Constipação

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Constipação
Representação da superfície molecular de uma variante do rinovírus humano.
Classificação e recursos externos
CID-10 J00
CID-9 460
DiseasesDB 31088
MedlinePlus 000678
eMedicine med/2339
MeSH D003139
Star of life caution.svg Aviso médico

A constipação (português europeu) ou resfriado (português brasileiro) (também conhecida por nasofaringite ou rinofaringite) é uma doença infecciosa viral do aparelho respiratório superior que afeta sobretudo a cavidade nasal. Os sintomas incluem tosse, garganta inflamada, muco nasal e por vezes febre, que normalmente desaparecem ao fim de sete a dez dias, embora alguns dos sintomas se manifestem até três semanas. Existem mais de 200 vírus associados às causas da constipação, sendo os mais comuns os rinovírus.

As infecções do trato respiratório superior são divididas consoante as áreas afectadas, se bem que no caso de uma infeção viral várias zonas sejam afetadas concomitantemente. A constipação afecta predominantemente a cavidade nasal (rinite), a garganta (faringite) e, tardiamente mas nem sempre, os seios paranasais (sinusite). O quadro de sintomas tem origem na resposta imunitária à infecção, e não na destruição dos tecidos pelos próprios vírus. O meio mais eficaz de prevenção é evitar a proximidade de pessoas infetadas, já que a via inalatória é a principal via de transmissão pelas gotículas de Flügge, o uso de máscaras faciais quando é necessário permanecer em ambiente altamente contaminado e através da lavagem das mãos, pois a transmissão por contato também é possível.

Não existe cura eficaz para a constipação, embora se possa aliviar os sintomas. Trata-se da doença infecciosa mais comum entre os humanos, presente desde a antiguidade. Um indivíduo adulto pode contrair em média entre duas a três constipações por ano e uma criança pode contrair a doença entre seis a doze vezes por ano.

Sinais e sintomas[editar | editar código-fonte]

Os sintomas típicos de uma constipação aparecem após dois a três dias de incubação, por vezes menos, e começam habitualmente por desconforto ou dor na faringe, espirros e posteriormente congestão nasal, rinorreia, tosse, calafrios e garganta inflamada, sendo por vezes acompanhada de dores musculares, fadiga, dores de cabeça e perda de apetite.[1] [2] A inflamação da garganta verifica-se em cerca de 40% dos casos e a tosse e dores musculares em cerca de 50%.[3] [4] Em adultos, raramente se observa febre, sendo no entanto um sintoma comum entre as crianças.[4] A tosse é normalmente de fraca intensidade quando comparada com a da gripe.[4] Embora a ocorrência de tosse e febre em adultos seja um indicador da probabilidade de se tratar de uma gripe, é notável o grande nível de semelhança entre ambas as doenças na medida em que o início do síndrome gripal é em tudo sobreponível à constipação e só a evolução e a gravidade da doença os distinguem.[5] Grande parte dos vírus que causam a constipação comum podem também estar na origem de infecções assintomáticas.[6] [7] A cor do muco ou secreções nasais pode variar entre o translúcido e aquoso no início da infeção e com a evolução o muco espessa e torna-se amarelado e mesmo esverdeado o que não é indicador do tipo de agente infeccioso nem de gravidade.[1] [8] Muito frequente nestes pacientes é o aparecimento do herpes labial denotando a ativação de um vírus oportunista presente previamente na região afetada, embora o mecanismo de aparecimento da lesão herpética seja ainda controverso.[9]

Progressão[editar | editar código-fonte]

O início de uma constipação manifesta-se normalmente através da sensação de fadiga e de frio, espirros e dores de cabeça, sintomas aos quais acresce a congestão nasal e tosse ao fim de um par de dias.[2] Os sintomas manifestam-se também com maior intensidade dois a três dias depois do início da infecção,[4] e tendem a desaparecer ao fim de sete a dez dias, embora alguns possam permanecer até três semanas.[10] Em crianças, a tosse tem uma duração superior a dez dias em cerca de 35 a 40% dos casos, chegando mesmo a permanecer por mais de 25 dias em 10% deles.[11]

Causas[editar | editar código-fonte]

Vírus[editar | editar código-fonte]

Os Coronavírus são um grupo de vírus conhecido por causar a constipação. Quando visto sob um microscópio eletrónico, a sua aparência lembra uma auréola ou uma coroa.

