Assassin's Creed

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Disambig grey.svg Nota: Para o primeiro jogo, veja Assassin's Creed (jogo eletrônico).
Assassin's Creed
Logotipo oficial
Gênero(s) Ação-aventura, stealth, ficção histórica
Desenvolvedora(s) Ubisoft Montreal
Ubisoft Annecy
Ubisoft Sofia
Ubisoft Milan
Ubisoft Toronto
Ubisoft Quebec
Gameloft
Griptonite Games
Ubisoft Blue Byte
Climax Studios
Distribuidora(s) Ubisoft
Criador(es) Patrice Désilets
Jade Raymond
Corey May
Plataformas PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One, Microsoft Windows, Mac OS X, Nintendo DS, PlayStation Portable, PlayStation Vita, iOS, HP webOS, Android, Java, Nokia, Symbian, Windows Phone, Wii U
Primeiro título Assassin's Creed
14 de Novembro de 2007
Último título Assassin's Creed Syndicate
Outubro de 2015
Spin-off(s) Filmes, banda desenhada e romances
http://assassinscreed.com
Portal Portal de jogos eletrônicos

Assassin's Creed é uma série de jogos eletrônicos de ação-aventura criada pela Ubisoft. A série consiste atualmente em nove jogos principais, além de outros jogos secundários. Os jogos já foram lançados para várias plataformas incluindo PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One, Microsoft Windows, Mac OS X, Nintendo DS, PlayStation Portable, PlayStation Vita, iOS, HP webOS,[1] Android, Nokia, Symbian, Windows Phone e Wii U. Os jogos principais foram na sua maior parte produzidos pelo estúdio Ubisoft Montreal com a colaboração do Ubisoft Annecy para o multijogador. Os portáteis já foram produzidos pela Gameloft e Gryptonite Studios com trabalho adicional do Ubisoft Montreal. Para além dos jogos Assassin's Creed já foi adaptada para os mais variados média como livros, banda desenhada, e filmes.

A premissa central dos jogos Assassin's Creed envolve-se a partir da rivalidade entre duas sociedades secretas ancestrais: os Assassinos e os Templários, e a sua relação indirecta com uma espécie que viveu antes dos humanos, cuja sociedade foi destruída por uma gigantesca tempestade solar. A ordem cronológica dos jogos começa em 2012, e fala de Desmond Miles, um jovem que com a ajuda do Animus, uma máquina que permite ver as suas "memórias ancestrais", explora as memórias de alguns dos mais proeminentes Assassinos da história, incluindo Altaïr Ibn-La'Ahad, um Assassino da Terceira Cruzada; Ezio Auditore da Firenze, um Assassino italiano que viveu na época do Renascimento durante os sécs. XV e XVI, e Ratohnhaké:ton, também conhecido como Connor, um Assassino meio-Mohawk, meio-Britânico da Revolução Americana.

Retirando inspiração a partir do romance Alamut, do escritor esloveno Vladimir Bartol,[2] Assassin's Creed começou como um spin-off da série Prince of Persia. O jogo original foi um esboço para Prince of Persia: The Two Thrones, antes da equipa decidir fazer uma nova propriedade intelectual, incluindo também um cenário no Médio Oriente, baseado no culto histórico de Assassinos Islâmicos activos durante as Cruzadas.[3]

A série Assassin's Creed, particularmente os jogos principais, receberam análises muito positivas tanto da critica especializada como dos fãs. Muitos já chamaram a Assassin's Creed "...a série que se destacada na [sétima geração] de consoles". Em setembro de 2016 já tinham sido vendidas mais de 100 milhões de cópias, tornando-se a série mais vendida da Ubisoft.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

Ezio lutando contra dois guardas em Revelations, fazendo uso de uma espada e da lâmina oculta.

A maior parte dos jogos se passa dentro do Animus, onde a interface do dispositivo exibe a saúde, progresso, momento na história de seu ancestral, equipamentos e objetivos do jogador. Durante o uso do Animus, o jogador deve manter o nível de sincronização com seu ancestral, evitando fazer uso de ações que diminuem esse nível, como levar dano, matar pessoas inocentes e acessar áreas não disponíveis no momento. Os objetivos do jogo geralmente consistem em assassinar algum alvo, infiltrar-se em locais proibidos ou resgatar algum artefato perdido.

