Teoria dos astronautas antigos

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Supostos astronautas antigos Val Camonica, Itália, c. 10 000 a.C

A Teoria dos astronautas antigos, Teoria dos antigos astronautas[1] ou Teoria dos antigos alienígenas[2] é uma hipótese pseudocientífica[3] usada para descrever a crença de que seres ou criaturas extraterrestres visitaram a Terra milênios atrás, e que os humanos teriam tido contato com eles na Antiguidade ou mesmo na pré-história.[4] A teoria afirma que, para essas civilizações, esses seres que desciam dos céus estão relacionados com a origem ou desenvolvimento do Homem e da cultura humana.

A teoria é frequentemente atribuída a Erich von Däniken, mas, embora tenha se popularizado amplamente em 1968, ela já havia sido apresentada nos anos 1870-1880 por Helena Blavatsky e sua teosofia,[5] em 1960 por Louis Pauwels e Jacques Bergier,[6] em 1962 por Robert Charroux e em 1965 por Jean Sendy. É baseado em uma interpretação literal de textos religiosos, ou descobertas incomuns, como as linhas de Nazca, ou mesmo artefatos falsos, como caveiras de cristal.

Essa Teoria pode ser considerada uma variação da teoria do Paleocontato. Carl Sagan,[nota 1] I. S. Shklovskii e Hermann Oberth foram alguns cientistas de renome que consideraram plausível esta possibilidade.

Para a comunidade científica, a teoria dos astronautas antigos não tem fundamento, porque os elementos arqueológicos supostamente inexplicáveis geralmente têm uma explicação racional já exposta pelos arqueólogos. Assim, Jean-Pierre Adam, em L'archéologie devant l'imposture, explica que a construção da grande pirâmide repousa não em conhecimentos estranhos à espécie humana, mas também nas técnicas da época.[8]


Detalhes[editar | editar código-fonte]

Os defensores da teoria dos astronautas antigos afirmam que os humanos são descendentes ou que são criações de seres que visitaram a Terra milênios atrás. Uma teoria relacionada defende que esses seres nos deram muito do conhecimento, da cultura e da religião. A religião especialmente foi um grande modelo para o desenvolvimento da humanidade, pois esses seres, apesar de tudo, ensinaram o Homem a amar o próximo, a sua família, e o seu lar. Os astronautas antigos teriam atuado como uma "cultura-mãe". O conceito do paleocontato aparece em diversas histórias e filmes de ficção científica, a destacar 2001: Uma Odisséia no Espaço.[9]

Defensores[editar | editar código-fonte]

As teorias sobre os Astronautas antigos têm tido contribuições de autores como:[carece de fontes?]

Von Däniken[editar | editar código-fonte]

Erich von Däniken foi um defensor destacado desta teoria no final dos anos 1960 e início dos 1970, obtendo um grande público a partir da publicação em 1968 de seu livro campeão de vendas "Eram os Deuses Astronautas?" e suas continuações. As provas apoiando a visão de paleocontato de Von Däniken seguem-se:

