Alpha Centauri

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Alfa do Centauro)
Ir para: navegação, pesquisa
α Centauri
Alpha, Beta and Proxima Centauri (1).jpg
Alpha Centauri (esquerda) e Beta Centauri (direita), com a posição de Proxima Centauri indicada pelo círculo vermelho.
Dados observacionais (J2000)
Constelação Centaurus
Magnitude aparente -0,27 (combinada)
α Centauri A
Asc. reta 14h 39m 36,49s[1]
Declinação -60° 50′ 02,37″[1]
Magnitude aparente 0,01[1]
α Centauri B
Asc. reta 14h 39m 35,06s[2]
Declinação -60° 50′ 15,10″[2]
Magnitude aparente 1,33[2]
Características
α Centauri A
Tipo espectral G2V[1]
Cor (U-B) 0,24[1]
Cor (B-V) 0,71[1]
α Centauri B
Tipo espectral K1V[2]
Cor (U-B) 0,68[2]
Cor (B-V) 0,88[2]
Astrometria
Velocidade radial −22,3930 ± 0,0043 km/s[3]
Mov. próprio (AR) −3619,9 ± 3,9 mas/a[3]
Mov. próprio (DEC) +693,8 ± 3,9 mas/a[3]
Paralaxe 747,17 ± 0,61 mas[3]
Distância 4,365 ± 0,004 anos-luz
1,338 ± 0,001 pc
Magnitude absoluta A: 4,40
B: 5,85
Detalhes
Idade 6,8 ± 0,5 bilhões[7] de anos
α Centauri A
Massa 1,1055 ± 0,0039[3] M
Raio 1,2234 ± 0,0053[4] R
Gravidade superficial log g = 4,3117 ±
0,0015 cgs[4]
Luminosidade 1,521 ± 0,015[4] L
Temperatura 5795 ± 19[4] K
Metalicidade [Fe/H] = 0,26 ± 0,08[5]
Rotação v sin i = 1,9 km/s[5]
Período de 15–20 dias[6]
α Centauri B
Massa 0,9373 ± 0,0033[3] M
Raio 0,8632 ± 0,0037[4] R
Gravidade superficial log g = 4,5431 ±
0,0015 cgs[4]
Luminosidade 0,503 ± 0,007[4] L
Temperatura 5231 ± 21[4] K
Metalicidade [Fe/H] = 0,22 ± 0,10[5]
Rotação v sin i = 1,0 km/s[5]
Período de
36,23 ± 1,35 dias[6]
Outras denominações
Rigil Kentaurus, Toliman, CD-60 5293, FK5 538, GJ 559, SAO 252838.[8]
α Cen A: α1 Centauri, HR 5459, HD 128620, HIP 71683.[1]
α Cen B: α2 Centauri, HR 5460, HD 128621, HIP 71681.[2]
Alpha Centauri
Centaurus constellation map.png

Alpha Centauri (α Centauri, α Cen), também conhecida como Rigel Centaurus, Rigil Kentaurus, Rigil Kent, ou Toliman,[9] é a estrela mais brilhante da constelação de Centauro, sendo a terceira mais brilhante do céu, vista a olho nu.

Esta estrela é, na verdade, um sistema triplo, no qual Alpha Centauri A e Alpha Centauri B giram em torno de um centro comum, gastando quase 80 anos para completar uma órbita, já Alpha Centauri C, também chamada de Proxima Centauri, demora mais de um milhão de anos para completar uma órbita em torno das componentes principais e é a estrela mais próxima do Sol, a 4,2 anos-luz; enquanto que o sistema Alpha Centauri AB está um pouco mais distante, a 4,4 anos-luz.

A estrela Alpha Centauri A é uma estrela amarela, cerca de 23% maior que o Sol. Já Alpha Centauri B é uma estrela laranja com um raio 14% menor que o solar, com indícios de que possa abrigar um planeta, com massa parecida com a da Terra, porém fora da Zona Habitável (muito próximo de sua estrela). Enquanto que Proxima Centauri é uma anã vermelha com brilho muito reduzido e diâmetro de 1,5 vezes maior que o diâmetro de Júpiter, tanto que só foi descoberta em 1915 pelo astrônomo britânico-sul-africano Robert Thorburn Ayton Innes (1861-1933). Em agosto de 2016, foi anunciada a descoberta de um planeta no sistema Alpha Centauri, mais especificamente orbitando a Proxima Centauri, em zona considerada propícia ao surgimento da vida sendo considerado o exoplaneta mais próximo do Sistema Solar e ainda está sendo estudado por astrônomos.[10]