O jogador conta com vários recursos para realizar os assassinatos, como uma grande habilidade de parkour, podendo escalar quase qualquer construção e um vasto arsenal, sendo a principal arma a lâmina oculta, um dispositivo escondido no braço que saca uma lâmina e sutilmente assassina o inimigo. Mas, o jogo conta também com outras armas brancas e de fogo, além das habilidades de arremessar facas e fazer uso de bombas. Mesmo com várias armas à disposição do jogador, o jogo encoraja o uso dos modos mais sutis possíveis para assassinar os alvos, para que não chame muita atenção e evite que os guardas da cidade comecem a caçá-lo. Para isso o jogo usa o conceito de movimentos passivos, que são sutis e discretos, e movimentos ativos como correr pelas ruas, escalar construções e correr pelos telhados das casas, que permitem velocidade, mas, chamam muita atenção.

Duas habilidades chave à disposição do jogador são o Salto de Fé, pelo qual o personagem pula (praticamente se jogando) de lugares muito altos para se descer normalmente, caindo em lugares que amortecem a queda, tais como carroças de feno ,montes de folhas e na água, a Visão Aquilina, que permite ao jogador distinguir aliados dos inimigos e alvos, por meio do uso de cores, além de haver detalhes que só podem ser vistos por meio desta habilidade. Ao longo do jogo, também tem a ajuda de várias facções que pode ser usada, como outros assassinos, além de cortesãs, ladrões, mercenários e ciganas. Por fim, o jogador deve libertar as cidades da influência dos templários, queimando estruturas que representam a dominação dos templários na região e reconstruindo a parte dominada, restaurando construções como ferrarias, alfaiatarias e pontos turísticos. No sexto jogo principal da série, Edward pode fazer uma exploração submarina.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Assassin's Creed
(Cronologia Fictícia)

Altaïr's Chronicles
Assassin's Creed
Bloodlines
Assassin's Creed II
Discovery
Assassin's Creed II (continua)
Brotherhood
Revelations
IV: Black Flag
Assassin's Creed III
III: Liberation

Os jogos da série passam-se inicialmente em 2012, época em que Desmond Miles, um barman e descendente de uma linhagem da Ordem dos Assassinos, é sequestrado por membros das Indústrias Abstergo - uma fachada para os cavaleiros templários atuais - para descobrir a localização dos Pedaços de Éden, artefatos antigos de grande poder criados por Aqueles Que Nos Precederam. Para isso, Warren Vidic, um empregado da Abstergo, e Lucy Stillman, uma assassina infiltrada, forçam Desmond a usar o Animus, um dispositivo capaz, dentre outras coisas, de criar projeções em três dimensões a partir de memórias de ancestrais contidas no DNA, chamadas na série de memórias genéticas. A partir de tais lembranças, o dispositivo permitia ao paciente revivê-las, conferindo inclusive um controlo parcial sobre as cenas, como se estivessem sendo revividas.

No primeiro jogo da série, Desmond vive a vida do sírio Altair , membro de uma Ordem de Assassinos denominada Hashshashin da época da Terceira Cruzada da Terra Santa; e o seu principal objetivo é eliminar os membros da Ordem dos Templários, responsáveis pela Terceira Cruzada. Para eliminar certas vítimas, a personagem cruza as cidades de Damasco, Jerusalém e Acre, cumprindo o seu dever no meio de uma guerra secreta.

É possível misturar-se no meio das pessoas comuns das cidades para se camuflar e, assim, passar despercebido por guardas e outros inimigos - um elemento inédito e que caracterizou a jogabilidade da franquia em títulos futuros. Para a sua época, os gráficos são além do seu tempo, embora a realização de algumas missões acabe se tornando um tanto repetitiva no decorrer do jogos.

Ao conseguirem a informação desejada pela Abstergo, a morte de Desmond é ordenada, mas, ele é salvo por um pequeno grupo de assassinos, compostos por Lucy Stillman, Shaun Hastings e Rebecca Crane. Com isso, Desmond ajuda os Assassinos na corrida pelos Pedaços do Éden usando novas versões do Animus para fazer uso das memórias do italiano Ezio Auditore da Firenze e do indígena norte-americano Ratonhnhaké: ton/Connor Kenway, assassinos do Renascimento e da Revolução Americana, respectivamente, para poder descobrir a localização dos outros artefatos.

Após a morte de Desmond, a série conta a história do galês Edward James Kenway, pirata e corsário que viveu na Época Dourada da Pirataria, pai de Haytham Kenway e avô de Ratonhnhakéton (Connor Kenway). Logo após a história de Edward, a franquia nos mostra a história do assassino que se tornou templário Shay Patrick Cormac, que nasceu na América Britânica, filho de imigrantes irlandeses, e acompanhou a Guerra dos Sete Anos e se tornou um amigo e aliado de Haytham, um pouco depois conhecemos a história do assassino francês Arno Victor Dorian, que viveu na França durante a Revolução Francesa, e recentemente foi apresentado os irmãos gêmeos Jacob e Evie Frye, que atuaram na Inglaterra vitoriana.

