Aguaí

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Município de Aguaí
"O lírio dos campos"
Bandeira de Aguaí
Brasão de Aguaí
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 6 de agosto
Fundação 1 de janeiro de 1889 (125 anos)
Gentílico aguaiano
Prefeito(a) Sebastião Biazzo (PMDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Aguaí
Localização de Aguaí em São Paulo
Aguaí está localizado em: Brasil
Aguaí
Localização de Aguaí no Brasil
22° 03' 32" S 46° 58' 44" O22° 03' 32" S 46° 58' 44" O
Unidade federativa  São Paulo
Mesorregião Campinas IBGE/2008[1]
Microrregião Pirassununga IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Santa Cruz das Palmeiras, Casa Branca, Vargem Grande do Sul, São João da Boa Vista (N), Moji-Guaçu (S), São João da Boa Vista, Espírito Santo do Pinhal (L), Leme, Pirassununga (O).
Distância até a capital 200 km
Características geográficas
Área 474,741 km² [2]
População 32 148 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 67,72 hab./km²
Altitude 660 m
Clima subtropical
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,786 alto PNUD/2000[4]
PIB R$ 578 024,102 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 18 198,03 IBGE/2008[5]
Página oficial

Aguaí é um município do estado de São Paulo, no Brasil. Localiza-se à latitude 22° 03’ 34”sul e à longitude 46° 58’ 43” oeste, estando a 660 metros acima do nível do mar. Segundo o Censo 2010, sua população era de 32 148 habitantes.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Aguaí" é derivado de "aguaí", um arbusto da família das apocináceas.[6]

História[editar | editar código-fonte]

O início da ocupação de origem europeia da região data do ano de 1700, quando as famílias Alves e Tangerino, através de escritura lavrada no Cartório de Moji-Mirim, assumiram as terras do Capão do Cascavel, onde, mais tarde, Joaquim Gonçalves Valim, proprietário da Fazenda Embiruçu, doou 30 alqueires para constituição do patrimônio de Bom Jesus do Cascavel.

A povoação de Cascavel iniciou a partir da instalação de uma estação da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro em 1 de janeiro de 1887, entre os rios Moji-Guaçu e seu afluente Jaguari-Mirim, no município de São João da Boa Vista.

Em 4 de agosto de 1898, através da Lei Estadual nº 584, foi criado o distrito de Cascavel, no município de São João da Boa Vista.

Em 30 de novembro de 1944, através do Decreto-lei Estadual nº 14 334, o distrito foi elevado à categoria de município com a denominação de "Aguaí", desmembrado de São João da Boa Vista e Mogi-Guaçu. Sua instalação ocorreu no dia 1 de janeiro de 1945.

Geografia[editar | editar código-fonte]

O Município de Aguaí possui uma área de 474,741 km² localizada no leste paulista e na bacia hidrográfica do Rio Mogi-Guaçu. Essa área faz limite com os seguintes municípios: ao norte, Santa Cruz das Palmeiras,Casa Branca e Vargem Grande do Sul; a leste, São João da Boa Vista; ao sul, Mogi Guaçu, Espírito Santo do Pinhal e Leme; a oeste, Pirassununga. Sua população total é de 32 148 habitantes (de acordo com o censo de 2010)

Topografia[editar | editar código-fonte]

  • Plana

Demografia[editar | editar código-fonte]

(Contagem população 2007: 30.181 - IBGE)

Dados do Censo - 2000

População total: 28 195

  • Urbana: 24 708
  • Rural: 3 487
    • Homens: 14 133
    • Mulheres: 14 062

Densidade demográfica: 59,56 hab./km²

Mortalidade infantil até um ano: 15,24 por mil

Expectativa de vida: 71,55 anos

Taxa de fecundidade: 2,59 filhos por mulher

Taxa de alfabetização: 89,93%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,786

  • IDH-M Renda: 0,729
  • IDH-M Longevidade: 0,776
  • IDH-M Educação: 0,853

(Fonte: IPEADATA)

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Economia[editar | editar código-fonte]

A economia do município está baseada principalmente na agricultura, porém dispõe de atividades pecuárias, comerciais e industriais. No setor agrícola, predominam as culturas de cítricos, soja, algodão, milho, feijão e arroz, na pecuária: leite e corte. Já o setor industrial dispõe de produções nas áreas de alimentos,embalagens, máquinas, materiais de construção etc. O setor bancário do município é bem estruturado. Aguaí possui 5 agências bancárias.

