Intervenção russa na Guerra Civil Síria

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Intervenção russa na Guerra Civil Síria
Parte da Guerra Civil Síria e da Guerra contra o Estado Islâmico
Russian Sukhoi Su-25 at Latakia (2).jpg
Dois caças Su-25 na base aérea russa em Lataquia, na Síria.
Data 30 de setembro de 2015 - presente
Local Síria
Desfecho
  • Com apoio da força aérea russa, tropas pró-governo Assad tomam mais de 400 assentamentos e 10 000+ km² de território;[1]
  • Retirada de boa parte dos equipamentos militares russos da Síria;[2][3]
  • Ataques aéreos parciais continuaram após a retirada;[4]
Beligerantes
 Rússia

Apoio:

Flag of the Islamic State of Iraq and the Levant2.svg Estado Islâmico do Iraque e do Levante

Flag of Jihad.svg Exército da Conquista:

Flag of Syria (1932-1958; 1961-1963).svg Exército Livre da Síria (ELS)


Apoio:

Comandantes
Rússia Vladimir Putin
Rússia Serguei Choigu
Rússia Valeri Gerassimov
Síria Bashar al-Assad
Flag of the Islamic State of Iraq and the Levant2.svg Abu Bakr al-Baghdadi
Flag of the Islamic State of Iraq and the Levant2.svg Abu Mohammad al-Adnani
Flag of the Islamic State of Iraq and the Levant2.svg Abu Suleiman
Flag of the Islamic State of Iraq and the Levant2.svg Abu Ali al-Anbari
Flag of the Islamic State of Iraq and the Levant2.svg Abu Omar al-Shishani

Flag of Jabhat al-Nusra.jpg Abu Mohammad al-Julani
Flag of Jabhat al-Nusra.jpg Abu Hajer al-Homsi


Flag of Syria (1932-1958; 1961-1963).svg Abdul-Ilah al-Bashir
Flag of Syria (1932-1958; 1961-1963).svg Basil Zamo
Forças
Banner of the Armed Forces of the Russian Federation (obverse).svg Forças Armadas da Rússia:

Generalstaff central dep.svg Diretório de Inteligência (GRU)

Apoio:

Flag of the Islamic State of Iraq and the Levant2.svg EIIL:
70 000+ combatentes[11]
Baixas
23 militares mortos[12]
1 caça SU-24 abatido (pela Turquia)[13]
1 helicóptero Mi-8 destruído[14]
1 helicóptero Mi-28 destruído[15]
4 helicópteros Mi-24 e 20 veículos de transporte destruídos[16][17]
2 911 militantes do EIIL mortos[18]
3 108 combatentes mortos da al-Nursa e de outros grupos rebeldes
(segundo o OSDH)
~ 4 484 civis mortos[18]

A intervenção russa na Guerra Civil Síria é uma operação militar que começou no fim de setembro de 2015. Consiste de uma série de ataques aéreos e navais feitos pelas forças armadas da Rússia contra o grupo extremista autoproclamado Estado Islâmico (EI) na Síria. Operações terrestres pontuais feitas por forças especiais russas também foram reportadas. Os bombardeios e missões atingem outras organizações não jihadistas que lutavam contra o regime do ditador sírio Bashar al-Assad. Antes da intervenção militar direta, os russos haviam se limitado a apoiar, monetariamente e em termos de armas, o exército sírio durante sua luta contra a oposição síria e outros grupos.[19]

Segundo autoridades russas, sua campanha militar na Síria começou após um pedido formal feito pelo governo sírio em Damasco. O propósito destas ações seria ajudar o regime de Assad a lutar contra terroristas. O governo sírio estava perdendo terreno em todas as frentes para os rebeldes ou para as milícias fundamentalistas, como o Estado Islâmico.[20]

Segundo o governo dos Estados Unidos, que defende a saída de Bashar al-Assad do poder, os ataques aéreos russos não atingem só os extremistas muçulmanos, mas também outros rebeldes que lutavam contra o regime sírio, como o grupo chamado Exército Livre.[21] As operações foram encerradas em março de 2016, com o governo russo afirmando ter atingido seus objetivos.