A constipação é uma infecção viral do trato respiratório superior. O vírus normalmente associado é o rinovírus (30-80%), um tipo de picornavírus com 99 serotipos conhecidos.[12] [13] Entre os outros possíveis agentes infecciosos inclui-se o coronavírus (10-15%), o vírus da gripe (5-15 %),[4] o vírus da parainfluenza humana, o vírus sincicial respiratório humano, adenovírus, enterovírus e metapneumovírus.[14] É comum haver a presença de mais do que um vírus.[15] No total, estão associados à doença mais de 200 diferentes tipos virais.[4]

Transmissão[editar | editar código-fonte]

O vírus da constipação é normalmente transmitido por via inalatória através das gotículas de Flügge (gotículas expelidas quando uma pessoa fala, tosse ou espirra), do contato direto com secreções nasais infectadas, ou objetos contaminados.[3] [16] Não se conseguiu ainda determinar qual dessas vias tem maior preponderância.[17] O vírus pode sobreviver por longos períodos no meio ambiente e ficar alojado na pele das mãos, que são posteriormente levadas aos olhos ou nariz onde ocorre a infecção.[16] A transmissão é comum em creches e escolas devido à proximidade de muitas crianças com pouca imunidade e, frequentemente, maus hábitos higiénicos.[18] Estas infecções são posteriormente trazidas para dentro de casa, afetando outros membros da família.[18] Não há evidências de que a recirculação de ar durante voos comerciais seja um método de transmissão.[16] No entanto, o facto de haver várias pessoas sentadas próximas umas das outras por um longo período de tempo é em si só um risco de contágio.[17] As constipações causadas por rinovírus são mais infecciosas durante os três primeiros dias de sintomas, sendo muito menos infecciosas posteriorente.[19]

Condições climáticas[editar | editar código-fonte]

A tradição popular diz que a constipação pode ser contraída pela exposição prolongada ao tempo frio, chuva ou condições de inverno [20] [21] O papel do arrefecimento corporal enquanto fator de risco é controverso.[22] Alguns dos vírus que causam os resfriados são sazonais, ocorrendo mais frequentemente durante o tempo frio ou húmido.[23] Alguns acreditam que isso seja devido principalmente ao aumento do tempo passado em lugares fechados e pelo fato das pessoas estarem mais próximas,[24] especialmente crianças em idade escolar.[18] Pode também estar relacionado com alterações no sistema respiratório que resultem numa maior suscetibilidade à contração de vírus.[24] A baixa humidade pode aumentar as taxas de transmissão viral em resultado do ar seco, que permite que pequenas gotículas virais se dispersem com mais facilidade e permaneçam mais tempo em suspensão.[25]

Outras[editar | editar código-fonte]

A imunidade de grupo, gerada a partir de exposição anterior ao vírus, desempenha um papel importante na limitação da propagação viral, como pode ser observado em populações mais jovens que têm maiores taxas de infecções respiratórias.[26] O sistema imunológico deficiente também é um fator de risco para a doença.[26] [27] A privação de sono e a malnutrição têm sido associadas a um maior risco de desenvolver a infecção após a exposição ao rinovírus, o que se acredita ser devido aos seus efeitos sobre o sistema imunológico.[28] [29]

Fisiopatologia[editar | editar código-fonte]

A constipação é uma doença do trato respiratório superior.