Educação[editar | editar código-fonte]

O município conta com quinze escolas municipais e quatro estaduais.

Igreja Católica[editar | editar código-fonte]

O município pertence à Diocese de São João da Boa Vista. Possui três paróquias: Senhor Bom Jesus (padroeiro da cidade)- que tem, como pároco, o padre Rafael Fabiano; São Benedito - que tem, como pároco, o padre Mauro Celso Rodrigues; e São Sebastião da Colina, que tem, como pároco, o padre Edward Gregório Júnior.

Paróquia Senhor Bom Jesus [7] [editar | editar código-fonte]

A 1ª Missa rezada em Cascavel (hoje, Aguaí) foi em 1894, pelo Vigário de São João da Boa Vista, Pe. Thierry de Albuquerque, por ocasião da inauguração do Cemitério.

A construção da 1ª igreja de Cascavel teve início em 1894, pelo fundador da cidade, major João Joaquim Braga, auxiliado por Joaquim da Silva Borges. Antes, as primeiras missas eram realizadas numa antiga santa-cruz, sob um rancho, mais ou menos no local da Pedra Branca, sob frondosa figueira, na Praça da Matriz, hoje chamada Praça Senhor Bom Jesus. Os batizados eram realizados na própria residência do major Braga. Com a contribuição do povo, promoveu-se a construção, que foi concluída em 1896, sendo celebrada a 1ª missa na igreja em 27 de Setembro desse mesmo ano, pelo então coadjutor da Paróquia de São João da Boa Vista, o cônego Ângelo Alves de Assumpção.

Em 28 de setembro de 1900, dom Antônio Cândido de Alvarenga, bispo de São Paulo, cria a Paróquia do Senhor Bom Jesus. Foi nomeado, para 1º vigário, o reverendíssimo padre José Cecere, que tomou posse em 5 de novembro do mesmo ano.

Em 15 de maio de 1903, o padre Jerônimo Migliani criou a Via-sacra.

Em 1 de janeiro de 1945, Cascavel tornou-se município e passou a chamar-se Aguaí.

Entre os padres que pastorearam esta paróquia, destaca-se padre Geraldo Lourenço, que criou a Vila Vicentina (hoje, Comunidade São Vicente de Paulo) em 23 de janeiro de 1938. Foi também padre Geraldo o responsável pela reforma da Igreja Matriz de 19 de fevereiro de 1942 a 20 de maio de 1948, em que houve renovação do telhado e do forro, substituição das janelas de madeira por vitrais de ferro, troca da torre, construção do coro e da escada de madeira para se chegar à torre. A igreja foi quase completamente reconstruída e se tornou o que é hoje.

Padre José Benedito de Moraes realizou a troca da cúpula da torre, de madeira coberta de cobre, e da cruz de ferro pelas atuais cúpula de metal revestido de alumínio e cruz de acrílico. Foi ele também quem construiu o Centro Catequético e as igrejas da Estrada Grande e Sete Lagoas.

Durante o pastoreio de padre Jorge Pedro Jepsen, foram construídas as igrejas: Santa Cruz (hoje (2009) na Paróquia São Sebastião da Colina), São Pedro, São José, São Vicente de Paulo,São Francisco do Taquarantã e Imaculada Conceição, além de outras que hoje pertencem à Paróquia São Benedito. Também foram trocados: a fiação e o madeiramento da Igreja Matriz.

Em janeiro de 1996, desmembrou-se, da paróquia, a Paróquia São Benedito, e, em 15 de fevereiro de 2009, a Paróquia São Sebastião da Colina.

