Sérgio Mamberti

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Sérgio Mamberti
OMC
Mamberti em novembro de 2010.
Nome completo Sérgio Duarte Mamberti
Nascimento 22 de abril de 1939 (81 anos)
Santos, SP
Nacionalidade brasileiro
Ocupação
Atividade 1962–presente
Progenitores Mãe: Maria José Duarte
Pai: Italo Mamberti
Parentesco Cláudio Mamberti (irmão)
Cônjuge Vivian Benvinda Behar Mehr (1964–1980; viúvo)
Filho(s) Duda Mamberti
Outros prêmios
Lista

Sérgio Duarte Mamberti OMC (Santos, 22 de abril de 1939) é um ator, diretor, produtor, autor, artista plástico e político brasileiro. Formado pela Escola de Artes Dramáticas de São Paulo, é dramaturgo há mais de 50 anos. É irmão do falecido ator Cláudio Mamberti e pai do ator Duda Mamberti.[1][2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nascido em 1939, na cidade de Santos, no litoral de São Paulo, Sérgio formou-se no curso de artes cênicas da Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (EAD).[3] Fez sua estreia no teatro na peça Antígone América escrita por Carlos Henrique Escobar, produzida por Ruth Escobar e dirigida por Antônio Abujamra.[4]

Após a peça no ano de 1963, passou a integrar o grupo de teatro Decisão, juntamente com nomes como Abumjara, Glauce Rocha e Plínio Marcos.[5] Pelo grupo participou da peça O Balcão de Jean Genet o que lhe garantiu o Prêmio Governador do Estado de São Paulo, na categoria 'melhor ator coadjuvante'.[6]

Na década de 1970, juntamente com seu irmão Cláudio Mamberti participou de inúmeras peças de teatro na capital paulista trabalhando com importantes nomes da dramaturgia brasileira como Beatriz Segall, Regina Duarte e Paulo José.[5][7]

Nos anos de 1980, interpretou Galeno Sampaio na novela Brilhante da Rede Globo.[8] Em 1984, interpretou Rei Claúdio na peça Hamlet, do inglês William Shakespeare organizado por Marco Aurélio.[9] No mesmo ano viveu Argan na peça Tartufo, de Molière dividindo a peça com Paulo Autran, sob a direção de José Possi Neto.[5] Em 1998, viveu um de seus personagens mais marcantes Eugênio, mordomo homossexual de Celina (Nathália Timberg), no folhetim Vale Tudo de Gilberto Braga.[10][11]

Ainda na década de 1980, foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) de quem participou efetivamente do processo.[12][13]

Na década de 1990, viveu um de seus personagens mais marcantes Dr. Victor no programa infanto-juvenil Castelo Rá-Tim-Bum da TV Cultura.[14][15]

Após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002, Sérgio participou da parte cultural do governo, ocupando cargos e participando de conselhos.[16][17]

Em 2013, viveu o vilão Dionísio na novela Flor do Caribe.[18][19] Em 2016, fez sua estreia nos serviços de streaming na série 3% produzida pela Netflix.[20]

No ano de 2017, foi homenageado na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP) no dia do ator.[21] Em 2018, venceu o prêmio Grande Prêmio da Crítica APCA.[22]

Em 2019, ganhou destaque na peça 'O ovo de ouro' que conta história de judeus que eram eram obrigados a matar outros judeus na Alemanha Nazista.[23][24]

Carreira política[editar | editar código-fonte]

Filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), Sérgio Mamberti ocupou durante o Governo Lula diversos cargos dentro do Ministério da Cultura do Brasil:[16][25]

Sérgio Mamberti em discurso

Filiado ao PT, Mamberti posicionou-se de maneira contrária ao processo de Impeachment de Dilma Rousseff.[26] Em 2018, interpretou o seu personagem Dr. Victor juntamente com os atores Pascoal da Conceição (Dr. Abobrinha) e Eduardo Silva (Bongô) para pedirem votos ao então candidato petista Fernando Haddad.[27] Também nesse ano, protestou contra a prisão do presidente Lula participando movimento Lula Livre.[28]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Foi casado entre 1964 e 1980 com Vivien Mahr, com quem teve três filhos Duda Mamberti, Carlos e Fabrízio.[29] Vivien morreu precocemente aos trinta e sete anos, devido a uma série de problemas respiratórios.[30] Mamberti, nunca casou-se novamente.[30]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Referência em atuação, Mamberti é lembrado por ter representado muitos personagens com personalidade forte. Entre seus trabalhos mais importantes e mais lembrados pelo público, é importante destacar o culto copeiro Eugênio de Vale Tudo, o doce e sábio Dr. Victor do programa infantil Castelo Rá-Tim-Bum e, mais recentemente, o carrasco nazista Dionísio Albuquerque de Flor do Caribe. Além disso, atuou brilhantemente em filmes, séries, minisséries e outros especiais.