Em 2016, a série será introduzida nos cinemas onde o enrendo ocorre no século XV, durante a Inquisição Espanhola, o herói dessa vez é Aguilar de Nerha, um ancestral da Callum Lynch, um presidiário que irá passar por pena de morte, e esta nas mãos das Indústrias Abestergo, ele entra no animus e investiga o passado do seu ancestral.

Figuras históricas estão bastante presentes na série, devido a esta se basear em acontecimentos reais em lugares existentes, essas figuras servem de apoio para Ordem dos Assassinos ou para Ordem dos Templários, exemplo: Altaïr ajudou o sultão Saladino a expulsar os cruzados liderados pelo rei Ricardo I da Terra Santa; o polímata Leonardo da Vinci, foi um grande amigo e aliado de Ezio; o Inquisidor Geral da Espanha, Tomás de Torquemada era inimigo de Aguilar; o lendário pirata inglês Barba Negra, tinha parceria com Edward; Haytham e Shay eram aliados do navegador James Cook, que prestava serviços ao rei Jorge II; Connor juntou forças com o primeiro presidente dos Estados Unidos, George Washington para expulsar os britânicos das Treze Colonias, realizando a Declaração da Independência; o comandante militar Napoleão Bonaparte, prestou serviços para Arno, mais tarde ele se aproveitou do caos Revolução Francesa, nomeando-se imperador, fundando o Primeiro Império Francês; os irmãos Frye tiveram diversos aliados, incluindo o último marajá da Índia, Duleep Singh, e o criador da doutrina comunista, Karl Marx; o fundador da União Soviética, Vladimir Lenin era amigo de Nikolai, e usou sua ajuda para derrubar o czar Nicolau II, junto com a dinastia de Romanov.

Histórico de lançamentos[editar | editar código-fonte]

Jogos por ano e plataforma
A negrito denota um título que faz parte da série principal
Período histórico Título Ano Consolas Computadores Portáteis Telemóveis/Celular Outros
Terceira Cruzada Assassin's Creed 2007 PlayStation 3, Xbox 360 Microsoft Windows
Assassin's Creed: Altaïr's Chronicles 2008 Nintendo DS Android, iOS, Symbian, webOS, Windows Phone
Assassin's Creed: Bloodlines 2009 PlayStation Portable
Renascimento Assassin's Creed II PlayStation 3, Xbox 360 OS X, Windows Symbian OnLive
Assassin's Creed II: Discovery Nintendo DS iOS
Assassin's Creed: Brotherhood 2010 PlayStation 3, Xbox 360 OS X, Windows Symbian OnLive
Assassin's Creed: Revelations 2011 PlayStation 3, Xbox 360 Windows Android, Symbian OnLive
Era Colonial Assassin's Creed III 2012 PlayStation 3, Xbox 360, Wii U Windows Symbian
Assassin's Creed III: Liberationa PlayStation 3, Xbox 360 Windows PlayStation Vita
Assassin's Creed IV: Black Flag 2013 PlayStation 3, Xbox 360, Wii U, PlayStation 4, Xbox One Windows
Assassin's Creed Rogue 2014 PlayStation 3, Xbox 360 Windows
Assassin's Creed Identity Android, iOS
Revolução Francesa Assassin's Creed Unity PlayStation 4, Xbox One Windows
China Imperial Assassin's Creed Chronicles: Chinab 2015 PlayStation 4, Xbox One Windows PlayStation Vitac
Era Vitoriana Assassin's Creed Syndicate PlayStation 4, Xbox One Windows
Império Sikh Assassin's Creed Chronicles: India 2016 PlayStation 4, Xbox One Windows PlayStation Vitac
Revolução de Outubro Assassin's Creed Chronicles: Russia

↑a : Relançado com o título Assassin's Creed: Liberation HD para Microsoft Windows, PlayStation 3 e Xbox 360.
↑b : Anunciado originalmente como parte do conteúdo adicional de Assassin's Creed Unity.
↑c : Lançado como compilação com o nome Assassin's Creed Chronicles Trilogy Pack.

Jogos[editar | editar código-fonte]

Série principal[editar | editar código-fonte]

Assassin's Creed[editar | editar código-fonte]

Desmond Miles é um bartender que é sequestrado por uma poderosa empresa chamada Abstergo. Embora em cativeiro, Desmond é informado que deve usar uma máquina chamada Animus, criada pelas Indústrias Abstergo, para reviver as memórias de seus ancestrais. Ele aceita usar a máquina para reviver as memórias de seu ancestral, Altaïr Ibn-La'Ahad.