Operações[editar | editar código-fonte]

Nas primeiras 24 horas de operações (30 de setembro-1 de outubro), a força aérea russa lançou mais de vinte surtidas aéreas em território sírio. Dezenas de militantes anti-Assad teriam sido mortos, mas vários civis também perderam suas vidas. Os ataques iniciais russos se focaram nas províncias de Lataquia, Homs, Hama e Idlib. Autoridades ocidentais afirmaram que o Estado Islâmico não foi o principal alvo dos bombardeios, com cidades sob controle de grupos ditos como "moderados" da oposição síria (apoiado pelos Estados do Golfo e pelo Ocidente) também sendo atingidas.[22]

Os bombardeios prosseguiram nos dias seguintes, se expandindo para os distritos de Raqqa, Deir ez-Zor, Quneitra e Al-Hasakah. Operações conjuntas com a força aérea síria contra a Frente al-Nusra, um grupo jihadista inimigo do Estado Islâmico, foram conduzidas em Homs.[23] Raqqa, uma das principais bases de poder do EIIL na Síria, foi intensamente bombardeada por aviões russos. Pela região, depósitos de munição, linhas de suprimento e bases de comando e controle de grupos anti-Assad foram destruídas.[24]

Um caça russo Su-34 bombardeando alvos na Síria.

Entre 5 e 7 de outubro, novos ataques aéreos russos foram reportados contra bases do Estado Islâmico pela Síria. Instalações do EI foram bombardeadas, atingindo paióis de munição e vários blindados que estavam em mãos dos extremistas muçulmanos, incluindo tanques T-55.[25] Grupos rebeldes sírios no norte, que afirmam não ter ligações com organizações jihadistas, também foram alvos dos bombardeios russos e foram forçados, em várias localidades, a recuar de suas posições. Foi reportado também que aeronaves da Rússia teriam violado o espaço aéreo turco.[26]

No dia 6 de outubro, foi reportado também que forças navais russas haviam assumido posições perto da Síria. No dia seguinte, os navios russos teriam abrido fogo, por meio de mísseis de longo alcance, contra alvos do Estado Islâmico, segundo o ministro da defesa Sergei Shoigu. Esta notícia, somada a informações de que tropas terrestres russas estavam se deslocando para a região, sugeria que a Rússia estaria se preparando para escalar ainda mais sua participação na guerra, algo negado pelo Kremlin.[27] Com a expansão da campanha militar russa na Síria, o Ocidente e nações do Oriente Médio, como a Turquia, condenaram o governo russo afirmando que boa parte dos seus ataques em solo sírio miravam grupos rebeldes e não os extremistas do Estado Islâmico. Grupos treinados e armados pelos Estados Unidos, como o Exército Livre da Síria, tiveram várias de suas bases atingidas. Autoridades russas se defendem afirmando que seu principal alvo são os "terroristas", termo que o regime Assad usa não apenas para descrever os extremistas mas também todos os grupos de oposição.[28]

No meio tempo dos ataques aéreos russos, o governo do Irã e lideranças da milícia Hezbollah anunciaram que enviariam mais combatentes para a Síria, com o propósito de apoiar as operações russas e o regime de Bashar al-Assad.[5] Já ao fim do dia 7 de outubro, pela primeira vez, uma ofensiva terrestre encabeçada pelo exército sírio foi conduzida com cobertura coordenada da força aérea russa, na região central da Síria. Os bombardeios da Rússia passariam a se intensificavam com passar do tempo, atingindo mais cidades e causando mais danos.[29] Em meados de outubro, segundo dados do governo, a força aérea russa afirmava que seus aviões estavam voando pelo menos 60 surtidas por dia, matando centenas de integrantes do Estado Islâmico e membros de diversas organizações rebeldes.[30] No dia 13 deste mês, militares russos afirmaram ter conduzido pelo menos 88 bombardeios pela Síria em um espaço de 24 horas, atingindo diversas bases de grupos jihadistas.[31] Ao fim de outubro, após um mês de operações, o governo da Rússia afirmou ter atingido 1 623 alvos de "grupos terroristas" na Síria, incluindo 51 campos de treinamento, 131 depósitos de mantimentos, 249 postos de comunicação e controle, 35 fábricas de carros bomba, 371 posições fortificadas e 786 bases avançadas e campos. Autoridades ocidentais, contudo, continuam a afirmar que o Estado Islâmico não é a prioridade dos russos, com suas bombas atingindo majoritariamente áreas controladas por grupos rebeldes da oposição e não islamitas.[32]

Navios de guerra russo em ação no mar mediterrâneo para dar apoio as operações militares na Síria.

