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FC Bayern München (oficialmente: Fußball-Club Bayern München e.V.), conhecido em português por Bayern de Munique, é um clube de futebol da Alemanha.
É o clube mais famoso, de maior torcida e bem sucedido da Alemanha e tem uma torcida constituída por quase cem mil membros associados e organizados[1], tendo tido uma média de 69.000 espectadores por partida na temporada 2009/10 da Bundesliga.[2] Atualmente é o time com o maior número de conquistas da Bundesliga (22) e da Copa da Alemanha (15)[3].
Franz John, jogador do MTV 1879 e dez de seus colegas cansados das condições nas que tinham que jogar, se reuniram naquele dia para rescindir de sua equipe. O clube que criaram se chamou "Schwabinger Bayer". Anos mais tarde mudariam o nome pelo de FC Bayern de Munich, mundialmente conhecido como os "Bávaros".[4]
Os comensais que na noite de 27 de fevereiro de 1900 jantavam no restaurante Gisela de Munique não podiam suspeitar que naquele momento, em uma das mesas junto a eles , se estava gestando o nascimento da melhor equipe da Alemanha e um dos maiores da Europa.
Alemanha conseguiu a Copa Mundial de Futebol de 1954 a tendência se investiu radicalmente e o futebol se converteu no desporto mais popular do país, "a apasionadora Alemã" tinha nascido. Em 1963 criou-se une-a alemã, a Bundesliga, mas a equipa bávaro não foi convidado à jogar, em seu primeiro ano na une coincidiu com a chegada de um jovem jogador chamado "Franz Beckenbauer" que recentemente tinha abandonado seu clube, o TSV Munich 1860 depois de uma discussão com os directores. No Bayern Munich já jogava um jovem goleiro chamado Sepp Maier e na delantera um homem ao que o treinador chamava o "molinero gordito". Anos depois esse sobrenombre seria substituído por outro, que o mundo conheceu anos depois como "Torpedo Muller", em seu primeiro ano na Bundesliga, a temporada 1965/1966 o clube conseguiu seu primeiro Título, dando iniciou a conquista de títulos na Europa[1].
[editar] A reconstrução (1946 - 1967)
O futebol alemão precisou um tempo para arrancar após um período de necessidade e catástrofes. Demorou nove anos em voltar a calar entre as massas, ao voltar a selecção nacional triunfal do Campeonato do Mundo disputado na vizinha Suíça. A equipa de Sepp Herberger ganhou ali seu primeiro título mundial, ainda que o final contra Hungria fosse uma amarga experiência para Jakob Streite, o cérebro dos bávaros. O até então 15 vezes internacional teve que ver o partido desde a grade do estádio[1].
Um partido da selecção alemã sem nenhum jogador do Bayern converteu-se depois em uma algo pouco usual. Em 1957 ganharam os "vermelhos" pela primeira vez a copa ante 42000 espectadores no estádio Augsburger Rosenaustadion. Jobst marcou o definitivo 1 a 0 contra a Fortuna Düsseldorf. Depois veio um pequeno período de seca: os bávaros, com seu presidente, o construtor Wilhelm Neudecker à cabeça, tiveram que passar pelo mau engolo de não poder participar na recém criada Bundesliga[1].
Dois anos mais tarde o Bayern conseguiu ascender à divisão superior, baixo o comando do treinador Tschik Cajkovski, morrido em 1988. Começou um desenvolvimento surpreendente do Bayern: porque o cronista se topó pela primeira vez com o nome de Franz Beckenbauer e porque apareceram pela primeira vez nomes importantes na história do Bayern.
Cajkovski alineó pela primeira vez a Franz em um partido da rodada de ascensão. Por trás dele tinha um tal Sepp Maier defendendo a portería., e diante um jovem atacante chamado Gerd Müller. Cajkovski pôs-lhe o apodo carinhoso de "pequeno gordo Müller". Leste foi o eixo que levou à fama mundial ao FC Bayern. Tiveram um exitoso começo na Bundesliga, conseguindo o terceiro posto em seu primeiro ano (1965/66). Como recompensa Beckenbauer e Maier acompanharam à selecção alemã a Inglaterra, onde Alemanha só perdeu no final contra a equipa local.
