Avenida Niemeyer

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Avenida Niemeyer é uma via de ligação da cidade do Rio de Janeiro. Constitui-se como uma das mais importantes avenidas da Zona Sul, ligando o bairro do Leblon a São Conrado, beirando um costão de pedra e o Oceano Atlântico.

Nela, está localizado o Hotel Sheraton, na altura da favela do Vidigal. O homem que a tirou do papel foi o engenheiro militar Conrado Jacob de Niemeyer, fundador do Clube de Engenharia. Tudo começou em 1891. Era para ser uma estrada de ferro, mas avançou apenas 800 metros. Cortar a rocha era um desafio. Depois, já em 1913, a obra seguiu mais 400 metros em direção a São Conrado.

Três anos depois, em 1916, o engenheiro Conrado Jacob Niemeyer bancou e terminou a construção – pouco mais de cinco quilômetros, ainda em chão de terra e sem muretas de proteção, mas que permitiram a expansão do Rio com mais conforto, para além do Dois Irmãos. O carioca seguia caminho, sempre à beira-mar, rumo a São Conrado e à Barra da Tijuca.

Em tempos antigos, havia corridas de "baratinhas", quando a Avenida Niemeyer era um trecho do clássico Circuito da Gávea.

Depois de uma festa, no dia 24 de julho de 1977, o corpo da jovem Claudia Lessin Rodrigues foi encontrado no costão da Avenida Niemeyer. A tragédia causou grande impacto: ela teria sido morta no apartamento de Michel Frank, no Leblon. Com a ajuda do cabeleireiro George Khour, Frank tentou ocultar o corpo.

Problemas[editar | editar código-fonte]

A avenida já foi cenário de crimes de grande repercussão na cidade, como o caso Cláudia Lessin Rodrigues.[1]

A Niemeyer corre riscos constantes de fechamento por deslizamento de barreiras, durante chuvas.

Referências

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