Édipo

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Édipo
Oedipus and the Sphinx MET DP-14201-023.jpg
Édipo e a Esfinge
Por Gustave Moreau
Museu Metropolitano de Arte
Cônjuge(s) Jocasta (Mãe)
Pais Laio e Jocasta
Filho(s) Etéocles, Ismênia, Antígona e Polinices

Édipo (em grego clássico: Οἰδίπους; romaniz.: Oidípous) é uma personagem da teatro grego. O enredo é montado pelo dramaturgo Sófocles (nasceu em 496 a.C. e morreu em 406 a.C.) que deu fama a tragédia grega por compor peças como a que conta o drama de Édipo Rei herói da mitologia grega que matou o pai, resolveu o enigma da esfinge que atacava Tebas[1] e ainda em incesto desposou a mãe. Quando o fato é revelado a mãe/esposa se enforma e Édipo fura os olhos ficando cego pelo orgulho. Afirmou ser cego por não reconhecer o fatos como o presságio do oráculo anunciava.

Édipo nasceu príncipe da cidade de Tebas, filho do Rei Laio e da Rainha Jocasta. Irmão/pai de Etéocles, Ismênia, Antígona e de Polinices. Ao nascer, foi levado ao oráculo de Delfos para receber o presságio de que se tornaria um herói mesmo após matar o pai, e ainda desposaria a mãe. Diante desse mal os pais resolveram abandonar o bebê aos lobos no pé da montanha de Cinterão. Ocorreu que um pastor ao passar por ali, pegou a criança e a levou para a cidade de Corintos. Ao chegar foi recebido e adotado pelo Rei Pôlibo, pois a rainha Mérope pariu um natimorto. Como se fosse filho legítimo, Édipo cresce príncipe em Corinto até enfrentar o Oráculo novamente. Este momento da história é o mais famoso, mas a vida de Édipo segue em frente com ele tornando-se um mendigo e esmolando por Tebas. O cego assiste os filhos brigarem pelo trono das duas cidades.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Laio
Rei de Tebas
Sucedido por
Polinices

Referências

  1. Kury 1999, p. 115-117.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Kury, Mario da Gama (1999). «Édipo». Dicionário da Mitologia Grega e Romana. São Paulo: Zahar