Aparecida (São Paulo)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Município da Estância Turística de Aparecida
"Capital Mariana do Brasil"
Vista de Aparecida a partir do Mirante do Cruzeiro

Vista de Aparecida a partir do Mirante do Cruzeiro
Bandeira da Estância Turística de Aparecida
Brasão da Estância Turística de Aparecida
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 17 de dezembro de 1928 (85 anos)[1]
Gentílico aparecidense
Prefeito(a) Antônio Márcio de Siqueira (PSDB[2] )
(2013–2016)
Localização
Localização da Estância Turística de Aparecida
Localização da Estância Turística de Aparecida em São Paulo
Estância Turística de Aparecida está localizado em: Brasil
Estância Turística de Aparecida
Localização da Estância Turística de Aparecida no Brasil
22° 50' 49" S 45° 13' 48" O22° 50' 49" S 45° 13' 48" O
Unidade federativa  São Paulo
Mesorregião Vale do Paraíba Paulista IBGE/2013[3]
Microrregião Guaratinguetá IBGE/2013[3]
Municípios limítrofes Norte: Potim;
Oeste: Roseira;
Sul: Lagoinha;
Leste: Guaratinguetá.
Distância até a capital 168 km
Características geográficas
Área 121,076 km² [4]
População 36 151 hab. estatísticas IBGE/2013[5]
Densidade 298,58 hab./km²
Altitude 542 m
Clima tropical de altitude Cfa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,755 alto PNUD/2010[6]
PIB R$ 484 744 mil IBGE/2011[7]
PIB per capita R$ 13 843,89 IBGE/2011[8]
Página oficial

Aparecida é um município brasileiro no interior do estado de São Paulo, Região Sudeste do país. Pertence à Mesorregião do Vale do Paraíba Paulista e à Microrregião de Guaratinguetá e localiza-se a nordeste da capital do estado, distando desta cerca de 170 km. Ocupa uma área de 121,076 km², sendo que 5,7 km² estão em perímetro urbano,[9] e sua população em 2013 era de 36 151 habitantes, sendo então o 173º mais populoso do estado paulista.[5]

A sede tem uma temperatura média anual de 21,8 °C[10] e na vegetação original do município predomina a Mata Atlântica. Com 99% da população vivendo na zona urbana,[11] Aparecida contava, em 2009, com 14 estabelecimentos de saúde.[12] O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,755, classificado como alto em relação à média nacional.[6] A cidade é popularmente denominada Aparecida do Norte em razão da construção da Estrada de Ferro do Norte (depois Estrada de Ferro Central do Brasil) na segunda metade do século XIX.[13]

As origens do município remontam à fé construída ao redor do encontro da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida no curso do Rio Paraíba do Sul por pescadores, em 1717. Os milagres atribuídos à representação levaram à construção de uma capela, em 1745, ao redor do qual se estabeleceram vários fiéis e os primeiros residentes.[14] Dado o desenvolvimento da localidade, em 1842, é criada a freguesia, subordinada a Guaratinguetá, da qual Aparecida se desmembrou em 17 de dezembro de 1928.[1]

O número crescente de fiéis implicou na construção de um templo maior, a atual Basílica Velha, que foi inaugurada em 1888[15] e substituída pela nova Basílica de Nossa Senhora Aparecida na segunda metade do século XX. Esta configura-se como o maior centro de peregrinação religiosa da América Latina, recebendo anualmente milhões de visitantes, os quais fazem do município um dos principais núcleos turísticos do Brasil.[16] O complexo turístico aparecidense abrange ainda marcos como o Porto Itaguaçu, que marca o local onde a imagem de Nossa Senhora foi encontrada; o Seminário Missionário Bom Jesus; o Morro do Cruzeiro, com suas esculturas que representam a Via Sacra; e a Igreja São Benedito, inaugurada em 1918.[17]

História[editar | editar código-fonte]

Imagem consagrada como Nossa Senhora da Conceição Aparecida, exposta no interior da Basílica de Nossa Senhora Aparecida.

O surgimento da atual cidade de Aparecida está ligado diretamente com a passagem de Dom Pedro de Almeida, conde de Assumar e governante da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, pela então Vila de Guaratinguetá,[18] [19] durante uma viagem até Vila Rica em outubro de 1717.[20] A população decidira realizar uma festa em homenagem à presença da autoridade e, apesar de não ser temporada de pesca, os pescadores lançaram seus barcos no Rio Paraíba do Sul com a intenção de oferecerem peixes ao conde.[18] [19] Os pescadores Domingos Garcia, João Alves e Filipe Pedroso rezaram para a Virgem Maria e pediram a ajuda de Deus e após várias tentativas infrutíferas, desceram o curso do rio até chegarem ao local conhecido como Porto Itaguaçu, já prestes a desistirem da pescaria, até que João Alves jogou sua rede novamente e em vez de peixes, apanhou o corpo de uma imagem de Nossa Senhora, sem a cabeça. Ao lançar a rede novamente, apanhou a cabeça da imagem,[18] [19] que foi envolvida em um lenço.[20]

Durante algum tempo, a imagem foi abrigada na residência de Felipe Pedrosos, onde as pessoas da vizinhança se reuniam para orar.[21] Dada a fé local atribuída aos frequentes relatos de milagres atribuídos à representação, em 1734 foi ordenada a construção de uma capela à sua alusão, a mando do vigário de Guaratinguetá no local conhecido Morro dos Coqueiros. A capela foi aberta à visitação pública em 1745 e uma vez que a fama dos milagres se espalhava por outras regiões do Brasil, tornaram-se comuns peregrinações de fiéis até a localidade.[21] O número crescente de fiéis implicou, em 1834, no início da construção de uma igreja maior, a atual Basílica Velha, sendo solenemente inaugurada e benzida em 8 de dezembro de 1888.[15] [22]

Fachada da Basílica Velha, inaugurada em 1888.

