Falun Gong

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Símbolo do Falun Gong

Falun Dafa, também conhecido como Falun Gong (法輪功), é uma prática avançada de cultivo de mente e corpo, composta de cinco exercícios de qigong (chi kung), sendo quatro em pé e um sentado em meditação.

Praticantes desenvolvem fortes valores morais e buscam se assimilar à natureza do Universo através da aplicação dos princípios verdade, benevolência e tolerância (Zhen-Shan-Ren) em suas vidas.

Tornado público pela primeira vez em 1992, na República Popular da China, pelo mestre Li Hongzhi, Falun Dafa popularizou-se rapidamente devido aos grandes benefícios proporcionados à saúde mental e física das pessoas, além do fortalecimento do caráter moral, alcançando em apenas cinco anos mais de 70 milhões de praticantes só na China, segundo pesquisas estatísticas do próprio governo.

Atualmente Falun Dafa é praticado em mais de 80 países, por mais de 100 milhões de pessoas, e estima-se que este número continua crescendo rapidamente, porém não existem registros oficiais.

Possui uma vasta literatura composta de diversos livros e conferências de autoria do Sr. Li Hongzhi, com os principais já tendo sido traduzidos para mais de quarenta idiomas, disponíveis gratuitamente para download, além de materiais audiovisuais, possibilitando o aprendizado autodidático.

Sem adotar formas religiosas, como rituais, adorações, hierarquia e preceitos, a classificação do Falun Dafa se torna difícil nas culturas ocidentais, pois apesar de o objetivo final dos praticantes de Falun Dafa ser atingir a Iluminação, ou perfeição espiritual, que é o mesmo objetivo de outras religiões orientais como o Budismo e o Taoismo, esta prática de cultivo interno não pode ser classificada como uma religião ou culto.

De acordo com a tradição Chinesa o Sr. Li Hongzhi é respeitosamente referido como "Mestre" ou "Professor", porém não aceita tratamento especial ou doações financeiras dos estudantes de Falun Dafa. Ele assegurou que a prática esteja disponível para todas as pessoas, e sem nenhum termo ou condição. Por sua contribuição para a Humanidade, Li Hongzhi recebeu mais de 1.000 honrarias e prêmios oficiais[1] e fora indicado quatro vezes ao Nobel da Paz.

Retrospectiva histórica[editar | editar código-fonte]

Os cinco exercícios.

Falun Gong, uma prática que tem beneficiado 100 milhões de pessoas em mais de 80 países

Falun Gong é uma antiga forma de qigong. Qigong, o que se traduz como "exercício de cultivo", é o termo genérico para as práticas de refinamento da mente e do corpo através de exercícios físicos e mentais especiais. Ao longo da história da China e em algumas outras partes do mundo, muitas escolas de qigong têm existido, cada uma com suas características e ênfase próprias. Algumas escolas têm tomado a forma de religião, algumas têm sido transmitidas de um mestre para apenas alguns poucos discípulos, e alguns têm tomado a forma de exercícios populares. Tai-chi e alguns ramos de yoga são exemplos de exercícios populares, ao mesmo tempo em que o budismo e o taoísmo podem ser considerados formas religiosas de qigong, com os primeiros enfatizando o cultivo da mente e a meditação e os últimos prestando uma atenção particular ao refinamento do corpo através de exercícios únicos.

Falun Gong distingue-se das outras práticas de qigong por enfatizar ambos, o cultivo da mente e o refinamento do corpo. O Sr. Li Hongzhi, fundador do Falun Gong, ensina aos seus alunos que para atingir-se uma total melhora de saúde deve-se primeiramente ser uma boa pessoa, de alto caráter moral. Ao seguir os princípios do Falun Gong "Verdade-Benevolência-Tolerância" os praticantes dedicam-se ao cultivo do seu eu interior e da melhoria da sua qualidade mental e moral. Isso, combinado com cinco conjuntos de exercícios suaves e de eficácia comprovada na melhoria da saúde, permitiu que os praticantes conseguissem alcançar um propósito de vida, moralidade, melhoria da saúde e paz interior. Em 1999 Falun Gong havia se tornado um fenômeno global de mais de 100 milhões de praticantes em mais de 80 países, apenas sete anos após a sua introdução ao público.