Cinema[editar | editar código-fonte]

Ano Título Personagem
1966 Nudista à Força
1969 O Bandido da Luz Vermelha Passageiro do táxi
1972 O Jogo da Vida e da Morte Marcelo[31]
1973 Toda Nudez Será Castigada Odésio
1976 À Flor da Pele Jorge
1978 Parada 88 - O Limite de Alerta Santana
1979 Maldita Coincidência [32]
1982 O Olho Mágico do Amor Prolíxenes
Noites Paraguayas
O Homem do Pau-brasil Pedroso
Rio Babilônia
1984 O Baiano Fantasma Protegido que sofre ataque cardíaco
1985 Made in Brazil
Avaeté - Semente da Vingança Deputado Andorinha
Sonho Sem Fim
1987 A Dama do Cine Shanghai Stan
A Menina do Lado Paulo Maurício
A Mulher Fatal Encontra o Homem Ideal
Anjos da Noite Apresentador
Brasa Adormecida Primo bispo
1988 Fogo e Paixão
O Mentiroso Coringa
Romance Deputado
1990 Beijo 2348/72 Juiz
1991 O Corpo Delegado
Olímpicos
1992 Dudu Nasceu
Perfume de Gardênia
Oswaldianas
1994 Dente por Dente
Mil e Uma Perito
O Efeito Ilha Cardeal
1996 Com Que Roupa?
1997 Doces Poderes Bob
1999 Castelo Rá-Tim-Bum, o Filme Dr. Victor Stradivarius
Hans Staden Jacó
2000 Brava Gente Brasileira Padre
Tônica Dominante
2001 3 Histórias da Bahia Teixeirinha
2003 Xuxa Abracadabra Tio Nicolau / Mágico Merlino
2007 O Homem Que Desafiou o Diabo Coronel Ruzivelte
2008 O Cavaleiro Didi e a Princesa Lili Sacerdote
Bodas de Papel Nonato[33]
2010 Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha Neném Jr.
2012 Aconteceu no Bixiga Padre Antônio[34]
O Inventor de Sonhos
2013 Jogo das Decapitações Siqueira

Televisão[editar | editar código-fonte]

Ano Título Personagem Notas
1968 Ana Tenório
1969 Algemas de Ouro Miro
1970 As Pupilas do Senhor Reitor Dr. João Semana
1971 Os Deuses Estão Mortos Padre Antenor
Quarenta Anos Depois Padre Antenor
1979 Meu Nome É Villa-Lobos
Dinheiro Vivo Pacheco
1981 Brilhante Galeno Sampaio
1984 Transas e Caretas Antônio
1986 Dona Beija Coronel Elias Felizardo
1987 Helena Amílcar Botelho de Castro
1988 Vale Tudo Eugênio
1989 Cortina de Vidro Cristóvão
1990 A História de Ana Raio e Zé Trovão Pupo Valdez
Pantanal Dr. Arnaud
1992 As Noivas de Copacabana Dono da boate
1993 Agosto Senador Victor Freitas
Olho no Olho Napoleão Guedes Zapata
1994–97 Castelo Rá-Tim-Bum Dr. Victor Astrobaldo Stradivarius Victorius I
1995 Engraçadinha: Seus Amores e Seus Pecados Tio Nonô
1996 Dona Anja Padre Antônio
O Campeão Porfírio
1997 Anjo Mau Otávio Ferraz
1998 Labirinto Geraldo
2000 A Muralha Cristóvão Rabelo
2001 Estrela-Guia Alaor Pimenta
O Clone Dr. Vilela
2002 Sabor da Paixão Silvano Cilbuski
A Grande Família Euclides Episódio: "Um Homem para Chamar Lineu"
2004 Da Cor do Pecado Desembargador
2005 Essas Mulheres Coronel Vigário Lourenço Camargo
2006 O Profeta Guia espiritual de Marcos
Linha Direta Milton Bednarski Episódio: "O Bandido da Luz Vermelha"
2007 Desejo Proibido Frei Domingos
2011 O Astro Padre Laurindo
2013 Flor do Caribe Dionísio Albuquerque / Klaus Wagner
2016 Sol Nascente Dom Manfredo
3% Conselheiro Matheus Temporada 1
2017 Felipa e o Foguete Avô da Felipa Telefilme
Eu, Ela e um Milhão de Seguidores Saul Episódio: "Cheguei Lá?"