Observação[editar | editar código-fonte]

A olho nu Alpha Centauri apresenta-se como uma estrela única de magnitude aparente -0,27, sendo a terceira estrela mais brilhante do céu, atrás de Sirius e Canopus, e a mais brilhante da constelação de Centaurus.[11] Está no hemisfério celestial sul a uma declinação de quase -61°,[8] portanto é visível de todo hemisfério sul, sendo circumpolar a sul do paralelo 29 S. No hemisfério norte só é visível a sul do paralelo 29 N. Sua data de culminação às 21h é 8 de junho e à meia-noite é 24 de abril.[12]

Alpha e Beta Centauri são as duas estrelas brilhantes à esquerda da imagem. À direita, está a constelação de Crux (Cruzeiro do Sul).

Alpha Centauri está a apenas 4,5° de Beta Centauri,[13] a segunda estrela mais brilhante da constelação e uma das mais brilhantes do céu. Uma linha reta passando por elas aponta diretamente para a constelação de Crux (Cruzeiro do Sul), localizada poucos graus a oeste das duas estrelas. Por isso, elas são conhecidas como "ponteiros" até o Cruzeiro do Sul.[13][14]

As duas principais estrelas do sistema, α Cen A e α Cen B, estão muito próximas entre si para poderem ser distinguidas a olho nu, a uma separação angular que varia entre 2 e 22 segundos de arco,[15] mas durante a maior parte de sua órbita, podem ser visualizadas com binóculo ou telescópio de pequeno porte (5 cm).[13] Vista da Terra, Proxima Centauri está 2,2° a sudoeste de Alpha Centauri AB.[16] Isso é cerca de quatro vezes o diâmetro angular da lua cheia e metade da distância angular entre Alpha Centauri AB e Beta Centauri. Proxima necessita um telescópio de tamanho moderado para ser vista e aparece como uma estrela fortemente avermelhada de magnitude aparente visual 11,1.

História observacional[editar | editar código-fonte]

O explorador inglês Robert Hues trouxe Alpha Centauri para a atenção dos observadores europeus em sua obra de 1592 Tractatus de Globis, junto com Canopus e Achernar, notando: "Existem três estrelas de primeira magnitude que observei nessas regiões que nunca são vistas da Inglaterra. A primeira é aquela estrela brilhante na popa de Argo chamada Canobus. A segunda está no fim de Eridanus. A terceira [Alpha Centauri] está no pé direito do Centauro."[17]

A natureza binária de Alpha Centauri AB foi identificada pela primeira vez em dezembro de 1689 pelo astronômo e padre jesuíta Jean Richaud. A descoberta foi feita por acidente enquanto ele observava um cometa em Puducherry.[18]

O grande movimento próprio de Alpha Centauri foi descoberto por Manuel John Johnson, observando de Santa Helena. Após ser informado disso, Thomas Henderson na Cidade do Cabo determinou a paralaxe de Alpha Centauri a partir de observações precisas do sistema entre abril de 1832 e maio de 1833. Ele inicialmente suspeitou que o valor achado era grande demais, e só publicou seus resultados em 1839, depois que Friedrich Wilhelm Bessel publicou seus resultados da paralaxe de 61 Cygni em 1838.[19]

Proxima Centauri foi descoberta em 1915 por Robert T. A. Innes, que analisou placas fotográficas tiradas em diferentes datas e observou uma estrela com alto movimento próprio na região próxima de α Cen, notando a semelhança do movimento próprio das duas.[20] Em uma publicação posterior de 1917, ele apresentou medições de paralaxe para essa estrela e concluiu que ela pertence ao sistema α Cen e é a estrela conhecida mais próxima do Sistema Solar, sugerindo o nome Proxima Centaurus para ela.[21]

Componentes[editar | editar código-fonte]

Alpha Centauri A e B[editar | editar código-fonte]

Órbita aparente e órbita real de α Cen B em relação a α Cen A, que está mantido fixo (na realidade, ambos orbitam em torno de um centro de massa comum). A órbita aparente é a vista da Terra. A órbita real é a vista perpendicularmente ao plano orbital. A inclinação entre as duas perspectivas é de cerca de 79°.
Tamanho e cor dos componentes de Alfa Centauri aparecem em escala comparados com o Sol.