Hostilidade do governo chinês em relação ao Falun Gong[editar | editar código-fonte]

Os benefícios da prática do Falun Gong para a sociedade e para as pessoas foram originalmente reconhecidos e elogiados por vários níveis do governo chinês. De fato, as considerações positivas das autoridades haviam facilitado a propagação do Falun Gong, no início dos anos 1990. Os meios de comunicação, controlados pelo estado (incluindo jornais nacionais e locais, canais de TV e estações de rádio), frequentemente cobriam as atividades e os benefícios da prática do Falun Gong.

A crescente popularidade do Falun Gong, porém, foi tida como demasiada para alguns funcionários dentro do governo chinês. De minados clandestinos no início de 1994, para a orquestrada campanha difamatória e à proibição Falun Gong e dos livros do Falun Gong em 1996, até a perseguição policial em 1997, certos blocos de poderes dentro do governo chinês aumentaram gradualmente a sua perseguição traiçoeira até ataques ostensivos. Em 23 de abril de 1999, em plena luz do dia, forças policiais armadas na cidade de Tianjin violentamente agrediram centenas de praticantes de Falun Gong e arbitrariamente detiveram 45 deles.

O jornal The Epoch Times, com sede nos Estados Unidos, cujo objetivo inicial foi expor a perseguição ao Falun Gong na China[2] , está presente em 35 países e em 21 idiomas.

O "apelo pacífico de 25 de Abril" por praticantes de Falun Gong[editar | editar código-fonte]

Manifestação de praticantes fora do complexo governamental de Zhongnanhai em Abril de 1999 pedindo o reconhecimento oficial do movimento.

Dois dias depois, no dia 25 de abril de 1999, mais de 10 000 praticantes de Falun Gong reuniram-se tranquilamente em Beijing do lado de fora do Gabinete de Apelações do Conselho Estadual, localizado ao lado do Complexo de Liderança Chinesa, para pedir a libertação dos praticantes detidos em Tianjin e a suspensão da proibição dos livros do Falun Gong.

A manifestação foi pacífica, ordeira e legal. Após o Primeiro Ministro Zhu Rongji se reunir com alguns dos praticantes presentes, ordenou a libertação das pessoas detidas em Tianjin e então os praticantes calmamente se dispersaram. Devido a esta manifestação o Falun Gong começou a receber atenção internacional.

Prisão de praticantes na China

No entanto, o então presidente da China, Jiang Zemin, se ressentiu com a solução pacífica. Aparentemente na busca de uma conquista retumbante para aumentar a sua autoridade pessoal, em 20 de julho de 1999, sem o devido processo, Jiang ordenou o início da perseguição contra o Falun Gong, não obstante o fato de que muitos dentro do governo já eram eles próprios praticantes ou possuíam uma opinião favorável em relação ao Falun Gong. Mais tarde, em outubro, Jiang ordenou que o legislador nacional chinês aprovasse uma lei para permitir uma repressão mais dura. O The Washington Post observou em artigo de 2 de novembro de 1999 que:

Desde 20 de julho de 1999, mais de 100.000 praticantes, incluindo mulheres grávidas, idosos e crianças em tenra idade, tem sido enviados a campos de trabalho forçado sem julgamento; milhares foram ilegalmente encarcerados, por períodos até superiores a 18 anos; e milhões de pessoas inocentes foram detidas e presas arbitrariamente, quase todos sob condições desumanas. Milhares de praticantes foram detidos e severamente torturados com drogas prejudiciais causadoras de danos ao sistema nervoso em hospitais de saúde mental. Outros milhares foram assassinados na prisão, enquanto incontáveis outras mortes estão ainda sem explicação.[carece de fontes?]