Pela lei provincial nº 19, de 4 de março de 1842, foi criada a freguesia (equivalente à condição de distrito) denominada Aparecida e subordinada a Guaratinguetá. Chegou a ser extinta pela lei nº 38, de 15 de março de 1844, sendo recriada pela lei nº 131, de 25 de abril de 1880.[1] [14] Deixou de existir novamente pela lei n.º 3, de 15 de fevereiro de 1882, porém foi restabelecida pelo decreto estadual nº 147, de 4 de abril de 1891.[1] A 8 de julho de 1877, a localidade passou a ser atendida pela Estrada de Ferro do Norte (depois Estrada de Ferro Central do Brasil), com a inauguração de sua estação ferroviária, que foi reinaugurada em 1922 e desativada em 1998, em função do fim do transporte de passageiros. A antiga denominação da via férrea levou à cidade ser conhecida também como Aparecida do Norte.[13] O desenvolvimento em função do turismo religioso culminou na emancipação de Aparecida, decretada pela lei estadual nº 2.312, de 17 de dezembro de 1928, desmembrando-se de Guaratinguetá e instalando-se a 30 de março de 1929.[1] [14] Pelo decreto-lei estadual nº 14.334, de 30 de novembro de 1944, foi criado o distrito de Roseira, que foi desmembrado e emancipado pela lei estadual n.º 5.285, de 18 de fevereiro de 1959.[1]

Em 1904, a imagem foi coroada pelo Papa Pio X sob o título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, sendo consagrada padroeira do Brasil em 1930 pelo Papa Pio XI. Em 1946, foi implantada a pedra fundamental da construção da atual Basílica de Nossa Senhora Aparecida, com projeto de autoria do engenheiro Benedito Calixto Neto, e a 15 de agosto de 1967, em ocasião da comemoração do 250º aniversário do encontro da imagem no Rio Paraíba do Sul, ocorreu a inauguração do templo (ainda inacabado) pelo Papa Paulo VI, representado por um legado especial do Vaticano, ofertando-lhe o título da "Rosa de Ouro". Em cerimônia presidida por Papa João Paulo II, a basílica foi consagrada oficialmente à Nossa Senhora da Conceição Aparecida em julho de 1980.[16] Além de João Paulo II, Aparecida também veio a receber as visitas dos papas Bento XVI, em 2007, durante a Quinta Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe, e Francisco, como parte da XXVIII Jornada Mundial da Juventude.[23] A localização no Vale do Paraíba, entre as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, com acesso facilitado através da Rodovia Presidente Dutra, favorece a estadia anual de milhões de fiéis e visitantes.[14] [23]

Geografia[editar | editar código-fonte]

A área do município, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 121,076 km², sendo que 5,6978 km² constituem a zona urbana e os 115,378 km² restantes constituem a zona rural. Situa-se a 22º50'49" de latitude sul e 45°13'47" de longitude oeste e está a uma distância de 168 quilômetros a nordeste da capital paulista. Seus municípios limítrofes são Potim, a norte; Roseira, a oeste; Lagoinha, a sul; e Guaratinguetá, a leste.[9]

Relevo, hidrografia e meio ambiente[editar | editar código-fonte]

Rio Paraíba do Sul em Aparecida.

Aparecida faz parte da província geomorfológica do Planalto Atlântico, estando situada em um complexo Pré-Cambriano composto predominantemente por conjuntos de mares de colinas suaves e com altitudes médias variando entre 560 e 650 metros acima do nível do mar.[24] A sede municipal se encontra a 542 metros.[9] A composição do relevo é resultado de intemperismo químico e pedogenético, sendo a base de um solo que sofreu um processo incompleto e descontínuo de retração florestal, o qual favoreceu o surgimento de trechos erosivos nas laterais depressivas.[24] Segundo o Instituto Florestal de São Paulo, 15,48% do território aparecidense é composto por cobertura vegetal (1 857,47 hectares), no entanto a maior parte se encontra fragmentada; sendo 1 559,93 ha. de capoeira (13,00%) e 297,54 ha. de Mata Atlântica ou florestas originais (2,48%), além de existirem 270,42 ha. de trechos reflorestados.[25]

A cidade é banhada pelo Rio Paraíba do Sul, o qual se origina na confluência dos rios Paraitinga e Paraibuna, no município de Paraibuna, e percorre cerca de 1 140 km até sua foz no Oceano Atlântico, no norte do estado do Rio de Janeiro. Sua bacia hidrográfica, a qual Aparecida está inserida, abrange um total de 184 municípios, sendo 39 em São Paulo.[26] Devido a agravamentos como assoreamento, ocupação desenfreada e acúmulo de lixo nas margens do curso, têm se tornado comuns elevações do nível do Paraíba do Sul em algumas ocasiões durante a estação das chuvas, ocasionando enchentes em áreas povoadas.[27]

Clima[editar | editar código-fonte]

Maiores acumulados de chuva em 24 horas registrados
em Aparecida por meses (1940–2004)
Mês Acumulado Data Mês Acumulado Data
Janeiro 128,7 mm 15/01/1948 Julho 71,0 mm 03/07/1976
Fevereiro 125,3 mm 26/02/1971 Agosto 50,5 mm 12/08/1948
Março 168,4 mm 17/03/1988 Setembro 57,5 mm 20/09/1998
Abril 75,0 mm 26/04/1961 Outubro 116,0 mm 27/10/1956
Maio 111,5 mm 11/05/1960 Novembro 106,0 mm 26/11/1975
Junho 83,0 mm 14/06/1958 Dezembro 148,7 mm 17/12/2000
Fonte: Agência Nacional de Águas (ANA)[28] [29] [30]
Pôr do sol na cidade.