Não foi um ano sem títulos, já que dantes do Campeonato mundial o FC Bayern tinha ganhado sua segunda copa por 4 a 2 ante o Meidericher SV. Brenninger por duas vezes, Ohlhauser e Beckenbauer marcaram no final de Frankfurt ante 60000 espectadores. Em um ano mais tarde, em 1967, chegou o primeiro título europeu. Pouco depois de conquistar a terceira copa por 4 a 0 ante o Hamburger SV, conseguiram o doblete: Franz "Touro" Roth, que sempre marcava nos partidos importante, pelo qual se ganhou o apodo de "Mister Copa da Europa", marcou no minuto 109 do final da Recopa da Europa ante o Glasgow Rangers
[editar] Anos Dourados
1968 era o ano da mudança. Branco Zebec pegou o time de Cajkovski e foi banindo todos os jogadores que não estavam ajudando a equipe. Apesar da expectativa de um prognóstico obscuro, os torcedores não pensavam negativo. O tempo era de duas realidades: a liderança de oito pontos no campeonato em cima do Alemannia Aachen, e a vitória sobre o Schalke 04 na Copa da Alemanha. Mas durante isso, emergia um time que seria o rival dos Bávaros durante anos: Borussia Mönchengladbach.
Quando o Bayern ganhou a coroa em 1972, o tempo era do novo Olympic Stadium e a equipe estava sendo treinada por Udo Lattek, e isso era a causa de mais uma celebração. Gerd Müller agora estava no topo das estatísticas dos artilheiros na Europa com quarenta gols em uma temporada e o time havia conquistado uma pontuação recorde na Bundesliga. Então era inevitável a vitória da Copa da Alemanha sobre os rivais do Colônia por 2 a 1 na prorrogação[1].
Gerd Müller o maior artilheiro do Bayern Munich
Além dos dois títulos ganhos sob o comando de Lattek, a era de ouro ficou completa quando o Bayern conseguiu seu primeiro título internacional de grande porte, a Liga dos Campeões da UEFA. Schwarzenbeck fez o único gol da equipe Bávara diante do Atlético de Madri no último minuto, forçando outra partida em que Beckenbauer foi o homem do jogo e o Bayern vencendo por 4 a 0 (Uli Hoeness e Gerd Müller fazendo dois gols cada). No mesmo ano a Alemanha vence a Copa do Mundo, ganhando dos Países Baixos na final que aconteceu em Munique. Seis jogadores do Bayern estavam presente na vitória de 2 a 1. Eram eles: Maier, Beckenbauer, Schwarzenbeck, Breitner, Hoeness e Müller. Os dois gols alemães foram marcados por Breitner de pênalti e Müller em um chute inesquecível.
O Bayern dominou a década de 1970 na Europa juntamente com o Ajax, vencendo a competição três vezes seguidas - 1974, 1975 e 1976. Em 1975 venceu o Leeds United por 2 a 0 em Paris com gols de Franz Roth e Müller; em 1976 conquistou a Liga frente ao Saint-Étienne em Glasgow por um placar de 1 a 0 sendo o gol marcado por Roth. Nestas duas ocasiões a equipe era treinada por Dettmar Cramer. E para fechar com chave de ouro essa época áurea da esquadra alemã, venceu a Copa Intercontinental, passando por cima do Cruzeiro em dois jogos, o primeiro 2 a 0 em Munique com gols de Müller e Kappelmann, e o segundo tento realizado em Belo Horizonte terminou em 0 a 0, sagrando o Bayern primeiro campeão teutônico intercontinental, sendo este inédito em sua história. Por toda esta década brilhante, este esquadrão entrou para história como uma das melhores equipes já formada em todos os tempos no futebol mundial[5].
[editar] A conquista de títulos da Europa
No final da Recopa da Europa nesse ano enfrentaram-se a um dos melhores Rangers da história. Os alemães passaram-lhes por em cima sem contemplaciones. Alemanha tinha-se convertido no berço dos melhores jogadores do Mundo. Em seu primeira final da Copa de Campeões da Europa 1973-74 em um final que passará à história o Bayern Munich empatou ante o Atlético de Madrid graças a um disparo desde o centro do campo no minuto 92 do encontro, no partido de desempate disputado ao dia seguinte, o Bayern conseguiu sua primeira Copa da Europa ao ganhar, desta vez sem apelativos por 4-0. Neste verão a coluna vertebral do Bayern ganhou a segunda Copa Mundial de Futebol para a Alemanha ante a "laranja mecânica", onde jogava Johan Cruyff, o domínio do "Kaiser", sobrenombre de Franz Beckenbauer, não tinha terminado ainda.