Acredita-se que os sintomas da constipação estejam relacionados sobretudo com a resposta imunológica aos vírus.[30] O mecanismo de resposta varia consoante o vírus. Por exemplo, o rinovírus adquire-se geralmente por contacto directo, ligando-se aos receptores ICAM-1 através de mecanismos ainda desconhecidos, o que por sua vez desencadeia a libertação de mediadores inflamatórios.[30] São estes mediadores que estão na origem dos sintomas.[30] O processo inflamatório induzido pelo vírus na mucosa nasal e faríngea leva a uma vasodilatação e compromete o funcionamento do aparelho muco-ciliar originando a rinorreia.[1] Normalmente não se registam danos no tecido epitelial nasal.[4] Por outro lado, o vírus sincicial respiratório (VSR) é transmitido quer através de contacto directo, quer por via aérea. Durante o processo, replica-se no nariz e na garganta antes de, frequentemente, contaminar também o trato respiratório inferior.[31] Ao contrário dos rinovírus, o VSR provoca danos no tecido epitelial.[31] Os vírus parainfluenza provocam normalmente a inflamação da cavidade nasal, da garganta e dos brônquios.[32] Em crianças, quando afecta a traqueia pode estar na origem de sintomas semelhantes aos da laringotraqueobronquite devido à reduzida dimensão das vias respiratórias.[32]

Diagnóstico[editar | editar código-fonte]

A distinção entre diferentes infecções do trato respiratório superior virais é vagamente baseada na localização dos sintomas. A constipação afeta principalmente o nariz, enquanto a faringite afeta a garganta e a bronquite os pulmões.[3] Pode haver, contudo, uma sobreposição significativa e podem ser afetadas múltiplas áreas.[3] A constipação é normalmente definida como inflamação nasal com diferentes graus de inflamação da garganta.[33] O auto-diagnóstico é frequente.[4] O isolamento do verdadeiro agente viral envolvido raramente é feito[33] e geralmente não é possível identificar o tipo de vírus pelos sintomas.[4]

Prevenção[editar | editar código-fonte]

As acções físicas são consideradas as únicas formas eficazes de prevenção.[34] Entre estas medidas estão a lavagem frequente das mãos e o uso de máscaras faciais. Em ambiente hospitalar são igualmente eficazes o uso de batas e luvas descartáveis.[34] As medidas de prevenção como a quarentena são ineficazes devido à propagação da doença e ao facto dos sintomas serem pouco específicos. A vacinação é inútil, devido ao grande número de vírus envolvidos e à sua mutação constante,[34] sendo também altamente improvável que alguma vez vá ser desenvolvida uma vacina múltipla.[35]

A lavagem frequente das mãos aparenta ser eficaz na redução do contágio dos vírus da constipação, sobretudo entre crianças.[36] Desconhece-se ainda se o uso de produtos antivirais ou antibióticos durante a lavagem das mãos oferece algum benefício adicional.[36] O uso de máscaras entre grupos de infectados pode oferecer alguma protecção; no entanto não há ainda dados que demonstrem a eficácia de manter uma maior distância interpessoal.[36] Os suplementos de zinco podem ser eficazes na diminuição do número de infecções.[37] A ingestão de doses suplementares de vitamina C não reduz nem o risco nem a gravidade das constipações, podendo, no entanto, reduzir a sua duração.[38]

Tratamento[editar | editar código-fonte]

Cartaz de incentivo à população para consultar um médico no tratamento da constipação.

Não existem fármacos ou medicamentos à base de plantas que tenham mostrado de forma conclusiva ser eficazes na redução da duração da infecção.[39] As medidas de alívio sugeridas determinam a permanência em repouso, a ingestão de líquidos para manter o nível de hidratação, e o gargarejo com água salgada tépida.[14] No entanto, grande parte dos benefícios do tratamento são atribuídos ao efeito placebo.[40]

Sintomas[editar | editar código-fonte]

