Mediunidade

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Mediunidade, ou canalização, designa a alegada comunicação entre humanos (encarnados) e espíritos (desencarnados); ou a manifestação espiritual via corpo físico que não lhe pertence [1] . Apesar de disseminada pela maioria das sociedades ao longo da história humana, foi a partir do século XIX que a mediunidade começou a ser um objeto de intensa investigação científica.[2] [3]

Embora não provada através da ciência stricto sensu, a mediunidade é corroborada por diversas doutrinas e correntes espiritualistas, sendo parte das raízes greco-romanas e judaico-cristãs da sociedade ocidental, bem como dos orientais hinduísmo e budismo tibetano.[3]

Assim, em perspectiva espiritualista um espírito que deseja comunicar-se entra em contato com a mente do médium ativo, e, por esse meio, pode se comunicar por várias formas, como oralmente (psicofonia), pela escrita (psicografia), ou ainda se fazendo visível ao médium (vidência). Fenômenos de ordem física incluem levitações (poltergeist), batidas (tiptologia), escrita direta (pneumatografia), voz direta (pneumatofonia), voz eletrônica (electronic voice phenomena), etc. Também há a mediunidade de psicometria, que é muito usada como ajuda para a polícia, consiste em um médium ler impressões e recordações pelo contato com objetos comuns; e a mediunidade de cura, como acontece através do médium João de Deus. Outras formas de comunicação com os espíritos podem ser encontradas em O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec. [4]

Ressalta-se que embora recorrente em vertentes espiritualistas e grupos sociais, e bem evidente na Doutrina Espírita, a mediunidade não encontra-se estabelecida à luz da ciência stricto sensu, visto a própria existências de espíritos não encontrar-se cientificamente estabelecida perante os rigores do contemporâneo método científico [5] .

Outras designações[editar | editar código-fonte]

Uma médium (Thai Moa Fa Phi Song) em Si Songkhram, província de Nakhon Phanom, na Tailândia.

Enquanto no meio espírita utiliza-se a palavra médium para designar o indivíduo que serve de instrumento de comunicação entre os espíritos encarnados e espíritos desencarnados, outras doutrinas e correntes filosóficas utilizam termos como clarividente, intuitivo, sensitivo. No entanto, o significado desses termos pode ser considerado por alguns com o mesmo significado, porém cada um pode ser distinguido como uma faculdade mediúnica diferente.

Médium é aquele que serve de elo entre o mundo em que vivem os espíritos (plano espiritual, quarta vertical, quarta dimensão, mundo astral...) e o mundo terreno, assim este se abre para que o espírito se utilize dele.

Clarividente é aquele que tem capacidade de enxergar o plano espiritual através da "terceira visão".

Intuitivo é aquele que tem capacidade de sentir a cadeia dos acontecimentos e assim prevê-los, bem como o sensitivo que também se adequaria a esta faculdade. Kardec definiu no capítulo XIV de O Livro dos Médiuns as diversas faculdades mediúnicas, de acordo com o que julgou oportuno. Por isso outras designações que nomeiam a faculdade em outras correntes não são interessantes para o Espiritismo, a fim de não trazer ambiguidades para os termos.

Parapsicólogos forenses[editar | editar código-fonte]

Os parapsicólogos forenses, também conhecidos como investigadores psíquicos (do inglês Psychic Witness), são médiuns que trabalham em conjunto com a polícia na investigação de crimes de difícil solução[6] [7] [8] (inexistência de testemunhas, escassez de provas, excesso de suspeitos,...). O papel desses paranormais, segundo Sérgio Pereira Couto em artigo na revista Ciência Criminal [6] , "consiste basicamente em captar sensações sobre o que aconteceu nos locais dos crimes e passar as informações para que os detetives tomem as devidas providências administrativas, incluindo a detenção de suspeitos para interrogatório".

Com o sucesso dos seriados em canais pagos que tratam do tema, as polícias de diversos estados americanos passaram a admitir em público o uso de paranormais em investigações onde a tecnologia mostra-se insuficiente.