Em 24 de novembro de 2015, durante uma missão de bombardeio no norte da Síria, um caça russo Sukhoi Su-24 foi abatido pela aviação militar turca. O governo da Turquia afirmou que o avião russo havia violado seu espaço aéreo, o que a Rússia negou dizendo que sua aeronave foi derrubada enquanto voava sobre solo sírio. No mesmo dia, uma missão de resgate (encabeçada pelo corpo de fuzileiros navais russo) foi lançada para tentar reaver os pilotos do avião abatido. Contudo, quando chegaram, os militares russos foram atacados por rebeldes sírios, com o helicóptero de resgate Mi-8 sendo destruído por disparos de morteiro. Um fuzileiro russo foi morto na operação. Esses incidentes acabaram por abalar ainda mais as relações já tumultuadas entre a Rússia e os países da região, apoiados pelo Ocidente.[33][34]

Em 14 de março, o presidente Vladimir Putin anunciou que boa parte das tropas e equipamentos das forças armadas russas que participavam da intervenção na Síria estavam sendo enviados de volta para casa. A desmobilização começou no dia seguinte ao anúncio.[35] A retirada foi autorizada logo após uma reunião bem sucedida feita na cidade de Genebra entre as partes envolvidas no conflito. Putin afirmou que o desempenho dos seus militares na intervenção foi o que tornou as conversações para um cessar-fogo na Síria possíveis.[36] O presidente russo, contudo, afirmou que o país poderia voltar a realizar ataques em território sírio, caso fosse necessário. De fato, foi reportado que aviões russos ainda voavam pela região, mesmo após a desmobilização.[37]

De acordo com o acadêmico americano F.A. Gerges, a intervenção militar russa foi um ponto determinante na guerra civil síria. Utilizando suas melhores armas, incluindo novos aviões de combate, mísseis de cruzeiro disparados por navios e outros equipamentos, além de conselheiros militares no solo, os russos mudaram os rumos que o conflito estava tomando, onde o Estado Islâmico e a oposição síria estavam ganhando terreno.[38] Os exércitos do regime de Bashar al-Assad, que estavam acuados e sem esperanças, voltaram então a ofensiva, ganharam momento e ânimo, e conseguiram assim realizar diversos avanços nas frentes de batalha no norte e sul, tomando territórios outrora controlados por opositores e islamitas em regiões cruciais como as de Damasco e Alepo.[38]

Um SU-30 russo escoltando um avião bombardeiro Tu-160 sobre a Síria.

Segundo ativistas sírios baseados fora do país, pelo menos 7 000 pessoas morreram (incluindo mais de 2 500 civis, 2 400 militantes do Estado Islâmico e 2 100 membros de organizações jihadistas e de outros grupos rebeldes) nos ataques russos na Síria durante os primeiros seis meses de operação.[39] Organizações de direitos humanos acusaram a Rússia de cometer crimes de guerra nas suas ações militares em território sírio, incluindo bombardeios de alvos civis.[40] As autoridades do governo russo em Moscou negaram tais acusações.[41]

Ao fim de março de 2016, apesar da ordem de retirada oficial anunciada pelo governo, militares russos das forças especiais participaram da tomada da cidade de Tadmur (próxima a Palmira). Pelo menos um soldado russo morreu nesses combates.[42][43]

Em 8 de julho de 2016, um helicóptero sírio[44] do tipo Mi-25, de acordo com fontes não oficiais,[45] foi derrubado por um lançador de mísseis BGM-71 TOW, de fabricação americana, ao leste da região de Palmira.[46] Os dois pilotos a bordo, que seriam russos, morreram no incidente.[47] Dias depois, o governo da Rússia anunciou que estaria levando para a Síria um grupamento de aviões bombardeiro Tu-22M3, para assim ter mais poder de fogo e expandir as missões de ataque no leste do país.[48]

Ao fim de setembro de 2016, foi reportado que os ataques russos na Síria teriam causado a morte de 9 364 pessoas (incluindo 3 800 civis e 2 750 jihadistas do Estado Islâmico). Além disso, pelo menos 20 mil civis teriam sido feridos.[18]

