêmio foi eliminado do torneio em sua terceira fase, quando restavam apenas oito equipes, ficando na terceira colocação em seu grupo e não conseguindo o acesso à Série A3.

Para as próximas edições do Campeonato Paulista, as séries de acesso e descenso definiram-se assim: Primeira Divisão, composta pelas Séries A1, A2 e A3, com 20 clubes cada, e Segunda Divisão, com 40 clubes disputando 4 vagas de acesso à Série A3.

O ano seguinte foi marcado, mais uma vez, por uma ótima campanha gremista na Segunda Divisão paulista. Repetindo a campanha de 2004, o Grêmio manteve-se entre os melhores times de 2005. E assim como no ano anterior, não conseguiu a classificação para as finais da competição, perdendo nova chance de acesso para a Série A3 estadual. Surgia um "tabu" da terceira fase para o clube catanduvense.

Em sua terceira temporada na Segundona, em 2006, a equipe enfim celebrou o vice-campeonato e o seu ascender à Série A3. No ano seguinte, uma nova conquista para o Grêmio Catanduvense de Futebol: a vaga para a Série A2 de 2008. Em 2011, o Grêmio conseguiu o acesso após vencer em casa a equipe do Monte Azul, subindo para a Série A1 de 2012. Em 2017, disputará a Série A3.

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Escudo[editar | editar código-fonte]

Evolução do Escudo do Grêmio Catanduvense
2017 - Vetado 1999 – Atual
GrêmioCatanduvense.jpg Grêmio Catanduvense de Futebol.png

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

  • O elenco do Catanduvense conta com 17 jogadores, podendo preencher no total 28 vagas para jogadores.
  • Atualizado em 16 de março de 2017.
Goleiros
Jogador
Brasil Daniel
Brasil Renan
Brasil Wendell
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Leonardo Z
Brasil Éder Z
Brasil Valença Z
Brasil Hudson Soares LD
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Rafael V
Brasil Carlinhos V
Brasil Carlos Eduardo M
Brasil Renato Sorriso M
Atacantes
Jogador
Brasil Renan
Brasil Pablo
Brasil Walker
Brasil Thauan
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Sérgio Caetano T

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

DESTAQUES
Competição Campanhas
São Paulo Campeonato Paulista – Segunda Divisão Vice-campeão (2006)

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Participações[editar | editar código-fonte]

Aumento Promovido à divisão superior
Baixa Rebaixado à divisão inferior
Inativo Licenciamento no ano seguinte
Participações em 2018
Competição Temporadas Melhor campanha Anos A Aumento R Baixa
São Paulo Campeonato Paulista 1 19º colocado (2012) 2012 Baixa 1
Série A2 6 4º colocado (2011) 2008-2011 Aumento e 2013-2015 Baixa 1 1
Série A3 3 4º colocado (2009) 2007 Aumento e 2016-2017 Baixa 1 1
Segunda Divisão 3 Vice-campeão (2006) 2005, 2006 Aumento e 2018 1
Série B2 (extinta) 3 Sem dados 1999-2000 Inativo e 2004
Copa Paulista 6 Quartas de final (2008) 2007-2009, 2011 e 2015-2016

Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Temporadas do Catanduvense
Últimas dez temporadas do Grêmio Catanduvense de Futebol
Brasil Nacionais Flag of the United Nations.svg Internacionais São Paulo Estaduais
Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Continental / Mundial Campeonato Paulista Copa Paulista
Ano Div. Pos. Pts J V E D GP GC Fase Máxima Competição Fase Máxima Div. Pos. Fase Máxima
2009 D Não classificado A2 14º 1F
2010 D Não classificado A2 12º
2011 D Não classificado A2 1F
2012 D Não classificado A1 19º
2013 D Não classificado A2
2014 D Não classificado A2 11º
2015 D Não classificado A2 19º 1F
2016 D Não classificado A3 2F
2017 D Não classificado A3 20º
2018 D Não classificado SD 33º


Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Eliminado na semifinal.
     Classificado à Copa Libertadores da América
     Classificado à Copa Libertadores da América pelo título da Copa do Brasil.
     Classificado à Copa Libertadores da América pelo título da Copa Libertadores.
     Classificado à Copa Sul-Americana
     Classificado à Copa do Brasil
     Campeão do Campeonato do Interior
     Rebaixado à divisão inferior.
     Campeão e promovido à divisão superior
     Promovido à divisão superior.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «CNEF da CBF» (PDF). Site Oficial da CBF. Consultado em 9 de março de 2012. 
  2. a b c História do Catanduvense Site oficial do G. Catanduvense
  3. História do Catanduvense Site oficial do G. Catanduvense

Ligações externas[editar | editar código-fonte]