Os dois componentes principais do sistema são denominados Alpha Centauri A (α Cen A) e Alpha Centauri B (α Cen B), e juntos podem ser denominados como o sistema binário α Cen AB. Individualmente, têm magnitudes aparentes visuais de 0,01 e 1,33,[1][2] sendo α Cen A a quarta estrela mais brilhante do céu noturno e α Cen B a 21ª, se consideradas isoladamente.[11] As duas estrelas estão a uma distância de 4,365 ± 0,004 anos-luz (1,338 ± 0,001 parsecs) da Terra, determinada com alta precisão a partir de sua órbita.[3]

Elas orbitam seu centro de massa comum com um semieixo maior de 17,592 segundos de arco e período orbital de 79,929 anos.[3] À distância das estrelas, isso equivale a uma separação média de 23,2 UA entre elas.[22] Considerando sua moderada excentricidade orbital de 0,5208,[3] elas se aproximam a até 11 UA uma da outra no periastro e se afastam a 35 UA no apoastro. O último periastro ocorreu em 1955.[22] Em relação ao plano do céu, a órbita está inclinada em 79,320°.[3]

Ambos os componentes são estrelas da sequência principal parecidas com o Sol; α Cen A é uma anã amarela com um tipo espectral de G2V (o mesmo do Sol), enquanto α Cen B, uma anã laranja, é mais fria com um tipo espectral de K1V.[4] Devido à sua proximidade e semelhança ao Sol, α Cen A e B são alvo frequente de estudos de física estelar e planetas extrassolares,[3] e seus parâmetros estelares estão entre os mais bem conhecidos para qualquer estrela exceto o Sol.[7] As massas das estrelas, determinadas a partir da solução orbital, são de 1,1055 e 0,9373 vezes a massa solar para os componentes A e B respectivamente.[3] Seus raios angulares foram medidos diretamente; em combinação com a distância muito precisa, foram calculados raios de 1,2234 raios solares para α Cen A e 0,8632 raios solares para α Cen B. As estrelas estão brilhando com 1,521 e 0,503 vezes a luminosidade solar e têm temperaturas efetivas de 5795 e 5231 K.[4]

Apesar de ter uma luminosidade menor, o componente B emite pelo menos duas vezes mais energia na faixa de raios X que o componente A.[23] As emissões de raios X de α Cen B são variáveis a longo prazo, o que indica que a estrela apresenta um ciclo de atividade estelar semelhante ao ciclo solar; as observações são consistentes com um ciclo de 8,84 ± 0,4 anos.[6] Em α Cen A foi observada grande variação na luminosidade de raios X pela primeira vez a partir de 2003, indicando que este foi um evento irregular ou que um ciclo, se existir, tem período de 3,4 anos. Observações de raios X de α Cen B detectaram também um fraco evento eruptivo na estrela em 2004, com liberação de energia calculada de 5×1029 erg.[23]

O sistema Alpha Centauri é mais velho que o Sol, com estimativas diversas dando idades variando entre 5 e 7 bilhões de anos.[24] α Cen A tem uma velocidade de rotação projetada (v sin i) de 1,9 km/s, completando uma rotação em cerca de 15 a 20 dias. Já α Cen B está girando mais lentamente, com v sin i de 1,0 km/s, e completa uma rotação em 36,2 dias.[5][6] As duas estrelas têm uma metalicidade, a abundância de elementos que não são hidrogênio e hélio, superior à solar, com abundâncias de ferro de 82% e 66% do valor solar para α Cen A e B respectivamente.[5]

Proxima Centauri[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Proxima Centauri

O terceiro membro do sistema é Proxima Centauri, uma anã vermelha de tipo espectral M5.5V que está mais próxima da Terra por cerca de 7 800 UA, a uma distância de 4,2426 anos-luz (1,3008 pc), sendo a estrela mais próxima do Sol.[24] É consideravelmente menor que α Cen A e B, com uma massa de 12,21% da massa solar,[24] raio de 15,42% do raio solar[24] e brilho de apenas 0,155% da luminosidade solar.[25] Devido a isso, não é visível a olho nu, tendo uma magnitude aparente visual de 11,05. Proxima Centauri é uma estrela eruptiva, apresentando aumentos repentinos na luminosidade devido a atividade magnética.[22]

Com base em seu movimento próprio e paralaxe, Proxima Centauri é considerada um provável membro do sistema Alpha Centauri desde sua descoberta. No entanto, apenas em um artigo de 2017 foi demonstrado com alto grau de confiança seu vínculo gravitacional com o sistema. Sua órbita ao redor de α Cen AB tem um período muito longo de cerca de 550 000 anos e uma excentricidade moderada de 0,5. Proxima alcança uma distância de 4 300 UA de α Cen AB no periastro e o apoastro ocorre a 13 000 UA. Atualmente, está muito próxima do apoastro, a uma distância de 12 947 ± 260 UA do par central. Sua órbita está inclinada em 107,6° em relação ao plano do céu.[24]