Em 1975 o Bayern ganhou sua segunda Copa da Europa, e em 1976, conseguiu sua terceira Copa da Europa e a primeira Copa intercontinental ao vencer o Cruzeiro Esporte Clube do Brasil.
Beckenbauer retirou-se em 1977, e a equipa notou sua ausência durante três anos nos que não conseguiu nenhum título. Estes voltaram da mão, ou melhor dito dos pés, de um jovem Karl-Heinz Rummenigge.
[editar] Mudanças e ressurgimento
Seguiram anos de mudanças sem títulos. Em 1977 despediu-se Franz Beckenbauer e fichó pelo Cosmos de Nova York. Só em um ano mais tarde lhe seguiu Gerd Müller e também cruzou o charco para jogar com os Fort Lauderdale Strikers.
Em 1979 assumiu Uli Hoeneß o cargo de manager à idade de 27 anos e relevou assim ao conselheiro de Beckenbauer, Robert Schwan. Pal Csernai substituiu ao treinador Gyula Lorant. E o presidente Neudecker marchou-se porque a equipa tinha recusado ao antigo "León" Max Merkel como treinador. O novo chefe foi Willi Ou. Hoffmann.
Mas começaram novos e melhores anos. Paul Breitner e o jovem Karl-Heinz Rummenigge, que formavam uma sociedade à que se chamou "FC Breitnigge", levaram o Bayern ao campeonato do ano 1980, pela primeira vez em 6 anos.
O Estádio Olímpico de cima
Em 1982 jogou-se a legendaria final de copa ante o FC Nuremberg: Após ir perdendo por 0 a 2 o Bayern remontou e acabou ganhando por 4 a 2. Dieter Hoeneß, com a cabeça ensangrentada, e cobrindo-se a ferida com um vendaje marcou um golo. Nesse ano em mudança perdeu-se o final da Copa da Europa contra o Aston Villa por 0 golos a 1. Também se perdeu o final do mundial contra Itália, ainda que Breitner conseguiu entrar na história ao se converter no primeiro e até o momento único jogador alemão em marcar em dois finais de um Campeonato do mundo.
Honra, ao que lhe corresponde: Entre 1965 e 1981 o Bayern colocou a seus jogadores como o melhor Jogador do Ano até um total de onze vezes: Beckenbauer (4), Maier (3), Müller (2), Rummenigge e Breitner (1 a cada um).
Em 1983 voltou Lattek com os bávaros. No final de copa de 1984 venceu sua equipa ao Gladbach na tanda de pênaltis. Lothar Matthäus falhou um pênalti para o Borussia e ao ano seguinte mudou sua equipa pelo Bayern. A mudança marchou-se Kalle Rummenigge, naquele tempo tão famoso que até um grupo de música pop inglês lhe cantava a seu "joelho sexy", ao Inter de Milão em um traspasso record de 11 milhões de marcos.
Em um ano depois, com Sören Lerby e o jovem Wiggerl Kögl, os bávaros alçaram-se com o campeonato. A direcção do clube assumiu-a o Professor Dr. Fritz Scherer. Em outro ano mais tarde celebrou-se outro doblete, e em 1987 outra une. Mas a amarga derrota do final de Copa da Europa ante o FC Porto por 1 a 2 deixou uma profunda ferida na equipa.
[editar] Anos de transição (1987-1999) e revanche cumprida (2000-01)
Desde então o carrusel de técnicos que passaram pela equipa não conseguiram devolver à equipa em seus dias de glória. E após estar inclusive nos últimos lugares da Bundesliga, em 1987 o Bayern, que tinha chegado ao final da Copa de Campeões da Europa 1986-87, foi derrotado pelo FC Porto com dois golos: o primeiro de Rabah Madjer e o segundo de Juary. Beckenbauer voltou à equipa para resgatá-lo da má campanha, desta vez desde o banco, e como não podia ser de outra maneira o Bayern Munich ganhou a Une Alemã. Depois retirou-se aos despachos para dirigir ao clube desde a Presidência. A equipa recuperou com sua gestão o prestígio perdido.