Datas importantes[editar | editar código-fonte]

1894 – 1a Missa, rezada no Cemitério

1894 – 1896 – Construção da 1ª igreja do Senhor Bom Jesus

27.09.1896 – 1ª missa na igreja

28.09.1900 – Criação da Paróquia do Senhor Bom Jesus de Cascavel (Diocese de São Paulo), desmembrada das Paróquias de São João da Boa Vista e de Mogi Guaçu

05.11.1900 – Posse do 1o Vigário: Pe. José Cecere

15.05.1903 – 1a Via Sacra colocada na Igreja Matriz

1908 – Criação da Diocese de Ribeirão Preto

05.11.1914 – Doação da Capela São Benedito no Engenheiro Mendes pelo Barão de Ibitinga

18.08.1915 – Fundação do Apostolado da Oração

1918 – Início da construção da atual Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus, com Pe. Antônio Pereira da Silva

1919 – Início da construção da Casa Paroquial

25.12.1919 – 1a Missa na nova (atual) Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus (com 31m de comprimento x 14m de largura x 9m de altura)

29.05.1927 – Início da Pia União da Filhas de Maria

25.10.1931 – Início da Cruzada Eucarística

1931 – As capelas da Paróquia eram: São Benedito (Engenheiro Mendes), Santo Antônio (Santa Maria), São Benedito (Taquarantã) e Santa Cruz (Brejo Grande)

02.03.1937 – A pedido do Pe. Geraldo, é mudado o nome da Praça da Matriz para Praça Senhor Bom Jesus

23.01.1938 – Fundação da Vila Vicentina (Comunidade São Vicente de Paulo)

01.01.1945 – Cascavel torna-se município com o nome de Aguaí

19.02.1942 – 20.05.1948 – Grande Reforma da Igreja Matriz (foi trocada a cúpula da torre primitiva – em forma de pirâmide – por uma nova – estilo alemão – e feito o local para ser colocado o relógio; mexeu-se nas paredes; foi trocado o forro de madeira por de laje; os vitrais foram sendo substituídos pelos atuais; foi feito o coro e construída a escada para a torre. Foi prometido, por uma família, o relógio, que até 1950 ainda não tinha sido colocado)

28.09.1950 – Cinquentenário da Paróquia

19.04.1958 – Ribeirão Preto se torna Arquidiocese

03.05.1959 – Bênção do Cruzeiro (no final da Rua Major Braga) pelo Pe. Antônio Municio José

31.07.1960 – Instalação da Diocese de São João da Boa Vista

1966 - Pe. Antônio Jannoni projetava filmes, na parede do fundo da Matriz e nos bairros, para a população assistir

07.05.1978 – Inauguração do Centro Catequético, por Dom Tomás Vaquero

22.04.1980 – Troca da cúpula da torre da Igreja Matriz (de estilo alemão) pela atual (em forma de pirâmide), e colocação da cruz de acrílico

1985 – Começam a se organizar as atuais Comunidades nos bairros, realizando reuniões mais frequentes

28.01.1988 – A Renovação Carismática realiza o 1o Grupo de Oração, no Centro Catequético

14.09.1995 – É colocada a cruz fundamental da futura Igreja Santa Cruz (no Bairro Teotônio Vilela), começa a ser construído o barracão da Comunidade

28.01.1996 – Desmembramento da Quase-Paróquia (futura Paróquia São Benedito)

1996 – Seminarista Iran Rodrigues das Graças começa a realizar Celebrações da Palavra na creche da Cidade Nova, entusiasmando a Comunidade Santa Cruz. Nesse ano começa a construção da Igreja Santa Cruz ao lado do barracão

28.01.2000 – Início da Comunidade São Sebastião da Colina

28.09.2000 – Centenário da Paróquia

19.10.2005 – Compra do 1o terreno para a construção da futura Igreja São Sebastião da Colina

15.02.2009 - Desmembramento da Paróquia São Sebastião da Colina

Párocos e Padres[editar | editar código-fonte]

1 - Pe. José Cecere (5 de Novembro de 1900 - 13 de Fevereiro de 1901)