Altaïr, o primeiro ancestral acompanhado por Desmond, é um membro de um grupo denominado Assassins (Assassinos). Este grupo vive sob três leis absolutas:

  1. Nunca matar uma pessoa considerada inocente;
  2. Ser sempre discreto;
  3. Nunca comprometer a Irmandade.

Entretanto, por causa de sua arrogância e descuido, Altaïr quebra essas leis, desonrando-se e comprometendo a Irmandade. A fim de recuperar seu antigo status, Altaïr deve caçar e matar nove alvos a mando de seu mestre, Al Mualim. Altaïr relutantemente aceita a tarefa e, um a um, assassina oito dos nove homens. Cada um de seus alvos, minutos antes da morte, fala sobre um membro que Altaïr nem imagina que faz parte da caçada do reino dos perdidos aos Pedaços do Éden. Por fim, sua nona vítima é Robert de Sablé, o líder dos Cavaleiros Templários e principal alvo de Altaïr.

Ao alertar o rei Ricardo Coração de Leão, líder do exército cruzado, sobre a traição de Robert de Sablé, ele permite um duelo até a morte entre Altaïr e Robert. Após sua derrota, Robert de Sablé revela toda a verdade, confessando a traição. Robert confessa também que não eram nove, mas dez conspiradores para obter o Pedaço do Éden.

O décimo era seu mentor, Al Mualim, que queria manter os artefatos todos para si e, portanto, enviou Altaïr, seu melhor homem, para matar os outros nove. De volta a Masyaf, fortaleza dos assassinos, Al Mualim tinha tomado controle sobre as mentes das pessoas usando um Artefato do Éden (Maçã do Éden, como se fala no jogo). Ao chegar ao local, Altaïr é avisado por um dos moradores do que estava acontecendo. Ao se aproximar do castelo onde treinavam os assassinos, Altaïr é atacado por seus próprios companheiros. Mas, já encurralado e sem esperança, Altaïr recebe uma ajuda inesperada de amigos de outras cidades.

Ao encontrar Al Mualim, Altaïr exige respostas, e é exatamente o que seu mestre lhe dá. Depois de confessar que sempre planejou fingir se juntar aos outros para conseguir os artefatos para si, Al Mualim e Altaïr travam uma grande batalha. Mesmo usando um dos artefatos encontrados, Al Mualim sucumbe, com o Aprendiz ganhando do Mestre. Altaïr jura guardar um dos Pedaços do Éden consigo, definindo assim sua jornada. A memória que Abstergo estava procurando, onde se localiza o Pedaço do Éden, revela que é apenas um de 28 que estão espalhados por todo o mundo.

De volta a 2012, a Abstergo envia uma equipe para recuperar tantas peças quanto possível. Decidindo que não precisam mais de Desmond, dão ordens para matá-lo. Lucy Stillman, uma empregada da Abstergo que revelou a Desmond que é uma assassina disfarçada, convence-os a não matá-lo até que recuperem as peças, dando-lhe tempo.

Desmond é deixado sozinho na sala do Animus e, pelo uso da visão de águia herdada de Altaïr pelo "efeito sangria" causado pelo uso prolongado do Animus, ele vê muitos símbolos desenhados com sangue nas paredes de sua sala e nos pisos do laboratório. Estes símbolos contêm referências ao fim do mundo em muitas línguas diferentes. Desmond agora precisa escolher se vai tentar compreender os símbolos e deter os Templários ou fugir e tentar voltar à vida que tinha.

Assassin's Creed II[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Assassin's Creed II

Assassin's Creed: Brotherhood[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Assassin's Creed: Brotherhood

Assassin's Creed: Revelations[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Assassin's Creed: Revelations

Assassin's Creed III[editar | editar código-fonte]

Assassin's Creed III

Assassin's Creed IV: Black Flag[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Assassin's Creed IV: Black Flag

Assassin's Creed Rogue[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Assassin's Creed Rogue

A 5 de agosto de 2014 a Ubisoft anunciou Assassin's Creed Rogue, que inicialmente seria lançado exclusivamente para Xbox 360 e PS3. Foi lançado para essas plataformas em Novembro de 2014,[4] e para Windows em Março de 2015.[5]

Assassin's Creed Unity[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Assassin's Creed Unity

Foi lançado em 11 de novembro de 2014[6][7][8] nos Estados Unidos e no Brasil[9] para Xbox One, PS4 e PC. O jogo se passa na Revolução Francesa com o novo Assassino e protagonista Arno Victor Dorian. Apresenta inovações nas armas, como a Phantom Blade com capacidades ocultas, e um modo de jogo co-op com novas possibilidades para missões de até quatro jogadores[10].