O clima aparecidense é caracterizado, segundo o IBGE, como tropical sub-quente úmido (tipo Cwa segundo Köppen),[31] [32] tendo temperatura média anual de 21,8 °C com invernos secos e frios e verões chuvosos com temperaturas amenas.[33] [34] O mês mais quente, fevereiro, tem temperatura média de 24,7 °C, sendo a média máxima de 30,3 °C e a mínima de 19,1 °C. E o mês mais frio, julho, de 18,0 °C, sendo 25,2 °C e 10,9 °C as médias máxima e mínima, respectivamente. Outono e primavera são estações de transição.[10]

A precipitação média anual é de 1 350,9 mm, sendo julho o mês mais seco, quando ocorrem apenas 24,1 mm. Em janeiro, o mês mais chuvoso, a média fica em 236,3 mm.[10] Nos últimos anos, entretanto, os dias quentes e secos durante o inverno têm sido cada vez mais frequentes, não raro ultrapassando a marca dos 28 ºC, especialmente entre julho e setembro. Durante a época das secas e em longos veranicos em pleno período chuvoso também são comuns registros de queimadas em morros e matagais, principalmente na zona rural da cidade, o que contribui com o desmatamento e com o lançamento de poluentes na atmosfera, prejudicando ainda a qualidade do ar.[35]

Segundo dados do Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo, entre 1940 e 2004 o maior acumulado de chuva registrado em 24 horas em Aparecida foi de 168,4 mm, no dia 17 de março de 1988.[36] Outros grandes acumulados foram de 148,7 mm, em 17 de dezembro de 2000;[37] 130,2 mm, em 19 de março de 1988;[36] e 128,7 mm, em 15 de janeiro de 1948.[38] De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Aparecida é o 227º colocado no ranking de ocorrências de descargas elétricas no estado de São Paulo, com uma média anual de 6,6277 raios por quilômetro quadrado.[39]

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Aparecida Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 30,2 30,3 29,9 28,2 26,1 25,0 25,2 27,3 28,2 28,8 29,5 29,5 28,2
Temperatura mínima média (°C) 18,8 19,1 18,3 15,6 12,9 11,4 10,9 12,2 14,2 15,9 16,8 18,2 15,4
Precipitação (mm) 236,3 188,4 177,4 70,7 54,0 33,4 24,1 30,7 63,8 114,5 146,1 211,5 1 350,9
Fonte: Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri);[10] acessado em 02/08/2014

Demografia[editar | editar código-fonte]

Crescimento populacional
Censo Pop.
1970 24 669
1980 29 344 19,0%
1991 33 247 13,3%
2000 34 904 5,0%
2010 35 007 0,3%
Est. 2013 36 151 3,6%
Fonte: Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística
(IBGE)[5] [40]

Em 2010, a população do município foi contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 35 007 habitantes.[11] Segundo o censo daquele ano, 16 898 habitantes eram homens e 18 109 habitantes mulheres. Ainda segundo o mesmo censo, 34 498 habitantes viviam na zona urbana e 509 na zona rural.[11] Já segundo estatísticas divulgadas em 2013, a população municipal era de 36 151 habitantes, sendo o 173º mais populoso do estado.[5] Da população total em 2010, 7 229 habitantes (20,65%) tinham menos de 15 anos de idade, 24 897 habitantes (71,12%) tinham de 15 a 64 anos e 2 881 pessoas (8,23%) possuíam mais de 65 anos, sendo que a esperança de vida ao nascer era de 74,7 anos e a taxa de fecundidade total por mulher era de 1,5.[41]

Em 2010, a população aparecidense era composta por 24 419 brancos (69,75%), 1 609 negros (4,60%), 135 amarelos (0,39%), 8 828 pardos (25,22%) e 16 indígenas (0,05%).[42] Considerando-se a região de nascimento, 33 806 eram nascidos no Sudeste (96,57%), 639 no Nordeste (1,83%), 86 no Centro-Oeste (0,24%), 12 no Norte (0,04%) e 269 no Sul (0,77%). 29 962 habitantes eram naturais do estado de São Paulo (85,59%) e, desse total, 21 688 eram nascidos em Aparecida (61,95%).[43] Entre os 5 045 naturais de outras unidades da federação, Minas Gerais era o estado com maior presença, com 3 330 pessoas (9,51%), seguido pelo Rio de Janeiro, com 463 residentes (1,32%), e pela Bahia, com 203 habitantes residentes no município (0,58%).[44]

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Aparecida é considerado alto pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sendo que seu valor é de 0,755 (o 453º maior do Brasil). A cidade possui a maioria dos indicadores próximos ou acima da média nacional segundo o PNUD. Considerando-se apenas o índice de educação o valor é de 0,706, o valor do índice de longevidade é de 0,828 e o de renda é de 0,735.[6] De 2000 a 2010, a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita de até meio salário mínimo reduziu em 52,1% e em 2010, 94,4% da população vivia acima da linha de pobreza, 4,2% encontrava-se na linha da pobreza e 1,5% estava abaixo[45] e o coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, era de 0,486, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor.[46] A participação dos 20% da população mais rica da cidade no rendimento total municipal era de 52,2%, ou seja, 10,7 vezes superior à dos 20% mais pobres, que era de 4,9%.[45]

De acordo com dados do censo de 2010 realizado pelo IBGE, a população de Aparecida está composta por: 29 876 católicos (85,34%), 4 114 evangélicos (11,75%), 30 Testemunhas de Jeová (0,09%), 158 espíritas (0,45%), 636 pessoas sem religião (1,82%) e os 0,55% restantes estavam distribuídos entre outros credos religiosos.[47] A cidade se desenvolveu em uma matriz eminentemente católica, herdada da fé construída ao redor do encontro da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, consolidada pela construção do Santuário Nacional. Possui o título de "Capital Mariana do Brasil" e recebe anualmente milhões de visitantes, constituindo-se no maior centro de peregrinação religiosa da América Latina. Circunscricionalmente, Aparecida pertence à Arquidiocese de Aparecida, cuja sé episcopal está localizada em Guaratinguetá, sendo que três paróquias estão sediadas no município: Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Santo Afonso Maria de Ligório e São Roque.[48]

Política e administração[editar | editar código-fonte]

Fachada do prédio da Prefeitura de Aparecida.

A administração municipal se dá pelos poderes executivo e legislativo.[49] Em agosto de 2014, o prefeito municipal e líder do poder executivo era Antônio Márcio de Siqueira, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), que venceu as eleições municipais de 2012 com 6 138 votos (50,72% dos eleitores).[2] O poder legislativo, por sua vez, é constituído pela câmara municipal, composta por nove vereadores eleitos para mandatos de quatro anos (em observância ao disposto no artigo 29 da Constituição[50] ) e em 2014 estava representada por duas cadeiras do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), duas cadeiras do Democratas (DEM), uma cadeira do Partido Progressista (PP), uma do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), uma do Partido Popular Socialista (PPS), uma do Partido Social Democrático (PSD) e uma do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao executivo, especialmente o orçamento participativo (Lei de Diretrizes Orçamentárias).[51]

O município sedia a Comarca de Aparecida, classificada como de primeira entrância, que engloba, além de Aparecida, o município de Potim e foi instalada em 31 de dezembro de 1958.[52] Havia 29 198 eleitores em julho de 2014, o que representava 0,091% do total do estado de São Paulo.[53]

Economia[editar | editar código-fonte]

Vista do centro da cidade.

