Blairo Maggi
| Blairo Borges Maggi | |
|---|---|
| Blairo Borges Maggi | |
| Senador pelo |
|
| Mandato | 1 de fevereiro de 2011 até atualidade |
| Governador do |
|
| Mandato | 1 de janeiro de 2003 até 31 de março de 2010 |
| Antecessor(a) | Rogério Salles |
| Sucessor(a) | Silval Barbosa |
| Vida | |
| Nascimento | 29 de maio de 1956 (55 anos) São Miguel do Iguaçu, Paraná |
| Partido | PR, PPS |
Blairo Borges Maggi (São Miguel do Iguaçu-PR, 29 de maio de 1956) é um político brasileiro filiado ao Partido da República (PR), após desfiliar-se do PPS (Partido Popular Socialista). Foi governador do estado de Mato Grosso, eleito para o mandato 2003-2007 e reeleito para o termo 2007-2010. Renunciou ao cargo para poder ser candidato ao Senado Federal.[1].
Filho de André Antônio Maggi e Lúcia Borges Maggi, casado com Terezinha Maggi e tem três filhos: André, Belisa e Ticiane. Em 1973, a família fundou no Paraná a empresa Sementes Maggi, produtora de sementes de soja, cultura que começava a avançar pelo cerrado brasileiro. Formado engenheiro agrônomo pela Universidade Federal do Paraná, maçom, chegou a Mato Grosso há 26 anos, para plantar soja em Itiquira, no sul do estado. O negócio prosperou, dando origem ao atual Grupo Amaggi, um dos maiores produtores e exportadores de soja do Brasil, com negócios em diversas atividades econômicas, incluindo logística de transportes, pecuária e produção de energia elétrica.
Considerado o maior produtor individual de soja do mundo, Blairo Maggi (através do Grupo Amaggi) é responsável por 5% da produção anual do grão brasileiro [1]. Na safra de 2005/2006 perdeu o título para seu primo Eraí Maggi Scheffer, presidente do Grupo Bom Futuro.
Maggi recebeu o prêmio Motossera de ouro em 2006 do Greenpeace por ser o brasileiro que mais contribuiu para a destruição da Floresta Amazônica. Quatro anos após, em 2010, o líderes do Greenpeace presentearam o então governador Maggi com uma caixa de bombons de cupuaçu, fruto de uma árvore originária da Amazônia brasileira. Maggi foi premiado pelo sucesso do programa MT Legal, que cadastrou 20 milhões de hectares de propriedades, cerca de 50% da área de produção de todo o Mato Grosso até o ano de 2011.[2]
Desfiliou-se Partido Popular Socialista (PPS) por apoiar a reeleição do presidente Lula em troca da renegociação de dívidas dos produtores rurais brasileiros com o Banco do Brasil e a prerrogativa de indicar ou vetar nomes para alguns cargos no governo federal, entre outros entendimentos candidamente expostos pelo governador na campanha para reeleição do presidente. Atualmente é o único governador do recém-fundado Partido da República (a partir da fusão do PL e do PRONA).
Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.[3]
Também em 2009, a Revista Forbes considerou o empresário como 62º entre os 67 líderes mais influentes do mundo. Entre os critérios avaliados pela revista estão o grau de influência sobre outras pessoas, capacidade de liderança, importância econômica e as áreas de atuação, que, no caso de Maggi são política, indústria, produção de alimentos e logística de transportes.
Referências
- ↑ (em português) "Blairo Maggi deixa governo de MT para concorrer ao Senado". Terra. 31 de março de 2010.
- ↑ http://www.greenpeace.org/international/news/soya-king-wins-chainsaw
- ↑ Época - NOTÍCIAS - Os 100 brasileiros mais influentes de 2009. revistaepoca.globo.com. Página visitada em 20 de Dezembro de 2009.
[editar] Ligações externas
| Precedido por Rogério Salles |
Governador de Mato Grosso 2003 — 2010 |
Sucedido por Silval Barbosa |