Entretanto, Jiang criou um sistema nacional, o "Departamento 610", com absoluta autoridade sobre o poder judicial e todos os níveis do Partido Comunista, exclusivamente para erradicar o Falun Gong. A extensão e gravidade das atrocidades são difíceis de se compreender.[carece de fontes?]

Perseguição[editar | editar código-fonte]

Em 1999 o ex-líder do Partido Comunista Chinês (PCC) Jiang Zemin, iniciou uma violenta perseguição aos praticantes de Falun Dafa na China, alegando que a prática seria um culto diabólico, ou uma religião política opositora ao Partido Comunista. A partir daí desencadeou-se uma campanha propagandística massiva e uso dos meios de comunicação, todos totalmente controlados pela ditadura, para denegrir a imagem do Falun Dafa frente a população chinesa, visando justificar a violenta repressão. Desde então milhares de denúncias de praticantes de Falun Dafa sendo demitidos de seus empregos, presos sem julgamento, brutalmente torturados, enviados para campos de trabalho forçado, executados, vítimas de extração forçada de órgãos vitais enquanto vivos e comercializados em escala industrial[3] , e da existência de crematórios humanos, têm sido feitas a autoridades de Direitos Humanos fora da China. O número de praticantes mortos por tortura policial até agora comprovado é de 3.242 pessoas,[4] porém, o número real é desconhecido.

A perseguição e genocídio aos praticantes de Falun Dafa continua até hoje, e somente na China a prática é proibida.

" "
Regiões da China onde seriam feitas
extrações de órgãos de praticantes
de Falun Gong.
" "
Fotos demonstrando o resultado de torturas...
" "
...contra praticantes em
campos de trabalho forçado.

Uma auto-imolação encenada[editar | editar código-fonte]

O regime de Jiang lançou simultaneamente uma campanha de desinformação de longo alcance para justificar a sua perseguição e para escapar à condenação mundial. A mídia de circulação nacional tem inundado a imprensa e ondas de rádio com informações fabricadas acerca do Sr. Li Hongzhi e do Falun Gong. Tal como acontece com todas as mentiras, a propaganda falha miseravelmente nos detalhes. Por exemplo, o governo chinês forjou a alegação de que a prática do Falun Gong levou 1.400 pessoas à morte ou a tornarem-se insanas. Esse número, mesmo presumindo-se que seja verdadeiro, dividido por 100 milhões de praticantes, estaria muitas ordens de grandeza inferior à média nacional. Em outro exemplo, o governo chinês alegou que o Sr. Li Hongzhi havia falsificado sua data de nascimento e até mesmo produzido um "registro hospitalar " para provar que a sua mãe fora tratada com oxitocina em 1952, antes de seu nascimento. A oxitocina, no entanto, não fora identificada até 1953.[carece de fontes?]

No início de 2001, desesperado para inverter a maré, o governo chinês tentou um escandaloso golpe publicitário: a auto-imolação forjada de cinco pessoas na Praça Tiananmen.[carece de fontes?]

A mídia gerenciada pelo estado, então, atribuiu a culpa ao Falun Gong. Esta encenação de auto-imolação, no entanto, tem sido analisada por repórteres neutros e observadores cuidadosos do mesmo videotape que foi publicado pelo governo chinês:[carece de fontes?]

1. Uma matéria de investigação publicada pelo The Washington Post revelou que a Sra. Liu Chunling, um dos "imoladores", nunca havia praticado Falun Gong;

2. A polícia estava misteriosamente patrulhando a Praça Tiananmen, com dezenas de peças de equipamento de extinção de incêndio nesse dia;

3. Liu Siying, a menina de 12 anos, foi supostamente submetida a uma traqueotomia, mas falou e cantou com clareza, uma impossibilidade médica;

4. Ms. Hao Huijun, outro "imolador", foi relatado como tendo se formado na Academia de Música Henan em 1974, época da Revolução Cultural, quando nenhum aluno se formou;

5. O Sr. Wang Jindong foi mostrado como se houvesse sido gravemente queimado; no entanto, o seu cabelo e a garrafa de plástico de 7 Up que ele havia "utilizado para espirrar gasolina" milagrosamente permaneceram intactos.