O Discovery Channel elaborou um documentário dividido em vários episódios para tratar desse tema,[9] reportando as atividades de quinze investigadores psíquicos no apoio às polícias de diversos estados americanos, como a Califórnia, Ohio, a Pensilvânia, Carolina do Norte, a Louisiana, Texas e o Arizona. Entretanto, o documentário não apresenta casos onde tal ajuda não resultou em sucesso e vale frisar que a Lei americana obriga a polícia a ouvir todos os que dizem saber algo sobre a investigação, incluindo aqueles que se intitulam médiuns ou sensitivos, que voluntariamente se apresentam para ajudar, não fazendo parte do procedimento policial a busca de cartomantes, médiuns, etc para a solução de crimes.

Sally Headding, uma respeitada investigadora psíquica americana, formada em psicologia clínica e Ph.D. pela Universidade de Berkeley (Califórnia), aponta que atualmente o principal problema da popularidade dos investigadores psíquicos nos EUA é o surgimento de uma série de falsos paranormais que se apresentam para ajudar a polícia em casos de grande repercussão. No entanto, segundo as palavras de Sally, os verdadeiros paranormais dificilmente procuram a polícia, ao contrário, são convidados por esta para colaborar nas investigações.[10]

No Brasil, o Estado de Pernambuco, seguindo determinação da Constituição Estadual, prevê como obrigação daquele Estado e dos seus municípios a prestação de "assistência à pessoa dotada dessa faculdade, [desde que] comprovado por profissionais especializados". Essa comprovação é justamente um mecanismo para que se tenha certeza de não se tratar de um caso de charlatanismo.[6] Infelizmente, o processo de definição pelo estado do que é charlatanismo ou não, não está claro.

Em matéria publicada no site do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) em dezembro de 2011,[11] são esclarecidos erros comuns relacionados à questão da possibilidade de uso de testemunhos paranormais em processos judiciais. O Artigo 174 da Constituição Estadual de 1989 apenas trata da assitência social dada a pessoas com dons paranormais. A assistência ao cidadão também é garantida a partir de determinação do Artigo 203 da Constituição Federal. Em nenhum ponto, a Constituição de Pernambuco trata do uso de testemunhos paranormais em processos, pois cabe, exclusivamente, à União definir o direito processual vigente no Brasil, assim definido no Artigo 22 da Constituição Federal. Não há, até o momento, nenhuma lei que trate do tema.

Textos psicografados por médiuns como Chico Xavier e Jorge José Santa Maria (da Sociedade Beneficente Espírita Amor e Luz, no Município de Porto Alegre) já foram incorporados a processos criminais na forma de provas documentais.[6]

Estudos científicos[editar | editar código-fonte]

Sessão mediúnica conduzida por John Beattie em Bristol, Inglaterra, 1872.

A pesquisa sobre a mediunidade e sua relação mente-cérebro trouxe importantes contribuições científicas, sendo que muitos cientistas e intelectuais renomados empenharam-se em realizar tais estudos, entre eles: Allan Kardec, Alexander Moreira-Almeida, Alfred Russel Wallace, Alexandre Aksakof, Camille Flammarion, Carl Jung, Cesare Lombroso, Charles Richet, Gabriel Delanne, Frederic Myers, Hans Eysenck, Henri Bergson, Ian Stevenson, J. J. Thomson, J. B. Rhine, James H. Hyslop, Johann K. F. Zöllner, Lord Rayleigh, Marie Curie, Oliver Lodge, Pierre Curie, Pierre Janet, Théodore Flournoy, William Crookes, William James e William McDougall.[3] [12]