Teatro[editar | editar código-fonte]

Ano Título Direção
1964 O Inoportuno, de Harold Pinter Antônio Abujamra
1968 Navalha na Carne, de Plínio Marcos Jairo Arco e Flexa
1969 O Balcão, de Jean Genet Victor Garcia
1975 Reveillon, de Flávio Márcio Paulo José
1980 Calabar: o Elogio da Traição, de Chico Buarque e Ruy Guerra Fernando Peixoto
1984 Hamlet, de Shakespeare Márcio Aurélio
1985 Tartufo, de Molière José Possi Neto
1995 Pérola, de Mauro Rasi Mauro Rasi
2001 O Evangelho segundo Jesus Cristo, de José Saramago José Possi Neto
2015 Visitando Sr. Green, de Jeff Baron Cássio Scapin
2018 Um Panorama Visto da Ponte, de Arthur Miller Zé Henrique de Paula
2019 O Ovo de Ouro, de Luccas Papp Ricardo Grasson

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Em 1962, venceu o prêmio Moracy do Val realizado pelo jornal Última Hora na categoria 'ator revelação' pelo espetáculo Antígone – América.[35] No ano de 1964, recebeu o 'Prêmio Saci' de Teatro que era organizado pelo jornal O Estado de S. Paulo na categoria 'Melhor Ator Coadjuvante' pela peça O Inoportuno.[36][37]

Em 1969, recebeu o 'Prêmio Governador do Estado de SP' na categoria 'Melhor ator coadjuvante' por sua atuação na peça teatral O Balcão.[38] Na década seguinte recebeu mais prêmios como o Prêmio Molière na categoria 'Melhor ator' no ano de 1975 pela peça Réveillon.[39] No ano anterior, Mamberti havia sido indicado na mesma premiação na mesma categoria pela peça O Jogo do poder.[40] Também peça Réveillon venceu a categoria 'melhor ator' do Prêmio Governador do Estado de SP, o Prêmio APCA – Teatro / Associação Paulista de Críticos de Arte - SP e da Revista Veja SP.[39]

Como diretor em 1982, recebeu o prêmio de 'Melhor espetáculo' pela sua peça Coração na Boca em premiação no Rio de Janeiro.[5] No ano de 1989 venceu a categoria de 'Melhor Ator Coadjuvante' pela novela Vale Tudo em que interpretou Eugênio.[41]

Já na década de 1990, em 1995, venceu o Prêmio Mambembe de 'melhor ator coadjuvante' pelo espetáculo Pérola.[42] No ano seguinte, venceu o Prêmio Sharp de 'melhor ator' também pela peça Pérola.[43] Em 1997, venceu o Prêmio APETESP de 'melhor ator'também por Pérola.[44]

No ano de 1998, venceu o Prêmio Internacional Lumière.[45][46] Também recebeu o prêmio 'Patrimônio de Bauru' realizado pelo município do interior do estado de São Paulo.[47]

Em 2008, recebeu o prêmio mais alto de nível cultural do país Ordem do Mérito Cultural (OMC).[48]

No ano de 2018, recebeu o Grande Prêmio da Crítica APCA.[49]