Assassin's Creed Syndicate[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Assassin's Creed Syndicate

Em Dezembro de 2014, escaparam para a Internet várias imagens e informações sobre um novo jogo Assassin's Creed, com o nome de código Victory. Acabou por ser mais tarde confirmado pela Ubisoft que Victory seria lançado em 2015 para Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One e que está a ser produzido pelo estúdio Ubisoft Quebec.[11] Em Maio de 2015 o Kotaku revelou que Victory teria um novo subtítulo, Syndicate.[12] A 12 de Maio de 2015, Assassin's Creed Syndicate foi anunciado oficialmente pela Ubisoft. As versões PlayStation 4 e Xbox One foram lançadas a 23 de Outubro de 2015, enquanto que a versão Microsoft Windows foi lançada em 19 de Novembro do mesmo ano. Em Syndicate a história ocorre em Londres em 1868, durante a Era Vitoriana, no pico da Revolução Industrial, e apresenta pela primeira vez na série dois Assassinos jogáveis, os gémeos Jacob e Evie Frye.[13][14][15]

Outros jogos[editar | editar código-fonte]

Assassin's Creed: Altaïr's Chronicles[editar | editar código-fonte]

Assassin's Creed: Bloodlines[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Assassin's Creed: Bloodlines

Assassin's Creed II: Discovery[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Assassin's Creed II: Discovery

Assassin's Creed: Project Legacy[editar | editar código-fonte]

Assassin's Creed: Project Legacy é um jogo browser como uma aplicação do Facebook, desenhado como promoção para Assassin's Creed: Brotherhood. O jogo é maioritariamente texto, mas inclui gráficos, som e alguns vídeos.

Assassin's Creed: Recollection[editar | editar código-fonte]

Assassin's Creed: Recollection é um jogo de tabuleiro em tempo real para iOS.[16]

Assassin's Creed: Multiplayer Rearmed[editar | editar código-fonte]

Assassin's Creed: Multiplayer Rearmed é um jogo multijogador para iOS. É o único jogo Assassin's Creed que faz o progresso pelo dinheiro fictício do jogo.[17]

Assassin's Creed III: Liberation[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Assassin's Creed III: Liberation

É um Assassin's Creed originalmente concebido para a PlayStation Vita.[18] Foi depois re-lançado em janeiro de 2014 como Assassin's Creed: Liberation HD para PlayStation 3, Xbox 360 e Microsoft Windows via PlayStation Network, Xbox Live Arcade e Steam, respectivamente.[19]

Assassin's Creed: Pirates[editar | editar código-fonte]

Assassin's Creed: Pirates é um jogo móvel lançado para iOS e Android em Dezembro de 2013.[20] Foi produzido pelo estúdio Ubisoft Paris.[21]

Assassin's Creed Memories[editar | editar código-fonte]

Assassin's Creed Memories é um jogo móvel lançado para iOS em Agosto de 2014. Memories combina cartas e batalhas, perseguição de alvos e multijogador competitivo. Memories decorre em várias eras históricas, incluindo a Terceira Cruzada, a Época Dourada da Pirataria, o Japão Feudal e o Império Mongol.[22]

Assassin's Creed Chronicles[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Assassin's Creed Chronicles

Assassin's Creed Chronicles é um conjunto de três jogos para Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One.[23]

Assassin's Creed Identity[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Assassin's Creed Identity

Assassin's Creed Identity é um jogo para os aparelhos iOS e Android em 3D e na terceira pessoa.[24]


Outra mídia[editar | editar código-fonte]

Livros da Série[editar | editar código-fonte]

Assassin's Creed: Renaissance é o primeiro livro baseado na série Assassin's Creed, escrito por Oliver Bowden e publicado pela Penguin Books, em janeiro de 2009. Trata-se de uma versão literária do jogo Assassin's Creed II mas, em vez de estender por um bom período de tempo o livro passa-se somente no século XV, sem menção ao eventos do presente do jogo. Em março de 2011, a editora Galera Record publicou o livro, sob o nome de Assassin's Creed: Renascença.[25].

Assassin's Creed: Brotherhood é o segundo livro baseado na série Assassin's Creed, escrito por Oliver Bowden e é uma continuação de "Renascença". Foi publicado pela Penguin Books em fevereiro de 2010 e, assim como o livro anterior, é uma versão literária do jogo Assassin's Creed: Brotherhood. Também como o anterior, não há menção sobre os eventos vividos por Desmond no presente, somente uma referência sobre um "fantasma" feita por Ezio. Diferentemente dos eventos do jogo, que começaram em 1499, a trama do livro começa em 1503. Assim como o anterior, a editora Galera Record publicou o livro no Brasil sob o título de Assassin's Creed: Irmandade, e foi lançado em março de 2012[26].