Sistema planetário[editar | editar código-fonte]

Em 2012, foi anunciada a descoberta de um planeta extrassolar orbitando α Centauri B, denominado Alpha Centauri Bb, com uma massa mínima de 1,13 vezes a massa da Terra em uma órbita curta com período de 3,2357 dias.[26] No entanto, em 2015 uma reanálise dos dados de velocidade radial da estrela mostrou que o planeta quase certamente não existe e que seu sinal era apenas um artefato matemático da análise dos dados.[27] Uma busca por planetas em trânsito ao redor de α Centauri B detectou um evento único com período mediano de 12,4 dias, que pode ter sido causado por um planeta diferente de Alpha Centauri Bb.[28]

Em agosto de 2016, foi anunciada a descoberta de um planeta ao redor de Proxima Centauri, denominado Proxima Centauri b, em zona considerada propícia ao surgimento da vida.[10] Esse planeta tem uma massa mínima de 1,27 massas terrestres e orbita a estrela a uma distância média de 0,0485 UA, levando 11,186 dias para completar uma órbita.[25]

O sistema Alpha Centauri [25]
Planeta Massa Semieixo maior
(UA)
Período orbital
(dias)
Excentricidade
Proxima b >1,27+0,19
−0,17
M
0,0485+0,0041
−0,0051
11,186+0,001
−0,002
<0,35

Exploração[editar | editar código-fonte]

O projeto Starshot, liderado pelo cientista britânico Stephen Hawking e pelo bilionário russo Yuri Milner, pretende levar uma espaçonave de tamanho pequena, impulsionada por laser, a uma velocidade a 20% da velocidade da luz, para visitar o sistema Alpha Centauri.[29]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O nome da estrela mais brilhante da constelação de Centauro é de origem árabe. Rigel Centaurus ou Rigil Kentaurus ou Rigil Kent provem da frase em árabe Rijl Qantūris ou Rijl al-Qantūris, que significa o "Pé do Centauro". O outro nome alternativo é Toliman, que também vem do árabe al-Zulmān e significa "o avestruz".