Estas falhas levaram o Desenvolvimento da Educação Internacional, uma ONG da ONU, a publicar a seguinte declaração durante a sessão de 2001 da Subcomissão das Nações Unidas para a Promoção e Proteção dos Direitos do Homem:[carece de fontes?]

Foi realizada uma análise da filmagem feita pela Televisão Central da China (CCTV) das imolações encenadas.[5]

O único objetivo da perseguição do governo chinês é forçar os praticantes de Falun Gong a renunciarem à sua crença. Esta coerção contra a consciência, no entanto, não se mantêm apenas na China.

O governo chinês tem repetidamente feito ameaças de sanções econômicas para com os países, estados, cidades e empresas que ousam criticar a sua perseguição ao Falun Gong. Isso cria um medo, um medo de ser deixado de fora de algum benefício econômico, o medo de falar em nome da consciência. Com esta tática, o governo chinês tem induzido diversas grandes corporações ocidentais de mídia e notícia a aplicar a auto-censura na divulgação das violações dos direitos humanos na China, forçado cidades de certo número de países a rescindir seu apoio moral às vítimas, e até mesmo coagido alguns governos democráticos para abafar as vozes de praticantes do Falun Gong.

As agências chinesas, no entanto, não se limitaram à chantagem. O membro do Parlamento Canadense Rob Anders tinha o seguinte a dizer sobre uma agressão física por diplomatas chineses em fevereiro de 2000:[carece de fontes?]

Incidentes semelhantes de intimidação e de agressão também têm ocorrido em países como: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Bulgária, Camboja, Coreia do Sul, Dinamarca, Escócia, Estados Unidos, Fiji, França, Hong Kong e Macau, Hungria, Indonésia, Islândia, Israel, Itália, Japão, Malásia, México, Mianmar, Nova Zelândia, Peru, Romênia, Rússia, Singapura, Suécia, Suíça, Tailândia, Taiwan, Ucrânia, Venezuela, e muitos outros. Em termos simples, o Governo chinês tem exportado a sua perseguição para o mundo como uma campanha mundial do mal contra a consciência.

No Brasil, um episódio foi registrado em Brasília em 2014, coincidente à presença do líder chinês Xi Jinping para a XI Cúpula do BRICS, quando manifestantes brasileiros e chineses foram hostilizados por turistas chineses fiéis ao governo, com aparente treinamento de contenção de manifestações.[6] [7]

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Falun gong in new york city.jpg
Manifestações em Nova Iorque:
encenação de torturas
e parada de praticantes (2009).


Pela sua crença, e também pela Humanidade, os praticantes de Falun Gong têm se levantado contra a maldade. Em meio à violência e as mentiras do governo chinês, os praticantes de Falun Gong têm aderido à paz e à verdade. Ao longo de toda a brutal perseguição, os praticantes do Falun Gong têm permanecido fiéis aos princípios da "Verdade-Benevolência-Tolerância." Eles continuam pacíficos durante os espancamentos da polícia e permanecem pacíficos quando presidiários são instigados pela polícia para torturá-los.

A sua grande tolerância, compaixão e retidão tem inspirado muitos torturadores a até mesmo tornarem-se praticantes de Falun Gong.

Uma vez que a perseguição é totalmente baseada e sustentada por mentiras, os praticantes de Falun Gong também tem enfrentado grandes riscos para informar o público sobre a verdade.