No Produto Interno Bruto (PIB) de Aparecida, destaca-se a área de prestação de serviços. De acordo com dados do IBGE, relativos a 2011, o PIB do município era de R$ 484 744 mil.[54] 36 876 mil eram de impostos sobre produtos líquidos de subsídios a preços correntes e o PIB per capita era de R$ 13 843,89.[54] Em 2010, 69,82% da população maior de 18 anos era economicamente ativa, enquanto que a taxa de desocupação era de 4,79%.[41]

Em 2012, salários juntamente com outras remunerações somavam 165 586 mil reais e o salário médio mensal de todo município era de 2,1 salários mínimos. Havia 2 325 unidades locais e 2 257 empresas atuantes.[55] Segundo o IBGE, 51,35% das residências sobreviviam com menos de salário mínimo mensal por morador (5 311 domicílios), 38,10% sobreviviam com entre um e três salários mínimos para cada pessoa (3 941 domicílios), 5,81% recebiam entre três e cinco salários (601 domicílios), 2,74% tinham rendimento mensal acima de cinco salários mínimos (283 domicílios) e 1,95% não tinham rendimento (202 domicílios).[56]

Setores primário e secundário

Em 2011, a pecuária e a agricultura acrescentavam 670 mil reais na economia de Aparecida,[54] enquanto que em 2010, 0,86% da população economicamente ativa do município estava ocupada no setor.[41] Segundo o IBGE, em 2012 o município possuía um rebanho de 12 asininos, 5 329 bovinos, 180 bubalinos, 20 caprinos, 29 equinos, quatro muares, 599 suínos e 641 aves, entre estas 410 galinhas e 231 galos, frangos e pintinhos.[57] Neste mesmo ano, a cidade produziu 827 mil litros de leite de 540 vacas e 4 mil dúzias de ovos de galinha.[57] Na lavoura temporária, ressalta-se a produção de arroz, com 960 hectares colhidos e 2 964 toneladas produzidas.[58]

A indústria, por sua vez, configurava-se como o segundo setor mais relevante para a economia do município. 65 641 reais do PIB municipal eram do valor adicionado bruto do setor secundário.[54] A cidade possui cerca de 50 estabelecimentos industriais, muitos dos quais voltados a atender o comércio religioso e, em geral, estruturados em torno do turismo.[59] Em 2012, de acordo com o IBGE, também foram extraídos 79 metros cúbicos de madeira em tora,[60] e segundo estatísticas do ano de 2010, 0,62% dos trabalhadores do município estavam ocupados no setor industrial extrativo e 6,90% na indústria de transformação.[41]

Setor terciário
Camelódromo em Aparecida.

Também em 2010, 5,82% da população ocupada estava empregada no setor de construção, 0,96% nos setores de utilidade pública, 28,41% no comércio e 47,36% no setor de serviços[41] e em 2011, 381 558 mil reais do PIB municipal eram do valor adicionado bruto do setor terciário.[54] O comércio e o setor hoteleiro, associados ao turismo religioso gerido ao redor da Basílica de Nossa Senhora Aparecida, representam as principais fontes de renda de Aparecida.[59]

O município conta com milhares de leitos, além de centenas de estabelecimentos especializados em alimentação e lojas de artigos importados, religiosos, artesanais e de confecções e mais de 2 mil bancas de comércio ambulante.[59] O Santuário Nacional empregava, em 2013, um total de 1 570 funcionários e aproximadamente 800 voluntários, acolhendo uma média anual de cerca de 11 milhões de visitantes.[23] Em feriados religiosos, como na Semana Santa, a população municipal de cerca de 36 mil habitantes supera a marca de 140 mil.[61]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Habitação e criminalidade[editar | editar código-fonte]

Vista parcial de Aparecida a partir da cobertura do Hotel Rainha do Brasil.

No ano de 2010, a cidade tinha 10 343 domicílios particulares permanentes. Desse total, 9 265 eram casas, 836 eram apartamentos, 217 eram casas de vila ou em condomínios e 25 eram habitações em casa de cômodos ou cortiços. Do total de domicílios, 6 626 são imóveis próprios (6 312 já quitados e 314 em aquisição), 2 857 foram alugados, 842 foram cedidos (117 cedidos por empregador e 665 cedidos de outra forma) e 18 foram ocupados sob outra condição.[62] Parte dessas residências conta com água tratada, energia elétrica, esgoto, limpeza urbana, telefonia fixa e telefonia celular. 10 154 domicílios eram atendidos pela rede geral de abastecimento de água (98,17% do total) e em 140 residências (1,35% delas) a água consumida era extraída de poços ou nascentes.[62]

Também em 2010, 10 278 domicílios (99,37% do total) possuíam banheiros para uso exclusivo das residências; 10 151 (98,14% deles) eram atendidos por algum tipo de serviço de coleta de lixo; e 10 312 (99,70%) possuíam abastecimento de energia elétrica.[62] A criminalidade também ainda é um problema presente em Aparecida. Em 2012, foi registrada uma taxa de 37,1 homicídios para cada 100 mil habitantes, sendo o oitavo maior índice do estado de São Paulo e o 511º maior do Brasil.[63] O índice de acidentes de trânsito neste mesmo ano foi de 25,7 ocorrências para cada 100 mil residentes, ocupando a 67ª colocação a nível estadual e a 666ª a nível nacional.[64] Em relação à ocorrência de suicídios, a taxa foi de 2,9 ocorrências a cada 100 mil habitantes, sendo a 181ª maior taxa a nível estadual e a 1117ª a nível nacional.[65]

Saúde e educação[editar | editar código-fonte]