Assassin's Creed: The Secret Crusade é o terceiro livro baseado na série Assassin's Creed, escrito por Oliver Bowden e é uma continuação de "Brotherhood". Foi publicado pela Penguin Books em junho de 2011. A história é narrada por Niccolo Polo, pai do explorador Marco Polo. A história é sobre a vida de Altaïr ibn la-Ahad. A editora Galera Record publicou o livro no Brasil em agosto de 2012 com o nome de Assassin's Creed: A Cruzada Secreta.

Assassin's Creed: Revelations é o quarto livro da série Assassin's Creed, escrito por Oliver Bowden e é uma continuação de "The Secret Crusade". Foi publicado pela editora Penguin Books em maio de 2012. Assim como Renaissance e Brotherhood, Revelations é uma versão literária de jogo Assassin's Creed: Revelations. Igualmente os outros livros, não contém nenhum dos eventos do presente incluindo Desmond. Como no jogo, Ezio tem que deixar sua vida para trás em busca de respostas, em busca da verdade. Em Assassin's Creed Revelations, o agora Mestre Assassino Ezio Auditore segue os passos do seu lendário mentor, Altair, numa jornada de descobertas e revelações. É um caminho perigoso - um caminho que levará Ezio a Constantinopla, à "encruzilhada do mundo", ao coração do Império Otomano, onde um exército crescente de Templários ameaça desestabilizar a região. A editora Galera Record publicou o livro no Brasil em abril de 2013 com o nome de Assassin's Creed: Revelações.

Assassin's Creed: Forsaken é o quinto livro da série Assassin's Creed, escrito por Oliver Bowden. Conta a história do jogo centrado na Revolução Americana. Drama vivido por Haytham Kenway.[27]. Diferentemente dos demais livros, que são divididos em diversos capítulos, Renegado é constituido por quatro partes, que são: Parte Um - Trechos do diário de Haytham E. Kenway; Parte Dois - 1747, doze anos depois; Parte Três - 1753, seis anos depois e; Parte Quatro - 1774, dezesseis anos depois. Seguido de um epílogo, sendo que as quatro primeiras partes são narradas a partir da visão de Haytham Kenway e a última na de Connor. De forma contrária ao jogo, tal obra tem como protagonista o próprio Haytham, não o seu filho Connor. No Brasil, a editora Galera Record publicou o livro em novembro de 2012 com o nome de Assassin's Creed: Renegado.[28]

Assassin's Creed: Black Flag é uma novelização inspirada na franquia de games Assassin's Creed. Escrito por Oliver Bowden, o sexto livro começa em 1715 e conta a história de Edward Kenway, um notável pirata e corsário que viveu na Era Dourada dos Piratas. Ele é o pai de Haytham Kenway e avô de Ratonhnhaké:ton (Connor Kenway), personagens apresentados aos leitores em Assassin's Creed: Renegado. Assassin's Creed: Bandeira Negra mistura exploração naval com combate e aventuras, tanto em terra quanto no mar das Caraíbas.

Assassins Creed: Unity é uma continuação da série de livros da franquia Assassin's Creed escrito por Oliver Bowden. O sétimo livro é ambientado na França durante a Revolução Francesa. O livro centra-se nos acontecimentos da Revolução na perspectiva da templária Élise De La Serre, que junto do assassino Arno Victor Dorian investigam a morte do pai de Élise bem como o crescimento de uma ideologia dentro da Ordem dos Cavaleiros Templários que ameaça a própria organização. Arno está apaixonado por Élise, cuja família o adotou após a morte do pai biológico de Arno, que ocorreu quando este tinha apenas 8 anos, sendo que na época Arno não sabia que o pai era um Assassino. Quando o seu pai adotivo é assassinado, parte numa tentativa de redenção juntando-se à Irmandade dos Assassinos, subindo gradualmente de nível e vivendo mais tarde um romance proibido com Élise (esta havia traído os templários na tentativa de unir Assassinos e Templários). Outros personagens incluem o libertino Marquês de Sade, um jovem militar chamado Napoleon Bonaparte e o político templário Maximilien de Robespierre. Foi lançado em 2014.