  • Determinados artefatos e construções monumentais, de propósito e origem desconhecidos, aparentam terem exigido uma capacidade tecnológica mais sofisticada durante sua manufatura do que aquela atribuída pelos historiadores às respectivas culturas antigas. Estes objetos e estruturas são avaliados como sendo superiores aos conhecimentos tecnológicos daquelas culturas creditadas com sua manufatura (ao menos aos olhos do autor e seus defensores). Von Däniken sustenta que esses artefatos foram manufaturados ou diretamente por extraterrestres ou por humanos que aprenderam o conhecimento necessário dos ditos visitantes extraterrestres. Tais artefatos e monumentos incluem Stonehenge, os moai da Ilha de Páscoa, a Máquina de Anticítera e as antigas baterias elétricas de Bagdad. (ver Oopart)
  • Na arte e iconografia antigas pelo mundo afora, certos temas similares podem ser interpretados como ilustrações de veículos aéreos e espaciais, criaturas inteligentes não-humanas, astronautas antigos e artefatos de uma tecnologia anacronicamente avançada. Von Däniken também identifica certos detalhes que parecem ser similares pela arte de culturas históricas geograficamente diversas, que ele alega demonstrarem uma origem comum.
  • As origens de muitas religiões podem ser interpretadas como reações a encontros de humanos primitivos com alguma raça extraterrestre. De acordo com sua perspectiva, os humanos teriam considerado a tecnologia dos extraterrestres como sendo sobrenatural e os próprios como sendo deuses. Von Däniken observa que as tradições orais e escritas da maioria das religiões contêm referências a visitantes extraterrestres através da descrição de estrelas e objetos veiculares viajando por ar e espaço. O autor defende que estas devem ser vistas como descrições literais de testemunhas oculares que se alteraram com a passagem do tempo até se tornarem mais obscuras, ao invés de ficção mítica ou simbólica. Um exemplo é a revelação de Ezequiel no Antigo Testamento, que Däniken interpreta como sendo a descrição detalhada de uma espaçonave pousando.

A partir da publicação dos livros de Von Däniken, não foram encontradas maiores provas para confirmar suas alegações, enquanto muitos alegaram que as provas haviam sido desmascaradas.[11] A maioria dos historiadores considera suas alegações - bem como as de outros adeptos dos astronautas antigos - como pseudociência ou pseudo-história.

Zecharia Sitchin[editar | editar código-fonte]

O trabalho contínuo de Zecharia Sitchin, The Earth Chronicles, começando com a primeira edição, The 12th Planet, desenvolve uma interpretação dos antigos textos de tábuas sumérias em Escrita cuneiforme. Afirmando que os deuses eram de fato astronautas do planeta Nibiru, que os sumérios acreditavam ser um distante "décimo-segundo" planeta (incluindo e denominando o Sol, a Lua, todos os outros sete planetas e Plutão como "planetas") associado com o deus Marduk. Segundo Sitchin, Nibiru continua a orbitar o Sol numa órbita alongada de 3600 anos. A astronomia moderna não encontrou nenhuma evidência para apoiar as idéias de Sitchin.[12]

Ainda segundo Sitchin, os Sumérios relatam como 50 "Anunnaki", ou habitantes de Nibiru, chegaram à Terra há aproximadamente 400 000 anos com a intenção de extrair matérias-primas para transportá-las a seu próprio mundo. Devido a seu reduzido número, eles logo se cansaram da tarefa e começaram a alterar geneticamente trabalhadores para operarem nas minas.[13] Após muita tentativa e erro, eventualmente criaram o homo sapiens sapiens, o "Adapa" (homem modelo) ou o Adão da mitologia posterior. O trabalho de Sitchin não recebeu apoio acadêmico convencional e foi criticado por profissionais que revisaram suas hipóteses. O estudioso de línguas semíticas Michael S. Heiser diz que muitas das traduções de Sitchin das palavras suméria e mesopotâmica não são consistentes com os dicionários bilíngues cuneiformes da Mesopotâmia, produzidos por antigos escribas acadianos.[14][15][16][17]


Alan F. Alford, autor de Gods of the New Millennium (1996), era um adepto da teoria dos astronautas antigos. Grande parte de seu trabalho se baseia nas hipóteses de Sitchin. No entanto, ele agora encontra falhas na hipótese de Sitchin após uma análise mais profunda, afirmando que: "Agora sou firmemente da opinião de que esses deuses personificaram o céu que caía; em outras palavras, a descida dos deuses era uma versão poética do mito do cataclismo que estava no coração das antigas religiões do Oriente Próximo.[18]

Robert Temple[editar | editar código-fonte]

