Moros

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Moros
Casado(a) com Ananque
Pais Caos e Nix
Filho(s) Moiras

Moros em grego: Μόρος), na mitologia grega, era o deus da sorte e do destino, da morte e das criaturas do Tártaro representado uma entidade cega. Segundo a Teogonia de Hesíodo, era filho de Nix, sendo assim considerado um Daemon. Sem ver a quem reserva o futuro, seu caráter é o da inevitabilidade. Todos, deuses e mortais, e tudo, estão a ele subordinado.

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Imaginavam-no como tendo aos pés a Terra e nas mãos as estrelas e um cetro, a demonstrar sua superioridade. Noutras alegorias, é uma roda, presa por uma corrente, sob uma rocha e com duas cornucópias - ilustrando sua inflexibilidade e sorte.

Representando a própria fatalidade, o "Destino" dita os acontecimentos, e até mesmo Zeus não o pode evitar. Suas leis encontram-se escritas num livro, cujo acesso é possível, e mesmo assim de forma obscura, pelos oráculos.

Também poderia ser chamado de Aeon (tempo eterno), e o consideram marido de Ananque e pai das moiras (parcas em Roma). Para representá-lo, os gregos tinham as Moiras, a quem consultavam os deuses - sem sucesso, posto que o destino é imutável.

O mito principal de Moros é onde ele pega três das flechas de Eros e passa uma parte de sua energia para elas e depois as esconde no mundo mortal. O mito conta que essas flechas fossem disparadas faria o tempo voltar ao tempo do Caos, fazendo com que tudo começasse novamente.

Essa flecha ficou conhecida como Flecha do Destino. Uma delas ficaria no Templo de Eros (em Split, Croácia), outra no templo perdido de Moros e outra presa em alguma árvore do mundo mortal. Se disparadas separadamente, têm a capacidade de fazer a memória de uma pessoa voltar alguns éons na história da pessoa, mas disparadas em conjunto, do mesmo arco, as três, fazem tudo retornar aos tempos do Caos.