Histórias em quadrinhos[editar | editar código-fonte]

  • Assassin's Creed: Graphic Novel
  • Assassin's Creed, Volume 1: Desmond
  • Assassin's Creed, Volume 2: Aquilus
  • Assassin's Creed, Volume 3: Accipiter
  • Assassin's Creed, Volume 4: Hawk
  • Assassin's Creed, Volume 5: El Cakr
  • Assassin's Creed, Volume 6: Leila
  • Assassin's Creed: The Fall
Ver artigo principal: Assassin's Creed: The Fall
  • Assassin's Creed: The Chain
Ver artigo principal: Assassin's Creed: The Chain
  • Assassin's Creed: Brahman
Ver artigo principal: Assassin's Creed: Brahman

Filmes[editar | editar código-fonte]

Assassin's Creed: Lineage

Assassin's Creed: Lineage é um filme de 36 minutos que serve como uma prequela (prelúdio) para o jogo Assassin's Creed II. A curta, lançada em três partes pelo YouTube, promoveu o jogo e foi a primeira tentativa da Ubisoft de dar o seu primeiro passo em direção à indústria cinematográfica. A história é sobre Giovanni Auditore, pai de Ezio, que investiga a morte misteriosa do Duque de Milão Galeazzo Maria Sforza, e as suas primeiras descobertas sobre a conspiração de Rodrigo Borgia.

Assassin's Creed: Ascendance

Assassin's Creed: Ascendance é uma curta-metragem de animação feita pela UbiWorkshop e pela Ubisoft Montreal, e serve como uma ligação entre a história de Assassin's Creed II e Assassin's Creed: Brotherhood. Conta a história de pano de fundo de como Cesare Borgia subiu ao poder. A curta foi lançada a 16 de Novembro de 2010. A história toma lugar no meio dos eventos de Brotherhood, quando Ezio está procurando e juntando informações sobre Cesare Borgia e de um homem encapuzado, que, mais tarde, é descoberto ser Leonardo da Vinci. Está disponível para compra na Xbox Live, PlayStation Network e na iTunes Store.

Assassin's Creed: Embers

Assassin's Creed: Embers é uma curta-metragem animada criada pela UbiWorkshop. O curta foi incluído nas versões Signature e Collector's Edition do jogo Assassin's Creed: Revelations. UbiWorkshop lançou um trailer da curta em 21 de julho de 2011, que foi apresentado na Comic-Con 2011. O trailer de Embers mostra um Ezio mais velho, temendo que alguém esteja atrás dele. Os desenvolvedores descreveram Embers como um epílogo final da história de Ezio, e mesmo podendo assisti-lo a qualquer hora, deveria ser assistido após o final de Assassin's Creed: Revelations, para compreender totalmente o conto de Ezio Auditore da Firenze. O curta mostra a história de um Ezio mais velho, vivendo uma vida pacífica na zona rural de Toscana, com sua mulher Sofia e seus filhos, Flavia e Marcello, e escrevendo suas memórias. Um dia, uma estranha aparece; uma Assassina Chinesa, chamada Shao Jun, que veio até Ezio para buscar conhecimento de sua vida como Assassino. Apesar de Ezio não querer que ela fique, para deixar sua vida como Assassino para trás, Sofia a convida para passar a noite. No dia seguinte, Ezio encontra Jun lendo suas memórias, e a ordena a ir embora, mas volta atrás após ela perguntar o que significa ser um Assassino. Durante uma viagem a Florença, Ezio reconta a história de como seu pai e seus irmãos foram assassinados em praça pública, o forçando a virar um Assassino, e como uma vida é definida pela dor que traz e causa. Quando eles vão embora, os dois são atacados por um estranho, também de origem asiática. Após matá-lo, Jun revela que ela era uma concubina, agora em fuga dos servos do imperador chinês Jiang, e explica como seu antigo mestre a libertou de sua influência. Depois de retornar para sua casa, Ezio diz para Sofia e os seus filhos para saírem de casa, sabendo que outros viriam. Ele então ensina a Jun o segredo para salvar o seu povo da influência do Imperador. Mais tarde, naquela noite, a casa de campo de Ezio é atacada por mais inimigos, e depois de uma dura luta, eles conseguem derrotá-los. Na manhã seguinte, Ezio dá a Shao Jun uma pequena caixa e diz que ela pode vir a usá-la um dia, mas somente "se ela se perder no caminho". Ele, então a manda embora, quando dois cavaleiros aparecem na casa de campo. Algum tempo depois Ezio viaja para Florença, com a sua esposa Sofia e sua filha Flavia, mesmo sofrendo de infartos. Enquanto está descansando num banco, vendo a sua esposa e a sua filha, sorrindo, Ezio tem uma pequena conversa com um jovem com uma cicatriz no rosto — o tipo de jovem que ele era na juventude — ele exala e morre na frente da sua família. A curta então termina quando uma carta que Ezio deixou para Sofia é lida, dizendo que de todas as coisas que o motivou para seguir em frente na vida, o amor pelo mundo em seu redor foi o motivo maior.