2 - Pe. Nicolau Quaranta (31 de Março de 1901 - 31 de Março de 1902)

3 - Pe. Bernardo Merlo (03/1902 – 11/1902)

4 - Pe. Jerônimo Migliani (1 de Janeiro de 1903 - Falecendo nesta cidade e sepultado no Cemitério local)

5 - Pe. Miguelangelo Maria de Rosa (26 de Abril de 1903)

6 - Pe. João Rulli (25 de Outubro de 1903)

7 - Pe. Januário Layne (11 de Novembro de 1906)

8 - Pe. Miguel Recano (10 de Fevereiro de 1907)

[Pe. Thierry de Albuquerque – pró-Vigário (30 de Outubro de 1907 – 15 de Dezembro de 1907)]

9 - Pe. Jonas Lopes de Prado (22 de Dezembro de 1907)

[Pe. Donizetti Tavares de Lima (20 de Abril de 1909) de Vargem G. do Sul – Administrador]

[Pe. João Miguel de Angelis (9 de Agosto de 1909) de Mogi Guaçu – Administrador]

10- Pe. Modesto da Costa Montserrate (21 de Novembro de 1909 – 01/1917; 07/1917 - 24 de Outubro de 1917)

[Pe. Jayme Nogueira – pró-Vigário (18 de Janeiro de 1917 – 10 de Julho de 1917)]

11- Pe. Antônio Pereira da Silva (31 de Outubro de 1917)

12- Pe. Antônio Estêvão Lopes (25 de Junho de 1922)

13- Pe. Francisco Xavier de Peretti (8 de Janeiro de 1927)

14- Pe. Antônio Echeverias Dias (24 de Abril de 1927)

15- Pe. Francisco Dueñas (20 de Novembro de 1927)

[Pe. Antônio Maria Vieira – Vigário Substituto (15 de Julho de 192925 de Novembro de 1929)]

15- Pe. Francisco Dueñas (em 26 de Novembro de 1929 retornou)

16- Pe. Geraldo Lourenço (12 de Abril de 1931 - † 30 de Outubro de 1957 - sepultado no Cemitério local com Pe. Jerônimo)

[Pe. Vicente Fontanet - Administrador (31 de Outubro de 1957 – 4 de Fevereiro de 1958)]

17- Pe. Xavier Mácua Charlan (5 de Fevereiro de 1958)

18- Pe. Antônio Municio José (31 de Dezembro de 1958)

19- Pe. Tomás Domingo Rodrigues (23 de Janeiro de 1960)

20- Pe. Antônio Jannoni (13 de Fevereiro de 1966 – 5 de Fevereiro de 1970)

[Côn. Vicente Fontanet - Administrador (02 - 03/1970)]

21- Pe. João Fiamenghi (7 de Março de 1970)

22- Pe. José Benedito de Moraes (4 de Março de 1971 - 7 de Outubro de 1984)

23- Pe. Jorge Pedro Jepsen (8 de Outubro de 1984 - 17 de Dezembro de 2011)

Pe. Julian Garcia Callejo – Vigário Paroquial (8 de Outubro de 1984 – 12/1984)

Pe. Guillermo Rodrigues – Vigário Paroquial (1992)

Pe. Antônio de Pádua Dias - Vigário Paroquial (1 de Janeiro de 19974 de Agosto de 2003)

Pe. Carlos Eduardo Alves - Vigário Paroquial (30 de Dezembro de 2005 - 14 de Fevereiro de 2009)

Pe. Wellington Gustavo de Souza - Vigário Paroquial (3 de Maio de 2009 - 16 de Dezembro de 2009)

Pe. Rafael Fabiano - Vigário Paroquial (24 de Junho de 2010 - 17 de Dezembro de 2011)

24 - Pe. Rafael Fabiano (18 de Dezembro de 2011 até os dias atuais)

Pe. Jorge Pedro Jepsen - Vigário Paroquial (18 de Dezembro de 2011 até os dias atuais)

Paróquia São Sebastião da Colina [8] [editar | editar código-fonte]

