Indaiatuba

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
janeiro de 2014 cita fontes fiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo. Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Município de Indaiatuba
"Cidade dos Indaiás"
Vista parcial noturna de Indaiatuba

Vista parcial noturna de Indaiatuba
Bandeira de Indaiatuba
Brasão de Indaiatuba
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 9 de dezembro de 1830 (184 Anos)
Gentílico indaiatubano
Prefeito(a) Reinaldo Nogueira Lopes Cruz (PMDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Indaiatuba
Localização de Indaiatuba em São Paulo
Indaiatuba está localizado em: Brasil
Indaiatuba
Localização de Indaiatuba no Brasil
23° 05' 24" S 47° 13' 04" O23° 05' 24" S 47° 13' 04" O
Unidade federativa  São Paulo
Mesorregião Campinas IBGE/2008[1]
Microrregião Campinas IBGE/2008[1]
Região metropolitana Campinas
Municípios limítrofes Monte Mor e Campinas (N), Itupeva (L), Elias Fausto (O), Itu, Salto e Cabreúva (S).
Distância até a capital 90 km
Características geográficas
Área 311,388 km² [2]
População 226,602 hab. (SP: 37º) –  Estimativa IBGE/2013[3]
Densidade 0,73 hab./km²
Altitude 624 m
Clima tropical de altitude Cwa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,788 (SP: 35°) – alto PNUD/2010[4]
PIB R$ 4 596 926,974 mil (BR: 90º - RMC: 5º) – IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 25 461,58 IBGE/2008[5]
Página oficial

Indaiatuba é um município Metropolitano do estado de São Paulo, no Brasil. Localiza-se a 23º05'25" de latitude sul e 47º13'05" de longitude oeste, a uma altitude de 624 metros. Sua população oficial em 2014 está estimada segundo o IBGE, em 226.602 habitantes.

Topônimo[editar | editar código-fonte]

O nome "Indaiatuba" vem da língua tupi: ini'yá (indaiá) e tyba (ajuntamento)[6] . Portanto, "Indaiatuba" significa "ajuntamento de indaiás". A denominação se prendeu às características da paisagem e da vegetação da localidade, hoje já alteradas. Tornou-se oficial em 1830, embora haja notícia de que tenha sido utilizada anteriormente, já no século XVIII.

A existência marcante de indaiás carregados de pequenos cocos fez com que Indaiatuba tivesse recebido, entre meados do século XVIII e início do século XIX, também a denominação de "Cocais".

História[editar | editar código-fonte]

A região do atual estado de São Paulo já era habitada por povos indígenas desde aproximadamente 12000 a.C. A região de Indaiatuba, em particular, já era habitada desde o século XII por povos indígenas tupi-guaranis, que cultivavam palmeiras, batata-doce, mandioca, milho, amendoim, feijão etc.[7] . A partir da segunda metade do século XVIII, a região começou a ser ocupada por fazendas de cana-de-açúcar.

Nessa época, a região se tornou importante por fazer parte das rotas comerciais com o sul do Brasil e com Mato Grosso e Goiás. Em 9 de dezembro de 1830, o então povoado de Cocais foi elevado à condição de freguesia da vila de Itu. Essa data passou a ser comemorada como a data do aniversário da cidade. A partir da segunda metade do século XIX, o café substituiu a cana-de-açúcar como o principal produto de exportação da cidade. No final desse século, os trilhos das estradas de ferro chegaram à cidade. A partir dessa época, Indaiatuba também recebeu muitos imigrantes da Suíça, Alemanha, Itália, Espanha, Croácia e, já no século XX, imigrantes do Japão[8] . Os imigrantes suíços formaram a Colônia Helvétia, ainda existente e onde anualmente é realizada a Festa da Tradição no Dia da Fundação da Suíça.