Referências

  1. "Sérgio Mamberti comemora grande retorno à TV na pele de Dionísio Albuquerque". TVG
  2. "Mamberti, Sérgio (1939)". Itaú Cultural
  3. «Sergio Mamberti participa de debate online do Sesc SP sobre políticas culturais». ABC do ABC. 9 de junho de 2020. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  4. Cultural, Instituto Itaú. «Antígone América». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  5. a b c d Cultural, Instituto Itaú. «Sérgio Mamberti». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  6. Guim, Edu (28 de maio de 2017). «Sergio Mamberti diz que "Tudo começou em 2013"». Blog da Cidadania. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  7. «Folha de S.Paulo - Personalidade: Cláudio Mamberti morre em São Paulo aos 60 anos - 21/09/2001». Folha de S.Paulo. 21 de setembro de 2001. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  8. «Personagens – Brilhante – Memória». Memória Globo. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  9. Sallum, Erika (13 de janeiro de 1997). «Diretores falam sobre Neneco». Folha de S.Paulo. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  10. Félix, Walter (22 de julho de 2020). «Sérgio Mamberti relembra Eugênio, mordomo gay de Vale Tudo: Procurei evitar a caricatura - Novelas». NaTelinha. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  11. «Relembre os mordomos que fizeram sucesso nas novelas». Terra. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  12. «A história do PT, por Sérgio Mamberti». Partido dos Trabalhadores. 11 de março de 2017. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  13. Paixão, Mayara (10 de outubro de 2018). «Sérgio Mamberti: "Nunca poderemos descansar enquanto houver injustiça"». Brasil de Fato. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  14. «As invenções do dr. Victor / uma história de Ana Maria Caira e Cao Hamburger ; ilustrada por Girotto e Fernandes.». Biblioteca Nacional. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  15. «Ator Sérgio Mamberti relembra sua participação em Castelo Rá-Tim-Bum». Revista Crescer. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  16. a b Nunomura, Eduardo (7 de julho de 2019). «Um Sérgio com M maiúsculo - e que a história não há de esquecer». CartaCapital. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  17. Nunomura, Eduardo (5 de julho de 2019). «Sérgio Mamberti, o ator-político». Farofafá. Carta Capital. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  18. «Sérgio Mamberti comemora grande retorno à TV na pele de Dionísio Albuquerque». Flor do Caribe. Gshow. 20 de fevereiro de 2013. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  19. «Dionísio era nazista». O Tempo (em inglês). 13 de maio de 2013. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  20. «3% | Netflix Official Site». Netflix (em inglês). Consultado em 16 de agosto de 2020 
  21. Teixiera, Luiz (23 de agosto de 2017). «Sérgio Mamberti é homenageado na Alesp em comemoração ao Dia do Ator». Assembleia Legislativa de São Paulo. ALESP. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  22. Lopes, Fred (13 dezembro de 2018). «APCA anuncia os melhores de 2018; veja lista completa de vencedores». Metro Jornal. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  23. «'O Ovo de Ouro' conta a história de judeus que eram recrutados para matar o próprio povo | Teatro». Metrópolis. 25 de novembro de 2019. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  24. Nunes, Leandro (23 de novembro de 2019). «'O Ovo de Ouro' narra sensível experiência de judeus que acompanharam execuções». Terra. Terra. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  25. Gorgulho, Guilherme (28 de fevereiro de 2020). «Ator Sérgio Mamberti retoma ciclo de conferências com "A Crise da Cultura"». Unicamp. Universidade Estadual de Campinas. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  26. «USP e o impeachment: atos na Universidade refletem discussões que dividem o país – USP – Universidade de São Paulo». Universidade de São Paulo. 5 de abril de 2016. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  27. «Atores de "Castelo Rá-Tim-Bum" revivem personagens para apoiar Haddad». BOL. UOL. 27 de outubro de 2018. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  28. «Leticia, Paulo Miklos, Sergio Mamberti (Tweet)». PT Brasil. 25 de abril de 2018. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  29. AdoroCinema. «Sergio Mamberti». AdoroCinema. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  30. a b Moraes, Pedro (13 de setembro de 2013). «Sérgio Mamberti: "Eu me alimento das imagens do passado"». Quem. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  31. «O Jogo da Vida e da Morte». Cinemateca Brasileira. Consultado em 26 de dezembro de 2017 
  32. «Maldita Coincidência». Cinemateca Brasileira. Consultado em 26 de dezembro de 2017 
  33. «Bodas de Papel». Globo Filmes. Consultado em 26 de dezembro de 2017 
  34. «Aconteceu no Bixiga». Porta Curtas. Consultado em 26 de dezembro de 2017 
  35. eduguim (28 de maio de 2017). «Sergio Mamberti diz que "Tudo começou em 2013"». Blog da Cidadania. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  36. «Sérgio Mamberti, homem do teatro e da política». São Paulo Review. 8 de julho de 2015. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  37. Cultural, Instituto Itaú. «O Inoportuno». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  38. Sectur/MA, Na Mira, com informações da (24 de setembro de 2019). «Sérgio Mamberti debate arte, censura e resistência em evento». Imirante. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  39. a b Cultural, Instituto Itaú. «Réveillon». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  40. «"A energia que me move não veste pijama". No aniversário de 81 anos de Sérgio Mamberti, relembre o ensaio do ator na PODER – Glamurama». “A energia que me move não veste pijama”. No aniversário de 81 anos de Sérgio Mamberti, relembre o ensaio do ator na PODER – Glamurama. 22 de abril de 2020. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  41. Xavier, Nilson. «APCA». Teledramaturgia. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  42. «O TEATRO». TEATRO SÉRGIO MAMBERTI. 18 de fevereiro de 2017. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  43. Gil, Marisa Adán (8 de maio de 1996). «Folha de S.Paulo - Sharp premia "Pérola" e "Melodrama" - 8/5/1996». Folha de S.Paulo. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  44. «Folha de S.Paulo - Prêmio: Apetesp divulga lista com os melhores do teatro em 1996 - 07/08/97». Folha de S.Paulo. 7 de agosto de 1997. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  45. «SÉRGIO MAMBERTI». PRÓ-TV. Museu da TV. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  46. «Paulo Autran e Tônia Carrero». Roda Viva. Fundação de Amparo a pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). 14 de maio de 1990. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  47. «Por onde andam os personagens do Castelo Rá-Tim-Bum?». Não Salvo. 9 de fevereiro de 2009. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  48. «Ordem do Mérito Cultural 2008». Ministério da Cultura. 9 de outubro de 2008. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  49. PISCITELLI, KYRA (12 de dezembro de 2018). «Artigo: APCA de teatro divulga melhores do ano e premia pela primeira vez diretora negra – APLAUSO BRASIL». Aplauso Brasil. Consultado em 16 de agosto de 2020 

Links externos[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Sérgio Mamberti
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Sérgio Mamberti