Entre os tratamentos que aliviam os sintomas contam-se os simples analgésico e antipiréticos como o ibuprofeno[41] e o paracetamol.[42] Não há conclusões que afirmem que o uso de antitússicos seja mais eficaz do que simples analgésicos,[43] além de não ser recomendado o seu uso por crianças devido à falta de evidências que demonstrem a sua eficácia, e ao seu potencial para efeitos nocivos secundários.[44] [45] Em 2009, o Canadá proibiu a venda de antitússicos e medicação para as constipações destinados a crianças com idades inferiores a seis anos, devido à preocupação com os riscos e falta de demonstração de eventuais benefícios.[44] O uso incorrecto de dextrometorfano, outro fármaco de venda livre, levou à sua proibição numa série de países.[46]

Em adultos, os sintomas de congestão nasal podem ser aliviados com anti-histamínicos de primeira geração que, no entanto, estão associados a uma série de efeitos secundários como sonolência.[47] Outros descongestionantes nasais, como a pseudoefedrina, demonstram também ser eficazes em adultos.[48] Sprays nasais à base de ipratrópio reduzem os sintomas de congestão nasal, mas são pouco eficazes na desobstrução das vias respiratórias.[49] No entanto, os anti-histamínicos de segunda geração não parecem ter qualquer eficácia.[50]

Devido à falta de estudos, desconhece-se ainda se a ingestão de líquidos tem qualquer acção no alívio dos sintomas ou se diminui a dificuldade respiratória,[51] assim como não há ainda dados que permitam tirar conclusões sobre o uso de ar humidificado aquecido.[52] Um estudo concluiu que as soluções para inalação por nebulização são eficazes no alívio da tosse nocturna, congestão e dificuldade em adormecer.[53]

Antibióticos e antivirais[editar | editar código-fonte]

Os antibióticos não têm qualquer eficácia contra infecções virais, não exercendo assim qualquer acção contra os vírus que estão na origem da constipação.[54] Devido à incidência de efeitos secundários podem até prejudicar o paciente, mas mesmo assim são frequentemente receitados.[54] [55] Entre as razões que podem explicar a vulgaridade da prescrição de antibióticos podem ser apontadas a expectativa que o paciente tem sobre essa prescrição, a vontade do médico de fazer qualquer coisa e a dificuldade em excluir eventuais complicações que podem ser tratadas com antibióticos.[56] Não existe também qualquer medicamento antiviral para a constipação, embora investigações preliminares tenham demonstrado alguns benefícios desta classe de fármacos.[47] [57]

Tratamentos alternativos[editar | editar código-fonte]

Embora existam imensos tratamentos ditos alternativos para a cura da constipação, não há provas científicas que demonstrem a eficácia de maior parte deles.[47] Não há ainda conclusões favoráveis ou contrárias à ingestão de mel ou à prática de instilação nasal de soro fisiológico porém as inalações de vapor de água são muito úteis.[58] [59] Algumas investigações sugerem que o zinco, se ingerido no prazo de 24 horas depois do aparecimento de sintomas, reduz a duração e severidade da constipação em indivíduos saudáveis.[37] Devido a disparidades entre vários estudos, continua a ser necessária uma investigação mais aprofundada de modo a determinar como e quando é que o zinco pode ser eficaz.[60] A acção da vitamina C na constipação, embora amplamente estudado, é desapontante, excepto em circunstâncias muito particulares, nomeadamente em indivíduos que pratiquem exercício vigoroso em ambientes frios.[38] [61] Os dados sobre a eficácia da Echinacea não são coerentes,[62] [63] havendo variações significativas de eficácia consoante o tipo de suplementos.[62] Desconhece-se se o alho apresenta qualquer eficácia.[64]

Prognóstico[editar | editar código-fonte]

A constipação é normalmente uma doença com pouca gravidade e a maior parte dos sintomas desaparece ao fim de uma semana.[3] As complicações mais graves ocorrem normalmente em idosos, em crianças bastante novas ou em indívudos com imunodeficiência.[65] Pode haver ocorrência de infecções bacterianas secundárias que resultem em sinusite, faringite ou otite.[66] Estima-se que ocorram sinusites em 8% dos casos e otites em 30% dos casos.[67]