Mais três títulos na década dos 90 devolveram ao clube seu lugar na Europa, uma Copa da UEFA e duas unes, a última das quais daria à equipa o passe na Une de Campeões da UEFA 1998-99, após demonstrar ser a equipa mais forte da competição a equipa chegou ao final que se jogou em Barcelona. Em um partido que os Alemães desejam esquecer, o Bayern ganhava por um golo a zero no minuto 88 do partido. Em tão só dois minutos a equipa viu-se despojado da glória com dois golos do Manchester United, em outro cruel final de une-a de Campeões, fechando assim temporadas de altos e baixos no segundo milénio viriam os sucessos de revanche para o clube bávaro. No 2001 a equipa bávaro tomou cumprida a revanche, voltando a reeditar suas laureles de campeão de une-a de Liga dos Campeões da UEFA de 2000-01 em um final decidida nos pênaltis contra o Valencia de Espanha. Ademais, nesse mesmo ano, o quadro muniqués conseguiu ser o poseedor da Copa Intercontinental por segunda vez em sua história, depois de derrotar na prorrogação à Boca Juniors da Argentina culminando assim uma temporada perfeita. Após trés anos exitosos mais com o clube, Ottmar Hitzfeld deixo a condução da equipa a Felix Magath em 2004. Na Temporada de 2006-07, em une-a de Campeões, Roy Makaay anotou o golo mais rápido da competição, estando a bola na portería contrária aos 10 segundos, em um partido contra o Real Madri em oitavos de final, e depois de chegar até os quartos de final de une-a de Campeões. A equipa alemão teve uma má campanha na Bundesliga, ficando relegado ao quarto posto e incapacitado de participar em une-a de Campeões, devendo jogar a Copa da UEFA.
[editar] Em um século de sucessos (1900-2000)
A história dos primeiros 100 anos, a história dos sucessos começa e acaba com um nome: Franz. Foi quiçá uma coincidência, que a noite do 27 de fevereiro de 1900 que precisamente um tal Franz, de apellido John, fosse o cabeça de um grupo de inquietos revolucionários que se reuniram no restaurante muniqués "Restaurant Gisela" para fundar o FC Bayern de Munich? Que um tal Franz conseguisse a separação da equipa matriz do MTV 1879, onde aos jogadores se lhes negava qualquer vislumbre de liberdade? Só coincidência, que tivesse que passar justo em um século para que outro Franz, apellidado Beckenbauer, assumisse a presidência do clube que durante 1200 meses tinha ganhado tantos títulos?
Franz John nunca chegou ao sonhar. Também não o facto de que "seu" FC Bayern pudesse ser alguma vez campeão da Alemanha, campeão da Europa e inclusive campeão do Mundo. Também não que seu até o momento último sucessor, mal 10 décadas depois pudesse encontrar com o chefe de estado mais famoso e poderoso do mundo. Que nesse momento o premiê britânico Tony Blair lhe susurrase ao ouvido que ele, Beckenbauer, era a personagem mais conhecida pese a toda a ilustre companhia na que se encontravam.
[editar] Despedidas (2007-08) e a volta a elite européia (2009-2010)
A Temporada 2007-08 , marcará ao clube com duas despedidas: a do mítico arqueiro Oliver Kahn e seu multicampeão treinador Ottmar Hitzfeld, que regressou a Bayern como director técnico com a consigna de conseguir a Copa da Alemanha, Bundesliga e fazer uma boa campanha na Copa da UEFA com uma plantilla renovada de contratações, formar uma equipa que este à altura são os objectivos do clube de cara ao futuro.
Diversas cores da
Allianz arena O estádio muda de cor conforme o mandate dos jogos: o estádio fica vermelho para o Bayern Munique, azul para jogos o
Munique 1860 e branco com a para jogos da
Seleção Alemã
Na temporada 2007-08, o conjunto conseguiu levar-se a Copa da Alemanha, onde venceu 2-1 ao Borussia Dortmund ; na Copa da UEFA, uma vez conseguida a primeira posição de seu grupo e superados os quartos de final eliminando de forma agónica a Getafe, disputou a semifinal da Copa da UEFA de 2008 contra a equipa revelação Zenit de San Petersburgo ficando eliminado no partido de volta como visitante, depois de perder 4-0. O objectivo principal cumpriu-se depois que Bayern se coroasse campeão da Bundesliga 2007-08 somando seu título número 21, se classificando à Une de Campeões fechando assim uma excelente campanha onde ademais suas novas contratações conseguiram adaptar à equipa tal é o caso dos internacionais o alemão Miroslav Klose, o italiano Luca Toni e o francês Franck Ribéry, sendo o italiano máximo goleador da Une Alemã e da Copa da UEFA[1].