No segundo semestre de 2016, a força aérea russa focou suas incursões na região de Alepo para dar apoio a uma grande ofensiva que o exército sírio e milícias aliadas faziam para expulsar os rebeldes daquela cidade. Os Estados Unidos e organizações defensoras dos direitos humanos condenaram a Rússia, afirmando que seu bombardeio era "indiscriminado" e estava causando muitas mortes de inocentes. Os russos pausaram, por um tempo, seus ataques aéreos para dar espaço para ações humanitárias, mas voltaram a bombardear Alepo logo em seguida.[49]

Com o propósito de dar mais apoio as recentes ofensivas dos exércitos de Bashar al-Assad, o governo russo enviou uma grande frota de navios (a maior já reunida pelo país desde o fim da Guerra Fria) para o mar mediterrâneo, próximo a costa da Síria. Liderando tal frota estava o porta-aviões Almirante Kuznetsov, contando com o apoio do cruzador Pyotr Velikiy, um par de contratorpedeiros da classe Udaloy e várias embarcações menores. Estas movimentações aumentaram ainda mais a tensão da Rússia com o Ocidente.[50]

Assim, no final de 2016, com mais armas e mais força militar a disposição, os russos lançaram-se em diversos e pesados bombardeios aéreos contra redutos da oposição síria pelo país. Sua principal ajuda foi na retomada da cidade de Alepo, onde deram crucial apoio as forças do regime Assad. Os militares russos foram, contudo, acusados de bombardeio indiscriminado que teria matado centenas de civis.[51]