Em 2009, o município possuía 14 estabelecimentos de saúde entre hospitais, pronto-socorros, postos de saúde e serviços odontológicos, sendo onze públicos municipais e três particulares e 12 deles integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS), com um total de 84 leitos para internação (todos privados).[12] A Santa Casa de Aparecida é a principal unidade de saúde da cidade.[66] Em 2012, 99,7% das crianças menores de 1 ano de idade estavam com a carteira de vacinação em dia.[67] Em 2011, foram registrados 481 nascidos vivos,[68] sendo que o índice de mortalidade infantil neste ano foi de 16,6 óbitos de crianças menores de cinco anos de idade a cada mil nascidos vivos.[67] Em 2010, 2,83% das mulheres de 10 a 17 anos tiveram filhos (todas acima dos 14 anos), sendo a taxa de atividade em meninas entre 10 e 14 anos de 13,24%.[41] Do total de crianças menores de dois anos pesadas pelo Programa Saúde da Família em 2013, nenhuma apresentava desnutrição.[45]

Na área da educação, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) médio entre as escolas públicas de Aparecida era, no ano de 2011, de 5,3 (numa escala de avaliação que vai de nota 1 à 10), sendo que a nota obtida por alunos do 5º ano (antiga 4ª série) foi de 5,5 e do 9º ano (antiga 8ª série) foi de 5,0; o valor das escolas públicas de todo o Brasil era de 4,0.[69] Em 2010, 1,55% das crianças com faixa etária entre seis e quatorze anos não estavam cursando o ensino fundamental.[41] A taxa de conclusão, entre jovens de 15 a 17 anos, era de 55,9% e o percentual de alfabetização de jovens e adolescentes entre 15 e 24 anos era de 99,0%. Em 2013, a distorção idade-série entre alunos do ensino fundamental, ou seja, com com idade superior à recomendada, era de 7,5% para os anos iniciais e 17,5% nos anos finais e, no ensino médio, a defasagem chegava a 21,9%.[69] Em 2010, dentre os habitantes de 18 anos ou mais, 63,50% tinham completado o ensino fundamental e 43,85% o ensino médio, sendo que a população tinha em média 10,50 anos esperados de estudo.[41]

Em 2010, de acordo com dados da amostra do censo demográfico, da população total, 10 491 habitantes frequentavam creches e/ou escolas. Desse total, 545 frequentavam creches, 772 estavam no ensino pré-escolar, 364 na classe de alfabetização, 214 na alfabetização de jovens e adultos, 4 689 no ensino fundamental, 1 815 no ensino médio, 569 na educação de jovens e adultos do ensino fundamental, 523 na educação de jovens e adultos do ensino médio, 167 na especialização de nível superior, 804 no nível superior de graduação, 19 em mestrado e onze em doutorado. 24 516 pessoas não frequentavam unidades escolares, sendo que 2 001 nunca haviam frequentado e 22 515 haviam frequentado alguma vez.[70] O município contava, em 2012, com 7 596 matrículas nas instituições de educação infantil e ensinos fundamental e médio da cidade e dentre as 19 escolas que ofereciam ensino fundamental, 14 pertenciam à rede pública municipal, duas à rede estadual e três às redes particulares. Dentre as cinco instituições que forneciam o ensino médio, quatro pertenciam à rede pública estadual e uma à rede privada.[71]

Educação de Aparecida em números (2012)[71]
Nível Matrículas Docentes Escolas (total)
Ensino pré-escolar 950 39 14
Ensino fundamental 5 057 290 19
Ensino médio 1 589 97 5

Comunicação e serviços básicos[editar | editar código-fonte]

Vista parcial noturna da cidade, cujo abastecimento de energia elétrica é de responsabilidade da EDP Bandeirante.

O código de área (DDD) de Aparecida é 12[72] e o Código de Endereçamento Postal (CEP) vai de 12570-000 a 12570-999.[73] No dia 2 de dezembro de 2008, o município passou a ser servido pela portabilidade, juntamente com outros municípios com o mesmo DDD. A portabilidade é um serviço que possibilita a troca da operadora sem a necessidade de se trocar o número do aparelho.[74] A Rede Aparecida, sediada na cidade, é administrada pelo Santuário Nacional através da Fundação Nossa Senhora Aparecida, bem como a Rádio Aparecida. Também cabe ser ressaltada a Rádio Monumental, pertencente à igreja do Evangelho Vida Abundante. Dentre os periódicos locais, destacam-se o "Dinoite", "O Aparecida", "O Santuário" e "Tranca e Gamela".[59]

A responsável pelo serviço de abastecimento de energia elétrica é a EDP Bandeirante, bem como em boa parte do Vale do Paraíba. A autarquia fez de Aparecia o primeiro município do Brasil a utilizar equipamentos digitais que possibilitam o monitoramento do fornecimento e a detecção de falhas antes que elas provoquem blecautes.[75] [76] Os serviços de abastecimento de água e coleta de esgoto da cidade são feitos pelo Serviço Autônomo de Água, Esgotos e Resíduos Sólidos de Aparecida (SAAE),[77] sendo que em 2008 havia 4 783 unidades consumidoras e eram distribuídos em média 1 668 m³ de água tratada por dia.[78] A água que abastece o município é extraída do Rio Paraíba do Sul.[77]

Transportes[editar | editar código-fonte]

Estação Cultural de Aparecida, antiga estação ferroviária da cidade, pertencente à EFCB. A via férrea ainda está ativa e corta a cidade, mas não há transporte de passageiros.

A frota municipal no ano de 2013 era de 19 048 veículos, sendo 10 823 automóveis, 841 caminhões, 61 caminhões-trator, 1 338 caminhonetes, 956 caminhonetas, 77 micro-ônibus, 3 575 motocicletas, 374 motonetas, 543 ônibus, 115 utilitários, três tratores de rodas e 342 classificados como outros tipos de veículo.[79] Aparecida foi servida com transporte ferroviário de passageiros através da Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB), que atravessa o perímetro urbano. A estação ferroviária entrou em funcionamento em 1877 e esteve ativa até 1998, quando a condução de pessoas pela ferrovia foi encerrada. A via férrea ainda está ativa, sem transporte de passageiros, e a antiga estação foi transformada em centro cultural.[13]

Aparecida é cortada pela Rodovia Presidente Dutra (trecho da BR-116), que a liga diretamente às cidades de São Paulo e Rio de Janeiro e até às regiões Sul e Nordeste do Brasil, e pela Rodovia João Afonso de Souza Castellano (SP-66), que liga a cidade de São Paulo a São José dos Campos.[59] [80] Há um terminal rodoviário, atendido principalmente pelas empresas Itapemirim, Cometa e Pássaro Marron,[81] no entanto a maior parte dos turistas que frequentam Aparecida (68,86% do total) se desloca à cidade por meio de ônibus de excursões; seguida pelos carros de passeio (21,91%) e então pelos ônibus rodoviários (6,46%).[82] No Rio Paraíba do Sul, o transporte hidroviário é possibilitado para navegação de embarcações de pequeno porte.[13]

Cultura e lazer[editar | editar código-fonte]

Instituições culturais[editar | editar código-fonte]

Vista da Passarela da Fé com a Basílica de Nossa Senhora Aparecida em segundo plano.