O livro de Robert K. G. Temple, de 1976, The Sirius Mystery, argumenta que o povo Dogon do noroeste do Mali preservou um relato de visitas extraterrestres de cerca de 5.000 anos atrás. Ele cita várias linhas de evidência, incluindo conhecimento astronômico avançado herdado pela tribo, descrições e sistemas de crenças comparativos com civilizações antigas, como o Antigo Egito e a Suméria. Seu trabalho baseia-se nos estudos dos antropólogos culturais Marcel Griaule e Germaine Dieterlen.[19]

Suas conclusões foram criticadas por cientistas, que apontam discrepâncias no relato de Temple, e sugeriram que o Dogon pode ter recebido algumas informações astronômicas recentemente, provavelmente de fontes européias, e pode ter deturpado a etnografia de Dogon.[20][21][22][23]

Defensores recentes[editar | editar código-fonte]

Graham Hancock[editar | editar código-fonte]

Graham Hancock foi influenciado pelas teorias de Erich von Däniken, embora as considere incompletas. Em seu livro, Fingerprints of the Gods, Hancock teoriza que uma "cultura-mãe", tendo obtido conhecimento e tecnologia de extraterrestres, plantou as sementes do saber e cultura em civilizações antigas como os egípcios. Esta teoria da "cultura-mãe" constantemente é relacionada de perto aos mitos do continente perdido de Atlântida.

Religião OVNI[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Religião OVNI

Vários novos movimentos religiosos, incluindo alguns ramos da Teosofia, Cientologia, Raelianismo, Cultura Racional e Heaven's Gate, acreditam no contato antigo e atual com a inteligência extraterrestre. Muitas dessas religiões vêem as escrituras antigas e as revelações recentes relacionadas à ação de alienígenas de outros sistemas planetários. Os psicólogos descobriram que as religiões OVNIS têm semelhanças, o que sugere que os membros desses grupos associam consciente ou subliminarmente o encantamento aos memes da ficção científica.[24]

Provas[editar | editar código-fonte]

Rama sendo recebido de volta para Ayodhya em seu "carro voador"; alguns teóricos dos astronautas antigos alegam esses relatos antigos como prova de veículos voadores na antiguidade

Muitos autores aproveitam as antigas mitologias para defenderem seus pontos-de-vista, baseando as suas teorias no princípio básico de que quase todos os antigos mitos da criação descrevem um deus ou deuses que teriam descido dos "céus" à Terra para criar o Homem. Esses mitos detalham aventuras extraordinárias desses deuses que seriam na verdade tecnologias modernas, vistos a partir da perspectiva dos terrenos de mentes primitivas.

Por exemplo, máquinas voadoras constantemente aparecem em textos antigos. Um exemplo clássico são os vimanas, máquinas voadoras encontradas na literatura da Índia em que as histórias vão desde fantásticas batalhas aéreas empregando armamento diverso, inclusive bombas, a leigos descrevendo simples informações técnicas, procedimentos de voo e voos da imaginação[25]

No Antigo Testamento bíblico, Deus é descrito como tendo vários atributos que poderiam ser interpretados como sendo foguetes avançados ou outros veículos aéreos. Ele é descrito como tendo um "corpo" superior de metal[26] (que também pode ser interpretado como um tipo de coroa), aparecendo numa coluna de fumaça e/ou fogo[27] e soando como uma trompa[28]. Estas descrições retratam o Deus dos antigos hebreus como não apenas tendo as características de uma máquina voadora, mas também bastante claramente descrevendo Deus como uma presença física[29], não uma abstração. Este Deus acompanha os hebreus e faz chover relâmpagos[30] e pedras[31] sobre Seus inimigos a partir de sua posição no céu. Contudo, poeticamente, as descrições de Deus também apresentaram-no como tendo asas protetoras e braços alongados nos Salmos, características contrárias às teorias de quaisquer manifestações mecânicas da parte de Deus. Além disso, as características da Arca da Aliança[32] e o Urim e Thummim[33] tem sido identificados como sendo de tecnologia avançada, talvez de origem extraterrestre.