Em 5 de março de 2002, praticantes de Falun Gong, na cidade de Changchun, com sucesso aproveitaram um sistema local de televisão a cabo a fim de divulgar documentários expondo a perseguição brutal realizada pelo governo chinês. Transmissões similares seguiram em muitas outras cidades. Por estes atos virtuosos os praticantes sofreram enormemente. Em Changchun apenas, mais de 5.000 pessoas foram detidas, e, pelo menos, uma dúzia morreu de tortura durante o "interrogatório". Até mesmo um turista, o cidadão dos EUA Dr. Charles Li, foi preso com um mandado de três anos sob a acusação de "intenção" de levar a cabo uma difusão semelhante. Praticantes de Falun Gong de nacionalidades estrangeiras também têm participado em esclarecer os fatos para o povo chinês. Em 20 de novembro de 2001, trinta e seis ocidentais reuniram-se na Praça Tiananmen, em Pequim, para realizar uma petição pacífica. Desde então, centenas de cidadãos estrangeiros de dezenas de países tem ido para a China para dizer ao povo chinês que o Falun Gong é bem-vindo e legalmente praticado em todos os outros lugares do mundo. Todos eles foram presos, maltratados, e deportados; muitos foram severamente agredidos.

Os praticantes do Falun Gong têm feito grandes sacrifícios para expor a perseguição e esclarecer a verdade dos fatos sobre o Falun Gong. A sua benevolência tem despertado grande número de pessoas antes enganadas pela propaganda do ódio, de seguir cegamente ordens de governo, e de ter sido inadvertidamente cúmplices do mau.

Encenação da retirada de órgãos de praticantes de Falun Gong (protesto em Praga, 2005)

É importante assinalar que a perseguição do Governo chinês ao Falun Gong não é um desvio da contínua perseguição de 50 anos aos intelectuais, ativistas trabalhistas, dissidentes, cristãos, budistas, não-conformistas e outros. Diversos estudos realizados por acadêmicos ocidentais indicaram que oitenta milhões de pessoas, ou mais, pereceram devido à perseguição sem fim durante o mandato do Estado Comunista Chinês.

Estes assassinatos são muito mais numerosos até mesmo que os dos nazistas, e eles são todos nascidos do mesmo propósito: a destruição da natureza humana.

A persistência pacífica e os sofrimentos atrozes dos praticantes do Falun Gong têm chamado a atenção internacional para os crimes hediondos do Governo chinês contra a Humanidade. Com a ajuda de muitos advogados de direitos humanos, praticantes de Falun Gong em onze países têm movido ações judiciais contra Jiang e seus tenentes por, entre outros crimes, genocídio, tortura e outros crimes contra a Humanidade. Nos tribunais de Nova York e São Francisco, praticantes de Falun Gong têm ganhado os seus casos sobre omissão. À medida que mais e mais fatos chocantes de incitamento ao ódio pelo regime de Jiang, terrorismo de Estado, violência e crueldade são revelados, o dia de um novo julgamento de Nuremberg pelos crimes do regime contra a consciência é destinado a vir a acontecer.

A perseguição ao Falun Gong ainda está em curso na China; o número de mortes aumenta diariamente. Muitos praticantes de Falun Gong têm arriscado tudo para divulgar as violações que eles ou seus amigos praticantes sofreram. Os casos reportados pelos relatores especiais da Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas representam uma fração muito pequena das tragédias, embora não devam ser menos considerados, a fim de evitar que os valores de esperança, coragem e os direitos humanos mais fundamentais sejam abandonados.


Vigília em Washington...
" "
...e faixa de protesto em Taiwan.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Clearwisdom. Governmental Awards and Recognition of Falun Dafa from China and the World. (em inglês)
  2. https://www.epochtimes.com.br/tag/falun-gong/
  3. Organharvestinvestigation. BLOODY HARVEST Revised Report into Allegations of Organ Harvesting of Falun Gong Practitioners in China. (em inglês)
  4. Clearwisdom. Gruesome Death Toll - 3305 Confirmed Dead, Tens of Thousands More Unconfirmed. (em inglês)
  5. False Fire. About "Self-Immolation". (em inglês)
  6. Alberto Fiaschitello (19 de julho de 2014). Praticantes do Falun Gong são agredidos por chineses em Brasília Epoch Times. Visitado em 20 de julho de 2014.
  7. Vídeo mostra briga entre chineses e brasileiros na Praça dos Três Poderes G1 (18 de julho de 2014). Visitado em 20 de Julho de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]