Lista de canções de Natal

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Uma canção de Natal é uma música cuja letra desenvolve a temática do Natal ou que se tenha associado com a época natalícia ainda que a sua letra não refira essa festividade. Ambos os tipos são incluídos nesta lista.

Em Portugal pode ser considerada uma canção de Natal qualquer música pertencente ao "ciclo dos doze dias" (do Natal aos Reis), incluindo cantigas interpretadas nas tradicionais Janeiras e Reisadas.

Esta lista está organizada de acordo com o país de origem da canção.

Brasil[editar | editar código-fonte]

Nome Autoria Datação Notas
"Boas Festas" (Anoiteceu, o sino gemeu) Assis Valente 1932[1]
"Borboleta do Natal" Tradicional séc. XIX[2] Geralmente interpretada com melodia de "Maricota, sai da chuva"
"Entrai, entrai, pastorinhas" Tradicional séc. XVIII[3] De origem portuguesa
"Fim de Ano" David Nasser e Francisco Alves 1951
"Matais de incêndios" António Marques Lésbio? séc. XVII Vilancico barroco
"Natal das Crianças" Blecaute 1955
"Noite Azul" Orestes Barbosa
"O Natal Existe (Bom Natal)"
(Quero ver você não chorar)
Edson Borges 1985?[4]
"Sapatinho de Natal (Bom Velhinho)" Octávio Filho

Portugal[editar | editar código-fonte]

Natais[editar | editar código-fonte]