Outros exemplos incluem as descrições bastante detalhadas no Livro de Ezequiel bíblico, o Livro de Enoque apócrifo, e incontáveis relatos antigos que vão da China ao Peru.

As provas materiais incluem a descoberta de antigos "aeromodelos" no Egito e América do Sul, que apresentam uma certa semelhança com aviões e planadores modernos.[34] Provavelmente, os itens de provas circunstanciais mais famosos são as linhas de Nazca do Peru; mais de 300 enormes desenhos no solo que só podem ser vistos de grandes alturas[35] Mais embasamento a esta teoria vem do que se supõe serem discos voadores na arte medieval e renascentista. Objetos nas pinturas que não podem ser explicados com relevância à obra em questão são constantemente interpretados como discos voadores. Isto auxilia na defesa da teoria dos astronautas antigos ao demonstrar que os criadores do homem podem retornar para acompanhar sua criação através do tempo. Outro embasamento artístico à teoria dos astronautas antigos são as pinturas de cavernas paleolíticas. Vondjina na Austrália e Val Camonica na Itália demonstram uma semelhança com os astronautas atuais. Os defensores da teorias dos astronautas antigos afirmam que algumas semelhanças coincidentes tais como cabeças em forma de globo, ou seres usando capacetes espaciais, provam que o homem primitivo foi visitado por uma raça extraterrestre.[36]

O hieroglifo "helicóptero", em Abidos, Egito pode ser interpretado como aeronaves

Conceitos anteriores[editar | editar código-fonte]

Fontes mais antigas, embora geralmente não mencionando astronautas antigos, sugerem que a criação de alguns monumentos estaria além das capacidades humanas, tais como a sugestão de Saxão Gramático, de que gigantes criaram os imensos dolmens da Dinamarca, ou nas histórias em que Merlim montou Stonehenge através de magia.

"O Astronauta" - um extenso geoglifo próximo às Linhas de Nazca

As provas dos astronautas antigos frequentemente consistem de afirmações de que antigos monumentos, tais como as maiores pirâmides do Egito, ou Macchu Picchu no Peru, ou outras antigas ruínas megalíticas, tais como Baalbek no Líbano,[37] não poderiam ter sido construídas sem o emprego de capacidades técnicas além das disponíveis na época. Tais afirmações não são novidade na História. Raciocínio semelhante se encontra por trás do assombro das muralhas de construção ciclópica nas cidades micênicas aos olhos dos gregos na Idade das Trevas que seguiu-se a elas, que acreditavam que os gigantes ciclopes tinham construído as muralhas. Candidatos típicos para as civilizações perdidas que ensinaram ou proporcionaram essas capacidades são os continentes hipotéticos de Atlântida, Lemúria e Mu.

Outro tema frequente que pode ser encontrado em muitas mitologias é uma pessoa que vem de muito longe como um deus, ou como o arquétipo de um "herói civilizador" que traz conhecimento à humanidade. Prometeu é o exemplo ocidental mais famoso. Na tradição americana nativa há diversos exemplos, incluindo Quetzalcoatl dos astecas e maias, e, Viracocha dos incas.

Cultura popular[editar | editar código-fonte]

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Os Mitos de Cthulhu de H. P. Lovecraft e Stargate, duas franquias que apresentam a teoria na cultura pop.

Os astronautas antigos têm sido abordados frequentemente em obras de ficção científica e terror em muitos meios diferentes. Em um artigo de 2004 na revista Skeptic, Jason Colavito escreve que von Däniken emprestou muitos dos conceitos do livro de O Despertar dos Mágicos, que este livro, por sua vez, foi fortemente influenciado pelos Mitos de Cthulhu, e que o núcleo de a hipótese do astronauta antigo se origina em "O Chamado de Cthulhu" e Nas Montanhas da Loucura de H. P. Lovecraft.[38] Mais tarde, Colavito expandiu essa ideia em seu livro The Cult of Alien Gods: H.P. Lovecraft e Extraterrestrial Pop Culture.