Esses homens e mulheres dedicaram-se principalmente à agricultura, mas também ao comércio, às oficinas e manufaturas. Com sua economia dividida entre a cultura de café e batata e algumas pequenas fábricas, a cidade cresceu pouco na primeira metade do século XX. Em 1950, havia 11 253 habitantes no município. Em 1964, eram 22 928. A partir daí, o crescimento acelerou-se, baseado principalmente na expansão da indústria e de serviços. Em 1991, o censo registrou 92 700 habitantes, número que, em 2000, saltou para 146 829 e que continua crescendo. Na estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, com referência a julho de 2012, a cidade tem 209 859 habitantes. A cidade é a quarta mais populosa da Região Metropolitana de Campinas e a 37ª mais populosa do estado de São Paulo.

Crime do Poço[editar | editar código-fonte]

O "Crime do Poço", que ficou conhecido na história de Indaiatuba, foi um crime famoso que ocorreu no município em 1907. Foi o assassinato do imigrante italiano Domenico de Luca, que trabalhava com o comércio. Depois, jogaram seu corpo em um poço, na Rua Candelária, perto da Igreja da Candelária. Na época, a cidade tinha um pouco mais de 1 500 habitantes. O município fez um documentário e um livro sobre o assunto, em 2007. O imigrante está enterrado no Cemitério da Candelária.

Bairros Populares[editar | editar código-fonte]

Jd. Morada do Sol I a VII ( aproximadamente 67.564 habitantes )

Cecap I, II, e II ( aproximadamente 3.335 habitantes )-Popular

Helvetia Polo Contry-Nobre

Itaici-Nobre

Centro

Jd. Pau Preto -Popular

Jd. Monte Verde -Popular

Parque Ecológico -Nobre

Jd. Califórnia

Parque Viracopos

Jd.Paulista I e II

Jd. Esplanada -Nobre

Jd. São Conrado

Jd. Santa Cruz

Cidade Nova I e II - Nobre

Jd . São Paulo - Nobre

Jd. Regina

Igrejas[editar | editar código-fonte]

Católica:Rua Candelária

Evangélicas : Rua Tuiuti Cidade Nova ( Templo Central da IEADI)

Rua 15 de Novembro 415 Centro ( Sede Setorial da AD Belém em Indaiatuba )

Concregação Critã no Brasil

Geografia[editar | editar código-fonte]

Monumento de inauguração da Avenida Conceição, uma das mais importantes do município, contendo a frase: "Indaiatuba: Nosso sol tem calor de amizade". Atualmente, o monumento se encontra em um canteiro no estacionamento do Parque Ecológico da cidade.

Indaiatuba situa-se a 90 km da capital paulista e a apenas 25 km de Campinas. Apresenta uma localização privilegiada, a 10 quilômetros do Aeroporto Internacional de Viracopos, boa infraestrutura e bons indicadores de qualidade de vida.

Relevo[editar | editar código-fonte]

O relevo de Indaiatuba é uma depressão relativa, pois é mais baixo que as áreas adjacentes. Dominam as formas de planície aluvial, colinas, morros e morrotes.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Parque Ecológico de Indaiatuba[editar | editar código-fonte]

Vista do Parque Ecológico de Indaiatuba
Vista do Parque das Frutas, nas imediações do Parque São Lourenço e do Jardim São Paulo

O Parque Ecológico de Indaiatuba "corta" a cidade em 80% da sua totalidade, possuindo ao longo de sua extensão, bosques, lagos, jardins, áreas de recreação, campos de futebol, vôlei, uma pista de bicicross oficial, uma pista de skate profissional, uma raia de remo olímpico, equipamentos de ginástica, uma praça de eventos e um teatro multidisciplinar. São 15 quilômetros de pistas de caminhadas e cooper, além de ciclovias. Hoje o parque ecológico de Indaiatuba tornou-se, segundo seu criador, o arquiteto e urbanista Ruy Ohtake, o maior parque ecológico em extensão do Brasil.