Nome Autoria Datação Notas
"A Belén me voy"
(A Belen me voi)
Anónimo[5] pub. 1490-1575 (música)[6] Letra no Cancioneiro de Juromenha,
música no Cancioneiro de Elvas[Nota 1]
"A lua vai tanto alta" Tradicional (AçoresS. Jorge, letra)[7]
Tradicional (Trás-os-Montes, música)?[8]
séc. XVI (letra)[9] harm. de Lopes-Graça[8]
"À ordem de César"
(Por ordem de César)
Tradicional (Alto Douro)[10] col. c. 1933[10] harm. de Lopes-Graça[11]
"A todos um Bom Natal" César Batalha (música)[12]
Lúcia Carvalho (letra)[12]
1980[12]
"Acordai, pastorinhas" Tradicional (Beira LitoralCoimbra)[13] pub. 1913[13] harm. de Lopes-Graça[8]
"Ah, meu Menino Jesus,
que é da Vossa camisinha?"
Tradicional (Madeira)[14] pub. 1956 (letra)[14] harm. de Croner Vasconcelos[15]
"Ay mi Dios"
(Ai meu Deus)
Pedro de Cristo[16] pub. 1570-1589[16]
"Airecillos mansos" António Marques Lésbio[17] c. 1681[18] Adaptada a uma outra melodia em 1976
"Andai ao portal, pastores" Anónimo do Mosteiro de Santa Cruz[19] séc. XVII[19]
"Andorinha gloriosa" Tradicional (Beira LitoralFigueira da Foz)[13] séc. XVI (letra)[20]
"Antonya, Flaciquia, Gasipà"
(Antónia, Francisca, Gaspar)
Filipe da Madre de Deus[21] séc. XVII[22]
"Bastião, Bastião" Anónimo do Mosteiro de Santa Cruz[22] séc. XVII[22]
"Beijai o Menino"
(Adoração do Menino)
Tradicional (Trás-os-MontesMiranda do Douro)[23] col. 1932-1933[23] harm. de Lopes-Graça[11]
"Belo Infante dos meus olhos" Tradicional (MadeiraBoa Ventura)[24] séc. XV-XVI?[25] harm. de Eurico Carrapatoso[26]
"Bendito do Natal" Tradicional (Trás-os-Montes)[11] pub. 1959[27] harm. de Lopes-Graça[11]
"Botai fora do portal"
(Botay fora do portal)
Gaspar Fernandes[28] c. 1616[29]
"Branca estais colorada"
(Branca estais e colorada)
Gil Vicente (letra)[30]
Vários (música)
1527 (letra)[30]
séc. XX-XXI (música)
Do "Auto da Feira"
"Caminhavam p'ra Belém" Tradicional (Beira BaixaMação)[31] pub. 1921[31]
"Caminhando vai José" Tradicional (Trás-os-MontesVila Real)[32] séc. XVI (letra)[9] harm. de Fernando Lapa[32]
"Cantem, cantem os anjos" Manuel Ferreira de Faria (música)[33]
J. A. Alves (letra)[33]
1957[34]
"Chora o sol, a aurora ri"
(Chora o Sol, a Aurora rìe)
Anónimo pub. 1490-1550 (música)[6]
pub. 1671 (letra)[35]
Música no Cancioneiro de Paris[5][Nota 2]
"Como estais tão galantinho"
(O Menino está deitado)
Tradicional (Alto AlentejoElvas)[3] séc. XVIII-XIX[36] harm. de Lopes-Graça[11]
harm. de Croner Vasconcelos[15]
"Confusa, perdida" Tradicional (Beira Litoral)[37] pub. 1919[37] harm. de Lopes-Graça[8]
"Conto do Natal"
(Natal de Cardigos)
Tradicional (Beira BaixaCardigos)[31] séc. XV-XVI (letra)[38] harm. de Croner Vasconcelos[15]
"Da serra veio um pastor" Tradicional (Madeira)[39] pub. 1880[39] harm. de Lopes-Graça[11]
"D'allá d'encima del cielo"
(De lá de cima do céu)
Anónimo pub. 1490-1550[6] No Cancioneiro de Paris
"Dejen que llore mi Niño"
(Deixem que chore o meu Menino)
António Marques Lésbio[40] c. 1689[41]
"Deus Menino de Pias"
(Ó meu Menino)
Tradicional (Baixo AlentejoPias e S. Matias)[42] séc. XVIII?[43] harm. de Eurico Carrapatoso[43]
"Di, pues vienes de Belén"
(Diz, pois vens de Belém)
Diogo Bernardes (letra)[44]
Anónimo (música)
1594 (letra)[44] Melodia no Cancioneiro de Paris[Nota 3]
"Do tronco nasceu a rama" Tradicional (Baixo AlentejoSafara)[24] séc. XVI (letra)[45]
"Do varão nasceu a vara" Tradicional (Beira Litoral, letra)[8]
Tradicional (FrançaLanguedoque, música)[46]
séc. XVI (letra)[45]
séc. XVI (música)[47]
harm. de Lopes-Graça[8]
"É Natal, os sinos estão tocando" Artur Ribeiro (música)
Fernando Farinha (letra)[48]
1963[49]
"En un portal derribado"
(Numa humilde lapa)
Anónimo do Mosteiro de Santa Cruz[22] séc. XVII[22] Plurilingue.
"Entrai, pastores, entrai"
(Natal de Peroguarda)
Tradicional (Baixo AlentejoPeroguarda) col. 1966
"Es nasçido"
(Nasceu!)
Pedro de Cristo[16] pub. 1570-1589[16]
