Espanhol da América

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Este artigo não cita fontes confiáveis e independentes (desde julho de 2011). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)


Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde Fevereiro de 2008).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.

A diversidade idiomática da América era extremamente grande, alguns lingüistas estimam que o continente era o mais fragmentado lingüisticamente, com cerca de 123 famílias de línguas, muitas das quais, possuindo dezenas ou centenas de línguas e dialetos. Muitas de tais línguas, as indígenas principalmente, são consideradas de muita importância tanto pelo número de falantes, quanto por suas contribuições ao espanhol: o náhuatl, o taino, o maia, o mapuche, o quechua e o guarani são algumas delas. Quando Cristóvão Colombo chegou à América, em 1492, o espanhol já estava consolidado na Espanha e no "novo mundo", iniciou-se um outro processo de consolidação, chamado de Hispanização da América. O que se pode afirmar é que o espanhol da América é um típico caso língua transplantada e superposta a outras que eram previamente faladas (algumas ainda o são), através de forte regime colonial

Ver também[editar | editar código-fonte]