Tornado[editar | editar código-fonte]

O tornado do dia 24 de maio de 2005 foi um dos maiores e mais violentos já registrados no Brasil, porém não houve mortes pelo ocorrido. Destruiu parte do Distrito Industrial da cidade. "O vendaval de Indaiatuba foi um dos mais intensos do País, atingiu o nível F3 (com velocidade de 252 a 331 quilômetros por hora), em uma escala que vai de F0 (64 a 116) a F5 (420 a 511)", segundo informações do pesquisador do Instituto Tecnológico SIMEPAR, Ernani de Lima Nascimento. Também inspirou o nome do álbum "Violent Skies Of May" da banda de post-rock Gray Strawberries e do time de Rugby da cidade, o Tornados. Através de informações de moradores consta que o "vendaval" teve início , na região de Jundiaí -Itupeva, vindo dos bairros Medeiros/Nova era e Guacuri(Itupeva), onde muitas árvores de porte grande foram derrubadas no meio da estrada impedindo o trânsito local e casa de chácaras destelhadas, muros de aproximadamente 100 mts de comprimento jogado ao chão. A prefeitura de Itupeva teve muito trabalho naquela tarde para liberar a estrada.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Segundo o "Atlas IDH 2000" da Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, a cidade possui os seguintes índices demográficos:[4] [9]

Administração[editar | editar código-fonte]

  • Prefeito: Reinaldo Nogueira Lopes Cruz (PMDB) (2013-2016)
  • Vice-prefeito: Antonio Carlos Pinheiro(PTB)
  • Presidente da Câmara de Vereadores: Luiz Alberto "Cebolinha" Pereira (PMDB) (2013-2014)

Número total de vereadores na Câmara Municipal: doze vereadores, sendo quatro do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), dois do Partido Progressista (PP), dois do Partido dos Trabalhadores (PT), um do Partido Verde (PV), um do Partido Socialista Brasileiro (PSB), um do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e um do Democratas (DEM).

Economia[editar | editar código-fonte]

Comércio[editar | editar código-fonte]

Na década de 1930, a dependência comercial de Indaiatuba era muito grande, pois, para a obtenção de grande parte das mercadorias e serviços existentes, seus moradores tinham que recorrer a cidades como Campinas e Itu. Com o desenvolvimento industrial e o crescimento populacional que foi se processando na década de 1970, a sociedade atingiu níveis financeiros maiores, o que aumentou a demanda por serviços e mercadorias. Nesse período, a concentração comercial era praticamente no centro da cidade. Entretanto, com o surgimento de novos núcleos habitacionais e a formação de outros bairros, o comércio foi se expandindo e descentralizando-se. É o caso, por exemplo, dos pólos comerciais da Cidade Nova, Cecap e Jardim Morada do Sol, que com sua expansão, também vêm se unindo ao comércio de outros bairros.

A cidade deixava gradualmente sua tradição agrária e começava a se inserir num contexto urbano, condicionando sua população a uma mudança de valores e costumes levados por um mercado representativo e atrativo, alguns segmentos comerciais, que atuavam em outras cidades com suas redes de lojas, vieram se instalar em Indaiatuba. No final da década de 1970 e início da de 80, devido à falta de concorrência em alguns segmentos comerciais, muitos consumidores iam buscar em outras cidades, como Campinas, produtos oferecidos na cidade. Mas atualmente a realidade é outra.

A concorrência entre vários estabelecimentos comerciais de Indaiatuba que ofereceriam os mesmos tipos de mercadorias e serviços, criou diversas opções para os consumidores. Portanto, hoje é possível adquirir a preços competitivos muitas mercadorias que antes, mesmo existindo em Indaiatuba, eram buscadas em outras cidades. Devido a essas e outras mudanças que ocorreram no cenário econômico, os consumidores passaram a ser mais críticos em relação à qualidade e preço dos produtos que pretendem adquirir. Assim, o mercado passou a exigir muito mais dos comerciantes.

Indústria[editar | editar código-fonte]

O município vem aumentando seu pólo industrial nos últimos anos, principalmente devido à vinda de grandes empresas de outras cidades do estado de São Paulo.

Indaiatuba possui grandes empresas do setor automotivo como a Toyota Motor do Brasil e o campo de provas da General Motors e da Honda, além das unidades fábris da John Deere, Unilever, Mann+Hummel (Filtros Mann), Yanmar do Brasil, Agritech Lavrale, TMD Friction/COBREQ, BASF, Plastek do Brasil, entre outras, que criaram vários empregos na cidade.

