Efeito lunar

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O efeito lunar é uma teoria pseudocientífica que se sobrepõe em sociologia, psicologia e fisiologia, sugerindo que há correlação entre as fases específicas do ciclo lunar na Terra e o comportamento divergente em seres humanos. Os créditos de uma correlação de fases lunares para o comportamento humano não se sustentam sob escrutínio científico. Ao longo dos últimos 30 anos, ainda mais evidência surgiram para sublinhar que isto é uma pseudociência[1]

A idéia por trás do efeito lunar tem fascinado muitos estudiosos do comportamento e justificam muitas experiências e estudos. A maioria dos experimentos, no entanto, não encontraram nenhuma correlação entre as variáveis e, portanto, refutaram a hipótese.

Talvez os mais famosos mitos decorrentes desta teoria é a lenda do lobisomem.

Acredita-se que, durante a lua cheia, aumentem o número de crimes violentos, o índice de homicídios, acidentes de trânsito, de suicídios e das internações nos hospícios, licantropia, vampirismo, lobisomens, alcoolismo, sonambulismo, epilepsia, entre outros. A lua cheia também é relacionada à fertilidade por isso atribuem-se que mais mulheres dão à luz na lua cheia. Uma teoria afirma que a lua tem uma relação percebida com a fertilidade é devido ao ciclo menstrual humano que corresponde em média 28 dias.[2]

No meio rural, muitos agricultores consultam a Lua antes de plantar ou podar, pois acreditam que as colheitas são mais abundantes se as sementes forem plantadas nas fases certas da Lua; também consultam a Lua antes de podar plantas, colher frutos, fertilizar o solo, cortar madeira, etc. Já nos salões de beleza e cabeleiros muitos fazem o mesmo na hora de cortar o cabelo.

Referências

  1. Iosif, A. & Ballon, B. (2005). Bad moon rising: the persistent belief in lunar connections to madness. CMAJ, 173, 1498-1500.
  2. Carroll 2003 Robert Todd Carroll. The Skeptic's Dictionary: A Collection of Strange Beliefs, Amusing Deceptions, and Dangerous Delusions. [S.l.]: John Wiley & Sons, 2003. ISBN 0-471-27242-6. Available online here.

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