Aparecida conta com legislações municipais de proteção ao patrimônio cultural material, ministradas por um setor subordinado a outra secretaria atuando como órgão gestor da cultura no município.[83] Dentre os espaços culturais, destaca-se a existência de uma biblioteca mantida pelo poder público municipal, museus, teatros, salas de espetáculos, clubes, associações recreativas e estádios ou ginásios poliesportivos, segundo o IBGE em 2005 e 2012.[84] [85] O Museu Nossa Senhora Aparecida, inaugurado em 8 de setembro de 1956, reúne objetos históricos da região, com destaque para as peças arqueológicas e instrumentos sacros, e funciona em anexo à Basílica.[86] O prédio da antiga estação ferroviária abriga um centro cultural que ocasionalmente organiza apresentações e mostras.[13] [87]

Há existência de equipes artísticas de manifestações tradicionais populares, grupos musicais, orquestras, bandas, associação literária, grupos de capoeira, grupos de artes plásticas e visuais e blocos carnavalescos, de acordo com o IBGE em 2012.[88] O artesanato também é uma das formas mais espontâneas da expressão cultural aparecidense, sendo que, segundo o IBGE, as principais atividades artesanais desenvolvidas são o bordado e trabalhos com madeira e materiais recicláveis.[89] A produção artesanal do município visa, em grande parte, a atender à demanda gerada pelo fluxo turístico.[59]

Atrativos e eventos[editar | editar código-fonte]

Bondinho de Aparecida, inaugurado em 25 de junho de 2014, com a Basílica e a cidade ao fundo.

Aparecida é um dos municípios paulistas considerados "estâncias turísticas" pelo estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual, garantindo uma verba maior por parte do estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de "Estância Turística", termo pelo qual passou a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.[90] Tal status se deve à importância cultural e histórica herdada do encontro da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, consolidada pela construção da Basílica de Nossa Senhora Aparecida, erguida em estilo neoclássico.[23]

A gama do Santuário Nacional abrange a Passarela da Fé, que tem 389 metros de comprimento e 35 metros de altura, liga a Basílica Velha ao novo templo e foi inaugurada em 1972; o aquário, com espécies tanto de água doce quanto salgada; o Centro de Apoio ao Romeiro, que é constituído por uma praça de alimentação e cerca de 380 lojas e está situado no estacionamento da basílica;[17] e o bondinho da cidade, que liga a Basílica, na chamada Estação Santuário, ao alto do Morro do Cruzeiro, com uma extensão de aproximadamente 1 170 metros sobre a cidade e a Rodovia Presidente Dutra e um desnível de 115 metros, tendo sido inaugurado em 25 de junho de 2014. O Morro do Cruzeiro é equipado com um mirante de 30 metros de altura em seu topo, também inaugurado em 2014,[91] sendo marcado por esculturas que representam as estações da Via Sacra.[17]

Além do Santuário Nacional, o complexo turístico do município abriga ainda marcos como o Porto Itaguaçu, que foi estruturado em 1997 e marca o trecho do Rio Paraíba do Sul onde a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi encontrada; a Basílica Velha, com sua arquitetura barroca, que foi inaugurada em 1888 em substituição à primeira capela que abrigou a representação (esta construída em 1734); o Seminário Missionário Bom Jesus, construído no final do século XIX como um grande centro de formação religiosa, tendo abrigado os papas João Paulo II e Bento XVI durante suas estadias em Aparecida; e a Igreja São Benedito, inaugurada em 1918.[17] O Mirante da Santa, situado no alto do morro da Rua Antônio Bittencourt da Costa, tem 17,6 metros de altura e é o maior monumento dedicado à Nossa Senhora Aparecida em todo o mundo.[17]

Conforme já citado, a população municipal de cerca de 36 mil habitantes pode superar a marca de 140 mil em períodos festivos e com a ocorrência de festas religiosas.[61] Dentre os eventos realizados na cidade, integrados ou não com as atividades do Santuário, cabem ser ressaltados o Encontro de Reis, em janeiro;[92] o Carnaval, organizado em fevereiro ou março, com desfiles dos blocos carnavalescos da cidade e espetáculos musicais com bandas regionais;[93] as celebrações da Semana Santa;[94] a Festa de São Benedito, que é realizada desde o começo do século XX, em abril, com missas e procissões pelas ruas da cidade e gincanas envolvendo a comunidade e as escolas;[95] e a Festa de Nossa Senhora Aparecida, em ocasião de seu dia comemorativo, em 12 de outubro, marcada por missas especiais e pela procissão do Porto Itaguaçu até a Basílica antes mesmo de amanhecer.[96]

Feriados[editar | editar código-fonte]

Em Aparecida há quatro feriados municipais e oito feriados nacionais, além dos pontos facultativos. Os feriados municipais são a Sexta-Feira Santa, que em 2014 é celebrada no dia 18 de abril; o dia de São Benedito, em 28 de abril; o dia da Consciência Negra, em 20 de novembro; e o dia do aniversário da cidade, em 17 de dezembro.[97] De acordo com a lei federal nº 9.093, aprovada em 12 de setembro de 1995, os municípios podem ter no máximo quatro feriados municipais com âmbito religioso, já incluída a Sexta-Feira Santa.[98] [99]