Epidemiologia[editar | editar código-fonte]

A constipação é a doença humana mais comum,[65] afectando qualquer indivíduo à escala global.[18] Os adultos sofrem normalmente duas a cinco infecções por ano[3] [4] e as crianças podem chegar a ter entre seis a dez constipações anualmente, ou mesmo doze se estiverem em idade escolar.[47] A percentagem de infecções é igualmente maior nos mais idosos devido ao enfraquecimento do sistema imunitário.[26]

História[editar | editar código-fonte]

Embora as causas da constipação só tenham sido identificadas na década de 1950, há registos da doença desde a Antiguidade.[68] Os sintomas e formas de tratamento são já descritos no Papiro de Ebers, o mais antigo texto clínico que se conhece, escrito durante o século XVI a.C.[69]

Em 1946, foi criada na Grã-Bretanha a Common Cold Research Unit, uma unidade especializada na investigação das causas da constipação, onde se viria a descobrir em 1956 o rinovírus.[70] Durante a década de 1970, o laboratório veio a demonstrar que o tratamento à base de interferona durante a fase de incubação do rinovírus protegia, em parte, o corpo contra a doença,[71] embora não se chegasse a desenvolver qualquer tratamento prático da doença. O centro foi encerrado em 1989, dois anos depois de ter completado a investigação com gluconato de zinco na profilaxia e tratamento das constipações rinovirais, naquele que foi o único tratamento descoberto durante a sua existência.[72]

Impacto económico[editar | editar código-fonte]

O impacto económico da constipação ainda está por estudar a nível mundial.[67] Nos Estados Unidos, tanto o diagnóstico como o auto-diagnóstico de constipação estão na origem de 75 a 100 milhões de consultas médicas por ano, e as estimativas mais conservadoras apontam para um custo anual de 7,7 mil milhões de dólares. A população norte-americana gasta 2,9 mil milhões de dólares em medicamentos de venda livre, aos quais acrescem mais 400 milhões em medicamentos sujeitos a receita médica para alívio dos sintomas.[73] Foi prescrito o uso de antibióticos a mais de um terço das pessoas que consultaram um médico, o que tem graves implicações para a resistência antibiótica.[73] Estima-se que anualmente sejam perdidos entre 22 e 189 milhões de dias de aulas devido à constipação, e que como consequência, os pais tenham perdido 126 milhões de dias de trabalho de modo a poder ficar em casa para cuidar dos filhos. Quando a isso se juntam os 150 milhões de dias de trabalho perdidos por parte dos trabalhadores que são vítimas da doença anualmente, o impacto económico total excede os 20 mil milhões de dólares anuais.[14] [73] Só a constipação é responsável por 40% do tempo de trabalho perdido nos Estados Unidos.[74]

Investigação[editar | editar código-fonte]

Tem sido ensaiada a eficácia de uma série de antivirais na constipação. No entanto, até 2009 não foi encontrado nenhum que fosse eficaz e licenciado para administração.[57] Estão ainda a decorrer ensaios com o fármaco antiviral pleconaril, que aparenta alguma eficácia contra os rinovírus humanos, família picornaviridae. Porém os seus efeitos colaterais fizeram com que a FDA recusasse o seu registo em agosto de 2002[75] [76] [77] pois provoca irregularidades menstruais e gravidez em mulheres sob anticoncepcionais. Está a ser estudado na forma de aerossol desde 2007.[77] O estudo dos vírus tem avançado rapidamente e num futuro próximo muito será descoberto. Um grupo de investigadores da Universidade de Maryland e da Universidade do Wisconsin-Madison elaborou um mapa genético para todas as estirpes virais conhecidas que estão na origem da constipação.[78]