Pelo ano de 1985 começou a se organizar uma Comunidade no Bairro Siriri, reunindo-se nas casas e celebrando a Eucaristia uma vez ao mês. Nos anos seguintes, essa comunidade desapareceu e reapareceu várias vezes, até que em 1995 foi cedida, pela Prefeitura, uma parte da praça Teotônio Vilela para a construção de uma Igreja e aí se definiu seu nome como Comunidade Santa Cruz. Esse foi o nome escolhido porque nessa mesma praça havia uma capelinha chamada Santa Cruz, que foi demolida, aonde o povo aguaiano, desde muito tempo, ia em procissão aguar a cruz para pedir chuva. Em 1996, a seminarista Iran Rodrigues das Graças organizou a comunidade e a ajudou a se animar e realizar os trabalhos pastorais.

Em 1997, o padre Antônio de Pádua Dias chegou e a pastoreou por seis anos e meio, iniciando a caminhada de preparação para uma futura paróquia. Novos bairros foram nascendo e a comunidade Santa Cruz ficou com um território muito grande, até que em 28 de Janeiro de 2000, o seminarista Carlos Eduardo Alves iniciou a Comunidade São Sebastião da Colina (que tem esse nome por estar no bairro Vista da Colina, única parte elevada da cidade que é, quase na sua totalidade, plana), com encontros nas casas e, algum tempo depois, celebração mensal da Eucaristia. Com a saída de Pe. Antônio, em 2003, houve uma séria redução da participação nas atividades pastorais e nas celebrações, em ambas as comunidades, e alguns seminaristas lideraram os trabalhos enquanto não era designado um padre para aquele setor.

Em dezembro de 2004, retornou, à Paróquia Senhor Bom Jesus, o seminarista Carlos Alves, sendo enviado para continuar ajudando nos trabalhos pastorais dessas comunidades que começaram a ser chamadas de Setor Santa Cruz. Com sua ordenação presbiteral, em 30 de dezembro de 2005, foi designado para ser o padre responsável por dar continuidade à preparação da futura paróquia, o que fez reorganizando todo o trabalho pastoral e promovendo as estruturas necessárias para o desmembramento da Paróquia Senhor Bom Jesus, como a compra do terreno da futura Matriz. Em outubro de 2008, dom David anunciou a data da criação da Paróquia e sua sede na Igreja São Sebastião da Colina (ainda em construção), por ser mais central no território paroquial que ganhou uma extensa zona rural.

Na noite do dia 15 de Fevereiro de 2009, numa solene missa na Igreja Santa Cruz, Dom David criou e instalou a Paróquia e deu posse a seu primeiro pároco. No dia 5 de dezembro de 2011, o padre Carlos Eduardo Alves encerrou seu ministério nessa Paróquia, ao ser transferido para Mogi Guaçu, para ser o pároco da Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus. Na noite do dia 11 de Dezembro de 2011, Ddom David empossou, como segundo pároco, o padre Edward Gregório Júnior, vindo da reitoria do Seminário São João Maria Vianney de Mogi Guaçu. Enquanto não se tem a Igreja Matriz acabada, funciona a Igreja Santa Cruz como Matriz provisória. A Paróquia contava, em 2011, com 5 comunidades urbanas: São Sebastião da Colina, Santa Cruz, São João Batista, Santo Antônio de Sant'Anna Galvão e Santo Antônio de Pádua, e 3 rurais (Santo Expedito, São Benedito e Santa Isabel) e cerca de 8 000 habitantes.

Párocos e padres[editar | editar código-fonte]

  1. Pe. Carlos Eduardo Alves (15 de fevereiro de 2009 - 05 de dezembro de 2011)
  2. Pe. Edward Gregório Júnior (11 de dezembro de 2011 até os dias atuais)
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Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
  6. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 13.
  7. Dados organizados pelo padre Carlos Eduardo Alves, com base nos Livros Tombo da Paróquia
  8. Dados e texto escritos pelo Pe. Carlos Eduardo Alves, primeiro pároco da Paróquia.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]