Memória celular

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde Agosto de 2010).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.

Memória celular é uma hipótese que postula que memórias, hábitos, interesses e gostos podem ser memorizados por outras células do corpo humano para além dos neurónios.

Baseia-se principalmente no facto de alguns receptores de órgãos transplantados terem adquirido, após a operação, novos hábitos ou gostos, semelhantes aos dos doadores.

Em 2002, a revista científica Journal of Near-Death Studies publicou uma pesquisa extensiva realizada pelo neuroimunologista Paul Pearsall sobre o assunto.

Pearsall havia entrevistado cerca de 150 receptores que haviam passado por transplantes de coração ou de pulmão e afirmou que as células vivas do tecido do órgão transplantado tinham a capacidade de memória.

A teoria, conhecida como "memória celular", foi tema de um livro escrito por Pearsall chamado "The Heart’s Code" ou "O Código do coração". Nesse livro ele descreve a experiência de diversos transplantados, como a história de uma menina de dez anos que recebeu o coração de outra de oito, poucas horas depois de esta ter sido assassinada. Tempos depois, ao fim de uma sucessão de pesadelos, ela "reviveu" a cena fatal de sua doadora - o rosto do assassino, uma arma, um lugar. A polícia foi informada e capturou o criminoso, que confessou tudo.

O assunto também foi abordado no Filme "The Eye" ("O Olho do Mal" no Brasil) de 2008, onde uma violonista (Sydney Wells, interpretada por Jessica Alba) cega desde a infância realiza um transplante de córneas, que a permite enxergar novamente. Porém logo ela começa a ver imagens aterrorizantes, sem saber o porquê.

Apesar das pesquisas, o assunto não encontra opinião unânime dentro da comunidade científica.