A partir de 1920, começaram a se instalar, no município, as primeiras unidades industriais.

Entre os anos de 1930 e 1945, instalaram-se diversas indústrias de transformação de madeira, teve destaque especial a indústria de cabos de guarda-chuva, cuja produção era vendida para todo o país. Após 1945, instalaram-se e tiveram expansão no município as indústrias têxteis.

Na década de 1960, o município recebeu grandes indústrias mecânicas e metalúrgicas. Em 1980, estavam instaladas 422 indústrias no município.

Como muitas outras cidades da região, antes da década de 1970, Indaiatuba era uma cidade de predominância rural e provavelmente não imaginava o papel que iria representar no contexto econômico nacional. Atualmente, a realidade é bastante diferente daquela que se apresentava há 25 anos.

O grande salto em busca do desenvolvimento de Indaiatuba foi dado com a criação do Distrito Industrial de Indaiatuba em agosto de 1973, no governo do prefeito Romeu Zerbini, que criou no ano seguinte uma lei de incentivos às indústrias que se instalassem no município. Em 1970 havia 37 indústrias em atividade na cidade e esse número subiu para 75 em 1975.

As condições para o progresso da cidade seriam favorecidas pelo seu potencial energético; sua localização em relação aos grandes centros industriais e comerciais; as opções de vias de acesso a outras cidades, o que facilitava o escoamento de sua produção e suas relações comerciais. Na década de 1970, a cidade começou a receber grande número de migrantes e a demarcação da área do Distrito Industrial teve que sofrer algumas mudanças, para ceder espaço à ampliação residencial que foi se processando com esse fluxo migratório. Os conjuntos habitacionais do Bairro Cecap, por exemplo, surgiram dessas mudanças.

Em 1974, foi fundada a Associação das Indústrias do Município de Indaiatuba (Aimi) e, nesse período, alguns empresários começaram a reivindicar a criação de uma unidade do Serviço Nacional da Indústria (SENAI) na cidade, pois a maior parte da formação profissional dos moradores de Indaiatuba era feita no SENAI de Itu.

Essa deficiência começou a ser sanada com a criação da Fundação Indaiatubana de Educação e Cultura (FIEC), em 1985 e a introdução do primeiro curso técnico de mecânica em 1986.

Agricultura[editar | editar código-fonte]

No século XIX, tinham maior importância econômica a cultura de cana-de-açúcar e, a partir da segunda metade do século XIX, também a do café.

A década de 1950 assistiu a emergência da cultura do tomate, sobretudo em função da fixação de famílias japonesas no município. O município foi durante muito tempo, predominantemente produtor de café, algodão e batata. Nos últimos anos as culturas permanentes, notadamente a fruticultura, vêm aumentando progressivamente a sua produção em relação às culturas temporárias, a exemplo da uva, morango (100 mil pés com produção anual de 50 toneladas); tomate (2 milhões de pés e produção de 400 mil caixas); batata (área plantada de 200 alqueires e produção de 300 mil sacas).

A uva é hoje a principal cultura agrícola do município, um dos maiores produtores estaduais, sendo o 5º maior produtor.[10] Com mais de 10 milhões de pés produzindo aproximadamente cerca de 4 milhões de caixas por ano, completa o abastecimento no estado de São Paulo. E na agricultura temporária se destaca, atualmente, a cana-de-açúcar, com uma produção de 208.592 toneladas em 2005.

Pecuária[editar | editar código-fonte]

A pecuária não tem grande importância para o município, avicultura, bovinos, suínos e eqüinos em uma quantidade não muito expressiva. O rebanho de suínos é de 9.048 cabeças, sendo o 33º maior rebanho do estado.[11]

Educação[editar | editar código-fonte]

Educação básica[editar | editar código-fonte]

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística,[12] Indaiatuba, no ano de 2009, contava com:

  • 60 escolas de ensino infantil (sendo 27 municipais e 33 privadas)
  • 71 escolas de ensino fundamental (sendo 22 estaduais, 27 municipais e 22 privadas);
  • 27 escolas de ensino médio (sendo 15 estaduais e 12 privadas);