Referências

  1. a b c Gripe e resfriados e sua relação com alergias respiratórias.
  2. a b Eccles Pg. 24
  3. a b c d e f Arroll, B. (16 de Março de 2011). "Common cold". Clinical evidence 2011 (3). PMID 21406124.
  4. a b c d e f g h i j Eccles R. (Novembro 2005). "Understanding the symptoms of the common cold and influenza". Lancet Infect Dis 5 (11): 718–25. DOI:10.1016/S1473-3099(05)70270-X. PMID 16253889.
  5. Eccles Pg.26
  6. Eccles Pg. 129
  7. Eccles Pg.50
  8. Eccles Pg.30
  9. OS VIRUS EM OTORRINOLARINGOLOGIA.
  10. Heikkinen T, Järvinen A. (Janeiro 2003). "The common cold". Lancet 361 (9351): 51–9. DOI:10.1016/S0140-6736(03)12162-9. PMID 12517470.
  11. Goldsobel AB, Chipps BE. (Março 2010). "Cough in the pediatric population". J. Pediatr. 156 (3): 352–358.e1. DOI:10.1016/j.jpeds.2009.12.004. PMID 20176183.
  12. Palmenberg, A. C.. (2009). "Sequencing and Analyses of All Known Human Rhinovirus Genomes Reveals Structure and Evolution". Science 324 (5923): 55–9. DOI:10.1126/science.1165557. PMID 19213880.
  13. Eccles Pg.77
  14. a b c Common Cold National Institute of Allergy and Infectious Diseases (27 de novembro de 2006). Página visitada em 11 de junho de 2007.
  15. Eccles Pg.107
  16. a b c editors, Ronald Eccles, Olaf Weber,. Common cold. Online-Ausg. ed. Basel: Birkhäuser, 2009. 197 pp. ISBN 978-3-7643-9894-1
  17. a b Eccles Pg.211
  18. a b c d al.], edited by Arie J. Zuckerman ... [et. Principles and practice of clinical virology. 6th ed. Hoboken, N.J.: Wiley, 2007. 496 pp. ISBN 978-0-470-51799-4
  19. (16 de Julho de 1997) "Contagiousness of the common cold" (PDF). Journal of the American Medical Association 278 (3). DOI:10.1001/jama.1997.03550030096050.
  20. Em inglês, o nome da doença, "cold", significa também "frio".
  21. Zuger, Abigail. "'You'll Catch Your Death!' An Old Wives' Tale? Well..", 4 de março de 2003.
  22. Mourtzoukou, EG; Falagas ME. (Setembro 2007). "Exposure to cold and respiratory tract infections". The international journal of tuberculosis and lung disease : the official journal of the International Union against Tuberculosis and Lung Disease 11 (9): 938–43. PMID 17705968.
  23. Eccles Pg.79
  24. a b Eccles Pg.80
  25. Eccles Pg. 157
  26. a b c Eccles Pg. 78
  27. Eccles Pg.166
  28. Cohen S, Doyle WJ, Alper CM, Janicki-Deverts D, Turner RB. (janeiro 2009). "Sleep habits and susceptibility to the common cold" (PDF). Arch. Intern. Med. 169 (1): 62–7. DOI:10.1001/archinternmed.2008.505. PMID 19139325.
  29. Eccles Pg.160–165
  30. a b c Eccles Pg. 112
  31. a b Eccles Pg.116
  32. a b Eccles Pg.122
  33. a b Eccles Pg. 51–52
  34. a b c Eccles Pg.209
  35. Lawrence DM. (Maio 2009). "Gene studies shed light on rhinovirus diversity". Lancet Infect Dis 9 (5). DOI:10.1016/S1473-3099(09)70123-9.
  36. a b c Jefferson, T; Del Mar CB, Dooley L, Ferroni E, Al-Ansary LA, Bawazeer GA, van Driel ML, Nair S, Jones MA, Thorning S, Conly JM. (6 de Julho de 2011). "Physical interventions to interrupt or reduce the spread of respiratory viruses". Cochrane Database of Systematic Reviews (7). DOI:10.1002/14651858.CD006207.pub4. PMID 21735402. CD006207.
