Ménades

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Ménade (fragmento de cerâmica, ca. 480 a.C.)

Na mitologia grega, as ménades, ou mênades, (do grego Μαινάδες, transl. mainades: 'agitado por transportes furiosos"), também conhecidas como bacantes, tíades ou bassáridas, eram ninfas seguidoras e adoradoras do culto de Dioniso (ou Baco, na mitologia romana). Eram conhecidas como selvagens e endoidecidas, de quem não se conseguia um raciocínio claro.

Durante o culto, dançavam de uma maneira muito livre e lasciva, em total concordância com as forças mais primitivas da natureza. Os mistérios que envolviam o deus, provocavam nelas um estado de êxtase absoluto, entregando-se a desmedida violência, derramamento de sangue, sexo, embriaguez e autoflagelação. Normalmente eram representadas vestidas com uma pele de veado, com uma grinalda de hera e empunhando um tirso (bastão envolto em ramos de videira).

No poema intitulado Dionisíaca de Nono de Panópolis (séculos IV) são citadas dezoito ménades:[1]

Referências

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