Bayern de Munique enfrentando o São Paulo FC em Hong Kong
O adeus do Bayern do "General" como se lhe conhece ao exitoso treinador Ottmar Hitzfeld e marcando assim o adeus ao futebol tanto a nível clubes e de sua selecção Nacional, do goleiro Oliver Kahn que disse:
"Receber a ensaladera de campeão é o máximo. 20 anos de carreira profissional é algo incrível. Vivi de tudo no futebol. Agora já não há voltada atrás, é o momento justo para pendurar as luvas. Estou muito agradecido de tudo". Agora a Une de Campeões será a prioridade do Bayern a próxima temporada. "No próximo ano o mais importante será a Champions", expressou-se o director desportivo bávaro Uli Hoeness.
Com a contratação do técnico holandês Louis Van Gaal, o clube sofreu uma reformulação em seu elenco, dispensando jogadores mais experientes como Zé Roberto e Luca Toni, e contratando uma safra mais jovem e com perspectivas futuras altas. Os resultados foram imediatos. Líderados pelo atacante holandês Arjen Robben, a equipe conquistou os dois torneios nacionais com méritos. A empolgação chegou até na final da Liga dos Campeões da Europa, que foi contida com um vice campeonato europeu depois da derrota na final para a Internazionale de Milão.
No dia 1 de junho de 2011, o clube anunciou em seu site oficial a contratação do brasileiro Rafinha e do goleiro Manuel Neuer
[editar] Uniformes atuais
Os três uniformes aficiais atualmente utilizados pelo time, em seus jogos são[3]:
- 1º - Camisa vermelha, calção e meias vermelhas;
- 2º - Camisa branca, calção preto e meias brancas;
- 3º - Camisa preta, calção e meias pretas.
[editar] Uniformes dos goleiros
[editar] Uniformes de treino
- Camisa vermelha, calção e meias vermelhas.
- Camisa preta, calção e meias pretas.
- Camisa branca, calção e meias brancas.
[editar] Uniformes anteriores
O Bayern é um dos três clubes de futebol profissional da cidade alemã de Munique; seu rival local é o TSV 1860 München, que teve mais sucesso na década de 1960, ganhando respectivamente a copa e o campeonato. O 1860 esteve desde então alternando entre a segunda e primeira divisão da Bundesliga. A rivalidade entre os dois times perdeu importância na última década, refletindo a grande diferença entre os dois clubes, um sendo um grande clube europeu (Bayern) e o outro em uma crise de décadas (Munique 1860). O 1860 é uma agremiação com uma torcida baseada na classe trabalhadora e tem sua base em franco declínio pois o setor manufaturado está perdendo terreno para o setor terciário.
O outro clube de Munique é o SpVgg Unterhaching e vem do sul semirural, sendo a terceira força da cidade. Sensacionalmente, conseguiu permancer na Bundesliga em 1999 pela segunda temporada seguida. Conseguiu um feito derrotando o Bayer Leverkusen no último jogo da temporada 1999/2000 quando os visitantes precisavam apenas do empate para assegurar o título alemão, beneficiando assim o Bayern nesta ocasião. Depois deste fato voltou à normalidade e a segunda divisão, não retornando mais a Bundelisga.
Nos dias de hoje, os maiores rivais estão em âmbito nacional, como foi na década de 1970 com o Borussia Mönchengladbach, e depois de alguns anos expandindo a clubes como Hamburgo e Werder Bremen. Na última década, Borussia Dortmund e Bayer Leverkusen tem emergido como os rivais mais próximos; e recentemente o Schalke 04 e novamente o Werder tem feito grandes jogos e disputado os títulos nacionais com o Bayern, porém com muito pouco sucesso. Atualmente os maiores rivais dos vermelhos são os grandes clubes europeus[6].
[editar] Elenco atual
[editar] Notáveis jogadores
[editar] Notáveis treinadores
- (1976 e 2001)
[editar] Continentais
- (1973-74, 1974-75, 1975-76 e 2000-01)
- (1995-96)
- (1966-67)
- (1931-32, 1968-69, 1971-72, 1972-73, 1979-80, 1980-81, 1984-85, 1985-86, 1986-87, 1988-89, 1989-90, 1993-94, 1996-97, 1998-99, 1999-00, 2000-01, 2002-03, 2004-05, 2005-06, 2007-08 e 2009-10)
- (1956-57, 1965-66, 1966-67, 1968-69, 1970-71, 1981-82, 1983-84, 1985-86, 1997-98, 1999-00, 2002-03, 2004-05, 2005-06, 2007-08 e 2009-10)
- (1997, 1998, 1999, 2000, 2004 e 2007)
- (1983, 1987, 1990 e 2010)
Referências
[editar] Ligações externas
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Fußball-Club Bayern München |
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