"Esta noite, à meia-noite" Tradicional (Beira LitoralCoimbra)[13] col. 1882[13] harm. de Lopes-Graça[8]
"Eu hei de dar ao Menino"
(Não façam bulha ao Deus Menino)
Tradicional (Alto AlentejoÉvora)[24] séc. XVIII (letra)[50] harm. de Lopes-Graça[8]
harm. de Croner Vasconcelos[15]
"Eu hei de m'ir ao presépio"
(Natal de Elvas)
Tradicional (Alto AlentejoElvas)[36] séc. XIX-XX[36] harm. de Sampayo Ribeiro[36]
harm. de Fernando Lapa[51]
"Grande e lisonjeira nova" Tradicional (Douro LitoralMaia)[52] pub. 1900[52]
"História antiga"
(Era uma vez lá na Judeia)
César Batalha (música)
Miguel Torga (letra)[12]
1937 (letra)[53]
1981 (música)[12]
"José e Maria" Tradicional (Trás-os-Montes)[11] pub. 1959[27] harm. de Lopes-Graça[11]
"José embala o Menino" Tradicional (Beira BaixaMonsanto)[24] pub. 1947[24] harm. de Eurico Carrapatoso[54]
"Linda noite de Natal" Tradicional (Algarve)[55] séc. XVI (letra)[9] harm. de David Sequeira[55]
"Loa alentejana" Tradicional (Alto AlentejoÉvora)[15] séc. XVIII (letra)[50] harm. de Croner Vasconcelos[15]
"Louvai nos per Deos"
(Alleluia per nosse Senhor)
Tradicional (CeilãoGalle)[56] séc. XVI[57]
"Meia-noite dada" Tradicional (Madeira)[39] séc. XV-XVI
"Menino Jesus à lapa"
(Menino Jesus da lapa)
Tradicional (Beira Alta)[37] pub. 1919[37]
"Menino Jesus, que é da Vossa camisinha?" Tradicional (Alentejo)[36] pub. 1939[36] harm. de Sampayo Ribeiro[36]
"Nasçam os amores" Amália Rodrigues (letra)
Carlos Gonçalves (música)[58]
1981[58]
"Nasceu, já nasceu"
(Menino da Vidigueira)
Tradicional (Baixo AlentejoVidigueira)[59] pub. 1940[59] harm. de Lopes-Graça[11]
"Nasceu, nasceu, pastores" Tradicional (Espanha)[36] 1700-1725[36] harm. de Sampayo Ribeiro[36]
"Natal africano" Tradicional (MoçambiqueLourenço Marques)[60] séc. XX?[61]
"Natal cigano"
(Arre burriquito)
Tradicional (Alto AlentejoPardais)[62] séc. XVII-XVIII (letra)[50] harm. de Sampayo Ribeiro[62]
"Natal da Aldeia Nova de São Bento" Tradicional (Baixo AlentejoV.N. S. Bento)[36] séc. XVII[36] harm. de Sampayo Ribeiro[63]
"Natal da Índia Portuguesa"
(Vamos a Belém)
Tradicional (Índia PortuguesaGoa)[64] séc. XVIII[36] harm. de Sampayo Ribeiro[63]
"Natal de Alferrarede"
(Ó pastores, pastorinhos)
Tradicional (RibatejoAlferrarede)[63] pub. 1646 (letra)[65] harm. de Sampayo Ribeiro[63]
"Natal de Linhares"
(Alegrem-se os Céus e a Terra)
Tradicional (Beira Baixa, Linhares)[36] séc. XVIII[36] harm. de Sampayo Ribeiro[63]
harm. de Fernando Lapa[66]
"Negrinho tirai-vos lá"
(Negrinho tiray vos la)
Gaspar Fernandes[67] c. 1610[68]
"Nom tendes cama, bom Jesu, não"
(Não tendes cama, bom Jesus, não)
Anónimo pub. 1490-1550[6] No Cancioneiro de Paris
"Nossa Senhora faz meia" António Nobre (letra)[69]
Tradicional (Alto AlentejoElvas, música)[70]
1890 (letra)[69]
col. 1932-1935 (música)[70]
"O galo bateu as asas"
"A Virgem Nossa Senhora"
Tradicional (AçoresS. Jorge)[7][71] pub. 1869[7]
"Ó Infante suavíssimo" Manuel José (letra)[72]
Tradicional (música)
1762 (letra)[72]
"Ó Jesus Menino, mal agasalhado"
(O Menino nas palhas)
Tradicional (Beira Baixa)[11] pub. 1948[73] harm. de Lopes-Graça[11]
"O Menino está com frio"
(Em Belém, o Salvador)
Tradicional (Ribatejo)[36] 1495-1557[36] harm. de Lopes-Graça[8]
harm. de Sampayo Ribeiro[63]
"O Menino está dormindo"
(Natal de Évora)
Tradicional (Alto AlentejoÉvora)[36] séc. XVIII-XIX[36] harm. de Sampayo Ribeiro[63]
"O Menino está na neve" Tradicional (Baixo AlentejoSerpa)[74][75] séc. XVI (letra)?[36]
"Ó meu Menino Jesus" Tradicional (Beira Alta e Litoral)[13] pub. 1913[13] harm. de Lopes-Graça[8]
"Ó meu Menino Jesus" Tradicional (Alto AlentejoCampo Maior)[76] col. c. 1970[76]
"Ó meu Menino Jesus"
"Linda noite a do Natal"
Tradicional (Beira BaixaMação)[31] pub. 1921[31]
"Ó meu Menino tão lindo" Manuel José (letra)[72]
Tradicional (Minho, música)[77]
1762 (letra)[72]