  37. a b Singh, M; Das RR. (16 Fevereiro de 2011). "Zinc for the common cold". Cochrane Database of Systematic Reviews (2). DOI:10.1002/14651858.CD001364.pub3. PMID 21328251. CD001364.
  38. a b (2007) "Vitamin C for preventing and treating the common cold". Cochrane Database of Systematic Reviews (3). DOI:10.1002/14651858.CD000980.pub3. PMID 17636648. CD000980.
  39. Common Cold: Treatments and Drugs Mayo Clinic. Página visitada em 9 Janeiro 2010.
  40. Eccles Pg.261
  41. Kim SY, Chang YJ, Cho HM, Hwang YW, Moon YS. (2009). "Non-steroidal anti-inflammatory drugs for the common cold". Cochrane Database Syst Rev (3). DOI:10.1002/14651858.CD006362.pub2. PMID 19588387. CD006362.
  42. Eccles R. (2006). "Efficacy and safety of over-the-counter analgesics in the treatment of common cold and flu". Journal of Clinical Pharmacy and Therapeutics 31 (4): 309–319. DOI:10.1111/j.1365-2710.2006.00754.x. PMID 16882099.
  43. Smith SM, Schroeder K, Fahey T. (2008). "Over-the-counter (OTC) medications for acute cough in children and adults in ambulatory settings". Cochrane Database Syst Rev (1). DOI:10.1002/14651858.CD001831.pub3. PMID 18253996. CD001831.
  44. a b Shefrin AE, Goldman RD. (Novembro 2009). "Use of over-the-counter cough and cold medications in children". Can Fam Physician 55 (11): 1081–3. PMID 19910592.
  45. Vassilev, ZP; Kabadi S, Villa R. (2010 Mar). "Safety and efficacy of over-the-counter cough and cold medicines for use in children". Expert opinion on drug safety 9 (2): 233–42. DOI:10.1517/14740330903496410. PMID 20001764.
  46. Eccles Pg. 246
  47. a b c d Simasek M, Blandino DA. (2007). "Treatment of the common cold". American Family Physician 75 (4): 515–20. PMID 17323712.
  48. Taverner D, Latte GJ. (2007). "Nasal decongestants for the common cold". Cochrane Database Syst Rev (1). DOI:10.1002/14651858.CD001953.pub3. PMID 17253470. CD001953.
  49. Albalawi, ZH; Othman SS, Alfaleh K. (6 de Julho de 2011). "Intranasal ipratropium bromide for the common cold". Cochrane Database of Systematic Reviews (7). DOI:10.1002/14651858.CD008231.pub2. PMID 21735425. CD008231.
  50. Pratter, MR. (2006 Jan). "Cough and the common cold: ACCP evidence-based clinical practice guidelines". Chest 129 (1 Suppl): 72S–74S. DOI:10.1378/chest.129.1_suppl.72S. PMID 16428695.
  51. Guppy, MP; Mickan SM, Del Mar CB, Thorning S, Rack A. (16 de Fevereiro de 2011). "Advising patients to increase fluid intake for treating acute respiratory infections". Cochrane Database of Systematic Reviews (2). DOI:10.1002/14651858.CD004419.pub3. PMID 21328268. CD004419.
  52. Singh, M; Singh M. (11 de Maio de 2011). "Heated, humidified air for the common cold". Cochrane Database of Systematic Reviews (5). DOI:10.1002/14651858.CD001728.pub4. PMID 21563130. CD001728.
  53. Paul IM, Beiler JS, King TS, Clapp ER, Vallati J, Berlin CM. (Dezembro 2010). "Vapor rub, petrolatum, and no treatment for children with nocturnal cough and cold symptoms". Pediatrics 126 (6): 1092–9. DOI:10.1542/peds.2010-1601. PMID 21059712.
  54. a b Arroll B, Kenealy T. (2005). "Antibiotics for the common cold and acute purulent rhinitis". Cochrane Database Syst Rev (3). DOI:10.1002/14651858.CD000247.pub2. PMID 16034850. CD000247.