Ensino médio[editar | editar código-fonte]

  • Escola Estadual Aurora Scodro Groff (Aurora) - pública;
  • Escola Estadual Randolfo Moreira Fernandes (Randolfo) — pública;
  • Escola Estadual Dom José de Camargo Barros (Dom José) — pública;
  • Escola Estadual Profª Helena de Campos Camargo (Helena) — pública;
  • Escola Estadual Maria Apparecida Pinto Da Cunha (Maria)— pública;
  • Escola Estadual Profª Suzana Benedicta Gigo Ayres (Suzana) — pública;
  • Escola Estadual Hélio Cerqueira Leite (Hélio) - pública;
  • Escola Particular Polo Educacional (POLO E) - particular;
  • Escola Estadual Prof. Antonio de Pádua Prado - pública;
  • Escola Particular Colégio Candelária
  • Escola Estadual Maria de Lourdes Stipp Steffen - pública ,
  • Escola Estadual Milton Leme do Prado
  • Escola Municipal Aparecido B. Santos
  • Escola Particular Colegio Candelaria

Além destas tradicionais escolas públicas, a cidade conta com outras unidades de ensino tanto da rede estadual como das instituições particulares de ensino, que oferecem o Ensino Médio a sua população.

Ensino técnico[editar | editar código-fonte]

Ensino superior[editar | editar código-fonte]

  • Faculdade Anhanguera de Indaiatuba — privada;
  • Faculdade Max Planck — privada;
  • Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba (FATEC) - Centro Paula Souza — pública;

Pós-graduação[editar | editar código-fonte]

  • Faculdade Anhanguera de Indaiatuba — privada;
  • Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba — pública;
  • Instituto Educacional Luiz Flávio Gomes - LFG - privada;

Transporte[editar | editar código-fonte]

Transporte urbano[editar | editar código-fonte]

Antiga Estação de Trem Itaici, que perdeu suas funções em 1980.

O serviço de transporte público no município é realizado pela Viação Indaiatubana LTDA que conta com uma frota de aproximadamente 60 veículos que atendem o município através de 26 linhas que operam das 4h00min à 00h30. A cidade conta com seis terminais de ônibus urbano de pequeno porte: Praça Dom Pedro II (Centro), Jd. Morada do Sol, Praça Andreia Bonachella (Vila Costa e Silva), Praça Renato Vilanova ("Praça do Cato", no Jardim Califórnia), Jardim Morumbi e João Piolli.[13]

Transporte metropolitano, suburbano e rodoviário[editar | editar código-fonte]

Indaiatuba possui linhas que transportam os moradores a cidades vizinhas e importantes com linhas metropolitanas para Campinas, Monte Mor, Americana e Vinhedo, suburbanas para Elias Fausto, Salto, Itupeva e Jundiaí, rodoviárias para São Paulo, Itu, Boituva, Porto Feliz, Itapetininga, Tatuí e Capivari além de outras cidades do interior paulista e do Brasil. Para atender tais linhas, a cidade conta com o Terminal Rodoviário "Prefeito Alberto Brizolla", localizado no Centro da cidade.

Aeroporto[editar | editar código-fonte]

O Aeroporto Internacional de Viracopos, fica a 9 km do centro de Indaiatuba, com fácil acesso pela Rodovia Engº Ermênio de Oliveira Penteado. Existem linhas de ônibus metropolitanas que fazem esse trajeto, saindo da Rodoviária de Indaiatuba direto para Viracopos e vice-versa.

Rodovias[editar | editar código-fonte]

A principal estrada de acesso ao município é a Rodovia Engº Ermênio de Oliveira Penteado,[14] (SP-75), que, por meio de ligações com outras vias importantes, como: Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), Rodovia Castello Branco (SP-280), Rodovia Anhanguera (SP-330), e Rodovia do Açúcar (SP-308), alcança os principais pólos econômicos do estado. Além desta rodovia, o município possui estradas vicinais que ligam a cidade aos seus municípios vizinhos.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Antiga estação ferroviária de Indaiatuba, atual Museu Ferroviário de Indaiatuba, onde estão conservados importantes patrimônios ferroviários brasileiros.