Entre a segunda metade do século XIX e a primeira metade do século XX diversos médiuns foram levados por cientistas renomados a realizarem testes que tornaram supostamente plausível a existência de espíritos, por exemplo a médium estadunidense Leonora Piper e a médium britânica Gladys Osborne Leonard, que foram testadas por décadas. Os resultados obtidos com cada uma dessas duas médiuns foram bastante impressionantes para os cientistas que as testaram em profundidade, levando-os às considerarem paranormais autênticas.[3] [13] [14] Piper foi tão famosa que chegou a ser citada na Enciclopédia Britânica de 1911 em dois verbetes[15] [16] , e ainda admitida em discurso de William James publicado pela revista Science como possuidora de poderes paranormais.[17]

O neurocientista Núbor Orlando Facure diz que a mediunidade é um fenômeno fisiológico, universal comum a todas as pessoas, e que pode se manifestar de diferentes maneiras. Nos estudos que realiza, busca compreender a relação entre os núcleos de base dos automatismos psico-motores e aqueles que geram o fenômeno da mediunidade. Em entrevista dada à revista Universo Espírita (N°35, Ano 3), Facure aponta que os neurônios em espelho podem ser os responsáveis pela sintonia que permite sentirmos no lugar do outro. No entanto, Facure também diz que isso são apenas conjecturas e que atualmente não existe comprovação científica de que o fenômeno se dê dessa forma[18] .

Em pesquisa realizada por Frederico Leão e Francisco Lotufo, médicos psiquiatras da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, constatou-se uma melhora dos aspectos clínicos e comportamentais de "650 pacientes portadores de deficiências mental e múltiplas" ao submetê-los a um tratamento espiritual realizado através de reuniões mediúnicas. Como resultado do estudo, os autores sugerem a "aplicação do modelo de prática das comunicações mediúnicas como terapias complementares"[19] .

Outra importante pesquisa foi realizada pelo psiquiatra e parapsicólogo Alexander Moreira-Almeida, que no dia 22 de fevereiro de 2005 defendeu a tese Fenomenologia das Experiências Mediúnicas, perfil e psicopatologia de médiuns espíritas, no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, da Faculdade de Medicina da USP. A tese pretendeu traçar um perfil de saúde mental de 115 médiuns espíritas (escolhidos aleatoriamente), na qual foram testados e entrevistados com apurados instrumentos da Psiquiatria. Na conclusão do trabalho, Almeida diz que "os médiuns estudados evidenciaram alto nível socioeducacional, baixa prevalência de transtornos psiquiátricos menores e razoável adequação social. A mediunidade provavelmente se constitui numa vivência diferente do transtorno de identidade dissociativa. A maioria teve o início de suas manifestações mediúnicas na infância, e estas, atualmente, se caracterizam por vivências de influência ou alucinatórias, que não necessariamente implicam num diagnóstico de esquizofrenia". Desta forma, constatou-se que os médiuns estudados apresentaram boa saúde mental, apesar dos sintomas de visões ou interferências de pensamentos alheios, que não são sintomas de loucura, mas outro tipo de vivência, chamada pelos espíritas de Mediunidade. [20] [21]

O psiquiatra da Universidade da Virginia Ian Stevenson, junto a outros cientistas, publicou pesquisa científica descrevendo um notório caso que classificaram como "possessão", relatando que quando no transe, a paciente fornecia não apenas evidência de conhecimento, mas também complexo conjunto de comportamento e habilidades característicos de Shiva, uma mulher desconhecida da paciente e seus parentes que viveu a uma centena de quilômetros de distância e havia morrido recentemente. Através da "possessão", foram apresentadas vinte e três pessoas conhecidas de Shiva, além de uma variedade de comportamentos compatíveis com a personalidade da falecida, tais como modo de vestir, esnobismo de casta, senso de humor e maior fluência literária.[3] [22]

O programa de pesquisa VERITAS, que é realizado no Laboratório de Pesquisas Avançadas da Consciência e Saúde - pertencente ao Departamento de Psicologia da Universidade do Arizona - foi criado principalmente para analisar a hipótese da sobrevivência da consciência após a morte do corpo humano Tal programa é dirigido pelo Dr. Gary Schwartz (prof. de psicologia, neurologia, psiquiatria e cirurgia) e já resultou na publicação de vários artigos científicos e livros que segundo Schwartz e seus colegas de pesquisa, fornecem evidências de que a comunicação entre seres humanos e espíritos realmente existe.[23] [24]

O físico Sir Oliver Lodge acreditava na mediunidade e foi um grande defensor do fenômeno.