  55. Eccles Pg.238
  56. Eccles Pg.234
  57. a b Eccles Pg.218
  58. Oduwole, O; Meremikwu MM, Oyo-Ita A, Udoh EE. (2010 Janeiro 20). "Honey for acute cough in children". Cochrane Database of Systematic Reviews (1). DOI:10.1002/14651858.CD007094.pub2. PMID 20091616. CD007094.
  59. Kassel, JC; King D, Spurling GK. (17 de Março de 2010). "Saline nasal irrigation for acute upper respiratory tract infections". Cochrane Database of Systematic Reviews (3). DOI:10.1002/14651858.CD006821.pub2. PMID 20238351. CD006821.
  60. Zinc for the common cold - Health News - NHS Choices nhs.uk. (2012 [last update]). Página visitada em 24 de Fevereiro de 2012. "In this review, there was a high level of heterogeneity between the studies that were pooled to determine the effect of zinc on the duration of cold symptoms. This may suggest that it was inappropriate to pool them. It certainly makes this particular finding less conclusive."
  61. (2009) "Examining the evidence for the use of vitamin C in the prophylaxis and treatment of the common cold". Journal of the American Academy of Nurse Practitioners 21 (5): 295–300. DOI:10.1111/j.1745-7599.2009.00409.x. PMID 19432914.
  62. a b Linde K, Barrett B, Wölkart K, Bauer R, Melchart D. (2006). "Echinacea for preventing and treating the common cold". Cochrane Database Syst Rev (1). DOI:10.1002/14651858.CD000530.pub2. PMID 16437427. CD000530.
  63. Sachin A Shah, Stephen Sander, C Michael White, Mike Rinaldi, Craig I Coleman. (2007). "Evaluation of echinacea for the prevention and treatment of the common cold: a meta-analysis". The Lancet Infectious Diseases 7 (7): 473–480. DOI:10.1016/S1473-3099(07)70160-3. PMID 17597571.
  64. Lissiman E, Bhasale AL, Cohen M. (2012). "Garlic for the common cold". Cochrane Database Syst Rev 3: CD006206. DOI:10.1002/14651858.CD006206.pub3. PMID 22419312.
  65. a b Eccles Pg. 1
  66. Eccles Pg.76
  67. a b Eccles Pg.90
  68. Eccles Pg. 3
  69. Eccles Pg.6
  70. Eccles Pg.20
  71. Tyrrell DA. (1987). "Interferons and their clinical value". Rev. Infect. Dis. 9 (2): 243–9. DOI:10.1093/clinids/9.2.243. PMID 2438740.
  72. Al-Nakib, W. (Dezembro 1987). "Prophylaxis and treatment of rhinovirus colds with zinc gluconate lozenges". J Antimicrob Chemother. 20 (6): 893–901. DOI:10.1093/jac/20.6.893. PMID 3440773.
  73. a b c Fendrick AM, Monto AS, Nightengale B, Sarnes M. (2003). "The economic burden of non-influenza-related viral respiratory tract infection in the United States". Arch. Intern. Med. 163 (4): 487–94. DOI:10.1001/archinte.163.4.487. PMID 12588210.
  74. Kirkpatrick GL. (Dezembro 1996). "The common cold". Prim. Care 23 (4): 657–75. DOI:10.1016/S0095-4543(05)70355-9. PMID 8890137.
  75. Efficacy and safety of oral pleconaril for treatment of colds.
  76. cite web|url=http://www.bdtd.ufu.br/tde_arquivos/17/TDE-2010-06-17T094004Z-2014/Publico/nay.pdf%7Ctitulo=Co-infeção de rinovírus e outros vírus respiratórios em crianças|acessodata=30-12-2012|}}
  77. a b Eccles Pg.226
  78. Val Willingham. "Genetic map of cold virus a step toward cure, scientists say", CNN, 12 de Fevereiro de 2009. Página visitada em 28 de Abril de 2009.

Referências bibliográficas[editar | editar código-fonte]