Referências

  1. «Syria conflict: Russia's Putin orders 'main part' of forces out». BBC World Service. Consultado em 14 de março de 2016 
  2. "Vladimir Putin orders Russian military to begin withdrawal from Syria". Página acessada em 18 de março de 2016.
  3. "Obama, Putin discuss Russia's 'partial withdrawal' from Syria". Página acessada em 18 de março de 2016.
  4. "Syria conflict: Russia 'to continue air strikes' after withdrawal". Página acessada em 18 de março de 2016.
  5. a b c "Iranian troops and Hezbollah 'massing in Syria for ground battle against rebels'". Página acessada em 4 de outubro de 2015.
  6. «Saudi Arabia just replenished Syrian rebels with one of the most effective weapons against the Assad regime». Business Insider. 9 October 2015  Verifique data em: |data= (ajuda)
  7. «U.S. Weaponry Is Turning Syria into Proxy War With Russia». The New York Times. 12 October 2015  Verifique data em: |data= (ajuda)
  8. «US drops ammunition to rebels fighting ISIL in Syria». Al Jazeera. 13 October 2015  Verifique data em: |data= (ajuda)
  9. «U.S. weapons reaching Syrian rebels». Washington Post. September 11, 2013  Verifique data em: |data= (ajuda)
  10. «Turkey supports Free Syrian Army». Anadolu Agency. 25 October 2014. Cópia arquivada em 20 de novembro de 2015  Verifique data em: |data= (ajuda)
  11. «Islamic State formations comprise up to 70,000 gunmen — Chief of Russia's General Staff». Russian News Agency. 10 de dezembro de 2014 
  12. «Глава Кабардино-Балкарии подтвердил гибель двадцатого российского военного в Сирии». Consultado em 12 de agosto de 2016 
  13. "Russian Su-24 fighter jet shot down over Syria - Russian MoD". Página acessada em 24 de novembro de 2015.
  14. "One Dead as Russian Mi-8 Helicopter Attacked During Rescue Mission in Syria". Página acessada em 24 de novembro de 2015.
  15. "This is the advanced Russian helicopter that just crashed in Syria". Página acessada em 13 de abril de 2016.
  16. «Russian attack helicopters destroyed in Syria; US officials say 'accident' to blame». Fox News Channel. 25 de maio de 2016. Consultado em 11 de julho de 2016 
  17. «Syria conflict: IS 'destroyed helicopters' at Russian base». BBC. 24 de maio de 2016. Consultado em 11 de julho de 2016 
  18. a b c "Bombardeios russos causaram mais de 10 mil mortes na Síria". Página acessada em 30 de novembro de 2016.
  19. «Russia Arming Syria to Counter Terrorism». Sputnik. Consultado em 30 de setembro de 2015 
  20. «Russia carries out first air strikes in Syria». www.aljazeera.com. Consultado em 1 de outubro de 2015 
  21. «Syria crisis: Russian air strikes against Assad enemies - BBC News». BBC. 30 de setembro de 2015. Consultado em 1 de outubro de 2015 
  22. «8 ISIS targets hit during 20 combat flights in Syria – Russian military». Consultado em 1 de outubro de 2015 
  23. "Russian Air Force Begins Massive Aerial Campaign Against ISIS in East Syria". Página acessada em 7 de outubro de 2015.
  24. "ISIS Rocked in Al-Raqqa: Russian Air Force Strikes Tabaqa Airport". Página acessada em 7 de outubro de 2015.
  25. "Base with T-55 tanks among 9 ISIS facilities Russia hit in last 24 hours". Página acessada em 6 de outubro de 2015.
  26. "Syrian rebels are bracing for a new reality, more violence amid Russian air campaign". Página acessada em 7 de outubro de 2015.
  27. "Russian warships launch rockets on Islamic State in Syria". Página acessada em 7 de outubro de 2015.
  28. "Just two of 57 Russian airstrikes in Syria have hit Isil, says Turkey". Página acessada em 7 de outubro de 2015.
  29. "Russia launches missiles at 'Isil targets' from Caspian warships as Assad forces start ground offensive". Página acessada em 7 de outubro de 2015.
  30. «Сирийская армия не оправдывает надежд российских военных». Vedomosti. Consultado em 13 de outubro de 2015 
  31. «Russian Aircraft in Syria Carry Out 88 Sorties in 24 Hours». Sputniknews.com. 13 de outubro de 2015. Consultado em 16 de outubro de 2015 
  32. "Russia says hit 1,623 targets in Syria since start of bombing campaign". Página acessada em 30 de outubro de 2015.
  33. "O que a derrubada do avião russo diz sobre a investida de Putin na Síria". Página acessada em 24 de novembro de 2015.
  34. "Rússia diz que soldado morreu na Síria em tentativa de resgatar pilotos". Página acessada em 24 de novembro de 2015.
  35. «Putin orders start of Russian military withdrawal from Syria, says 'objectives achieved'». RT. 14 de março de 2016. Consultado em 18 de março de 2016 
  36. Dyomkin, Denis. «Putin orders start of Russian forces' withdrawal from Syria». Reuters. Consultado em 14 de março de 2016 
  37. "Putin diz que militares russos podem voltar à Síria em horas se necessário". Página acessada em 18 de março de 2016.
  38. a b Gerges, Fawaz A. (13 de fevereiro de 2016). «Syria war: Tide turns Assad's way amid ceasefire push». BBC World Service. Consultado em 18 de março de 2016 
  39. "About 950 children and women between 2498 citizens killed by Russian airstrikes during 9 months". Página acessada em 18 de março de 2016.
  40. Peter Yeung. «Russia committing war crimes by deliberately bombing civilians and aid workers, says Amnesty International | Middle East | News». The Independent. Consultado em 18 de março de 2016 
  41. «Минобороны России: штурмовики США в среду нанесли удары по Алеппо». РИА Новости. Consultado em 18 de março de 2016 
  42. "Russian military says special forces officer killed near Palmyra". Página acessada em 27 de março de 2016.
  43. "ВКС РФ за сутки уничтожили более 100 боевиков в районе Пальмиры". RIA Novosti, 27 de março de 2016.
  44. Вертолет с российскими летчиками в Сирии сбили из американского оружия Interfax, 9 July 2016.
  45. "Коммерсант": российские летчики погибли вблизи Пальмиры не на том вертолете, о котором сообщили в Минобороны NEWSru, 11 de julho de 2016.
  46. Противостояние США и РФ в Сирии только начинается. Página acessada em 26 de julho de 2016.
  47. Two Russian helicopter pilots shot down, killed in Syria: Interfax. Página acessada em 26 de julho de 2016.
  48. Long-range bombers flying from Russia destroy ‘major’ ISIS camp in central Syria RT, 12 de julho de 2016.
  49. David Gardner (28 de setembro de 2016). «Russia aims to turn Aleppo into another Grozny». The Financial Times. Consultado em 21 de outubro de 2016 
  50. "Russian warships pass through Channel watched by Royal Navy". Página acessada em 22 de outubro de 2016.
  51. "Bashar al-Assad’s forces are taking back Aleppo — and slaughtering its civilians". Página acessada em 22 de dezembro de 2016.

Ver também[editar | editar código-fonte]