Vista panorâmica de Aparecida a partir do Mirante do Cruzeiro

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). Aparecida - Histórico. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Página visitada em 1º de agosto de 2014. Cópia arquivada em 1º de agosto de 2014.
  2. a b Eleições 2012 (7 de outubro de 2012). Candidatos a Prefeito Aparecida/SP. Página visitada em 8 de julho de 2014. Cópia arquivada em 8 de julho de 2014.
  3. a b Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais (19 de julho de 2013). Divisão Territorial do Brasil. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Página visitada em 8 de julho de 2014.
  4. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (15 de janeiro de 2013). Área territorial oficial. Página visitada em 8 de julho de 2014. Cópia arquivada em 8 de julho de 2014.
  5. a b c d Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1º de julho de 2013). Estimativas da população residente nos municípios brasileiros com data em 1º de julho de 2013. Página visitada em 9 de setembro de 2013. Cópia arquivada em 9 de setembro de 2013.
  6. a b c Atlas do Desenvolvimento Humano (29 de julho de 2013). Ranking IDH-M Municípios 2010. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Página visitada em 8 de julho de 2014. Cópia arquivada em 8 de julho de 2014.
  7. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2011). Produto Interno Bruto dos Municípios - 2011 » PIB a preços correntes » Comparação entre os Municípios: São Paulo. Página visitada em 9 de fevereiro de 2014. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2014.
  8. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2011). Produto Interno Bruto dos Municípios - 2011 » PIB a preços correntes » Comparação entre os Municípios: São Paulo. Página visitada em 9 de fevereiro de 2014. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2014.
  9. a b c Embrapa Monitoramento por Satélite. São Paulo. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 27 de julho de 2013.
  10. a b c d Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri). Aparecida. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  11. a b c Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). População residente por sexo, situação e grupos de idade - Amostra - Características Gerais da População. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  12. a b Cidades@ - IBGE (2009). Serviços de Saúde 2009. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2014.
  13. a b c d e Estações Ferroviárias do Brasil (31 de março de 2014). Aparecida. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  14. a b c d Prefeitura. História da cidade. Página visitada em 1º de agosto de 2014. Cópia arquivada em 1º de agosto de 2014.
  15. a b Böing, Mafalda Pereira. Nossa Senhora Aparecida - A padroeira do Brasil, São Paulo: Edições Loyola, 2007, pp. 20-22
  16. a b Apostolado dos Sagrados Corações. Basílica Nova - Santuário Nacional. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  17. a b c d e Prefeitura. Pontos Turísticos. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2014.
  18. a b c Patron Saints Index (6 de agosto de 2010). Our Lady of Aparecida. Página visitada em 1º de agosto de 2014. Cópia arquivada em 1º de agosto de 2014.
  19. a b c Mary Pages (27 de novembro de 2011). Our Lady of Aparecida. Página visitada em 1º de agosto de 2014. Cópia arquivada em 1º de agosto de 2014.
  20. a b Santos, Lourival. "A cor da santa: Nossa Senhora Aparecida e a construção do imaginário sobre a padroeira do Brasil". In: Silva, Vagner. Imaginário, cotidiano e poder. Selo Negro, 2007, p. 88
  21. a b Cultura Brasil (8 de janeiro de 2012). Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  22. Santos, Lúcia dos. Nossa Senhora, Rogai por Nós. Rio de Janeiro: Ediouro Publicações, 2007. pp. 8-9
  23. a b c d Basílica de Nossa Senhora Aparecida (2013). Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  24. a b Antonio Carlos Pries Devide (13 de maio de 2013). História ambiental do Vale do Paraíba pp. 6. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  25. Instituto Florestal (IF). Mapa florestal dos municípios de São Paulo - Aparecida. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  26. Agência Nacional de Águas (ANA) (12 de novembro de 2012). Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  27. Marcelo Fischer Gramani (11 de setembro de 2004). Diagnóstico das inundações em áreas planas do Rio Paraíba do Sul e Mantiqueira, SP: subsídio para o plano de contingência pp. 551–552. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  28. Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo. Monitoramento Hidrometeorológico - Municípios - Aparecida (Estação Bonfim). Página visitada em 5 de agosto de 2014.
  29. Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo. Monitoramento Hidrometeorológico - Municípios - Aparecida (Estação Aparecida). Página visitada em 5 de agosto de 2014.
  30. Light S.A.. Monitoramento Hidrometeorológico - Municípios - Aparecida (Estação Aparecida). Página visitada em 15 de agosto de 2014.
  31. World Map of the Köppen-Geiger climate classification. World Map of the Köppen-Geiger climate classification. Institute for Veterinary Public Health. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 24 de abril de 2011.
  32. Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri). Classificação Climática de Köppen do Estado de São Paulo. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de janeiro de 2014.
  33. Portal Brasil (6 de janeiro de 2010). Clima. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de novembro de 2011.
  34. Biblioteca IBGE. Brasil - Climas. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de novembro de 2011.
  35. Prefeitura. Prefeitura promove ações contra queimadas. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  36. a b Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo. Chuvas - Médias Diárias – 03/1988. Agência Nacional de Águas (ANA). Página visitada em 5 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 5 de agosto de 2014.
  37. Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo. Chuvas - Médias Diárias – 12/2000. Agência Nacional de Águas (ANA). Página visitada em 5 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 5 de agosto de 2014.
  38. Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo. Chuvas - Médias Diárias – 01/1948. Agência Nacional de Águas (ANA). Página visitada em 5 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 5 de agosto de 2014.
  39. Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) (2010). Ranking de Descargas Atmosféricas de São Paulo. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Página visitada em 2 de agosto de 2014.
  40. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). Tabela 200 - População residente por sexo, situação e grupos de idade - Amostra - Características Gerais da População. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  41. a b c d e f g h Atlas do Desenvolvimento Humano (2013). Perfil - Aparecida, SP. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  42. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). População de Aparecida por raça e cor. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  43. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). Tabela 1505 - População residente, por naturalidade em relação ao município e à unidade da federação - Resultados Gerais da Amostra. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  44. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). Tabela 631 - População residente, por sexo e lugar de nascimento. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  45. a b c Portal ODM. 1 - acabar com a fome e a miséria. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  46. Portal ODM. Perfil municipal. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  47. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). Tabela 2094 - População residente por cor ou raça e religião. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  48. Arquidiocese de Aparecida. Paróquias. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  49. Flávio Henrique M. Lima (9 de fevereiro de 2006). O Poder Público Municipal à frente da obrigação constitucional de criação do sistema de controle interno. JusVi. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 6 de maio de 2012.