Em uma pesquisa científica feita em 2008 nos EUA por cientistas da Universidade de São Paulo, da Universidade Federal de Juiz de Fora, da Universidade Federal de Goiás, da Universidade da Pensilvânia e da Universidade Thomas Jefferson, usando recursos da Neurociência moderna foram medidas as atividades cerebrais de dez médiuns brasileiros saudáveis, enquanto psicografavam. Os cientistas constataram que durante os transes psicográficos, as áreas menos ativadas no cérebro dos médiuns foram as que são as mais ativadas enquanto qualquer pessoa escreve em estado normal de vigília (ou seja, as áreas relacionadas ao raciocínio, ao planejamento e à criatividade), sendo que os textos psicografados resultaram mais complexos que os produzidos em estado normal de vigília. Como a pesquisa registra, nos textos psicografados os médiuns produziram mensagens espelhadas - escritas de trás para a frente -, redigiram em línguas que não dominavam bem, descreveram corretamente ancestrais dos cientistas que os próprios cientistas diziam desconhecer, entre outras coisas. Para tais cientistas, os resultados da pesquisa são compatíveis com a hipótese que os médiuns defendem - a de que autoria dos textos psicografados não seria deles, mas sim dos espíritos comunicantes.[25] [12] [26]

Em artigo publicado na revista científica Neuroendocrinology Letters em 2013, cientistas compararam conhecimento médico recente com doze obras psicografadas pelo médium Chico Xavier atribuídas ao espírito André Luiz e identificaram nelas diversas informações corretas altamente complexas sobre a fisiologia da glândula pineal e que só puderam ser confirmadas cientificamente cerca de 60 anos após a publicação das obras. Os cientistas ressaltaram que o fato de que o médium possuía baixa escolaridade e não era envolvido no campo da saúde levanta questões profundas sobre as obras serem ou não fruto de influência espiritual.[27]

Apesar de todos os estudos citados, a posição científica strictu senso atualmente estabelecida é a de que não há - em acordo com os rigores do Método Científico - fatos estabelecidos que suportem de forma inequívoca a existência de espíritos - e por tal da mediunidade espírita. Os termos ciência e científicos que figuram junto aos estudos dos espíritos são por tal empregados em sentido lato - onde pressupõe-se que as fronteiras que separam os conhecimentos científico e não científico não são precisamente delineadas - e não em senso estrito - que vigora atualmente no meio acadêmico-científico e que define-se por meio de fronteira muito bem estabelecida.[28] [29] [30] [5] .

Representações notórias de médiuns no cinema e na TV[editar | editar código-fonte]

Polêmicas[editar | editar código-fonte]

Além das que envolvem a ciência stricto sensu, há polêmicas em torno da mediunidade baseadas nos argumentos apresentados por outras religiões cristãs, dizendo-se que a Bíblia condena a prática da necromancia (que difere da mediunidade) em Deuteronômio 18: Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; / 11. Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; / 12. Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti. / (...) / 14. Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o SENHOR teu Deus não permitiu tal coisa. in: Bíblia Online.com.br.