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f g h «SIMBAD query result - alf Cen A». SIMBAD. Centre de Données astronomiques de Strasbourg. Consultado em 27 de março de 2017 
  2. a b c d e f g h «SIMBAD query result - alf Cen B». SIMBAD. Centre de Données astronomiques de Strasbourg. Consultado em 27 de março de 2017 
  3. a b c d e f g h i j k l Kervella, P.; Mignard, F.; Mérand, A.; Thévenin, F. (outubro de 2016). «Close stellar conjunctions of α Centauri A and B until 2050 . An mK = 7.8 star may enter the Einstein ring of α Cen A in 2028». Astronomy & Astrophysics. 594: A107, 15 pp. Bibcode:2016A&A...594A.107K. doi:10.1051/0004-6361/201629201 
  4. a b c d e f g h i j Kervella, P.; Bigot, L.; Gallenne, A.; Thévenin, F. (janeiro de 2017). «The radii and limb darkenings of α Centauri A and B . Interferometric measurements with VLTI/PIONIER». Astronomy & Astrophysics. 597: A137, 13 pp. Bibcode:2017A&A...597A.137K. doi:10.1051/0004-6361/201629505 
  5. a b c d e f Jofré, P.; et al. (outubro de 2015). «Gaia FGK benchmark stars: abundances of α and iron-peak elements». Astronomy & Astrophysics. 582: A81, 49 pp. Bibcode:2015A&A...582A..81J. doi:10.1051/0004-6361/201526604 
  6. a b c d DeWarf, L. E.; Datin, K. M.; Guinan, E. F. (outubro de 2010). «X-ray, FUV, and UV Observations of α Centauri B: Determination of Long-term Magnetic Activity Cycle and Rotation Period». The Astrophysical Journal. 722 (1): pp. 343-357. Bibcode:2010ApJ...722..343D. doi:10.1088/0004-637X/722/1/343 
  7. a b Miglio, A.; Montalbán, J. (outubro de 2005). «Constraining fundamental stellar parameters using seismology. Application to α Centauri AB». Astronomy and Astrophysics. 441 (2): pp.615-629. Bibcode:2005A&A...441..615M. doi:10.1051/0004-6361:20052988 
  8. a b «SIMBAD query result - alf Cen». SIMBAD. Centre de Données astronomiques de Strasbourg. Consultado em 28 de março de 2017 
  9. Observatório Astronômico de Lisboa: "Lista de Estrelas" [1] em PDF. Página visitada em 4 de julho de 2009.
  10. a b Planeta encontrado na zona habitável orbitando a estrela mais próxima ao sistema solar
  11. a b Kaler, James B. «Brightest Stars». Stars. Consultado em 31 de março de 2017 
  12. Andrew James (17 de junho de 2015). «THE CONSTELLATIONS: Part 3 CULMINATION TIMES». Southern Astronomical Delights. Consultado em 31 de março de 2017 
  13. a b c Hartung, E. J.; Frew, David; Malin, David (1994). «Astronomical Objects for Southern Telescopes». Cambridge University Press 
  14. Kyselka, Will; Lanterman, Ray E. (1976). North Star to Southern Cross. Honolulu : University Press of Hawaii. [S.l.]: University of Hawaii Press. p. 59. Bibcode:1976nsts.book.....K. ISBN 0-8248-0419-8 
  15. Van Zyl, Johannes Ebenhaezer (1996). Unveiling the Universe: An Introduction to Astronomy. [S.l.]: Springer. ISBN 3-540-76023-7 
  16. Matthews, R. A. J.; Gilmore, Gerard (1993). «Is Proxima really in orbit about α Cen A/B?». Monthly Notices of the Royal Astronomical Society. 261: L5. Bibcode:1993MNRAS.261L...5M. doi:10.1093/mnras/261.1.l5 
  17. Knobel, E. B. (março de 1917). «On Frederick de Houtman's catalogue of southern stars, and the origin of the southern constellations». Monthly Notices of the Royal Astronomical Society. 77: p.414-432. Bibcode:1917MNRAS..77..414K. doi:10.1093/mnras/77.5.414 
  18. Kameswara-Rao, N.; Vagiswari, A.; Louis, C. (março de 1984). «Father J. Richaud and Early Telescope Observations in India». Bulletin of the Astronomical Society of India. 12 (1): p. 81. Bibcode:1984BASI...12...81K 
  19. Pannekoek, A., "A Short History of Astronomy", Dover, 1989, pp. 345–6
  20. Innes, R. T. A. (outubro de 1915). «A Faint Star of Large Proper Motion». Circular of the Union Observatory Johannesburg. 30: pp.235-236. Bibcode:1915CiUO...30..235I 
  21. Innes, R. T. A. (setembro de 1917). «Parallax of the Faint Proper Motion Star Near Alpha of Centaurus. 1900. R.A. 14 h 22m 55s.-0s 6t. Dec-62° 15'2 0'8 t.». Circular of the Union Observatory Johannesburg. 40: pp.331-336. Bibcode:1917CiUO...40..331I 
  22. a b c Kaler, James B. «RIGIL KENTAURUS (Alpha Centauri)». Stars. Consultado em 5 de abril de 2017 
  23. a b Robrade, J.; Schmitt, J. H. M. M.; Favata, F. (outubro de 2005). «X-rays from α Centauri - The darkening of the solar twin». Astronomy and Astrophysics. 442 (1): pp.315-321. Bibcode:2005A&A...442..315R. doi:10.1051/0004-6361:20053314 
  24. a b c d e Kervella, P.; Thévenin, F.; Lovis, C. (janeiro de 2017). «Proxima's orbit around α Centauri». Astronomy & Astrophysics. 598: L7, 7 pp. Bibcode:2017A&A...598L...7K. doi:10.1051/0004-6361/201629930 
  25. a b c Anglada-Escudé, Guillem; et al. (agosto de 2016). «A terrestrial planet candidate in a temperate orbit around Proxima Centauri». Nature. 536 (7617): pp. 437-440. Bibcode:2016Natur.536..437A. doi:10.1038/nature19106 
  26. Dumusque, Xavier; et al. (novembro de 2012). «An Earth-mass planet orbiting α Centauri B» (PDF). Nature. 491 (7423): pp. 207-211. Bibcode:2012Natur.491..207D. doi:10.1038/nature11572 
  27. Rajpaul, V.; Aigrain, S.; Roberts, S. (fevereiro de 2016). «Ghost in the time series: no planet for Alpha Cen B». Monthly Notices of the Royal Astronomical Society: Letters. 456 (1): p.L6-L10. Bibcode:2016MNRAS.456L...6R. doi:10.1093/mnrasl/slv164 
  28. Demory, Brice-Olivier; et al. (junho de 2015). «Hubble Space Telescope search for the transit of the Earth-mass exoplanet α Centauri B b». Monthly Notices of the Royal Astronomical Society. 450 (2): p.2043-2051. Bibcode:2015MNRAS.450.2043D. doi:10.1093/mnras/stv673 
  29. Projeto Starshot

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre Alpha Centauri