  50. DJI. Constituição Federal - CF - 1988 / Art. 29. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 6 de maio de 2012.
  51. Eleições 2012 (7 de outubro de 2012). Candidatos a Vereador Aparecida/SP. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  52. Migalhas. Apontamentos sobre a história da comarca. Página visitada em 2 de agosto de 2014.
  53. Tribunal Superior Eleitoral (TSE) (12 de abril de 2013). Consulta Quantitativo. Página visitada em 2 de agosto de 2014.
  54. a b c d e Cidades@ - IBGE (2011). Produto Interno Bruto dos Municípios. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  55. Cidades@ - IBGE (2012). Estatísticas do Cadastro Central de Empresas. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  56. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). Domicílios particulares permanentes, por classes de rendimento nominal mensal domiciliar per capita. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  57. a b Cidades@ - IBGE (2012). Pecuária 2012. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  58. Cidades@ - IBGE (2012). Lavoura Temporária 2012. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  59. a b c d e f Cidade Aparecida. Cidade. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  60. Cidades@ - IBGE (2012). Extração vegetal e silvicultura - 2012. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  61. a b Cristina Moreno de Castro (4 de abril de 2009). Poluição afasta fiéis de rio onde imagem de santa foi achada. Folha de S. Paulo. Página visitada em 2 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2014.
  62. a b c Cidades@ - IBGE (2010). Censo Demográfico 2010: Características da População e dos Domicílios: Resultados do Universo. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2014.
  63. Julio Jacobo Waiselfisz (2 de julho de 2014). Número e taxas (por 100 mil) de homicídio em municípios com mais de 20.000 habitantes (xls). Mapa da Violência. Página visitada em 3 de agosto de 2014.
  64. Julio Jacobo Waiselfisz (2 de julho de 2014). Número e taxas (por 100 mil) de óbitos em acidentes de transporte em municípios com mais de 20.000 habitante (xls). Mapa da Violência. Página visitada em 3 de agosto de 2014.
  65. Julio Jacobo Waiselfisz (2 de julho de 2014). Número e taxas (por 100 mil) de suicídio em municípios com mais de 20.000 mil habitantes (xls). Mapa da Violência. Página visitada em 3 de agosto de 2014.
  66. Moisés Rosa (2 de agosto de 2014). Com 11 milhões de turistas ao ano, Aparecida vai construir unidade de emergência e ampliar atendimentos. Meon Notícias. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2014.
  67. a b Portal ODM (2012). 4 - reduzir a mortalidade infantil. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2014.
  68. Portal ODM (2012). 5 - melhorar a saúde das gestantes. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2014.
  69. a b Portal ODM (2012). 2 - educação básica de qualidade para todos. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2014.
  70. Cidades@ - IBGE (2010). Censo Demográfico 2010: Resultados da Amostra - Educação. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2014.
  71. a b Cidades@ - IBGE (2012). Ensino, matrículas, docentes e rede escolar 2012. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2014.
  72. Guia Mais. DDD da Cidade. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 16 de julho de 2012.
  73. Correios. CEP de cidades brasileiras. Página visitada em 3 de agosto de 2014.
  74. Portal São José dos Campos (2 de dezembro de 2008). TIM aposta na portabilidade para conquistar clientes no Vale do Paraíba e Baixada Santista. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2014.
  75. G1 (1º de novembro de 2012). Brasil começa a investir em redes inteligentes de energia elétrica. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2014.
  76. Renêe Pereira (20 de outubro de 2011). EDP vai tornar Aparecida a primeira cidade com energia inteligente do país. O Estado de S. Paulo. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2014.
  77. a b Serviço Autônomo de Água, Esgotos e Resíduos Sólidos de Aparecida (SAAE). Tratamento de Água. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2014.
  78. Cidades@ - IBGE (2008). Pesquisa Nacional de Saneamento Básico - 2008. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2014.
  79. Cidades@ - IBGE (2013). Frota 2013. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2014.
  80. Google Maps. Acessado em 3 de agosto de 2014.
  81. Informe Turístico. Rodoviária de Aparecida. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2014.
  82. Jornal O Lince (11 de setembro de 2010). Aparecida, Santuário e 40 anos de peregrinações: Aparecida sob a ótica do turista. Página visitada em 3 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2014.
  83. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2012). Órgão gestor e legislação da cultura. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2014.
  84. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2005). Equipamentos culturais. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2014.
  85. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2005). Equipamentos culturais e meios de comunicação. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2014.
  86. A12. Museu Nossa Senhora Aparecida. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2014.
  87. Prefeitura (11 de novembro de 2013). Aparecida terá a I Semana Cultural da Consciência Negra: Tema: A Consciência Negra no Século XXI. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2014.
  88. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2012). Grupos artísticos. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2014.
  89. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2012). Principais atividades artesanais. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2014.
  90. Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) (8 de julho de 2014). Três municípios paulistas tornam-se estâncias turísticas. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2014.
  91. A12 (23 de junho de 2014). Inauguração oficial dos Bondinhos Aéreos acontece nesta quarta-feira. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2014.
  92. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2005). Principais festas populares. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2014.
  93. Prefeitura. Prefeitura apoia festejos do Carnaval 2014. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2014.
  94. A12 (23 de abril de 2014). Santuário recebeu 40 mil devotos a mais que o esperado na Semana Santa. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2014.
  95. A12 (16 de março de 2014). Festa de São Benedito em Aparecida começa a ser preparada. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2014.
  96. Gerson Monteiro (12 de outubro de 2011). Aparecida-SP recebe 150 mil fiéis no dia da padroeira. Agência Estado. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2014.
  97. Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) (13 de dezembro de 2013). Relação de feriados municipais para 2014. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2014.
  98. Sérgio Ferreira Pantaleão. Carnaval - é ou não feriado? folga automática pode gerar alteração contratual. Guia Trabalhista. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  99. Guia Trabalhista. Lei Nº 9.093, de 12 de setembro de 1995. Página visitada em 4 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikcionário Definições no Wikcionário
Wikisource Textos originais no Wikisource
Commons Categoria no Commons