Alienígenas do Passado é uma série de televisão que apresenta os proponentes da hipótese do antigo astronauta, como Giorgio A. Tsoukalos, David Childress, Erich von Däniken, Steven M. Greer e Nick Pope.[39]

David Brin escreveu vários romances em sua série Elevação, assumindo que os seres humanos eram uma espécie abandonada que havia sido "erguida" por uma espécie alienígena antiga desconhecida.[40]

Em 1968, Nelson Ciabattari y Cunha (roteirista) e Paulo Fukue (desenhista), usaram a teoria na origem na série de quadrinhos "Pabeyma", publicada pela EDREL,[41] no mesmo ano, também pela EDREL, Cunha publicou um livro sobre a teoria, Os Deuses Eram Astronautas - Origem dos Deuses e Semideuses.

O filme Stargate descreve como um alienígena cuja influência criou a antiga civilização egípcia.[42] Mais tarde, a série de TV baseada nele expandiu esse tema, com muitos alienígenas mais antigos que se colocavam como deuses para enganar e governar seres humanos primitivos,[43] não apenas na Terra, mas também em outros planetas aos quais transplantaram seres humanos. O DVD Stargate: Ultimate Edition: Director's Cut inclui uma entrevista extra com Erich von Däniken intitulada "Is There a Stargate?" ('Stargate existe?').[44]

Lista de obras:

Notas

  1. a b Apesar de Carl Sagan ter estudado esta hipótese em 1966, no livro Intelligent LIfe in the Universe, manteve-a como possibilidade teórica apenas. Na obra Broca's Brain (1979) mostrou-se céptico perante as tentativas de comprovação da teoria, defendendo que todos os casos que a sustentavam podiam ser explicados por outras formas. Concluiu que a presente teoria carecia de real fundamentação científica, considerando-a improvável.[7]