Com o seu crescimento, Indaiatuba se tornou uma cidade turística. Destacando-se no turismo de negócios, pelo número considerável de empresas instaladas na cidade. Também se destaca no turismo religioso com prédios históricos, tais como:

Também há o crescimento do turismo rural, pois o município conta com diversas propriedades agrícolas, sendo um dos maiores produtores de uva de mesa do estado e também do turismo de eventos com os campeonatos de motocross, bicicross, skate, luta de braço e ciclismo em nível regional, estadual, nacional e até internacional.

Anualmente existem festas das mais variadas durante o ano como a Festa das Nações (com as colonias Suíça, Italiana, Japonesa, Alemã, Brasileira, Nordestina e Afro), Festa da Tradição (Colônia Helvetia - Suíça), Festa do Peão entre outras.

Indaiatuba é um dos municípios integrantes do Polo Turístico do Circuito das Frutas juntamente com mais oito municípios: Jundiaí, Itatiba, Atibaia, Valinhos, Vinhedo, Itupeva, Morungaba e Louveira.

A cidade possui atualmente dois shopping centers: o Shopping Jaraguá, situado no centro da cidade, empreendimento este que possui aproximadamente um fluxo de 120 000 pessoas por mês e que conta com duas lojas-âncora: Lojas Marisa e Lojas Americanas, além de várias lojas satélites e salas de cinema; e o Polo Shopping Indaiatuba, que conta com mais 170 lojas-satélite e 7 lojas-âncora: entre elas, a C&A, Renner, kalunga, Centauro, Le Biscuit, Tenda Atacado e Casas Bahia, 5 salas de cinema Stadium, praça de alimentação com 14 operações em um terreno de 120 000 metros quadrados às margens da Rodovia SP-75.

Esporte[editar | editar código-fonte]

O município possui hoje um time de futebol profissional, chamado Esporte Clube Primavera. Atualmente joga na Série B (Quarta Divisão) do Campeonato Paulista. O clube foi fundado o 27 de janeiro de 1927. O time manda seus jogos no Estádio Ítalo Mário Limongi, em Indaiatuba.

Além do futebol, a cidade ainda se destaca no ciclismo, atletismo, natação, motocross, luta de braço, bicicross, futsal, futebol amador, handebol,futebol americano e rugby com equipes formadas por colégios, clubes e pela Secretaria Municipal de Esportes, disputando campeonatos em nível local, regional, estadual, nacional e internacional, inclusive sediando diversas competições nestes níveis. A cidade conta também com inúmeros campos de pólo hípico, sendo um cenário de destaque deste esporte no Brasil e no mundo.

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE. Dados atualizados do Censo 2011 - Cidades@. Visitado em 2 de agosto de 2011.
  3. Estimativa Populacional 2012 Estimativa Populacional 2012 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Visitado em 04 de setembro de 2012.
  4. a b Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Visitado em 03 de agosto de 2013.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 11 de dezembro de 2010.
  6. NAVARRO, E. A. Método moderno de tupi antigo: a língua do Brasil dos primeiros séculos. 3ª edição. São Paulo. Global. 2005. 463 p.
  7. Scribd. Disponível em http://pt.scribd.com/doc/35430825/Os-povos-Guarani-na-regiao-de-Indaiatuba. Acesso em 17 de maio de 2013.
  8. Prefeitura municipal de Indaiatuba. Disponível em http://www.indaiatuba.sp.gov.br/cidade/historia/. Acesso em 17 de maio de 2013.
  9. Perfil Municipal - Indaiatuba (SP) Atlas Brasil (2010). Visitado em 27 de janeiro de 2014.
  10. IBGE, Produção Agrícola Municipal 2005.
  11. IBGE, Pesquisa Pecuária Municipal 2005.
  12. Ensino - matrículas, docentes e rede escolar 2009 - Site do Cidades@ - IBGE.
  13. [1] [2]
  14. Denominação de Rodovias (de A até Z) - Site do DER/SP

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre Indaiatuba