Adaptação para o cinema
Ver artigo principal: Assassin's Creed (filme)

Um filme, Assassin's Creed, que decorre no mesmo universo que os videojogos (entre outra média),[29] tem lançamento previsto para dezembro de 2016.[30] A produção começou em Outubro de 2011, quando a Sony Pictures começou as negociações finais com a Ubisoft Motion Pictures.[31] Foi anunciado que Michael Fassbender terá o papel principal do filme, assim como irá co-produzir.[32] Interpretará o papel de Callum Lynch, cujo ancestral, Aguilar, é um assassino espanhol do século XV.[33] Em Outubro de 2012, a Ubisoft revelou que o filme já não seria produzido pela Sony, mas sim uma co-produção com a New Regency e distribuído pela 20th Century Fox.[34] Michael Lesslie foi contratado para escrever o filme,[35] com Scott Frank, Adam Cooper e Bill Collage a reescreverem o enredo.[36][37] Em Abril de 2014, Justin Kurzel estava em negociações para ser o realizador.[38] As filmagens terão lugar em Malta, Londres e Espanha.[33] Em outubro de 2015, os actores Jeremy Irons e Brendan Gleeson foram confirmados para o elenco do filme.[39]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Avaliação
a 5 de Novembro de 2015
Jogo GameRankings Metacritic
Assassin's Creed (PC) 80%[40]
(PS3) 79%[41]
(X360) 83%[42]
(PC) 79/100[43]
(PS3) 81/100[44]
(X360) 81/100[45]
Assassin's Creed: Altaïr's Chronicles (NDS) 58%[46] (NDS) 58/100[47]
Assassin's Creed: Bloodlines (PSP) 64%[48] (PSP) 63/100[49]
Assassin's Creed II (PC) 84%[50]
(PS3) 91%[51]
(X360) 90%[52]
(PC) 86/100[53]
(PS3) 91/100[54]
(X360) 90/100[55]
Assassin's Creed II: Discovery (NDS) 71%[56] (NDS) 69/100[57]
Assassin's Creed: Brotherhood (PC) 88%[58]
(PS3) 90%[59]
(X360) 91%[60]
(PC) 88/100[61]
(PS3) 90/100[62]
(X360) 89/100[63]
Assassin's Creed: Revelations (PC) 75%[64]
(PS3) 80%[65]
(X360) 79%[66]
(PC) 80/100[67]
(PS3) 80/100[68]
(X360) 80/100[69]
Assassin's Creed III (PC) 81%[70]
(PS3) 86%[71]
(WIIU) 83%[72]
(X360) 85%[73]
(PC) 80/100[74]
(PS3) 85/100[75]
(WIIU) 85/100[76]
(X360) 84/100[77]
Assassin's Creed III: Liberation (PC) 66%[78]
(PS3) 62%[79]
(Vita) 72%[80]
(X360) 62%[81]
(PC) 66/100[82]
(PS3) 64/100[83]
(Vita) 70/100[84]
(X360) 62/100[85]
Assassin's Creed IV: Black Flag (PC) 83%[86]
(PS3) 88%[87]
(PS4) 85%[88]
(WIIU) 87%[89]
(X360) 86%[90]
(XONE) 81%[91]
(PC) 84/100[92]
(PS3) 88/100[93]
(PS4) 83/100[94]
(WIIU) 86/100[95]
(X360) 86/100[96]
(XONE) –[97]
Assassin's Creed Rogue (PC) 70%[98]
(PS3) 74%[99]
(X360) 73%[100]
(PC) 75/100[101]
(PS3) 72/100[102]
(X360) 72/100[103]
Assassin's Creed Unity (PC) 73%[104]
(PS4) 68%[105]
(XONE) 70%[106]
(PC) 70/100[107]
(PS4) 70/100[108]
(XONE) 72/100[109]
Assassin's Creed Syndicate (PS4) 77.28%[110]
(XONE) 80.76%[111]
(PS4) 77/100[112]
(XONE) 77/100[113]

A série Assassin's Creed, particularmente os jogos principais, receberam análises muito positivas tanto da crítica especializada como dos fãs. Muitos já chamaram a Assassin's Creed "...a série que se destacada na [sétima geração] de consolas".[114] Em Abril de 2014 já tinham sido vendidas mais de 73 milhões de cópias de jogos Assassin's Creed.[115]

Referências

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]