Referências

  1. Cipriano, Rita. «Erich von Däniken, do programa "Alienígenas": "Acredito que estamos a ser observados. Alguém nos está a estudar"» 
  2. «Está na Bíblia a confirmação de que Jesus foi mesmo um extraterrestre» 
  3. May, Andrew (Andrew James) (2016–2017). Pseudoscience and science fiction. Cham: Springer. OCLC 958581961 
  4. Grim, Patrick. (1982). Philosophy of science and the occult. Albany: State University of New York Press. OCLC 7741577 
  5. «Reptilianos, os seres mais temidos pelos ufólogos» 
  6. «Uma nova luz sobre 'O Despertar dos Mágicos'». Galileu 
  7. Carl Sagan (2011). Broca's Brain. Reflections on the Romance of Science (em inglês). Nova Iorque: Random House Publishing Group. p. 79. 416 páginas. ISBN 9780307800992. Consultado em 18 de Agosto de 2014 
  8. Jean-Pierre Adam, L'archéologie devant l'imposture, éditions Robert Laffont, 1975, 267 p., p. 153-183.
  9. «2001: A Space Odyssey 70mm film review Cannes 2018: a magnificent trip» (em inglês) 
  10. [1]
  11. Erich von Daniken's Chariots of the Gods: Science or Charlatanism?, Robert Sheaffer. First published in the "NICAP UFO Investigator", October/November, 1974. http://www.debunker.com/texts/vondanik.html
  12. «Zecharia Sitchin and The Earth Chronicles - The Skeptic's Dictionary - Skepdic.com». www.skepdic.com. Consultado em 11 de julho de 2020 
  13. «Nibiru: tudo sobre o boato da internet e o fim do mundo que nunca chega». Revista Galileu. Consultado em 11 de julho de 2020 
  14. Carlos Orsi Martinho (15 de dezembro de 2014). «Ensaio sobre os temíveis 'planetas gigantes' que nunca colidem com a Terra». Revista Galileu 
  15. «Open Letter». sitchiniswrong.com. Consultado em 11 de julho de 2020 
  16. «Zechariah Sitchin | Articles | Features | Fortean Times UK». web.archive.org. 3 de abril de 2013. Consultado em 11 de julho de 2020 
  17. «Anunnaki». www.sitchiniswrong.com. Consultado em 11 de julho de 2020 
  18. «Ancient Astronauts». Eridu.co.uk. 17 de julho de 2011. Consultado em 11 de julho de 2020 
  19. Temple, Robert K. G. (1999). The Sirius mystery : new scientific evidence of alien contact 5, 000 years ago. London: Arrow. OCLC 60154574 
  20. Sagan, Carl, 1934-1996,. Broca's brain : reflections on the romance of science First edition ed. New York: [s.n.] OCLC 4493944 
  21. «De Sírius para cá». Revista Galileu. Consultado em 11 de julho de 2020 
  22. «Sirius Mystery, Dogon tribe (Skeptical Inquirer Fall 1978)». Skeptical Inquirer. 29 de fevereiro de 2008. Consultado em 11 de julho de 2020 
  23. Bedaux, R. M. A.; Blier, Suzanne Preston; Bouju, Jacky; Crawford, Peter Ian; Douglas, Mary; Lane, Paul; Meillassoux, Claude (abril de 1991). «Dogon Restudied: A Field Evaluation of the Work of Marcel Griaule [and Comments and Replies]». Current Anthropology (em inglês). 32 (2): 139–167. ISSN 0011-3204. doi:10.1086/203932 
  24. Partridge, Christopher Hugh (2003). UFO Religions (em inglês). [S.l.]: Routledge 
  25. [2]
  26. Ezeq. 1:26-28
  27. Êxodo 13:21
  28. Êxodo 19:16-19
  29. Núm. 35:34
  30. 2 Samuel 22:10-16
  31. Joshua 10:10-11
  32. Wikipedia Baghdad Battery article: "On Mythbusters' 29th episode (which aired on March 23, 2005), the Baghdad battery "myth" was put to the test... For the religious experience aspect of the batteries, a replica of the fabled Ark of the Covenant was constructed, complete with two angels (strangely resembling Adam and Jamie). Instead of linking the angels’ golden wings to the low power batteries, an electric fence generator was connected. When touched, the wings produced a strong feeling of tightness in the chest. Although the batteries themselves had not been used, it was surmised that, due to the apparent lack of knowledge of electricity, any form of electrical sensation from them could equate to the “divine presence” in the eyes of ancient people.
  33. Wikipedia article on Urim and Thummim: "According to the teachings of Judaism, a small parchment with God's holy name, the Tetragrammaton, inscribed on it was slipped into an opening under the Urim and Thummim on the high priest's breast plate, which caused the breastplate to "glow" and thereby "transmit messages" from God to the Children of Israel."
  34. [3]
  35. e http://www.crystalinks.com/nazca.html
  36. [4]
  37. [5]
  38. Colavito, Jason (2004). "Charioteer of the Gods". Skeptic. Vol. 10 no. 4.
  39. «Ancient Aliens — History.com TV Episodes, Schedule, & Video». 4 de julho de 2011 
  40. «DAVID BRIN books» 
  41. «Bigorna.net: Gibizóide: Pabeyma: como o futuro era visto no passado» 
  42. «Egípcios Astronautas?» 
  43. Spry, Jeff (6 de dezembro de 2017). «Legendary UFO expert Erich Von Daniken on his Chariots of the Gods at 50» (em inglês) 
  44. Inc, Nielsen Business Media (22 de fevereiro de 2003). «DVD Reviews - Stargate Ultimate Edition». Nielsen Business Media, Inc. Billboard (em inglês) 
  45. A maior saga da ficção científica
  46. «Anunnaki - Os Senhores da Eternidade: Origem». Catarse. Consultado em 11 de julho de 2020 
  47. «Eram os deuses astronautas? Graphic novel Astrogenesis, da Skript Editora, traz a origem secreta do universo». UNIVERSO HQ. 2 de junho de 2020. Consultado em 11 de julho de 2020