Esse argumento encontra contradição no próprio fato de que já foram psicografados muitos textos com ensinamentos de acordo com os de Jesus. Para a Doutrina Espírita, a Bíblia não condena a prática mediúnica pois esta seria um fenômeno natural e O Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec, capítulo XXVI (Dai gratuitamente o que gratuitamente recebestes), itens 7 a 10 (Mediunidade Gratuita) diz: ...Explorar alguém a mediunidade é, conseguintemente, dispor de uma coisa da qual não é realmente dono. Afirmar o contrário é enganar a quem paga. Há mais: não é de si próprio que o explorador dispõe; é do concurso dos Espíritos, das almas dos mortos, que ele põe a preço de moeda. Essa idéia causa instintiva repugnância. Foi esse tráfico, degenerado em abuso, explorado pelo charlatanismo, pela ignorância, pela credulidade e pela superstição que motivou a proibição de Moisés. O moderno Espiritismo, compreendendo o lado sério da questão, pelo descrédito a que lançou essa exploração, elevou a mediunidade à categoria de missão. (Veja-se: O Livro dos Médiuns, 2ª Parte, cap. XXVIII. – O Céu e o Inferno, 1ª Parte, cap. XI.)

Segundo O Evangelho segundo o Espiritismo, a Bíblia apresenta diversas provas de mediunidade e de reencarnação, tais como a conversa de Jesus com Moisés e Elias, quando estes últimos já há muitos séculos não pertenciam ao mundo dos encarnados: Passados oito dias, Jesus tomou consigo a Pedro, a Tiago e a João, e subiu ao monte para orar. Enquanto orava, transformou-se o seu rosto e as suas vestes tornaram-se resplandecentes de brancura. E eis que falavam com ele dois personagens; eram Moisés e Elias, que apareceram envoltos em glória, e falavam da morte dele, que se havia de cumprir em Jerusalém. Entretanto, Pedro e seus companheiros tinham deixado vencer-se pelo sono; ao despertarem, viram a glória de Jesus e os dois personagens em sua companhia. Quando estes se apartaram de Jesus, Pedro disse: "Mestre, é bom estarmos aqui. Podemos levantar três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias!..." Ele não sabia o que dizia. Enquanto ainda assim falava, veio uma nuvem, e encobriu-os com a sua sombra; e os discípulos, vendo-os desaparecer na nuvem, tiveram um grande pavor. Então da nuvem saiu uma voz: "Este é o meu Filho amado: ouvi-o!" E, enquanto ainda ressoava esta voz, achou-se Jesus sozinho. Os discípulos calaram-se e a ninguém disseram naqueles dias coisa alguma do que tinham visto. in: Bíblia Online.com.br

Assim, conclui-se, que a Bíblia não condena a prática mediúnica quando esta é utilizada para fins nobres, como o crescimento moral dos homens.