"Oh bento airoso" Tradicional (Trás-os-MontesParadela)[24] séc. XV-XVI (letra)[38] harm. de Eurico Carrapatoso[78]
"Olá plimo Bacião" Anónimo do Mosteiro de Santa Cruz[22] séc. XVII[22]
"Olá zente que aqui samo" Anónimo do Mosteiro de Santa Cruz[22] séc. XVII[22]
"Olé, rapazes pimpões" Tradicional (Beira LitoralFigueira da Foz)[13] pub. 1913[13] harm. de Lopes-Graça[8]
"Olhei para o céu"
(Natal de Elvas,
Eu hei de dar ao Menino)
Tradicional (Alto AlentejoElvas)[12] séc. XVIII[50] harm. de Sampayo Ribeiro[63]
harm. de Croner Vasconcelos[15]
"Os pastores, em Belém" Tradicional (Alto DouroFoz Coa)[79] pub. 1926[79] harm. de Lopes-Graça[8]
"Pastores do verde prado" Tradicional (Alto AlentejoAlpalhão)[80] séc. XVIII[80]
"Pastores que andais na serra"
(Anjos e arcanjos em Jerusalém)
Tradicional (Trás-os-Montes)[81] col. 1955[82] harm. de Fernando Lapa[81]
"Pastorinhas do deserto" Tradicional (Ribatejo)[13] col. 1897[13] harm. de Lopes-Graça[8]
"Pela Noite de Natal" Tradicional (Alentejo e Beira Baixa)[13] séc. XVI (letra)[9] harm. de Lopes-Graça[8]
"Pois com tanta graça bela"
(Pois con tanta graça bela)
Gaspar Fernandes (música)[29]
Juan de Luque (letra)[83]
pub. 1608 (letra)[83]
c. 1620 (música)[29]
"Pues a Dios humano vemos"
(Pois que Deus humano vemos)
Anónimo pub. 1525-1575[6] No Cancioneiro de Belém
"Quem é a desposada?" Gil Vicente (letra)[84]
Frederico de Freitas (música)[85]
1523 (letra)[84]
1971 (música)[85]
Do "Auto Pastoril Português"
"Quem viu um menino belo" António Marques Lésbio[36] séc. XVII[36]
"Quiso nuestro Dios eterno"
(Quis o nosso Deus eterno)
Anónimo pub. 1490-1533[6] No Cancioneiro de Lisboa
"Remando vão remadores" Gil Vicente (letra)[86]
Frederico de Freitas (música)[85]
1518 (letra)[86]
1971 (música)[85]
Do "Auto da Barca do Purgatório"
"Ro, ro, ro, Nuestro Dios y Redentor"
(Ro, ro, ro, Nosso Deus e Redentor)
Gil Vicente (letra)
Joaquín Nin-Culmell (música)[87]
1513 (letra)[88]
1955 (música)[87]
Do "Auto da Sibila Cassandra"
"Roxozinho está deitado"
(Visitação do Menino)
Tradicional (Beira BaixaCarvoeiro)[31] pub. 1889 (letra)[89] harm. de Lopes-Graça[11]
"Sã qui turo zente pleta" Anónimo do Mosteiro de Santa Cruz[90] 1643[90]
"Senhora del mundo"
(Senhora do mundo)
Anónimo pub. 1490-1550[6] No Cancioneiro de Paris
"Serão da Virgem"
(Nossa Senhora faz meia)
João Linhares Barbosa (letra)
Francisco Viana (música)[91]
c. 1954
"Sou cigana" Tradicional (Alto AlentejoElvas)[15] séc. XVII-XVIII[50] harm. de Croner Vasconcelos[15]
"Tírale flechas"
(Zagalejo hermoso)
Francisco de Santiago[92] c. 1627[92]
"Toquem as sonajas"
(Toquen as sonajas)
Gaspar Fernandes[93] c. 1609[29]
"Tú me digas alma mía"
(Diz-me tu minha alma)
Anónimo pub. 1490-1550[6] No Cancioneiro de Paris
"Un suspiro dio María"
(Um suspiro deu Maria)
Diogo Bernardes (letra)[44]
Anónimo (música)
1594 (letra)[44] Melodia no Metodo mui facilissimo (1626)
de Luis de Briceño[Nota 4]
"Valentão dos meus olhos" Filipe da Madre de Deus[94] c. 1680[95]
"Vi o Menino Jesus" Amália Rodrigues (letra)
Carlos Gonçalves (música)[58]
1981[58]
"Vinde, vinde já, ó Deus"
(Em Vosso louvor cantemos)
Tradicional (Beira BaixaCasegas)[96] pub. 1937[96] harm. de Lopes-Graça[8]

Janeiras[editar | editar código-fonte]

Reis[editar | editar código-fonte]

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. Trata-se de uma versão a lo divino da composição A la villa voy presente no Cancioneiro de Elvas.
  2. Trata-se de uma versão a lo divino da composição Isabel e mais Francisca, tal como o é o vilancico Isabel y más María registado no Cancioneiro de Paris e acompanhado da respetiva melodia.
  3. Trata-se de uma versão a lo divino da composição Di, pues vienes del aldea presente no Cancioneiro de Paris.
  4. Trata-se de uma versão a lo divino da composição Un suspiro dió Lucía.

Referências

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