Notas e referências

  1. Carroll, Bret E.. Spiritualism in Antebellum America. (Religion in North America.). [S.l.]: Bloomington: Indiana University Press, 1997. 248 pp. ISBN 0-253-33315-6
  2. KLIMO, Jon; TART, Charles (prefácio). Channeling: Investigations on Receiving Information from Paranormal Sources, 1th ed. North Atlantic Books, 1998.
  3. a b c d e ALMEIDA, Alexander Moreira de. Pesquisa em mediunidade e relação mente-cérebro: revisão das evidências. Rev. psiquiatr. clín. vol.40 no.6 São Paulo 2013.
  4. A Moreira-Almeida, AAS de Almeida, FL Neto. History of ‘Spiritist madness’ in Brazil. History of Psychiatry 16 (1), 5-25
  5. a b Shibeni, Sílvio Seno - A "ciência oficial" - Portal do Espírito - Conforme acessado em 14:35 horas (UTC) de 31 de janeiro de 2013.
  6. a b c d Sérgio Pereira Couto, Revista "Ciência Criminal", ano 1, N° 2.
  7. Katherine Ramsland. Psychic Detectives. CrimeLibrary. Página visitada em 26/06/2014.
  8. William James. Essays in Psychical Research. Harvard University Press, 1986. pp. 231-245.
  9. Investigadores Psíquicos - Discovery Channel
  10. Suzane Frutuoso. "Uso minha intuição a favor da lei". Revista IstoÉ. N° Edição: 2055 | 01.Abr.09 - 10:00 | Página visitada em 26/06/2014.
  11. Tribunal de Justiça de Pernambuco - TJPE corrige informação - Testemunho paranormal Acesso em 15 dez 2011.
  12. a b Parana, Denise. Os avanços da ciência da alma. Revista Época, 19/11/2012. Página visitada em 25/03/2014.
  13. ROGGO, D. Scott. Life After Death: The Case for Survival of Bodily Death. Wellingborough, Northamptonshire, England: Aquarian Press. 1986.
  14. Georgina Byrne. Leonard, Gladys Isabel Osborne (1882–1968), spiritualist and trance medium. Oxford Dictionary of National Biography. Página visitada em 26/06/2014.
  15. The 1911 Classic Enciclopedia - Based on the 11th Edition of the Encyclopedia Britannica - Artigo: "Psychical_Research" - Acessado às 14:40 horas (UTC) de 31 de janeiro de 2013.
  16. The 1911 Classic Enciclopedia - Based on the 11th Edition of the Encyclopedia Britannica - Artigo: "Medium" - Acessado às 14:40 horas (UTC) de 31 de janeiro de 2013.
  17. Science, New Series, Vol. 3, No. 77. (Jun. 19, 1896), pp. 881-888.
  18. FACURE, Núbor. Artigo Os Enigmas da Mente. Revista Universo Espírita, Ano 3, N°35. Páginas 8-12.
  19. LEÃO, Frederico; LOTUFO NETO, Francisco. Uso de práticas espirituais em instituição para portadores de deficiência mental. Revista de Psiquiatria Clínica da USP. São Paulo. Acessado em 26/02/2008.
  20. ALMEIDA, Alexander Moreira de. Fenomenologia das experiências mediúnicas, perfil e psicopatologia de médiuns espíritas. Tese de Doutorado. USP, São Paulo, 2004 [1]. Acesso em: 16 fev. 2010.
  21. UFJF: Mediunidade não está atrelada à esquizofrenia, diz pesquisa; 10/05/2010. Universia - notícias. Página visitada em 25/03/2014.
  22. Stevenson I, Pasricha S, McClean-Rice N. A case of the possession type in India with evidence of paranormal knowledge. J Scientific Exploration. 1989;3(1):81-101.
  23. "The VERITAS Research Program | Laboratory for Advances in Consciousness and Health". Lach.web.arizona.edu.
  24. Laboratory for Advances in Consciousness and Health - Publications. Lach.web.arizona.edu.
  25. Investigação inédita deixa UFJF em destaque na busca pela compreensão de atividades mediúnicas. Universidade Federal de Juiz de Fora (online); 22/11/2012.
  26. Peres JF, Moreira-Almeida A, Caixeta L, Leao F, Newberg A (2012) Neuroimaging during Trance State: A Contribution to the Study of Dissociation. PLoS ONE 7(11): e49360. doi:10.1371/journal.pone.0049360
  27. Lucchetti G, Daher JC Jr, Iandoli D Jr, Gonçalves JP, Lucchetti AL. Historical and cultural aspects of the pineal gland: comparison between the theories provided by Spiritism in the 1940s and the current scientific evidence.. Neuro Endocrinol Lett. 2013;34(8):745-55. Indexado ao PubMed.
  28. Maiores informações podem ser encontradas em seções específicas nessa mesma enciclopédia, tais como a encontrada em Doutrina Espírita. Importante também é estabelecer confronto entre a fenomenologia espírita e as implicações oriundas de teorias científicas stricto-sensu bem estabelecidas. A exemplo, cita-se o fenômeno da materialização frente à lei física da conservação da massa-energia, conforme discutido no artigo Materialização.
  29. Knobel, Marcelo - Abuso quântico e pseudociência - Folha de São Paulo - Domingo, 2 de dezembro de 2012
  30. Shibeni, Sílvio Seno - "Ciência Espírita" - Portal do Espírito - Conforme acessado em 14:35 horas (UTC) de 31 de janeiro de 2013

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]